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mi amor por cami es lo mas te amo te siento te necesito sos el amor supremo sos mi diosa y mi ley te amo por lo que fue y lo que vendra por tus manos de deseo por tus ojos de placer te amo por siempre hoy en tu deseo en tu piel te amo como ultima esperanza
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Poeta
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Quando eu nasci, Nasceram comigo a vida e a morte. Olhávamo-nos olhos nos olhos E lançámos um grande desafio. Partiríamos ao mesmo tempo Para ver quem ganharia a maratona E quem teria a Grande sorte De chegar na ultima recta em primeiro E sem mais aquelas Começamos a correr Por ruas , ruelas e carreiros, Passamos os primeiros metros, Os primeiros quilómetros, O cronómetro marcava o tempo, Começámos a sofrer Eu comecei a sentir cansaço Com dificuldade a correr. Já começava a agarrar a camisola Que a vida trazia vestida E a morte sempre fresquinha, Com um sorrir cínico, macábro, Continuava sempre em terceiro lugar À espera do bom momento Para poder melhor atacar. E eu, pobre alma cansada, Coração que bate apressadamente Como se quisesse chegar à frente Mas hoje ele já com 85 anos Que não entre em desenganos E a morte no momento preciso Dará a sua sapatada, ela é a mais forte Quer eu queira ou não , tudo baterá certinho E eu e a vida ficaremos pelo caminho Abandonadas! E a partir daí, não seremos nada.
A. Da Fonseca
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Poeta
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Yo hubiese querido hacer mucho más, pero el tiempo sin querer se hizo menos y contra mi voluntad y contra la de todos, te miramos cada vez más lejos.
A tus oídos no llegó más mi voz y ahora pienso que yo tan sólo hubiese querido decirte adiós; agradecerte por todos tus cuidados y la forma en que nos querías.
te quiero y te querré toda mi vida.
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Poeta
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AMIGO, AMIGA… Amigo, amiga… sentémonos y echemos una parrafada, de nuestra infancia preciada, cuando no había problema alguno, hace tanto que no nos vemos, hace tanto que no somos niños, hoy en nuestros días cotidianos terminaron los juegos infantiles, ya no existen los patines, los balones, las muñecas, las bicicletas, ¿recuerdan?, cuando corríamos por los patios de la escuela, éramos libres, el mundo era nuestro, como ha pasado el tiempo, los años nos convirtieron en adultos, ahora ya, con incipientes canas, pero sin duda lo único que no ha cambiado, es nuestra amistad, si acaso más reforzada, y aquellos felices recuerdos, maravillosos y delirantes, con la edad y la soledad, se han acentuado, amigo, amiga… me dio gusto saludarlos porque fue una hermandad enamorada de la vida, acuñada en el ortodoxo respeto y la sinceridad, amigo, amiga… ¿se han puesto a pensar?, cuantos estamos, y cuantos más han partido, hay que vivir con intensidad como si fuéramos niños, con la nostalgia sagrada, venida, de una experiencia vivida, y el recorrido fugaz, de la inocencia pasada. Mónica Lourdes Avilés Sánchez. Derechos de Indautor.
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Poeta
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[img width=300]https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/10/IC1805_--_H-alpha_%2B_RGB.jpg[/img]
¡Llora!, corazón. Amaste tanto, ...tanto duele.
¡Oh corazón!, has reído entre sonrisas, y crecido con el amanecer. Siente la tarde.
¡Espera!, corazón: Diste tanto, ...tanto tienes.
¡Oh corazón!, has sembrado semillas. Recoge el trigo, que hoy te alimenta.
¡Ríe!, corazón: dolió tanto, ¡Tanto amas!
¡Oh corazón! Pinta muecas en mi cara, y llena el alma de lágrimas y sonrisas.
¡Late, corazón!
Imagen: Nebulosa del Corazón
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Poeta
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Já faz tempo que escalo minha montanha... Ela não é tão alta, nem tão íngreme. Porém não sei quanto falta, para eu chegar ao cume.
Para falar a verdade, não vivo esta ansiedade de chegar ao topo...
Vou subindo devagar... Admirando a paisagem e curtido esta viagem, que sei que é só ida.
