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    Dario Torres R.
    Poemas, frases y mensajes sobre dario torres r.

Poemas, frases y mensajes sobre poemas

Selección de poemas, frases y mensajes más populares sobre poemas


Poesia, pobre poesia

Poesia, pobre poesia
A poesia, financeiramente,
é a parente pobre das artes.
Mas, artisticamente,
é a mais rica de todas elas.

Afinal a poesia contribui
para todas as artes.
Todas elas, quando belas,
são chamadas de poesia...

Mas a poesia tem a mania
de ver beleza na pobreza.
Então ela não pode
ficar ostentando riqueza.

A.J. Cardiais
imagem: a.j. cardiais

ME HARÉ VIENTO

Me haré viento para volar hasta encontrarte
hallarás aromas conocidos en el aire…
en tibio beso rozaré tu boca y tus mejillas
me verás como un fantasma tomando tu cintura.

Por inaudito que parezca, oirás viejas canciones
y poemas que eran nuestros
girando en torno a ti…
como un rumor del viento.

Tendrás un pequeño desvarío…
abrazarás la brisa esperando de mis labios
sentir el beso amante…
y extrañarás de mí, lo que yo extraño de ti.

Me creerás a tu lado como antes…
con mi amor, mis besos y caricias,
entornando los ojos musitarás mi nombre…
sonriendo por bellos recuerdos, vivos en la lejanía.

Sentirás mi cuerpo apartándose del tuyo
lágrimas de dolor rodarán por tus mejillas,
querrás tenerme…
y no podrás detenerme.

¿Qué sucede mi amor? ¿Alguna pena escondida?
¿Acaso el recuerdo de algún viejo querer?;
a tu lado, tal vez, alguien preguntará…
y volverás a la dolorosa y cruda realidad.

Enjugando tus lágrimas y ocultando tu pena,
pensando en mí responderás…
¡No!... ¡Es el viento que me entró en los ojos!…
-Bien, entonces yo llevaré a la nena.


delalma

Faz de conta

Faz de conta
Faz de conta que alguém tem que vencer,
para não ficar os dois perdidos;
para não ficar os dois vencidos.

Se você está bem,
então siga o seu caminho...
Deixe-me aqui, sozinho,
enfrentando minha realidade.

Deixe-me sentir saudade.
Não posso ficar como seu amigo,
pois corro o perigo
de nunca me libertar.

Vá... Vá viver, vá amar...
Deixe as lembranças comigo.

A.J. Cardiais
imagem: google

Amigos virtuais

Amigos virtuais
Na era da tecnologia,
os amigos tornaram-se virtuais.
Você cria um vínculo virtual
e se torna uma coisa natural.

O sentimento é o mesmo...
É a mesma emoção.
Não precisa pegar mão na mão.
As palavras falam.

As palavras exprimem
os sentimentos...
Quem engana virtualmente,
enganaria também
se estivesse frente a frente...

Amigos virtuais...
Estes sim,
são amigos de palavras,
e nada mais...

A.J. Cardiais
imagem: google

Sonho de amor

Sonho de amor
Ai quem dera
que o amor
fosse só primavera...

Com suas flores expostas
a um sol leve,
a uma chuva breve,
só para refrescar...

E que depois o amor
se transformasse em outono.
Cheio de frutos maduros,
para nos alimentar...

Viveríamos só de amor...
Mas, vale a pena sonhar.

A.J. Cardiais

Um dilema

Um dilema
Estou aqui reclamando da minha "vidinha",
enquanto tem alguém por aí que,
se tivesse uma vida igual à minha,
se sentiria feliz...

Isto é um poema?
Não sei...
Para mim é um dilema.

A.J. Cardiais
03.03.2010

Para esquecer você

Não posso esquecer você,
enquanto o tempo não me trouxer
um outro amor...

Enquanto isso não acontece,
vou fingindo que amo a vida,
para ver se a dor me esquece.

A.J. Cardiais
12.04.2011

Ópera da vida

Cada pessoa tem seu papel
neste imenso teatro...
Um vai ser camelô,
outro é comerciário...
Um vai ser aviador
e o outro ferroviário...

Um se passa por poeta,
outro diz que é atleta,
e o outro grita que é ator.
Logo chega um cantor,
com o seu vozeirão,
querendo chamar a atenção...

Todos nós somos atores,
nesta imensa ópera
chamada vida...
Estamos sendo filmados
por uma câmara escondida.

