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El Esfuerzo de Mefistófeles por Fausto. cuasiSoneto Gay.
Cristo por el amor diera la vida, ¿Mas qué diera Mefi por su Fausto?, Por ese amor hasta fuera un suicida El pobre diablo en el amor infausto.
Todas las riquezas le ofreciera Mefisto a Fausto por su amor eterno Y la puerta del Averno se la abriera ¡¡¡¡¡Y no todo el mundo puede entrar en el Infierno¡¡¡¡.
Fausto, eso sí, era bien guapo, Un chavalito de veinte años superlindo, En cuanto lo vió Mefisto dijo: éste es mío.
Fausto sólo tenía cuatro trapos, Era bien pobre, Mefisto era bien lindo. Cristo cerró los ojos, y era estío. .................................................................. Francisco Antonio Ruiz Caballero. Está mal medido pero si yo hiciera el soneto más perfecto del mundo qué coño le iba a dejar a las generaciones Futuras?, así que no me critiquéis, so mamones.
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Poeta
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A CESTA BÁSICA DO FIM DO MUNDO
Na década de setenta houve uma explosão de seitas de todos os vieses que se espalharam pelo mundo. Muitas dessas alguns anos depois já tinham sumido ou perdido a sua áurea de novidade e caíram no esquecimento.
Mas o que aqui queremos falar não é da filosofia destas seitas, mas lembrar que naquela época algumas delas tinham como linha doutrinária estocar provisões em face de um próximo “fim do mundo” ou para o caso de uma guerra nuclear.
E não foi em poucos lugares que seitas ou grupos de pessoas construíram seus bunkers contra tudo que pudesse acontecer e que hoje já devem ter sido desativados.
Mas ao estudarmos os fenômenos naturais que podem acontecer vemos que poucos poderão atingir todo o planeta, independente da gravidade que podem ter.
Um terremoto pode matar centenas de milhares de pessoas ou até milhões, mas será sempre numa determinada região geográfica bem específica, enquanto outra fica intacta e, normalmente, em regiões onde já aconteceram antes e que estão normalmente próximas das falhas tectônicas, ou no encontro destas placas, como a falha em São Francisco nos EUA e, normalmente, mais em regiões banhadas pelo Oceano 9nada) Pacífico.
Mas estes acontecimentos como os tsunamis ocorridos em 2013 estão virando tragédias maiores em função da superpopulação que assola todo o planeta e dai os milhares de mortos e, exemplificando ai, não podemos esquecer que na década de setenta, a apenas quarenta anos atrás, aqui na nossa terrinha, éramos “90 milhões em ação” e hoje já estamos passando dos 200 milhões de habitantes.
A população mundial em 1950 era de 2.5 bilhões de pessoas, já no ano 2000 passavam dos 6 bilhões e hoje já somos + de 7 bilhões, então fica evidente que cada vez mais estes desastres naturais causarão cada vez mais tragédias neste nosso planeta judiado.
Mas as décadas foram se sucedendo e foi ficando para trás aquele medo do fim do mundo e ninguém mais está guardando provisões para este eventual acontecimento ou para a possibilidade de uma guerra nuclear mundial.
Mas será que estamos seguros mesmo?
Eu diria que foi perdido aquelas ilusões dos anos setenta, as monoculturas não causaram tanta desgraça assim, e a agricultura moderna está dando conta de alimentar todos aqueles que têm condição de pagar por ela e o mundo está indo tranquilo, na sua zona de conforto, mas até quando?
A superpopulação já está batendo na nossa porta, basta ver o feriado de ano novo (2014), onde se levou 10 horas para fazermos um trecho que em situações normais levaríamos 2 horas e chegando-se no destino muitos viram que os problemas não tinham se encerrado, só tinham começado, como em muitas das cidades do litoral de São Paulo onde muitos interromperam antes as suas férias devido à falta d’agua para tomarem seus banhos e até fazerem suas comidas.
