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TUTTI LI MIEI PENSER… Autor: Dante Alighieri Italia 1265-1321
Poeta y filósofo. Alrededor de 1285 se casó con Gemma Donati con quien tuvo tres hijos. Sin embargo, su verdadera musa fue Beatrice, hija de Folco Portinari y casada con Simón de' Enjaeza. De esa época data parte de su "Vita nuova". Después de la muerte de Beatrice , en 1290, se dedicó al estudio de la Teología y Filosofía, participó en política y formó parte de los Priores de Florencia. Residió en París entre 1307 y 1309. La mayor parte de su destierro la pasó en algunas ciudades del norte italiano y nuevamente en Verona, donde empezó a escribir su máxima obra, "La divina Comedia" en 1309. Ésta es versión de: Carlos López Narváez
Referencias útiles son:https://es.wikipedia.org/wiki/Dante_Alighierihttps://www.youtube.com/watch?v=PCvRVHXWhD4https://www.youtube.com/watch?v=5xYSmjqvW_ATutti li miei penser...
Sabe sólo de Amor mi pensamiento; por él y en él lo tengo tan cambiante: de Amor la potestad lo lleva amante, o a loco razonar, su valimiento.
Me infunde en la esperanza dulce aliento, o acerbo lloro en onda desbordante; tan sólo se unifica si tremante mi alma de pavor se ve un momento.
Y así mi suerte ignoro en la contienda, y no querer decirlo y que lo diga: vagando voy en amorosa erranza...
Y si con todos he de hacer alianza vano será clamarle a mi enemiga -la insensible Piedad- que me defienda.
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Poeta
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ESCURO LIMBO (Castellano Medieval).
Cada dia andar con mal, por el mucho mal que veo. Esto todo torna en lloro Salvo lobos robadores Cobdiciossos manzilleros.
Valle escuro, muy fondo, aborrido Si non viese fin del dicho amargoso. Triste, muy triste, mortal, dolorido.
Nunca cessan de robar Quanto pueden alcancar Mas espessos que enxambre Por muy estraña arte. Dolet vos de mí, que ya desespero.
Andan pobres e fanbrientos. Miré sus personas que gestos avian E tristes, amargas e desconsoladas. Es un espantable, cruel, temeroso valle escuro.
Que ningunt plazer consigo tenian.
La perfida entrada las aguas querian, la dura salida las almas negavan.
E si yo aquí muero, todo lo callaré. Nin podre dezir nada de todo cuanto vi. Porque era el mundo dañado e perdido. En esta tierra estraña Me dexaron olvidado. Quel tienpo passado Non posso olvidar.
Sera desatada la cisma e orrura. El mundo estroido e todo asolado. Tienen ellos los dinero Nunca cessan de robar.
E matan a vos de fambre A todos vos dexo en vuestras privancas Que yago muy penado Tengo agora enteramente Mayor onrra e mas folganza Tengo que tener solia.
Mayor vicio con firmeza Tengo que tenia ante. Con muchos trabajos e obra desnuda Dezid me la cabsa de aquesta pasion. Ni mas prieto ni mas blanco. Mejor le sería morir que penar.
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
Referencias útiles son: https://es.wikipedia.org/wiki/Espa%C3%B1ol_medieval y también http://www.wikilengua.org/index.php/Castellano_antiguo
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Poeta
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Las musas se han ido tras la bruma de una mañana Quedó mi pluma tirada, arriba de un papel blanco Sin su alma de tinta, sin mi alma de artista silencios Que retumban en oídos sordos, en ojos ciegos, en manos inertes Estoy dentro y fuera de un abismo profundo y oscuro Las musas se han ido y sin ellas no hay cuartetos ni tercetos Ni siquiera una prosa poética, ni versos Hernandarios Los horarios sin relojes, calendarios despojados de tiempo Y de espacio, Sera el fin del poeta o simplemente el principio de una nueva era.
