|
|
|
A vida é simples, simples assim, começa, termina, e às vezes, a gente não vê, não vive, não brinca no intervalo. A vida é simples, simples assim, começa, termina, sem nos dar tempo para o que queremos, ou queríamos, porque demoramos a nos decidir, e ela, a vida, tem pressa...
Suely Ribella ©
|
Poeta
|
|
|
|
patuá
E assim vamos nós Estrada afora, carregamos badulaques Amuletos sagrados, que a vida nos dá Para proteger, Dar animo a caminhada, São nossos talismãs, Nossas bússolas, a orientar o destino, Uns carregam sins, olhares, sorrisos, poemas Gratidão Abraços nomes e endereços. Outros, carregam nãos, lagrimas, xingamentos e gritos Lamúrias. Carregamos enfim Tudo aquilo que tem significado ou traduz a nós mesmos. Especialidades que na vida nos tornamos mestres.
|
Poeta
|
|
|
ALAMBICADO INTRÍNGULIS
Sobre un lago de sueños largos, anidan blandas las ventanas, los pasmados pasillos, el turbulento entusiasmo, deglutiendo malabaristas malmandados, allá donde los párpados resucitan fábulas, e instantes de plata, e inquisidores encantos. * ** ¡Ni lo pienses!. El fuego ocioso muere solo, y las ausencias permanecen, y el horizonte desaparece, como esplendente portento, como vínculo insondable. ¡Facsímil al culebrear, al lisonjear, al desagraviar, escabroso pululando!. ** *** ¡Oh, lámpara peregrina!. Hierve al destino gris. Desnuda la llama tierna y adversa. Sin encubrir lo intrincado. Sin dispersar demorando, al inusitado insolente, friático, atosigante, viscoso desfiladero, en la ingente ingenuidad del incauto. *** **** Como los relámpagos que lentos huyen, abriendo relojes donde mueren sueños. En las mañanas de seda, de cera, de lodo, en la fuente de los pantanos. ¡Ni lo pienses!. Hielo e hilo es lágrima al desvanecerse. ¡Como ola pensativa!. Como consuelo en las rodillas. ¡Sin futuro!.
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
|
Poeta
|
|
|
Cuando el atardecer desmaya se alza la huella de amargura, los años mueren en mi desconsuelo y aún estás en sitios perdidos, imagino tu voz y quizás el aliento de tu ardiente boca, quisiera contemplar tus ojos de blanco esplendor, esos que fertilizan mi solitario corazón, sueño dulce amor mi alma debe llorar sus penas, cantar sus venas dichas, derramar la lágrima o vender una sonrisa, sueño sentir tu celestial encanto en el delito de nuestra unión con la humilde osadía, no es deseo que juzguen que eres mía, sino sólo ser tuya puedo mi señora adorarte quiero.
|
Poeta
|
|
|
TUTTI LI MIEI PENSER… Autor: Dante Alighieri Italia 1265-1321
Poeta y filósofo. Alrededor de 1285 se casó con Gemma Donati con quien tuvo tres hijos. Sin embargo, su verdadera musa fue Beatrice, hija de Folco Portinari y casada con Simón de' Enjaeza. De esa época data parte de su "Vita nuova". Después de la muerte de Beatrice , en 1290, se dedicó al estudio de la Teología y Filosofía, participó en política y formó parte de los Priores de Florencia. Residió en París entre 1307 y 1309. La mayor parte de su destierro la pasó en algunas ciudades del norte italiano y nuevamente en Verona, donde empezó a escribir su máxima obra, "La divina Comedia" en 1309. Ésta es versión de: Carlos López Narváez
Referencias útiles son:https://es.wikipedia.org/wiki/Dante_Alighierihttps://www.youtube.com/watch?v=PCvRVHXWhD4https://www.youtube.com/watch?v=5xYSmjqvW_ATutti li miei penser...
Sabe sólo de Amor mi pensamiento; por él y en él lo tengo tan cambiante: de Amor la potestad lo lleva amante, o a loco razonar, su valimiento.