Em Camboriú, no litoral catarinense, haja esgoto para tanta gente, cuja capacidade para levar os dejetos tratados para alto mar foi construído para a média de 120 mil moradores e agora estão com mais de 1.5 milhões de veranistas se acotovelando por lá, então não é à toa que em Bombinhas, não muito longe dali, o problema é a contaminação generalizada da água. Uma coisa pode estar ligada a outra.
Mas tudo está muito bem, tudo está muito bom, mas voltando ao que estávamos conversando inicialmente que era a possível falta de alimentos que muitos considerados lunáticos da década de setenta estavam armazenando na espera do fim do mundo que não veio.
O mundo não vai acabar, o planeta pode é se esgotar de tanta gente, e com tantos habitantes qualquer espirro da natureza é uma tragédia.
Mas e a falta de alimentos não se dará então?
Se dará, com certeza, mas o grande desastre de abastecimento ocorrerá quando o que está acontecendo nas nossas praias vier a acontecer nos grandes centros, principalmente nas capitais, mas o que poderá causar este desabastecimento em grande escala?
Uma pane no sistema geral de controle eletrônico que controla tudo hoje em dia de forma on line, com a informática e seus bancos de dados.
Quando não pudermos, por exemplo, usar o nosso cartão eletrônico, este pequeno cartão de plástico do nosso banco, que faz tudo para nós hoje em dia, incluindo pagar supermercados.
Neste ano que passou muitos astrônomos pelo mundo ficaram preocupados com uma explosão solar em especial que se tivesse se voltado para o nosso planeta afetaria todo o funcionamento dos nossos satélites artificiais e tudo que é tocado por computador poderia entrar em parafuso ou ficariam fora do ar.
Felizmente não aconteceu, como dizem estes cientistas, a irradiação não veio em direção à Terra, mas até quando teremos esta sorte, digo sorte, pois contra isso o homem não poderá fazer nada e a grande pergunta é:
Como poderemos fazer as nossas compras sem estarem funcionando estas maquininhas que nos debitam automaticamente da conta? Algum supermercado irá abrir sem elas estarem funcionando? E os bancos abrirão se o seu sistema de dados estiver fora do ar? E abrirão para que?
Neste ano de 2013, entre novembro/dezembro, teve dois grandes bancos que ficaram fora do ar por 24 horas e simplesmente fecharam as portas, não recebiam ninguém, um foi o Santander.
A nossa dependência da informática está deixando a nossa vida cada vez melhor, mas também está deixando a nossa vida cada vez mais por um fio.
Basta este nosso cartãozinho de plástico não funcionar por três dias consecutivos que estará estabelecido o caos. Ninguém compra nem vende nada e o pânico estará instalado.
Houve também neste ano que passou alguns casos emblemáticos como o que ocorreu com um pequeno vulcão lá na diminuta Islândia e parou por quase 48 horas o ir e vir de aviões por toda a Europa. Foram milhares de voos que não chegaram nem saíram. Os aeroportos ficaram entupidos de tanta gente dormindo pelos espaços disponíveis, quer banqueiros quer turistas, agora imagine se a fumacinha tivesse durado dez, quinze dias?
Contra isso não há nada que o homem possa fazer e por isto não atrai o interesse dos ecologistas e dos ecocientistas, pois como nada se pode fazer não se criam os heróis.
Falando assim não quero dizer que sou contra a causa da natureza, muito pelo contrário, só sou contra o terroristmo ilógico que procura-se nos passar goela abaixo, como é o caso do degelo dos polos. Teve até um navio que se dirigia para lá agora em Dezembro para estudar este degelo e ficou preso no próprio gelo. Um mico.
A superpolulação já não deixa muita margem de manobra, mas o próprio planeta resolverá o problema, isto já não está mais nas mãos do homem, embora a ilusão de muitos.
Mas o grande problema para a humanidade, principalmente dos grandes centros, acabará vindo pelo espaço, virá pelas irradiações causadas por estas explosões irregulares do nosso já fatigado Sol.