Estamos sendo observados,
estudados e avaliados.
Nosso Diretor está lá em cima.
Quem errar a cena,
vai ter que repetir
até ficar bem na fita.

A.J. Cardiais
20.04.2010

SOLO CENIZAS...

Cuando el ardiente verano
se torne gris y ya no queme,
como quema la sangre de mis venas…

Cuando el viento de Otoño
con leve y fresca brisa,
haga temblar tú cansina figura…

cuando en invierno sientas frio,
busques y no encuentras prestos
mis brazos para cobijarte…

Cuando al alba en primavera
el rocío no acaricie más…
tus aun lozanas mejillas

Cuando el paso de los años
hayan cubierto de nieve eterna
tu blonda cabellera…

Comprenderás entonces vida mía
que la llama de amor
que en mí encendiste un día,
en feroz infierno se tornó
y de tú amor, sólo cenizas… dejó.

Delalma

LO QUE YO QUERÍA

LO QUE YO QUERÍA
Yo quería que tú fueras el amor de mi vida
quería ver tu cara cada día
que tu piel fuera mi piel
tu mi sueño… ¡mi despertar!

Fueras como rio de agua clara
el agua que bebo, el aire que respiro
amor eterno, cariño mío… ¡mi cielo!
de ésta y de otra vida… ¡para siempre!

Mi fiel esposa, la madre de mis hijos
vida dando vida, amor…
¡Quería para siempre tu calor!
ver color en tus mejillas y felicidad en tus ojos

¡Tu mi reino y mi palacio
tu cara el espejo de mi vida
cada palabra tuya… una melodía!
¡día a día!… eso era
¡lo que yo quería!


Delalma

Los Poemas Manchados

(De mis épocas de bohemia y candidez).

Hoy escribo a mis poemas
noctámbulos y manchados:
Estrellas les pintó el vino
como gotas o chispazos
y en afán de darme rumbo,
un mapamundi el tabaco.
Torpe trazado de anhelos
sellado a culo de vaso,
por los hijos concebidos
a fin de legalizarlos.

Es que así me los encuentro
despierto de mi naufragio,
mientras espero buen viento
en la resaca encallado,
con el alma padeciendo
desguace de maremagno.
Pobrecito cada niño
de mis poemas manchados;
tabaco, vino y pesar
y sus versos enredados.

Los asisto como puedo:
Rebeldes, peino sus trazos,
desenredo su mensaje,
les abrocho lo sensato,
les acordono el sentido
y el motivo les desato,
y me miran con sus ojos
incrédulos del buen trato
como diciéndome: Padre,
sin querer nos ensuciamos.

Palpo sus caritas fieles,
y humildemente arropados
en tímidas hojas blancas
y a criterio mejorados
de filosófico temple,
los engaño, que son aptos.
¡Todo, valen para mí!
Lo digo altivo y a cargo,
aunque los echen del aula
del escrito inmaculado.

Y no abandono a ninguno;
siquiera al más descarriado:
Yo no consiento hijos míos,
parias ni desamparados,
así un pan sobre la mesa
sin vino me haya dejado.
Porque: serán mis poemas,
grises, malos y manchados,
pero mis hijos del alma...
y dependo de su abrazo.

Safe Creative: 1412022661289

O sentido lúdico da vida

O sentido lúdico da vida
A vida é um jogo,
ou uma brincadeira.
A vida é uma bandeira
exposta ao tempo.

A vida é um movimento
de rotação e translação:
tudo influencia,
tudo sentencia...

A vida é uma poesia.
Que beleza...
E, para minha alegria,
ou minha tristeza,
nasci poeta.

A.J. Cardiais
imagem: google

TE ESPERÉ AMOR

TE ESPERÉ AMOR
Luna llena
sol radiante
noche vacía.

Delalma
02/07/2012

Incursionado en éste nuevo género literario, donde la imagen y el título juegan un papel preponderante en la "condensación" del poema.

Pregando uma vida simples

Pregando uma vida simples
Vivo pregando uma vida simples,
porque vivo uma vida simples.
Mas eu levo uma vantagem enorme
sobre os outros mortais:
A minha vida é cheia de poesia.

Então eu tenho o sol,
tenho a lua, tenho o vento...
Tenho esse céu imenso
que me faz viajar.

Quando a coisa “está braba”,
eu consigo sonhar.
Quando quero respirar,
sento-me para escrever.

É... A minha vida
não é tão simples assim,
não é mesmo?
Vou parar de pregar
esta “besteira”.