Me infunde en la esperanza dulce aliento, o acerbo lloro en onda desbordante; tan sólo se unifica si tremante mi alma de pavor se ve un momento.
Y así mi suerte ignoro en la contienda, y no querer decirlo y que lo diga: vagando voy en amorosa erranza...
Y si con todos he de hacer alianza vano será clamarle a mi enemiga -la insensible Piedad- que me defienda.
|
Poeta
|
|
|
ESCURO LIMBO (Castellano Medieval).
Cada dia andar con mal, por el mucho mal que veo. Esto todo torna en lloro Salvo lobos robadores Cobdiciossos manzilleros.
Valle escuro, muy fondo, aborrido Si non viese fin del dicho amargoso. Triste, muy triste, mortal, dolorido.
Nunca cessan de robar Quanto pueden alcancar Mas espessos que enxambre Por muy estraña arte. Dolet vos de mí, que ya desespero.
Andan pobres e fanbrientos. Miré sus personas que gestos avian E tristes, amargas e desconsoladas. Es un espantable, cruel, temeroso valle escuro.
Que ningunt plazer consigo tenian.
La perfida entrada las aguas querian, la dura salida las almas negavan.
E si yo aquí muero, todo lo callaré. Nin podre dezir nada de todo cuanto vi. Porque era el mundo dañado e perdido. En esta tierra estraña Me dexaron olvidado. Quel tienpo passado Non posso olvidar.
Sera desatada la cisma e orrura. El mundo estroido e todo asolado. Tienen ellos los dinero Nunca cessan de robar.
E matan a vos de fambre A todos vos dexo en vuestras privancas Que yago muy penado Tengo agora enteramente Mayor onrra e mas folganza Tengo que tener solia.
Mayor vicio con firmeza Tengo que tenia ante. Con muchos trabajos e obra desnuda Dezid me la cabsa de aquesta pasion. Ni mas prieto ni mas blanco. Mejor le sería morir que penar.
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
Referencias útiles son: https://es.wikipedia.org/wiki/Espa%C3%B1ol_medieval y también http://www.wikilengua.org/index.php/Castellano_antiguo
|
Poeta
|
|
|
Las musas se han ido tras la bruma de una mañana Quedó mi pluma tirada, arriba de un papel blanco Sin su alma de tinta, sin mi alma de artista silencios Que retumban en oídos sordos, en ojos ciegos, en manos inertes Estoy dentro y fuera de un abismo profundo y oscuro Las musas se han ido y sin ellas no hay cuartetos ni tercetos Ni siquiera una prosa poética, ni versos Hernandarios Los horarios sin relojes, calendarios despojados de tiempo Y de espacio, Sera el fin del poeta o simplemente el principio de una nueva era.
Por Conrado Augusto Sehmsdorf
[img width=300]http://4.bp.blogspot.com/-67hu29-r2sc/UBaebiZQVHI/AAAAAAAAAns/fDa-mmgFYZM/s1600/fondo-bruma-en-el-rio-pdi-40.jpg[/img]
|
Poeta
|
|
|
PENSAMENTOS E SENTIMENTOS QUE NOS CURAM OU NOS DESTROEM
Estamos num mundo uno, tanto o material, este que nós vemos e sentimos, e o fino, de onde vem as impressões, emoções, sensações, como as de perigo, as de simpatia, de repulsa, os desejos escondidos, os medos, as alegrias sem motivo aparente, entre outros, que vivem surgindo no nosso íntimo e que não podemos negar, embora ninguém à nossa volta tenha ideia da revolução que está acontecendo ali, nos trazendo muitas vezes inquietação e ansiedade.
Falo isto, tentando trazer à razão, que o mundo é uno, tanto este que vemos com o que não vemos, e que este que não vemos é o que determina a nossa qualidade de vida.
É ele, que, com os nossos pensamentos e sentimentos, forma o nosso modo de ver e sentir as coisas, e a felicidade está no que sentimos e não no que os outros sentem por nós, isto é o que devemos aprender no início de tudo.
