Cuentos :  Miniconto 2. Vigor Físico
Miniconto 2. Vigor Físico
[i]Stuart tinha um vigor físico que poucos poderiam ter. Ele caminhava todos os dias quase trinta quilômetros, sabia nadar muito bem, corria muito bem e ainda conseguia ficar noites sem dormir. Toda essa força e pujança era um verdadeiro assombro para aqueles que o viam, mas intimamente Stuart tinha uma debilidade em relação a confiança que ele tinha por ter um vigor e saúde avantajados. Ele era inseguro e isso algumas pessoas que eram mais perceptivas, podiam notar esse traço nele. Stuart apesar dessa debilidade, curtia a cada dia seus maravilhosos dotes físicos e adquiriu uma confiança ainda que tímida em seu valor físico.[/i]
Poeta

Cuentos :  Miniconto 2. Vigor Físico
Miniconto 2. Vigor Físico
[i]Stuart tinha um vigor físico que poucos poderiam ter. Ele caminhava todos os dias quase trinta quilômetros, sabia nadar muito bem, corria muito bem e ainda conseguia ficar noites sem dormir. Toda essa força e pujança era um verdadeiro assombro para aqueles que o viam, mas intimamente Stuart tinha uma debilidade em relação a confiança que ele tinha por ter um vigor e saúde avantajados. Ele era inseguro e isso algumas pessoas que eram mais perceptivas, podiam notar esse traço nele. Stuart apesar dessa debilidade, curtia a cada dia seus maravilhosos dotes físicos e adquiriu uma confiança ainda que tímida em seu valor físico.[/i]
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Cuentos :  Miniconto 2. Vigor Físico
Miniconto 2. Vigor Físico
[i]Stuart tinha um vigor físico que poucos poderiam ter. Ele caminhava todos os dias quase trinta quilômetros, sabia nadar muito bem, corria muito bem e ainda conseguia ficar noites sem dormir. Toda essa força e pujança era um verdadeiro assombro para aqueles que o viam, mas intimamente Stuart tinha uma debilidade em relação a confiança que ele tinha por ter um vigor e saúde avantajados. Ele era inseguro e isso algumas pessoas que eram mais perceptivas, podiam notar esse traço nele. Stuart apesar dessa debilidade, curtia a cada dia seus maravilhosos dotes físicos e adquiriu uma confiança ainda que tímida em seu valor físico.[/i]
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Cuentos :  Miniconto 1. Bobagens Espirituais
Miniconto 1. Bobagens Espirituais
Bobagens Espirituais






Armand era um homem que vivia em um mundo totalmente oposto ao que a maioria ou todos vivem. Ele vivia em um mundo à parte em relação a todas as ideias. De assuntos triviais até metafísica, ele tinha todas as ideias espirituais de um místicos. E quais seriam essas ideias? Vamos enumerar sete:1. Ele acreditava que somos seres apenas energéticos e que não temos nenhuma carne, e que é tudo uma ilusão. 2. Ele acreditava que todas as emoções humanas podem ser causas das doenças físicas e não adiantava dizer a ele que as emoções são complexas e não podem ser culpadas por doenças físicas.3. Ele acreditava que a natureza poderia desintoxicar as energias que ele dizia que estavam presas no corpo humano.4. Ele acreditava que Atlântida era real e não um mito de civilizações do passado.4. Ele acreditava que todos somos médiuns e que temos poderes sobrenaturais. 5. Ele acreditava que os quatro elementos eram mais que isso, mas nunca dizia o que era mais que isso.6. Ele acreditava na reencarnação.7. Ele acreditava que havia pessoas que eram de outro planeta em nosso planeta caminhando entre nós. Não adiantava falar nada sobre isso, pois para ele tudo isso era real. E assim o foi até os últimos dias de sua vida.



Poeta

Cuentos :  Miniconto 1. Bobagens Espirituais
Miniconto 1. Bobagens Espirituais
[i]Bobagens Espirituais






Armand era um homem que vivia em um mundo totalmente oposto ao que a maioria ou todos vivem. Ele vivia em um mundo à parte em relação a todas as ideias. De assuntos triviais até metafísica, ele tinha todas as ideias espirituais de um místicos. E quais seriam essas ideias? Vamos enumerar sete:1. Ele acreditava que somos seres apenas energéticos e que não temos nenhuma carne, e que é tudo uma ilusão. 2. Ele acreditava que todas as emoções humanas podem ser causas das doenças físicas e não adiantava dizer a ele que as emoções são complexas e não podem ser culpadas por doenças físicas.3. Ele acreditava que a natureza poderia desintoxicar as energias que ele dizia que estavam presas no corpo humano.4. Ele acreditava que Atlântida era real e não um mito de civilizações do passado.4. Ele acreditava que todos somos médiuns e que temos poderes sobrenaturais. 5. Ele acreditava que os quatro elementos eram mais que isso, mas nunca dizia o que era mais que isso.6. Ele acreditava na reencarnação.7. Ele acreditava que havia pessoas que eram de outro planeta em nosso planeta caminhando entre nós. Não adiantava falar nada sobre isso, pois para ele tudo isso era real. E assim o foi até os últimos dias de sua vida.
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Cuentos :  Dissertation help
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Cuentos :  NOCHE EN VELA (FRAGMENTO)
“Mis padres eran mi mejor compañía siempre, en todo momento; sólo me ausentaba cuando tenía que ir a estudiar, o ellos las escasas veces que no los pude acompañar, como esta vez, al momento de hacer el obligado viaje al pueblo. Los lazos que se producen en la infancia con la familia son únicos. Los más importantes seres desde la más temprana edad son los padres, llegando a ser nuestro complemento; sus manos son la extensión de las nuestras; así mismo, nuestros gestos, palabras, sentimientos, extensiones de los suyos. Vivimos en ellos y ellos en nosotros. Mis temores me hicieron meditar tantas cosas, como que había comenzado a madurar prematuramente. Aprecié sus risas, consejos y también sus regaños que más de las veces me los merecía. Observé mi cuarto, vi algunas antiguas fotografías que mamá había puesto para que me hicieran compañía: la de papá cuando era joven y estaba trabajando en el huerto, la de mamá, tomada en el pueblo cuando era muy menor. Aproveché de contemplarlas, de verlas por primera vez de manera detallada; los ojos de ambos me miraban alegremente dándome su mejor compañía, esculpieron mi alma de ternura, haciéndome sentir el ser más feliz por tenerlos. Sentí la tibieza de sus palabras que anidaron en mis sentidos, descubriendo en cada uno de ellos la verdadera fuente de amor y con las que de manera inagotable siempre he contado. Contemplé, además, algunas imágenes religiosas que eran parte del decorado, influido por las costumbres de mamá. Cada uno de estos retratos tenía una historia que más de una vez me había narrado, especialmente cuando me acompañaba a dormir. Las miré una a una, recordando hasta los más mínimos detalles de la vida de aquellos santos personajes, todos seres buenos de los que estaba rodeado en esta solitaria noche –me convencía– y estaba agradecido de contar con tan selecta compañía.”
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Cuentos :  Os Mortos que Apontavam para Cima
Os Mortos que Apontavam para Cima
Os Mortos que Apontavam para Cima




