Poemas de reflexíon :  A VIDA É UMA DANÇA
A vida é uma dança
Que se dança
Sem par.
Dançamos sozinhos
E vemos os vizinhos
Sozinhos a dançar.
Cada um tem a sua
E dança como sabe
Mas nem sempre é fácil
A saber comandar,
Nem sempre obedece
Ao passo que queremos
E quando o conseguimos....
Morremos!


A. da fonseca
Poeta

Poemas de sombríos :  LEVEM-ME E COLEM-ME À PEDRA
Passo os dias deitado
E as noites também,
Já estou bem treinado
Para o tempo que aí vem.

Quando a data chegar
Já estarei habituado
A dormir sem acordar
Ninguém fique admirado.

Não precisarei depois
Nem sequer lavar o rosto
Um só, eu não tenho dois
E nisso tenho muito gosto.

O tempo passará, passará,
E terei alguns visitantes
E o meu corpo servirá
Para regalar esses meliantes.

E se houver pescadores,
Sirvam-se, estejam à vontade
Asticots de várias cores
Digo isto sem vaidade

Depois de bem limpinho
Levem-me e colem-me à pedra,
Bem à vista e coladinho
Na velha Igreja em Évora.

A. da fonseca
Poeta

Poemas de amistad :  Me acompañas arrojarlas al mar.
La quietud del ser,
de lo ya sabido;
una mente libre de cadenas
que te esclavizan, y un alma
en paz, libre de heridas y rencores,
está; la sincera amistad,
amistad de papá y mamá,
amistad de hermanos,
y la amistad del amigo,
ora en presencia,
ora en la distancia,
ora en ausencia,
ora sabes incondicionalmente,
que no te olvidan, ora sabes que no te dejan.

Son dos almas que convergen
como dos ramales provenientes
de aquellas montañas donde se
lleva apacentar un gran rebaño de ovejas;
blancas como la nieve, esa nieve que
se deshiela y de ahí serpenteante,
bajan, finas culebrillas de agua
límpidas y diáfanas, uniéndose
en un riachuelo y cargando
quien sabe alforjas con piedras,
que juntos arrojan al mar.
Poeta

Poemas :  Dedicação
Não esperem muito de mim...
Esperem sim:
alguns poemas.

Uns valerão a pena
e outros não.
É esta dedicação
que faz minha vida
ser amena.

Não esperem muito de mim...
Esperem sim: alguns conselhos.
Como mais velho,
não quero ensinar um roteiro.
Mas quero mostrar os erros
que cometi primeiro.

A.J. Cardiais
01.03.2010
Poeta

Poemas :  Felicidad
Siempre estuve confundido,
Muchas veces más que perdido,
Te busqué de todas maneras,
Te saboree en un suspiro,
En serio te he perseguido,
Como quien caza a una mariposa,
Y mientras mayor era el periplo,
Más te alejabas temerosa,
Algún día vendrás a posarte en mi hombro,
Cuando no piense en obtener la rosa,
Cuando no me importe lo que no tengo,
Cuando valore verla crecer hermosa,
Y al celebrar lo que no necesito,
Al agradecer que nada me estorba,
El día que se quiebre mi ego,
Y las máscaras que ahora me arropan
Cuando deje de sentir miedo,
Y viva el momento a cuenta gotas,
Que no hay mañana sin presente,
Y del ayer, ya aprendí mil cosas,
Cuando no necesite probar nada,
Y al mirar dentro encuentre una joya,
Cuando despierte del letargo,
Y de la rutina que tanto agobia,
Que todos los días son un milagro,
Amanece y revolotean alondras.
No existe mayor deber,
No existe ningún compromiso,
Que ser honesto y serte fiel,
Ser sincero con uno mismo,
Encontrar aquello que te da placer,
Uva dulce que vas al vino,
Que si Dios te hizo a su parecer,
Eres hijo de un ser Divino,
Eres sol, eres estrella,
Eres agua fresca del río,
Eres la Felicidad perpetua,
que proyectas al infinito.
Poeta

Poemas :  Adiós cálido
Amortigua mi caída con tu pelo enredado en las mañanas, sana la llaga con una sonrisa en silencio, desaparece al mundo y quedate dentro de mí, suspira cuantas veces necesites, y respira sólo para dejarme ahí.
Ha crecido el árbol que de niños sembramos con una semilla en forma de nube puesta al aire alguna tarde de abril, ahora suenan violines y pianos en cada fruto que cosechamos o se deja caer.
Ahora vemos tras la ventana a la gente pasar, y todos tienen prisa y las tardes son lluviosas, ya no hay niños que salten sobre los charcos, y los charcos se estancan en lagunas mentales que mis ojos no dejan delatar.
Sal de mí ahora que hay tiempo, ahora que aún no claudico, ahora que te puedes salvar.
Pajarillo trigueño, pajarillo que supiste amar.
Poeta

Poemas :  Complexidade
Cada poeta tem seu estandarte;
tem sua luz, sua cruz,
sua ideia crivada de arte...