A.J. Cardiais
imagem: a.j. cardiais

A vida é uma estrada

A vida é uma estrada
Dizem que a vida é um aprendizado.
E quem não aprende por bem,
aprende forçado.
Analise a vida por você:
quantas coisas você teve que sofrer,
para aprender?

Quantas lições você repetiu?
Quantas vezes você quis ir
por um caminho,
mas foi obrigado a seguir
por outro, cheio de espinhos?

Nós não estamos sozinhos...
Nós temos companhia.
A vida é uma poesia
cheia de metáforas:
nem sempre quem tem (dinheiro)
que dizer que “está bem”.

Você olha e não vê ninguém...
Você não enxerga nada
nessa estrada
às vezes esburacada,
às vezes asfaltada,
às vezes enlameada...

Você não sabe de nada
sobre essa estrada
que é a vida.

A.J. Cardiais
imagem: google

Hora do poeta

Hora do poeta
Dos poetas famosos,
eu quero ler,
o que não sei
escrever...

Faço o que faço,
sem saber...
Isto me dá um poder
de inocente.

A.J. Cardiais
18.12.2014

A falta de amor

A falta de amor
Não sei se a noite esfriou,
ou se é a falta de amor
que está me congelando.
Não consigo nem sonhar...

Sinto-me perdido,
preciso me encontrar...
Mas como me encontrar,
nessa escuridão?

A falta de amor
deixa a mente turva...
A felicidade vai aonde
o vento faz a curva,
e sopra para o deserto...

E você tão perto,
não consegue escutar
o meu coração.

A.J. Cardiais
06.09.2010
imagem: google

Outro significado

O poema é só uma construção.
Já a poesia não...
Ela exige filosofia
e muita observação.

Por isso só construo poemas.
O que é um poema?
É um texto em versos,
que pode conter poesia ou não.

Um poema pode ser rimado,
pode ser engajado,
pode ser tresloucado...

Ou pode ser um soneto
escrito de qualquer jeito,
buscando outro significado.

A.J. Cardiais
18.08.2015

QUIERO BRINDAR...

Tú eres parte de mi vida
dueña de mi alma
de mis sueños y locuras,
siempre sonriente y comprensiva.
Aunque en el vuelo me extravíe,
en el nido, paciente esperas.

Prisionero soy de tu cariño
de tu nombre que no olvido,
que conmigo llevo como talismán
clavado en el corazón.
Dulce tormento que no agobia
porque sé que tú me amas.

Quiero brindar por la suerte
de vivir encadenado a ti,
tengo hambre de decirlo
porque dos caminos iguales
cada mil años se juntan
y en éste milenio, los nuestros se juntaron.

Me quita el sueño tu mirada
y por las noches,
tatuada dejas en mi piel tu boca.
Cada encuentro contigo
es una feliz y nueva aventura,
anclado a la vera de tu puerto.

Déjame quererte como te quiero
y quiéreme siempre igual
porque más…
sólo yo puedo quererte.
Yo tengo para ti, lleno de amor el corazón
y las manos como garfios
para asirme a tus encantos.

El día que yo muera
quiero que sólo tus manos me toquen
para llevarme ángel mío, de recuerdo
la suavidad de tus caricias
el brillo de tus ojos
y tus lágrimas,
el rocío de tu amor.

Delalma
Martes, 05 de octubre de 2010

MI REINA

Tengo la desgracia de vivir
para sentir cómo duele tu recuerdo…
saber cómo pierden el perfume y su color
tus bellas cartas de amor.

Leerlas en silencio…
y en cada palabra… oír tu voz,
ellas, al igual que tú, tenían los colores de la primavera
y la alegría del verano.

Ahora veo amarillear las azucenas
y desfallecer los alhelíes
hojas blancas tus cartas primorosas,
barridas con mis lágrimas… letras ya borrosas
en opiácea espera cotidiana.

He sentido dentro de mi pecho
los latidos de tu corazón…
al otoño he abierto puertas con tristeza…
¡todo lleva el viento, menos tu recuerdo!.

He caminado entre viñedos y sus frutos
y bebido el jugo de la vid…
Atesorando una botella en dipsómano letargo
esperando que de ella salgas tú… ¡Mi Reina!

He tenido entre mis manos tu amor lejano
y fluye a borbotones la sangre por mis venas
extrañando tu cintura en el invierno…
y el calor infinito de tu cuerpo.

Se me ha ido la vida en esos avatares
y me he quedado pensando
en todo lo que fuimos…
y que no seremos más.

Delalma