Por Conrado Augusto Sehmsdorf
[img width=300]http://4.bp.blogspot.com/-67hu29-r2sc/UBaebiZQVHI/AAAAAAAAAns/fDa-mmgFYZM/s1600/fondo-bruma-en-el-rio-pdi-40.jpg[/img]
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Poeta
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HOMENAGEM AO MEU VELHO'
O meu velho foi homem que nasceu no mato, mas perto de rio e do mar, e jovem saiu para o mundo. Ele que era da roça foi para mar adentro, até chegar em navio da marinha mercante, mas não quis ser mestre de navio, pois não gostava de mandar.
O meu velho foi um homem da água, mas que nunca aprendeu a nadar e nem nos viu crescer.
Lá pelos idos dos anos sessenta ele era um visitante itinerante em nossa casa, que a gente criança via de meses em meses, e olhe lá.
Quem era aquele senhor, que vinha de tão longe e que eu olhava como um ser distante?
Quem era aquele que vinha muito pouco, mas que nunca deixou de vir, mesmo que fosse uma vez no ano?
Não importava as distâncias, nem em que porto estava, nunca nos deixou faltar nada. Ele vinha nestes tempos em tempos, e não era possível, para mim que era muito acabrunhado, saber como me comunicar.
Ele não sabia puxar conversa em casa, talvez, por também se sentir um estranho naquele ninho, sem saber nada o que dizer. Talvez nós até o assustássemos, aqueles cinco estranhos a lhe olhar.
É, ele era homem do mar, e não sabia como com nós, em terra, se comunicar. Até que, apesar de tímido, comecei a tentar uma aproximação, já como adolescente. Quando dava, e se o navio estivesse por perto, eu dava uma cantada para ir lá passar o domingo, a comida era muito boa. Aquilo me encantava.
Aquele cheiro de aventura que só navio dá.
Aquelas escadas balançando, deixando a terra segura lá embaixo. Subia meio que segurando naquelas cordas inseguras. Mas mesmo assim, era difícil do velho se aproximar, não sabíamos muito o que conversar, dois tímidos.
Mas eu ficava maravilhado com aqueles corredores estreitos, aquelas escotilhas, aquelas cordas com diâmetros enormes, que eu nunca tinha visto, e principalmente aquela cozinha, sempre com o cozinheiro festeiro, pois em cozinha nunca pode faltar alegria. Aqueles refeitórios com tanta fartura, a casa de máquinas...
Aqueles homens diferentes, uns de pouco falar, outros de falar muito, cada um com o seu sotaque. Eram representantes de todo o povo brasileiro, cada um com as suas vivências, acostumados às solidões, longe dos lares, em tempos que a melhor comunicação ainda eram as cartas. Só lembranças familiares, enquanto viviam o seu presente, como se eles fossem, e na realidade eram, na convivência, mais próximos entre eles que os próprios familiares.
Até que aquele homem do mar se aposentou, e desceu daquela escada para nunca mais voltar às galés. E aí o bicho pegou. Como conviver numa família, vinte e quatro horas por dia, e que ele mal conhecia? Aquele velho passou uma boa barra. E nós com aquele estranho que não era de falar muito e que se sentia, acho, como um estranho no ninho.
Ficar na rua XV, conversando com aposentados, e outros velhos desocupados, não se tornou a sua praia e ficar em casa se metendo nos assuntos domésticos não se mostrou muito produtivo.
Foi para a rua procurar ocupação; o velho era boa praça; só não se acertava bem em casa. Foi fazendo amizades, ele se tornava bem-vindo, uma personalidade bem preenchida de tantas vivências e cativava, passando muita simpatia, mas nós em casa ficávamos sempre assustados e ele também.
Mas o meu velho foi crescendo na sua nova vida em terra e não podia é ficar parado. Foi de mansinho abrindo suas trilhas, assim como tinha aberto no mar.
Dentro da casa, invisivelmente houve uma divisão, a parte onde ficava o velho isolado, e o resto da turma com a D. Lela, que não via com bons olhos, aquele homem direto dentro da sua casa, embora nesta altura ele ficasse lá no fundo.
