Frases y pensamientos :  ¿PORQUE?
Porque el destino se empeña en hacerme
Soñar así, y despertar de repente
Porque amar imposibles, solo soñar
Eso no es justo, porque la distancia
Porque te siento, parte de mí.

Porque, porque me pregunto
Desde que te conocí,
Se ah empeñado el destino ponernos de frente
Como huir si no lo deseo.

Porque duele dejarte
Porque no siento el tiempo pasar
Porque necesito estar contigo
Porque solo en ti pienso.

Quien podría responder
Porque siento ganas de llorar al saber
Que me necesito ir
Que no se si volveré a encontrarte.

Porque si tan solo tenemos días
De conocernos y siento que te conozco
De toda la vida.
Porque siento querer como te estoy queriendo
Si desconozco tanto de ti.

Ah corazón ingrato
Porque me juegas esto
No creo poder seguir
Apoco se podrá vivir de ilusiones?
No creo poder yo.


Solo quiero que sepas hoy que esto
Es solo nuestro
Y aunque breve es lo mejor de la vida
Saber que por un momento me sentí
Arrebatada al cielo.
Poeta

Poemas románticos :  ATRAPADA
Hoy te encontré y así en el embrujo de tu mirada
de nuevo, me sentía atrapada, en el deseo, no se
que pasara de mi, no se que pasara de ti.

Es algo complejo el vivir así, amando a la distancia
es vivir en incertidumbre en inseguridad, no soy de ese tipo de vida,
aunque deseara dar todo a ti mi amor, me encuentro entre la indecisión,
de la posibilidad de un día perderte y morir de tristeza.

Te extrañe tanto, enferme de depresión y eso no es bueno,
ahora que eh logrado dar un paso adelante de nuevo me siento atrapada,
y no deseo liberarme.

Deseo con mi mente, una entrega plena,
sin tabúes pero en momentos el temor se apodera de mi,
haciendo estragos, y arrepentirme de mis deseos.

Hoy que te vi, desee por momentos dejar todo a un lado,
escrúpulos, valores, vergüenza, por disfrutar de un instante
y así en mi mente disfrutar de ti de tu deseo.

Mientras observaba, el tesoro que guardo en mi corazón,
un deseo recorrió mis labios, incluso aun el movimiento de el fue perceptible,
amor mío que hago para no desearte así.

Tu tan niño... tu rostro refleja inocencia
y a veces me siento culpable, de desearte.
Solo se, que soy mujer, una mujer que necesita sentirse amada,
y me ofreces este amor, justo en el momento,
de cual ninguna mujer se negaría,
gracias por ser tan lindo , y ser tan paciente.

Se que un día, no podre olvidarte, y eso me preocupa.



Poeta

Poemas de desamor :  Historia del Corazón herido
Corazón dichoso que hoy es triste
Compartía caricias con su amante
Anhela ahora las épocas lejanas.
Llena de días de ilusión
Festivos y contentos

Frías noches en negra soledad
Anhela una simpatizante alma
Para compartir las inquietudes
Y cambiar la solemne actitud
Aliviando la dolencia paulatina

El aroma del amante
Habita dentro de la mente
El dulce olor de agradables noches
Pasados en cálidos abrazos
Envuelto en interminable sueños

El tiempo hoy pasa.
En triste soledad.
Dejando el corazón vacío.
Atravesando el desdén pasado.
Recordando amistades y épocas pasadas.

Cuando más alegre estas
El brutal destino rasga el corazón
Te deja en oscura soledad
Morando en las miserias del amor
Indigentes y afligido

Anhelando el ayer perdido
Esos días de júbilo y deleite
Días ceñidos en memorias
Y embellecidas fantasías
Hoy codicia un nuevo día

Es difícil confrontar el fallecido amor,
No hay cadáver que enterrar
No hay foco que convoque el luto
El pacto ha sido traicionado
La fidelidad, ha perecido

Y ahí la tristeza está
La historia del corazón herido
¿Quién habita en la soledad?
Anhelando alegrías pasadas
Y que nunca más serán.
Poeta

Poemas :  Llámame
Llámame,
Cuando pierdas tu camino
Cuando tú corazón este herido
Cuando necesites mi pasión
Cuando requieras mi cariño

Llámame y verás
Soy la voz en la oscura noche
La luz que alumbra el camino
El que te ofrece cálido abrazos
Y el amor que siempre anhelabas

Me llamas
Cuando las noches son frías
Cuando no cesan las lluvias
Y tú arma este afligida
Y se te ha perdido el mundo

Llámame, allí estaré
Con mis brazos extendidos
Para protegerte del frío y lluvia
Darte gozo para aliviar tus penas
Y hacerte espacio para la esperanza