Uma hora uma explosão exponencial, como a ocorrida neste ano, poderá nos atingir e ai, da noite para o dia, voltaremos para a idade da pedra. De uma hora para a outra sem televisão, sem agua, sem internet e sem o nosso cartãozinho para saques de dinheiro ou fazer compras.
Será a falência do modo de vida como conhecemos hoje e, quem sabe, o inicio de um novo tempo?
A pane de que escapamos neste ano passou batido pela maioria das pessoas, e pela maioria dos cientistas também, mas têm muitos astrônomos estudiosos do nosso Sol que já sabem de como está tênue a base da nossa sociedade atual, tão dependente dos nossos satélites artificiais e dos nossos cartões de plásticos.
E ai, o que fazer então?
Será que realmente um pequeno estoque de suprimentos poderá nos dar uma sobrevida até sairmos do caos das cidades em direção ao que ainda existe de natureza?
Certamente poderá fazer a diferença, mas quem ainda está se preocupando com isso, não é mesmo?
"Seja lá o que for, plantas ou animais, montanhas, rios, países estados ou seres humanos, ruirá tudo aquilo que não se mostrar no último momento como legítimo e de acordo com a vontade de Deus!" Abdruschin em sua Mensagem do Graal Na Luz da Verdade – www.graal.org.br
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--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- con puro candor, vuela feliz columpio, ríen los goznes
CREADO 09/01/2014 Catriel Cuestas Acosta
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La Reunión de los Rojos que Descuartizaban Personas.
Unos rojos asesinos se reunieron. Y habían descuartizado dos mil personas. Y eran todos unos rojos mariconas, Imagen de los tigres traicioneros.
Cada uno era más vil y puñetero, Y su marca dañina era la ETA, Y aunque estaban las pistolas quietas Las tenían guardadas, tigres fieros.
Eran rojos comunistas asesinos, Descuartizadores de personas vivas. A cada cual más perro e hijo puta.
Y pactaban con ellos libertinos. Y a las víctimas les escupían saliva. Aliados con moros la ETA astuta. ................................................................ Francisco Antonio Ruiz Caballero.
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SOBERBIA SOLEMNIDAD (Neosurrealista)
Ya vienen por el vientre de siempre. Con el árbol de cada día. Cuando alzan al desdén como baluarte. Como aguas tranquilas y azulosas. tejiendo las brumas y las nieblas. con armonía. ¡Qué hiela la memoria y los fantasmas!.
A pesar de la esperanza en el cultivo de las balas, y el incremento en la producción de huesos, que ejercen sin duda alguna, un cierto atractivo sobre los depredadores de las monedas, que no tienen la libertad de determinarse por la proscripción suave, y el acerbo llanto de la lluvia que dialoga con los pianos, que mueren perseguidos por el mármol dulce, en el torrente torturado por la fatal potencia, donde falta la consciencia de su especie, cuando el edema les llega a los pulmones, y confunden el efecto con las causas que provocan, que los separan de todos los metales orgullosos, en el borde ciego del abismo melancólico, de frenéticas ráfagas e incandescentes rayos, que gustan mucho de las fotografías, que cruzan el río en el mismo punto de tierras emergidas.
La tragedia, no se debe sólo a la felicidad de las arañas, ni a la fuerza absorbente del apetito impedido, junto con la indiferencia de la nieve, y el desprecio del papel encerado, más allá de la pureza artificial de la angustia inesperada, que corre por cada nube, y se le ve en la evasión pasiva del teclado inadaptado.
En estos caminos vertiginosos, existen otras razones, menos azules, que si bien incrementan la debilidad de las verduras, no dejan de ser los sentimientos que se empeñan en soñar comprando hermosos vestidos, para la tristeza con la botella de leche en la boca, y los viejos caprichos y deseos, por la desesperanza de la mano que intenta consolidarse, en la intimidad de un saludo, ligado a la interferencia de los hilos de la trama, que hiere a los agravios de los anhelos.