Mas eu queria conhecer aquele velho, abrir algum caminho. Ia lá, meio assustado, a D. Lela, não apreciava muitos estes contatos, que poderiam tirar a sua primazia.
E o velho que foi homem do mar, dentro de casa, se sentia um peixe fora d’água e continuava difícil de se chegar, estava acuado.
Eu nunca pedi dinheiro para o velho, mesmo quando não tinha nenhum. Sempre soube me virar, mas não sabia que caminho tomar na vida. Empregar-me não queria mais, não tinha tido boas vivências com patrões e nem com horários.
Até um dia que aquele senhor me deu uma dica, e que eu poderia ter algum resultado. Disse que me emprestaria um dinheiro para ir lá para o Rio Grande do Sul, na cidade de Caxias, vender uma mercadoria, que por lá iria faltar, e que só ele e mais dois tinham conhecimento disso, e na volta eu lhe devolveria o capital.
Deu-me pouco dinheiro, para não me deixar folgar e ter que sair na rua vendendo a mercadoria.
E eu chegando lá, apesar de muito intimidado, acabei tendo ‘ajudas’ e me dando bem e gostei do negociar. Já aí, em Porto Alegre, comprei mais da mercadoria e fui para o interior e depois pelo Brasil inteiro. Perdi a vergonha de pôr a cara para bater no meio do mundo.
E aquele velho, que era do mar, e se deu muito bem também em Terra, tempos depois me falou, que não aguentava mais me ver trocando a noite pelo dia, sem uma ocupação definida.
E aquele velho, que eu nem bem conhecia, dizendo poucas palavras, me encaminhou para a vida, como num toque de bastão mágico, e eu passei a ser próximo dele e a admirar muito aquele velho, que era um lobo do mar e que estava agora em terra.
Foi um dos maiores homens e um dos maiores negociantes que eu conheci, pois se deu muito bem também em terra, e o que mais eu admirei. Nunca conheci ninguém com aquela bagagem e aquela maneirisse que ele tinha e olha que eu conhecia a rua.
A facilidade de abrir as portas, sempre com aquele sorriso de quem sabe porque está rindo, era uma coisa admirável.
Aquele velho se tornou o meu melhor amigo e ai quando ele morreu, ai já em outra cidade, com outra família, naquela perto do rio onde ele tinha nascido, aos oitenta e sete anos, eu não fui ao seu enterro, pois não aguentaria ver gente falsa e que o maltratou, chorando perto do seu caixão.
Fui andar no quintal e curtir o sentimento que estava sentindo e mandar pensamentos para o velho que com certeza estaria me esperando, mas ai a minha esposa, para a minha surpresa, se chegou e disse que tinha avisado para ele não nos esperar, mas que desejávamos uma boa viagem para ele.
Alguns dias depois fiquei muito contente, e sorri dentro de mim, quando uma irmã minha falou:
'Que nunca imaginaria ver tanta gente no enterro do nosso velho e que um nosso primo, o que tinha me avisado da morte dele, muito rico, e muito chegado do velho, já tinha providenciado tudo de primeira na parte material possível, para a ida do nosso velho quando ela lá chegou'.
Mas para mim, que o conheci tanto, mesmo só quando já era adulto, não foi nenhuma novidade todo aquele carinho pelo meu velho.
Aquele meu velho que era muito boa praça, mas nunca tinha aprendido a nadar, nem conviver em família, e se sentia um peixe fora d’agua dentro do nosso lar.