Cada poeta tem sua estrada,
sua grama,
seu poço de lama,
onde se afundar
no momento de tristeza...

Cada poeta vê a beleza
de uma forma particular...
Cada um procura mostrar
o seu universo.

Ser poeta é complexo...
Por isto existe o côncavo
e o convexo.

A.J. Cardiais
05.07.2016
Poeta

Frases y pensamientos :  Ángel
Ángel; mía y de la luna,
aunque no quisiera,
¡Claro que estoy pensando en ti!
como quisiera te dieras cuenta
y decidieras estar aquí.
Poeta

Textos :  Um sonho de dadaist.
Um sonho de dadaist.

A morte que acompanha cada passo, a incerteza da chegada e do regresso - sempre o mais perigoso e difícil de levar a bom porto, o regresso. É original tudo o que provém da parte mais virgem, mais verdadeira e mais íntima duma personalidade artística.

Mas como nasceu por estas bandas, permanece ainda hoje embrulhado na luta. Sua principal característica era uma linguagem permeada pelo deboche e pelos ilogismos dos textos, além da aversão a qualquer conceito racionalizado sobre a arte.

Estas arruínam a confiança das pessoas no seu futuro. Mas exerce uma influência decisiva e prolongada mesmo em escritores que dos seus princípios estão aparentemente distanciados. Estamos todos muito cansados de previsões, sobretudo as que são feitas com uma intensão de minar a confiança. O paradoxo também se fundamenta na oposição, só que esta ocorre entre o mesmo referente, por isso é mais profundo, pois permeia o âmbito das ideias, não simplesmente das palavras ou orações, como na antítese.

A realidade impõe-se sempre às previsões. Ligada ao clima de inquietação e incompletude da atmosfera finissecular, que produz correntes de pensamento de componente idealista. Impressões estas relacionadas à sua insatisfação diante dos fatos que evidenciavam as mazelas da sociedade mediante o seu avanço industrial e sua influência sobre as relações humanas, sobretudo o poder de alienação exercida sobre o homem em consequência desta.

E outros levantaram dúvidas semelhantes. Aqui não há poções mágicas. Nem tão pouco ilusão de óptica. A linguagem, tida como inovadora e inusitada, propunha desmitificar toda forma de racionalização, bem como de valores ligados ao convencionalismo. Corri os olhos pelo ar, buscando algum pensamento que ali deixasse, e não achei nenhum.

Marcado pelo subjetivismo, nostalgia, melancolia e combinação de vários géneros. Palavras assim são ditas para a gente saborear baixinho, repetindo muitas vezes.

Pó quer dizer progresso. Logo surge uma variante: Pó, meus senhores, quer dizer tão simplesmente progresso. Imagino que a resposta seja positiva. Ninguém consegue ser expert em tudo.

Provavelmente você é muito bom naquilo que escolheu ser… É justamente o objetivo que você atingirá hoje. Mas também pode estar numa outra sociedade, que será próxima ou distante segundo nossos valores culturais, morais e históricos.

Não se tratava bem de conquista, mas de ocupação de território. Formar profissionais críticos, reflexivos, com sólidos conhecimentos de língua e Literatura, aptos à investigação que favoreça o processo contínuo para construir o conhecimento na área de atuação. Faz uma nova abordagem, não é exagerada nem sensacionalista.

É a voz humana sem restrições. Reação contra a "alienação" e o evasionismo da Geração Presença. Negação da "arte pela arte", privilegiando o conteúdo e a função social da arte.

Tomada de decisão responsável Saber fazer escolhas e tomar decisões acerca de questões pessoais e coletivas fundamentadas no autoconhecimento, no seu projeto de vida, com respeito aos outros.

É um ambiente seguro, acolhedor e com forte senso de pertencimento, promovendo um ambiente de apoio e atenção dos adultos a cada criança. Triste é saber que neste mundo ninguém morre por ti.