Hasta hace poco, no se hicieron los estudios de los determinantes de la altiplanicie, como el factor más eficaz en la observación participante de los rincones, que a su vez paralizan el amarillo, que se refugia en la inercia del rojo por las calles, y los cielos temerosos e irrefrenables del aceite en biberones. Es difícil encontrar estadísticas honestas y sinceras, que consuman sólo números en gotas, con la etiqueta mortal del hambre falsa, y el rostro impregnado de piedad diminuta, con la placidez asombrosa de las campanas, que dan mayor certeza al análisis de la catarsis, sin intentar disgregar el cuerpo, con la humedad del aire de los escapes radioactivos, en los embalses y pantanos, con el alto poder de disuación de las pasiones destructivas.
Esto puede ocurrir, en las cómodas metrópolis de nueces, con la omnipotencia narcisista de las fresas, y la mortalidad reducida de las tuercas, cuando los tornillos marginados se vuelven enemigos de las tijeras. Aunque las pruebas en el agua son un paso indispensable, los jabones no ven la razón que les asiste, y en muchos casos los miligramos protestan, como si fueran litros, más allá de diez kilómetros, tan ligeros y menudos que parecieran ser hombres, desesperadamente buscando la mano sobrehumana, que indaga sobre los dolores de los cocoteros verdosos, que derraman sus consuelos, en la escala ilusionada de las enredaderas, con los rigores del olvido más reciente, que se inclina por el ocaso pertinaz.
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
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FANTASMAGÓRICOS EMPLUMADOS
Así son los cisnes de los poros comestibles, por los manojos furiosos de amarillos, que ya no quieren ni a los rojos ni a los verdes, por hacer azules a los grises, entre violetas, lisas y rugosas, con la pantera temerosa escuchando una sirena, que se le escapa entre los dedos. Cuando los ardores le consumen el cariño iluminado por la rima, del destino virginal de los placeres, en el fondo dispuesto a hilar ensueños de tenues claridades.
Emplumados. Aunque así lo hubieren forzado las noches. Fantasmagóricos. Aunque se hubiese forzado dulcemente. El astro saliente fragante. En la excelsa virtud compartida. Del amar con sereno decoro.
Antes que la roca ría sentada en el río tibio, sonrosado simpatizante, y cierre la puerta, a los peces de coqueto sombrerito. __¿Cómo es posible que puedan salir y hacer una fogata?. Pensaba. Hasta en las plumas, que extrañaban al viejo lápiz. A veces toda la tarde caía de bruces andando por el cielo milagro repetido inquieto dentro amapola que nace en el brasero del lago sencillamente juntos fuego y agua al desnudarse ese tiempo perdido en los rincones desbordándose.
¡Fogoso y sin espinas!. Porqué ahora, las vacaciones son viudas alegres, y se niegan a tocar la playa, con las guitarras más cercanas al tambor, que a las trompetas, con la falda de escaleras, y la cena de cojines, mayores a los veinte minutos de humedades. Pluma a pluma, pues en el interior, hay una criatura diferente, a cuantas pudiese haberse imaginado. Tal vez por el silencio escondido fuego contando pétalos, virginales derramándose sedas, ágatas, algas, debajo del cuello, las alas invisibles gota a gota encendiendo al fuego plumas de oro.
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
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SONETO DEL GENIO Autor : Michelangelo Buonarroti. Italiano.
Miguel Angel, el polifacético artista del que no se puede decir si fue más genial como escultor, pintor o arquitecto, también escribió versos. Este soneto nos recuerda la frase que se le atribuye, refiriéndose a la bella escultura antigua que se conserva en el Vaticano: ¨Yo soy discípulo de el torso¨.
A UN MONUMENTO ANTIGUO
Siempre admirables del artista pío con sus rasgos serán las obras bellas: la actitud, la expresión adquiere en ellas el ser que vive sobre el mármol frío.