‘Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o Ser humano sente dentro de si mesmo’ Roselis V Sass (graal.org.br)
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Poeta
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Montañas guardianes del cielo Arrogantes intentan batirte Valentía orgullosa de la hormiga Creyente que la sepultura solo una entrada es La música cruza tus valles Se aloja contigo en la cumbre Saludando al Dios que clama justicia a la mañana Cantos de sirenas curación de las dagas Así incitas invitando a la tierra que imite tus sonidos imantados en todo lo creado La música cura y espanta a demonios no invitados a la fiesta Los efluvios se escapan fluyen e irradian vida transportada desde los confines infinitos Limpia como la nieve blanca te arrastra mendigando perdón por las montañas Subes y bajas sin saber dónde te encuentras Persigues la gloria de ser vencedor de las estrellas que aplauden tu oda al dar vida a tu hora la Música sanación del orgullo de ser hombre Imitadores de la naturaleza que quiere compartir su entereza Vino de dioses que paladar humano degusta Vuela, declama , danza como una niña dando vueltas agarrada a su creador Sonrisa inmensa de amor refleja aquel en su rostro Orgulloso de su obra Gigante inmortal con zapatillas sin pies que cubrir todo te es permitido mientras te sujetes a su verá el resto te sobrará
Derechos reservados 15/01/2019
Dikia
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Poeta
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Queria que seu amor fosse uma luz a me guiar e me desse a esperança de que tudo iria melhorar...
Queria que seu corpo me fizesse navegar pelas veredas da vida, sem medo de naufragar...
Queria em você uma deusa, que viesse em minha defesa quando eu corresse perigo...
Queria ser seu abrigo, seu defensor, sua riqueza, seu amor e seu amigo.
A.J. Cardiais 20.08.2017
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Poeta
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No falta el oxígeno pero el encierro te ahoga lo mismo Confunde la mente embrutecido te sientes como comer sin dientes Enojada la sangre mezcla la hiel en los labios En el ardor derramado las injusticias se hacen eco en los niños descalzos Lavando la conciencia la tecnología te somete Invisibles las cadenas que amarran la voluntad dejándola perpleja Tan fácil de domar que esforzarse ya no se lleva Pensar lejos quedó ,aquel mirar La repetición tomo su lugar Fáciles titiriteros envueltos en neón Dónde todos los gatos parecen pardos Necesidades creadas en almas hambrientas La única respuesta la mísera dependencia Muertos por inanición hasta la aparición de la curación El huracán pasará dejando barrido el solar En el mal aprenderemos a diferenciar El dibujo, de una mano de verdad La fantasía de la realidad Descubriremos las preposiciones conjuntivas Y el camino de enmedio Espacios de libertad marcados por la relatividad
Derechos reservados 12/01/2019
Dikia
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Poeta
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PENSAMENTOS E SENTIMENTOS QUE NOS CURAM OU NOS DESTROEM
Estamos num mundo uno, tanto o material, este que nós vemos e sentimos, e o fino, de onde vem as impressões, emoções, sensações, como as de perigo, as de simpatia, de repulsa, os desejos escondidos, os medos, as alegrias sem motivo aparente, entre outros, que vivem surgindo no nosso íntimo e que não podemos negar, embora ninguém à nossa volta tenha ideia da revolução que está acontecendo ali, nos trazendo muitas vezes inquietação e ansiedade.
Falo isto, tentando trazer à razão, que o mundo é uno, tanto este que vemos com o que não vemos, e que este que não vemos é o que determina a nossa qualidade de vida.
É ele, que, com os nossos pensamentos e sentimentos, forma o nosso modo de ver e sentir as coisas, e a felicidade está no que sentimos e não no que os outros sentem por nós, isto é o que devemos aprender no início de tudo.
Agindo assim não poderemos mudar o mundo, mas estaremos mudando o nosso mundo e consequentemente a forma de ver o todo exterior, e este todo ao nosso redor será influenciado diretamente com isso também, pois transmitiremos paz e harmonia, ou alimentaremos a discórdia e a indiferença.
Aqueles sentimentos que parecem que não conseguimos mudar e que já acordamos sentindo eles, como os de desânimo por mais um dia entediado, e que passará se arrastando, ou a sensação de mais um belo dia, onde vibraremos com alegria, ou tantos outros negativos ou positivos, determinam o nosso presente e o nosso futuro.
Estes sentimentos íntimos, são tão importantes para a nossa vida, que todos deveriam lutar com todas as forças para superar aqueles que são negativos e que nos tornam escravos deles, como a sensação de solidão ou de tristeza, a raiva, ou os não perdões que não damos, ou os que não nos damos, pois não existe outro caminho para sermos felizes se não o de transformarmos o que sentimos dentro de nós em primeiro lugar.