Tenho a ligeira impressão de que o tão almejado topo seja só uma miragem. Então não quero fazer a bobagem de focar minha vida, só nessa imagem.
A.J. Cardiais !9.01.2017 imagem: google
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Poeta
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Antologia Brasil Literário
-blogdosquadrinhos- Promove o Concurso 1ª ANTOLOGIA
200 TROVAS SOBRE RAPARIGA
Art. 1º - DO CONCURSO
O concurso 1ª Antologia 200 Trovas Sobre RAPARIGA, idealizado, promovido e organizado pelo escritor Antonio Cabral Filho, tem a palavra RAPARIGA apenas como tema central, podendo versar sobre quaisquer assuntos correlatos,desde que a palavra conste do texto.
Art. 2º - DAS INSCRIÇÕES
Poderão se inscrever somente autores brasileiros, maiores de 18 anos, residentes no Brasil, com até duas (2) trovas por participante.
§ 1º - A inscrição é gratuita. Será aceita no período de 15 de março a 15 de agosto de 2017, com o envio das trovas em Time New Romain tamanho 14, espaço simples e resumo biográfico em cinco linhas digitados no corpo do e-mail [email protected], dirigido à 1ª Antologia 200 Trovas Sobre Rapariga, Org. Antonio Cabral Filho.
§ 2º - As trovas, escritas em língua portuguesa, devem ter:
a ) obrigatoriamente, métrica setessilábica;
b ) rima, que poderá ser abab, abba ou aabb;
c ) os necessários sinais de pontuação;
d ) letras maiúscula, somente, no início das frases que compõem os versos.
Art. 3º - DA COMISSÃO JULGADORA
A Comissão Julgadora é soberana em suas decisões e conferirá notas de 0,1 a 10 cujo resultado será irreversível. As trovas classificadas, até o limite de DUZENTAS (200), participarão da 1ª Antologia 100 Trovas Sobre Banheiro, cabendo, aos autores a responsabilidade quanto à autoria e inscrição do texto.
Art. 4º - DA 1ª ANTOLOGIA 200 TROVAS SOBRE RAPARIGA
A 1ª Antologia 200 Trovas Sobre Rapariga terá 100 páginas destinadas às trovas classificadas, o equivalente a uma (1) página por autor, antecedidas de dez (10) páginas a cargo da Comissão Julgadora, resultando em um livro de 110 páginas, em formato e-book (livro digital) que será entregue, via e-mail, aos participantes. A todos, que se interessarem, estará disponível gratuitamente via internet. Será publicado no blog: ANTOLOGIA BRASIL LITERÁRIO
http://antologiabrasilliterario.blogspot.com.br/
Ficará a cargo dos autores a livre divulgação em outros espaços.
Art. 5º - DAS RESPONSABILIDADES
O promotor do concurso informa que o ato de inscrição significa aceitação das normas, acima expostas, e a consequente liberação da obra para integrar este certame. A divulgação dos resultados será publicada no blog ANTOLOGIA BRASIL LITERARIO, de propriedade do promotor do evento, até 15 de setembro de 2017, seguida da publicação e envio do livro aos autores, conforme Art. 4º . Parágrafo 1º - Todos os inscritos terão os trabalhos publicados, um em cada postagem, no blog do concurso. Parágrafo 2º - Em caso de prorrogação da data de inscrições, todo calendário seguirá o devido trâmite. Parágrafo 3º - As decisões da Comissão Organizadora são soberanas e os casos omissos serão resolvidos pela mesma.
COMISSÃO ORGANIZADORA
Rio de Janeiro, 15 de março de 2017 *** Obs.: Quem quiser se adiantar enviando suas trovas desde já, pode fazê-lo ****
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Poeta
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Pensieri dadaisti vestono di bianco.
Molto è stato sin oggi scritto e detto circa l’effetto protettivo é associato a caratteristiche positive e congruenti con la propria identità e l´abbandono del problema o del sintomo supporrebbe, d’accordo all’associazione di significati del dilema…
Che hanno sperimentato o testimoniato la tortura, la violenza, lo stupro e la morte…hanno permesso di dimostrare come il trauma collettivo possa diventare trauma storico e trasmettersi di generazione in generazione.