A unidade de medida do ritmo deixa de ser a sílaba para basear-se na combinação das entonações e das pausas. Ruptura com a métrica tradicional: versos de duas a doze sílabas, com acentos regularmente distribuídos. Mas agora ninguém admite ter feito essa promessa.

Sucessores destes serão os que exprimem o futuro ainda não expresso por estes - os futuristas de depois. Elíptica e alusiva, sem limitações normativas; ritmo psicológico, criado a cada momento, como descargas de vivências profundas, delírios emocionais; metáforas insólitas, aproximações imprevista. como um sentimento novo, uma nova atitude espiritual em que couberam direções muito divergentes, que se alçou contra um idealismo sem idéias…
Poeta

Cuentos :  Emilia
Emilia…
Este era un valle de ensueño -escondido entre unas pequeñas montañas, que suavizaban las agrestes y escarpadas altas montañas de la oscura cordillera, que se levantaba a lo lejos-, que había sido invadido desde hace unos pocos meses, por una oleada de emigrantes campesinos, que huyendo de las pestes que acompañan a las guerras de conquista, encontraron alborozados ese paradisíaco rincón, para quedarse.
Era primavera cuando llegaron y todos aprovecharon las bondades del lugar para levantar una pequeña villa, granjeros y artesanos trabajaron sin descanso, para seguir dando forma a ese singular pueblito pequeño, que enternecía por su organización y diseño... cuidando de todos los detalles que armonicen con la naturaleza, rica y esplendorosa, que les ofrecía de todo: excelente clima, tierra fértil, aire puro, agua en abundancia que irrumpía desde numerosas fuentes, un hermoso lago, riachuelos y un río amplio que se movía corrientoso y alegre por todo el valle describiendo espectaculares sinusoidales, engalanando mucho más el paisaje; en suma un espacio fantástico, que se mostraba seguro, para ver crecer a sus hijos.
De todos estos colonos, eligieron una pareja que regresara al otro lado de la cordillera, para traer de lo que fue su pueblo, algunas semillas y animales de granja, para cultivar y cuidarlos en este nuevo lugar al que prometieron, convertir en una comunidad próspera, acogedora y de completa paz; se preparó para ellos, los caballos más fuertes y las carretas más grandes, para que cumplan con su encargo.
Adrián y Leonela, era esa pareja, que se preparó para salir de inmediato a cumplir con su tarea, una vez que habían terminado de levantar una hermosa cabaña de madera, en medio de un frondoso bosque de guayacanes en flor, cerca del cual, como un jardín de ensueño, descansaba una pequeña laguna, de cristalinas aguas azuladas, adornadas sus riberas con un sutil encaje de nenúfares, hogar además de una numerosa bandada de patos, cuyos graznidos apenas se escuchaban, entre los sonidos diversos del resto de fauna e insectos del bosque.
Acopiaron cuantos alimentos les fue posible y encargaron a la colonia entera, el cuidado de su pequeña Emilia -que contaba con apenas casi 10 años-, quedaba además bajo la responsabilidad y mimos de la abuela materna: Josefa... una dulce y bonachona viejecita que gustaba de leer a su nieta y de prepararle una inimaginable variedad de manjares. En este viaje tendrían la ayuda de Joaquín, el joven hermano de Leonela, que aparte de ayudar incansablemente en todo, era el fiel compañero de juegos de la pequeña Emilia.
Las actividades en el acogedor valle, se desenvolvían con mucha alegría y desborde de energía, las ilusiones y planes desbordaban, había mucha expectativa por lo que traerían Adrián y Leonela, para mejorar aún más lo que hasta allí, habían construido y labrado.
Pero en medio de ese verano, ocurrió algo muy extraño e inesperado... es que en menos de un día se produjeron dos eclipses, uno de sol, un poco después del mediodía, sumiendo en la penumbra el encantador valle y poco antes del amanecer un eclipse total de luna, el cielo de esa mañana se presentó enrarecido y nuboso, hasta casi entrada la tarde, cuando llegó un maléfico visitante: un viejo dragón que soltaba bocanadas de fuego para rostizar sus víctimas, glotón y malvado... en muy pocos días consiguió aterrorizar a los colonos, algunos los cuales, perecieron al intentar enfrentar al dragón, la mayoría empezó a empacar, optando por emigrar una vez más