Muitas vezes não somos solitários porque os outros não se aproximam de nós, mas sim pelo motivo de que nós não estamos sabendo fazer a ponte para que haja a aproximação natural.
O que precisamos resolver não depende de ninguém a não ser de nós mesmos. Se mudarmos o nosso modo de sentir estaremos mudando o mundo à nossa volta, pois o mundo é espelho do que sentimos.
Então, racionalizando, como podemos esperar que, ao perdemos o corpo físico, os sentimentos da alma, desta constituição fina, que é o nosso eu propriamente, e que continuará tendo plena consciência do lado de lá, vai mudar e nos tornaremos melhores e felizes a partir daí?
Vai se findar esta vida aqui uma hora ou outra, mas o resto, a nossa essência interior, que vivifica tudo, a nossa chamada alma, com a nossa plena autoconsciência, se manterá viva com tudo aquilo que já sentíamos aqui, o nosso eu consciente que continua a viver num mundo onde prevalecerá só o que sentíamos e não o que éramos aqui.
De uma forma geral todas as religiões pregam que o mundo do lado de lá será uma maravilha, cheio de alegrias, 'descansos' e encantamento. Que tudo que fizemos aqui, ou pensamos e sentimos, perderá o seu tempo de validade e será zerado, como se o nosso íntimo, só porque perdeu o casulo físico que aqui o segurava, vai se tornar melhor e luminoso, num toque de mágica, e vai se misturar com todo mundo lá de volta.
Este é o grande mal que as religiões criaram ao longo de milênios por desconhecimento ou escusos interesses. Criaram a ideia que, não importa as mesquinharias, os egoísmos, os vícios, ou os sofrimentos que as pessoas tenham ou causem, tanto materialmente como animicamente aqui, que chegando lá, neste outro lado, que está já logo aqui, ela terá uma vida melhor, sem influência do que sentiam aqui.
Com a morte alguns pensam que a existência se findou definitivamente, mas o nosso espirito é imortal e é nele que está o tudo o que sentimos e desejamos, então teremos felicidade eterna ou suplícios eternos, tanto quando estamos aqui, tanto quanto estamos lá nesta vida pós corpo terrento.
O tempo, neste modo de raciocínio, que com a morte tudo se acaba, seria muito curto para aproveitar-se todos os "prazeres" desta vida material, pois neste caso só isso valeria no fundo, e a ética e a moral não precisariam serem considerados.
Mas tem um 'voizinha' lá dentro de nós, dizendo que não é bem assim, pelo menos para os não psicopatas que fazem o mal sem sentirem nenhum arrependimento.
Outros acham que com esta passagem já vão conseguir tudo aquilo que nesta vida não conseguiram ou, pelo menos o descanso dos seus sofrimentos.
O que é determinante lá é aquilo que já é determinante aqui na nossa vida terrena: Os nossos sentimentos e pensamentos, independentemente da condição social. Nisto todos somos iguais, pois, se não, só os ricos seriam felizes, e sabemos muito bem que não é assim.
Iremos para junto dos que tem igual espécie de sentimentos ou de igual índole como a nossa. Os que só vivem reclamando, os que vibram sempre em revoltas, os que sempre se sentem solitários e injustiçados, ou os que onde a raiva predomina, ou os eternamente preguiçosos, os viciados em alguma substância ou hábito, os desonestos, os avarentos, os invejosos, os egoístas, enfim todos que possuem igual espécie, vão conviver naturalmente juntos, como efeito das leis da igual espécie que se atraem, e da lei da gravidade espiritual que nos eleva ou derruba para este nível.
E daí o termo repetido milenarmente de procurarmos a "elevação" espiritual, pois só assim sairemos destes baixios onde imperam só sentimentos lúgubres e nefastos que nos afligem a vida.