Agindo assim não poderemos mudar o mundo, mas estaremos mudando o nosso mundo e consequentemente a forma de ver o todo exterior, e este todo ao nosso redor será influenciado diretamente com isso também, pois transmitiremos paz e harmonia, ou alimentaremos a discórdia e a indiferença.
Aqueles sentimentos que parecem que não conseguimos mudar e que já acordamos sentindo eles, como os de desânimo por mais um dia entediado, e que passará se arrastando, ou a sensação de mais um belo dia, onde vibraremos com alegria, ou tantos outros negativos ou positivos, determinam o nosso presente e o nosso futuro.
Estes sentimentos íntimos, são tão importantes para a nossa vida, que todos deveriam lutar com todas as forças para superar aqueles que são negativos e que nos tornam escravos deles, como a sensação de solidão ou de tristeza, a raiva, ou os não perdões que não damos, ou os que não nos damos, pois não existe outro caminho para sermos felizes se não o de transformarmos o que sentimos dentro de nós em primeiro lugar.
Muitas vezes não somos solitários porque os outros não se aproximam de nós, mas sim pelo motivo de que nós não estamos sabendo fazer a ponte para que haja a aproximação natural.
O que precisamos resolver não depende de ninguém a não ser de nós mesmos. Se mudarmos o nosso modo de sentir estaremos mudando o mundo à nossa volta, pois o mundo é espelho do que sentimos.
Então, racionalizando, como podemos esperar que, ao perdemos o corpo físico, os sentimentos da alma, desta constituição fina, que é o nosso eu propriamente, e que continuará tendo plena consciência do lado de lá, vai mudar e nos tornaremos melhores e felizes a partir daí?
Vai se findar esta vida aqui uma hora ou outra, mas o resto, a nossa essência interior, que vivifica tudo, a nossa chamada alma, com a nossa plena autoconsciência, se manterá viva com tudo aquilo que já sentíamos aqui, o nosso eu consciente que continua a viver num mundo onde prevalecerá só o que sentíamos e não o que éramos aqui.
De uma forma geral todas as religiões pregam que o mundo do lado de lá será uma maravilha, cheio de alegrias, 'descansos' e encantamento. Que tudo que fizemos aqui, ou pensamos e sentimos, perderá o seu tempo de validade e será zerado, como se o nosso íntimo, só porque perdeu o casulo físico que aqui o segurava, vai se tornar melhor e luminoso, num toque de mágica, e vai se misturar com todo mundo lá de volta.
Este é o grande mal que as religiões criaram ao longo de milênios por desconhecimento ou escusos interesses. Criaram a ideia que, não importa as mesquinharias, os egoísmos, os vícios, ou os sofrimentos que as pessoas tenham ou causem, tanto materialmente como animicamente aqui, que chegando lá, neste outro lado, que está já logo aqui, ela terá uma vida melhor, sem influência do que sentiam aqui.
Com a morte alguns pensam que a existência se findou definitivamente, mas o nosso espirito é imortal e é nele que está o tudo o que sentimos e desejamos, então teremos felicidade eterna ou suplícios eternos, tanto quando estamos aqui, tanto quanto estamos lá nesta vida pós corpo terrento.
O tempo, neste modo de raciocínio, que com a morte tudo se acaba, seria muito curto para aproveitar-se todos os "prazeres" desta vida material, pois neste caso só isso valeria no fundo, e a ética e a moral não precisariam serem considerados.
Mas tem um 'voizinha' lá dentro de nós, dizendo que não é bem assim, pelo menos para os não psicopatas que fazem o mal sem sentirem nenhum arrependimento.
Outros acham que com esta passagem já vão conseguir tudo aquilo que nesta vida não conseguiram ou, pelo menos o descanso dos seus sofrimentos.
O que é determinante lá é aquilo que já é determinante aqui na nossa vida terrena: Os nossos sentimentos e pensamentos, independentemente da condição social. Nisto todos somos iguais, pois, se não, só os ricos seriam felizes, e sabemos muito bem que não é assim.