Num vilarejo da Ucrânia havia um certo povo que quando morria tinha algumas peculiaridades. Primeiro, eles ficavam rosa quando morriam, depois foi explicado que isso tinha a ver com uma enzima que ainda ficava ativa por quase duas horas e que levava algum tempo a ser completamente desligada. Depois, eles não ficavam totalmente duros, mas um pouco moles e alguns corpos oscilavam. Depois, eles falavam algumas vezes durante o enterro, mas apenas palavras com, então era um diálogo totalmente estranho como: Amor, amora, anseio, amparo, etc. E por último, eles apontavam para cima, e uma mão deles ficava sempre para baixo. Ninguém conseguia colocar nenhuma explicação plausível, e não havia registros de pessoas que conseguiram precisar quando acontecera, o que era mais comum era que não acontecia com as crianças mortas, apenas com os adultos dos dois sexos. Eles então esperaram para que alguém pudesse explicar, mas isso não aconteceu, e continuou por mais vinte anos, até que esse costume foi trocado por um símbolo invertido que mostrava a face de um pequeno gato. Então eles decidiram cremar todos os mortos no momento que morriam, todos eles, e então nenhum sinal mais apareceu em nenhum morto.
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Cuentos :  Os Mortos que Apontavam para Cima(Miniconto)
Os Mortos que Apontavam para Cima(Miniconto)
Os mortos que apontavam para cima




Num vilarejo da Ucrânia havia um certo povo que quando morria tinha algumas peculiaridades. Primeiro, eles ficavam rosa quando morriam, depois foi explicado que isso tinha a ver com uma enzima que ainda ficava ativa por quase duas horas e que levava algum tempo a ser completamente desligada. Depois, eles não ficavam totalmente duros, mas um pouco moles e alguns corpos oscilavam. Depois, eles falavam algumas vezes durante o enterro, mas apenas palavras com, então era um diálogo totalmente estranho como: Amor, amora, anseio, amparo, etc. E por último, eles apontavam para cima, e uma mão deles ficava sempre para baixo. Ninguém conseguia colocar nenhuma explicação plausível, e não havia registros de pessoas que conseguiram precisar quando acontecera, o que era mais comum era que não acontecia com as crianças mortas, apenas com os adultos dos dois sexos. Eles então esperaram para que alguém pudesse explicar, mas isso não aconteceu, e continuou por mais vinte anos, até que esse costume foi trocado por um símbolo invertido que mostrava a face de um pequeno gato. Então eles decidiram cremar todos os mortos no momento que morriam, todos eles, e então nenhum sinal mais apareceu em nenhum morto.
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Cuentos :  Os Mortos que Apontavam para Cima(Miniconto)
Os Mortos que Apontavam para Cima(Miniconto)
Os Mortos que apontavam para Cima




Num vilarejo da Ucrânia havia um certo povo que quando morria tinha algumas peculiaridades. Primeiro, eles ficavam rosa quando morriam, depois foi explicado que isso tinha a ver com uma enzima que ainda ficava ativa por quase duas horas e que levava algum tempo a ser completamente desligada. Depois, eles não ficavam totalmente duros, mas um pouco moles e alguns corpos oscilavam. Depois, eles falavam algumas vezes durante o enterro, mas apenas palavras com, então era um diálogo totalmente estranho como: Amor, amora, anseio, amparo, etc. E por último, eles apontavam para cima, e uma mão deles ficava sempre para baixo. Ninguém conseguia colocar nenhuma explicação plausível, e não havia registros de pessoas que conseguiram precisar quando acontecera, o que era mais comum era que não acontecia com as crianças mortas, apenas com os adultos dos dois sexos. Eles então esperaram para que alguém pudesse explicar, mas isso não aconteceu, e continuou por mais vinte anos, até que esse costume foi trocado por um símbolo invertido que mostrava a face de um pequeno gato. Então eles decidiram cremar todos os mortos no momento que morriam, todos eles, e então nenhum sinal mais apareceu em nenhum morto.
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