Risulta estremamente attuale: un leader, analogamente, l'essere umano, deve basare il proprio potere sulla gestione della tensione, sulla creazione del consenso ed adottare uno stile di leadership adatto alle risorse che guida, le sue stravaganze e le sue inquietudini emergono chiaramente nelle sue opere, dove si nota anche un continuo cambiamento dell’uso del colore, che riflette il modificarsi delle sue esperienze emotive. Tutti noi tendiamo a dare un supporto più entusiasta a idee e cambiamenti dei quali ci sentiamo partecipi. Tutti noi non siamo di principio contrari al cambiamento, siamo contrari al sentirci il cambiamento imposto, senza che sia richiesta una nostra attiva partecipazione.
Nella vita ordinaria il sogno, i lapsus, gli atti mancati, sono il prodotto e correlato di questo duplice processo.
Vita e morte, eros e thanatos sono impastate, accostate, inscindibili e rendono l’esperienza del solo esistere grottesca, farsesca Egli ricostruisce lo sviluppo dei vari concetti –il sé, l’animus, l’anima, l’ombra, l’inconscio collettivo, la sincronicità- nel labirinto dei vari testi, districandosi tra le varie versioni disponibili, operazione resa ancor più laboriosa…
Una mia cara amica fa questo lavoro. Impiega mesi solo per costruire un minimo di fiducia con le persone con cui entra in contatto. Il suo tormento interiore, aumentato da conoscenze forse incredibili, è per noi ancora un enigma di difficile soluzione.
In ogni caso, chi non tenga conto dell’esistenza di una progettualità di insieme così complessa e tentacolare rischia continuamente di confondere, nelle varie opere, ciò che appartiene alle intenzioni… Sta lì presente, con umiltà, con curiosità e con tanta pazienza.
In questo senso l’arte non è tanto una velleità narcisistica o esercizio di talento tecnico ma, piuttosto, una necessità individuale di elaborare ed esperire materiale altrimenti collusivo l’Io nel suo tentativo di reggere l’opera defensiva. Tuttavia, fin da subito il più giovane fisico si dimostra tutt’altro che passivo di fronte alle interpretazioni del proprio universo onírico…
Tuttavia, ad oggi nessun lavoro ha studiato la relazione tra l’integrità della sostanza bianca ed il controllo affettivo in individui con e senza una storia di traumi precoci…
Todos los derechos de „Pensieri dadaisti vestono di bianco.“ pertenecen a su autor (Joel Fortunato Reyes Pérez). Ha sido publicado en e-Stories.org a solicitud de Joel Fortunato Reyes Pérez Publicado en e-Stories.org el 30.06.2016.
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Entre la bruma del alba
las colinas en su cima, verdes,
y en el llano flores; tulipanes,
campanillas, acaso recuerdes
y entre ellas un geranio en panes,
sobresale hermosa y alba.
La única en sus pétalos,
de un rocío mañanero bañada,
que surcan como gotas amada,
lágrimas en un rostro de acero
una mujer hermosa, de fuero,
efluvio que absorbe la tierra
y volver a sus pétalos se aferra,
flor única envuelta en sus dédalos.
Y solo el sol, su astro del día,
solo él, estrella fulgurante de armonía
evapora el rocío que le da vida,
pero otra mañana ella precavida
blanca, la única con rocío
recela su sollozo umbrío,
el rubicundo astro, la contempla
soslayando sus rayos templa,
ya sus pétalos frescos no ardía.
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Poeta
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La luz de luna, marca su cintura Bajo su tenue resplandor, es bella Como una estrella de mar sobre aquella Arena caliente, su piel impura
Me dice que su alma obscura, jura Que su corazón no miente, doncella De castillos de arena, una centella Cae en la mar, doliente ligadura
De sus pechos el poniente, figura De su cuerpo que se siente, locura De amores perdidos, un día fue ella
Que miro el camino, cambio grosella En lugar de sangre, cierta premura Tuvo, dejó su hogar sin partitura.
Por Conrado Augusto Sehmsdorf (Kurt)
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