Aunque el tiempo después las hiera impío de su esplendor conservarán las huellas; son del arte las nítidas estrellas que en si guarda del genio el poderío.
Así, pues, tu hermosura, oh monumento de celestiales tipos, se engrandece y nos revela al inmortal Artista.
Altérese o destruya, en mí la siento; señora es de mi alma, e igual se ofrece, ya joven o ya viejo, ante mi vista.
Michelangelo Buonarroti .
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Dando el sol desfalleciente, ya en crepúsculo de muerte sus postreros resplandores, pasa revista la Noche a su tropa deprimente.
Y va preguntando nombres en imperativo orden a su gris reclutamiento; amazonas y guerreros que apostó en grupo uniforme:
“Melancolía, Soledad, Desamor, Decepción, Duda, Temor, Tristeza, Disgusto, Tedio...”, gruñe el escuadrón siniestro en brutal confirmación.
Al fin de amarga reseña, la Noche arma su estrategia con su más cruel General: “Frustración, ¡hay que atacar hasta que llore el Poeta!
Y cuidado, (si aún se inspira) con su pluma misilística, o molotov, su tintero. O su lirismo antiaéreo... ¡Que nos puede hacer Poesía!”
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La tempestad se convirtió en espectacular paisaje, gélido, puro blanquizal pintado en lienzo natural, cristalizando los tonos enmarcados de una obra perfecta, creada por el poder imbatible de la naturaleza.
¡Qué belleza inimitable, parece velo celestial! El hombre no le presta atención, solo está pendiente de la fuerza destructora que la creó, pues su temor no le permite mirar más allá de los acontecimientos.
Un escenario mágico deleita los ojos sorprendidos por tan magnífica creación, sacada de las entrañas del vórtice extraordinario del invierno, que se avienta como dragón de mil lenguas sobre la temporada.
Esta hermosura pasajera dejó huellas al espectador, quien las atrapa con el lente de una cámara, este miedo fantasmal lo podremos ver ¡tantas veces! hasta no olvidarnos de su poder.
Julio Medina 8 de enero del 2014
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No sé si Vender el Corazón por un Chalet de Lujo en Canarias.
No sé si venderle el corazón a un rico por vivir un año en un Chalet de Lujo en Las Islas Canarias, todos los gastos pagados. Y que al cabo de un año me quiten el corazón, me pongan el del rico y el rico se quede con mi corazón. Y que yo regrese a Sevilla para Morir con el corazón del Rico. No sé si será demasiado agónica la muerte. Y tampoco sé lo que vale un corazón en el mercado negro. El caso es que sería una muerte al cabo de un año pero pasaría un año de puta madre. Es que en mi casa hace mucho frío. Y en verano hace mucha calor. Porque en invierno no da el sol sobre la casa y en verano el sol la castiga sin piedad. Cada segundo que pasa mi corazón vale menos y ahora mismo es un corazón de chavalito joven, dentro de diez años mi corazón no valdrá nada. Y yo quiero un chalet con piscina que le dé el sol. Además yo no estoy malo del cuerpo, es mi mente la que está enferma pero mi corazón es un corazón joven. Si lo vendo moriría dentro de un año y pico pero pasaría un año de puta madre. Pasándomelo de puta madre en Canarias. En un chalet de lujo en Canarias dando fiestas todos los días. Vosotros qué pensáis?. En mi casa hace un frío de muerte. Y es un barrio de mierda y la gente del barrio es asquerosa y malvada. Es un barrio repugnante mi barrio y está lleno de malas personas y como mi casa es una chabola no me dan dinero para mudarme. Pero podría vender el corazón para pasar un año de puta madre en Canarias. Lo mismo por un corazón de 48 años no dan ni una mierda. No lo sé porque no sé cómo está el precio de un corazón en el mercado negro. Lo peor que puede pasarme es que me quiten el corazón y no me den nada y siga en el mismo barrio de mierda. Qué pensáis?. Lo vendo o no lo vendo?. ........................................................ Francisco Antonio Ruiz Caballero.
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