Aquel malvado dragón, asolaba la región y de a poco iba a terminar con todo lo que sobrevivía… unos cuantos colonos, terminaron emigrando sin rumbo, esperando encontrar otros valles, aunque sean más lejanos; empacaron cuanto pudieron y entre lastimeros adioses, llanto y frustración, abandonaron sus cabañas, lo que les quedaba de sus sembradíos y se alejaron cobijados de las sombras de la noche, es que el dragón, ese malvado dragón, con el atardecer desaparecía, al ponerse el sol, se le veía alejarse hacia las escarpadas montañas, donde probablemente dormía después de saciarse de todo lo que devoraba.
Emilia… era una niña que reflejaba mucha ternura, sus facciones de una verdadera muñeca y sus maneras de princesa, daban cuenta de los cuidados que habían tenido sus padres en educarla y formarla desde muy temprano… Adrián y Leonela, además habían cultivado en ella, a un ser muy espiritual, que cautivaba por su dulzura, hasta la naturaleza se sentía feliz de tenerla cerca.
Emilia y la abuela Josefa, que habían pasado desapercibidas por su casita en el bosque y porque tenían suficientes víveres, se enteraron de los terribles ataques del dragón, por los amigos que fueron a despedirse, pidiéndoles que abandonen el lugar con ellos… terrible noticia, es que el valle al que habían llegado, había sido gracias a algunas pistas, que había dejado en viejos mapas, el difunto esposo de Josefa, por ese legado y porque era un valle de veras, tan encantador, decidieron quedarse, además debían esperar por Adrián y Leonela que en pocos días más, estarían de regreso.
Emilia que se desplazaba con gran facilidad en el bosque, para traer algunas frutas y legumbres sembradas por Leonela, había encontrado un refugio de paz y alegría, en ese paraje exuberante, de la pequeña laguna, en el cual se aposentaban aquella bandada de mansos patos, que alegraban el lugar y acompañaban con sus graznidos la presencia de Emilia. Esos pequeños animalitos percibieron el nerviosismo de Emilia, que estaba enterada de los desmanes del dragón y su peligrosidad; había salido casi en contra de la voluntad de la abuela Josefa, en busca de fruta, pero más para encontrar en ese rincón maravilloso, la paz y consuelo que le hacía falta.
Josefa lloraba y se angustiaba por el regreso de su hija, hijo y su yerno, y ante las noticias de los nuevos crímenes del malvado dragón, no había podido conciliar el sueño dos noches enteras… pensando en ello Emilia, no pudo evitar derramar algunas lágrimas en compañía de los patos juguetones; alguna de esas lágrimas rozó una diminuta mariposa, que de súbito, se transformó en una simpática hada, hermosa y apacible, que cautivó y consoló a la pequeña Emilia.
Casi sin recibir explicaciones, la dulce hada, convirtió la bandada de juguetones patos en un ejército de temibles águilas harpía, que salieron inmediatamente a dar caza al malvado dragón, terminando con su existencia mientras dormitaba, después del último sanguinario festín, en las agrestes y oscuras montañas. Cuando volvieron, el cielo irisado del atardecer dejaba ver muchas aves formadas, como la bandada de alegres y bulliciosos patos, los compañeros de juegos de Emilia, en el mágico rincón del bosque.
La dulce hada acarició la frente de Emilia, que llevó casi en el aire, hasta la cabaña junto a Josefa, a la cual también consoló, animó y luego junto a la chimenea, las dejó en una despedida que fue como un sueño, es que cayeron en un profundo sueño, del cual despertaron para hacer sus actividades normales, en la seguridad de que el malvado dragón no volvería nunca más. La pequeñuela mariposa, volvió a volar traviesa y juguetona, como parte de ese concierto mágico de la naturaleza, junto a la lagunilla de juegos y paz de Emilia.
El valle recuperó de inmediato, un esplendor mágico que se veía de lejos, el cielo ya no estaba enrarecido, era límpido y azul, radiante como cuando llegaron allí por primera vez... ese solo hecho, consiguió enviar como mensaje, las buenas nuevas, de que el valle volvía a ser el espacio ensoñador que todos querían... varios de los colonos que estaban alejándose, miraron el cambio de ese especial cielo que les conminaba a retornar, así lo hicieron y con alegría se pusieron a reconstruir sus cabañas.
Adrián, Leonela y Joaquín, llegaron en unos pocos días, encontrando la villa recuperándose y una comunidad de amigos, que vivía con más alegría y entusiasmo que cuando habían salido de viaje; la nuevas semillas y los animalitos de corral, completaron ese paisaje mágico, con equella exquisita imagen de la cabaña en el bosque, protegida de una gran cantidad de patitos bulliciosos que jugaban con Emilia y la abuela Josefa, que riendo felices, corrían a su encuentro…
Poeta