Iremos para junto dos que tem igual espécie de sentimentos ou de igual índole como a nossa. Os que só vivem reclamando, os que vibram sempre em revoltas, os que sempre se sentem solitários e injustiçados, ou os que onde a raiva predomina, ou os eternamente preguiçosos, os viciados em alguma substância ou hábito, os desonestos, os avarentos, os invejosos, os egoístas, enfim todos que possuem igual espécie, vão conviver naturalmente juntos, como efeito das leis da igual espécie que se atraem, e da lei da gravidade espiritual que nos eleva ou derruba para este nível.
E daí o termo repetido milenarmente de procurarmos a "elevação" espiritual, pois só assim sairemos destes baixios onde imperam só sentimentos lúgubres e nefastos que nos afligem a vida.
Por outro lado aqueles que sempre ansiaram ou que vibram ou nutrem sentimentos e pensamentos íntimos leves e nobres vão conviver naturalmente bem, mesmo em meio ao caos aqui na Terra e, também, com os seus iguais na vida posterior, mas nem mais nem menos um milímetro do que determina a lei da gravidade espiritual e consequentemente a de seres humanos de igual espécie de sentimentos e leveza conviverão lá.
"Nenhuma proteção, nenhuma interferência pode ajudar, porque tendes a autodeterminação. O primeiro passo para tudo tem de partir de vós, portanto. E ele não é difícil, reside apenas no querer que se manifesta pelos pensamentos. Desta forma trazeis em vós tanto o céu como o inferno." Abdruschin em sua Mensagem do Graal "Na Luz da Verdade", dissertação "Despertais, acessível em www.graal.org.br
Se fosse diferente, ou seja, que tudo fosse misturado também do lado de lá, em um "céu onde tudo comporta, ou uma vida tormentosa feito um balaio de gato, também sem nível de diferenciação, não haveria justiça, e não ocorreria o "Semeia e colherás" que Jesus cansativamente exortava, mas que ninguém até hoje entendeu bem como funciona, já que aqui na Terra nem sempre dá tempo de haver alguma colheita.
Mas não, a vida é para eterno aprendizado, e o segredo é ir galgando estes níveis de consciência, quer partam inicialmente de tormentosos sofrimentos anímicos ou de alegrias, já a partir daqui, desta vida terrena, onde o mal e o bem se misturam, e os sofrimentos anímicos só persistem pela nossa constante auto alimentação, e por isso a necessidade de conhecermos as leis espirituais, explicadas muito bem por Abdruschin, para galgarmos estes degraus dentro de nós que nos levem para longe dos sofrimentos.
O inferno não são os outros, ele está junto com o céu dentro de nós, em estado indiferente, nós é que manobramos o leme para sair ou para entrar em um deles.
"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo” Roselis von Sass
|
Poeta
|
|
|
|
Rotina é como um refrão na nossa vida... Porém, quando nos encontramos perdidos, sem direção, a rotina é a nossa salvação.
Muita gente reclama da rotina... Mas a rotina é um sinal de que tudo está normal.
E quando há alguma alteração, pode ser para o bem ou para o mal.
A.J. Cardiais 12.08.2017
|
Poeta
|
|
|
Búscame en mi establo de pensamientos prohibidos, estoy sentada en la silla del jardín de manzanas esperando tu mirada a través del cristal que egoísta te separa.
Tú, coqueta dama de cabellos desbordantes y ojos de verde desteñido, eres el relámpago recién amanecido, que escarba en el silencio de los sueños mudos y escondidos, donde mis pasiones tiemblan en secreto en la hora del espejo que divide el corazón de mis reflejos.
Libérame de esta lenta agonía, soy virgen torturada por la señora de cien años con su flor de la mano, tormento de invierno y verano de mi rígido pasado.
Solo tus pasos de medianoche que no escucho ni veo, dan vida al ruido del reloj mientras siento tu amor y mis dedos sumergidos en las aguas del valor.
|
Poeta
|
|