Por outro lado aqueles que sempre ansiaram ou que vibram ou nutrem sentimentos e pensamentos íntimos leves e nobres vão conviver naturalmente bem, mesmo em meio ao caos aqui na Terra e, também, com os seus iguais na vida posterior, mas nem mais nem menos um milímetro do que determina a lei da gravidade espiritual e consequentemente a de seres humanos de igual espécie de sentimentos e leveza conviverão lá.
"Nenhuma proteção, nenhuma interferência pode ajudar, porque tendes a autodeterminação. O primeiro passo para tudo tem de partir de vós, portanto. E ele não é difícil, reside apenas no querer que se manifesta pelos pensamentos. Desta forma trazeis em vós tanto o céu como o inferno." Abdruschin em sua Mensagem do Graal "Na Luz da Verdade", dissertação "Despertais, acessível em www.graal.org.br
Se fosse diferente, ou seja, que tudo fosse misturado também do lado de lá, em um "céu onde tudo comporta, ou uma vida tormentosa feito um balaio de gato, também sem nível de diferenciação, não haveria justiça, e não ocorreria o "Semeia e colherás" que Jesus cansativamente exortava, mas que ninguém até hoje entendeu bem como funciona, já que aqui na Terra nem sempre dá tempo de haver alguma colheita.
Mas não, a vida é para eterno aprendizado, e o segredo é ir galgando estes níveis de consciência, quer partam inicialmente de tormentosos sofrimentos anímicos ou de alegrias, já a partir daqui, desta vida terrena, onde o mal e o bem se misturam, e os sofrimentos anímicos só persistem pela nossa constante auto alimentação, e por isso a necessidade de conhecermos as leis espirituais, explicadas muito bem por Abdruschin, para galgarmos estes degraus dentro de nós que nos levem para longe dos sofrimentos.
O inferno não são os outros, ele está junto com o céu dentro de nós, em estado indiferente, nós é que manobramos o leme para sair ou para entrar em um deles.
"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo” Roselis von Sass
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Poeta
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Ojala pudiéramos tener la sabiduría de guardar siempre lo mejor de las cosas, este poema está dedicado a las parejas que se amaron algún día, y que a pesar de una ruptura, supieron guardar lo realmente importante que hay en el amor. ---- ----
Amable --- ---
Cuando las preguntas vagan sin respuestas Y tu voz se define sólo amigable Cuando las caricias quedan pospuestas Te agradezco por ser amable ---- ---- Cuando se pierden las cosas que dijiste Y las palabras extraviaron su sentido Se vislumbra que no será lo que prometiste Y te agradezco por no haber fingido ---- ----
Hoy en lo nuestro caben dos historias Opuestas como lados de una moneda Suertes que se vuelven contradictorias Porque uno se va y el otro se queda ---- ----
Hoy cada quien camina una vereda Te aseguro que estaré a la altura Guardaré las cosas que me quedan Y no buscaré pretextos de atadura ---- ----
Tú te quedas, ya no me necesitas Los tiempos de aprender me superaron Hoy mi mundo solo te limita Y los motivos de amar se terminaron ---- ----
Yo me voy, ya no me necesitas Los tiempos de cuidarte se colmaron Hoy en el mundo donde tú habitas Los caminos hacia ti se me negaron ---- ---- Prometo cuando el tiempo me pregunte Y la nostalgia busque algún culpable Cuando el dolor con su dedo te apunte Les diré, que siempre fuiste muy amable ---- ---- ----
Jorge Alfonso Ruiz Galindo (Poeta Gotzon) Este poema fue finalista y publicado en los libros “Concurso internacional de Poesía Piezas de Misterio” en (México) y en la “Antología Escucha la Luna” en (España), además fue ganador por votos del público y primer accésit por los jueces en el XXII concurso de poemas temáticos "Soy Poeta.com" [center] [/center]
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Poeta
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Rotina é como um refrão na nossa vida... Porém, quando nos encontramos perdidos, sem direção, a rotina é a nossa salvação.
Muita gente reclama da rotina... Mas a rotina é um sinal de que tudo está normal.
E quando há alguma alteração, pode ser para o bem ou para o mal.
A.J. Cardiais 12.08.2017
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Poeta
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