Puedes llamarme
Cuando estás muy sola
Cuando te sientas confusa
Y no puedas aliviar la mente
Y el tiempo está quieto

Me llamas y atenderé,
Los adoloridos sentidos
Sanare tus heridas
Calmare tú mente
Y renovare tú alma

Llámame, estaré contigo
En las frías noches
En las oscuras horas
En tiempo de lágrimas
Cuando todo sea amargue

Llámame, estaré contigo
Para darte albergue
Y compartir las emociones
Y participar en el momento
A regocijar la vida

Te llamaré
En mi más negras horas
Cuando mi corazón está triste
Para revelar mis dolencias
Y departir los sentimientos

Llámame, porque:
Para Compartir juntos
Para tener esperanza
Porque te amare siempre
Solo llámame, y renaceré.

Por Ángel A Márquez 17 Noviembre 2013
Poeta

Poemas :  Escancarando a imaginação
Escancarando a imaginação
O poeta escancara a imaginação,
sem medo que a emoção
possa entrar,
e a razão
resolva sair.

O poeta quer um elixir
para fortalecer a palavra
que em sua mente lavra.

A.J. Cardiais
07/12/12
imagem: google
Poeta

Crónicas :  A INFLUÊNCIA DA VIDA ANTERIOR NESTA VIDA
A INFLUÊNCIA DA VIDA ANTERIOR NESTA VIDA

Na adolescência os amigos sinceros foram seguindo os seus caminhos e ele, devido à fobia social que foi se intensificando, foi cada vez mais se isolando ou sendo mero acompanhante daqueles que ainda o aceitavam no grupo, afinal aquele cara quieto que não participava muito das conversas acabou perdendo qualquer voz ativa com o tempo.

Nesta altura já tinha que guardar as suas opiniões para si, apesar de saber que estava certo, mas já não tinha forças para expô-las e isto lhe fazia um mal danado, pois ficava se remoendo e isto só alimentava a sua já baixíssima autoestima, ainda não entendida como tal.

Na natureza tudo que você não usa vai se atrofiando e nisso também entra o simples fato de começar a guardar as suas opiniões, pois chega um momento que você não consegue mais expô-las. Você ficou à margem do movimento natural do convívio social, assim como não voam mais as galinhas de tanto terem ficado ciscando no chão.

Mas na vida particular ele já era um recluso e andava feito andarilho cada vez mais sozinho, um ser sem compreensão daquele mundo que parecia cada vez mais assustador e da qual ele não se sentia fazer parte.

Chegou ao ponto de se sentir em um buraco anímico de onde espiava a vida, como de uma fresta de um porão da sua alma e mesmo em família, aliás, ali, o ambiente era mais perigoso do que na rua.

O tempo passou, teve que aprender a se virar com estes males perenes, afinal tinha que sobreviver, mas o convívio no trabalho era sofrível, então não parava em emprego nenhum, mas se tornou uma pessoa de rompantes, qualquer coisa que acontecesse pedia a conta.

Apesar de silencioso na aparência começou a sentir um mar revolto dentro de si, se tornando como uma panela de pressão que poderia explodir a qualquer momento.

Mas nunca explodia e tinha que conviver com esta situação antagônica, mutismo de um lado e a vontade de se fazer valer de outro, mas sentia que isto nunca aconteceria de uma forma natural, por isso se continha. Ele tinha que conseguir o equilíbrio antes de se expor.

Era como se a vida em sociedade lhe fosse proibido, quanto mais necessitava de aceitação, mais afastava as pessoas. Então andar era o único caminho, sempre andar para não precisar conversar com ninguém e nem ficar em casa.

Em todos os lugares parecia que todos o estavam olhando e por isso ficava sempre circulando, não parava nunca.

Mas com o tempo foi tendo que encarar estes medos, afinal não era rico e cedo ou tarde ia ter que se virar sozinho, pois se os seus pais morressem, com certeza ele ficaria sem ter aonde morar.

Não se aproximava de meninas de sua idade, mas começou a ter os seus casos e a compulsão por sexo reprimido se pronunciou , sendo mais um problema (a culpa sempre presente criada pelas religiões), mas sem namoros, pois qualquer relação firme e duradoura exporia a sua fragilidade emocional, e não se via saindo de mãos dadas na rua. Era como se isto lhe fosse proibido, como se não tivesse esse direito.

Então de tanto conquistar mulheres na noite a sua autoestima foi melhorando e o sexo começou a ser a sua moeda de troca, além de aumentar a compulsão, pela qual também ficava se punindo.

E a vida foi indo e quando ele já tinha tido centenas de casos sem maior envolvimento emocional, a solidão foi pegando forte e ele viu o quanto ainda era extremamente sozinho e as conquistas, que se tornaram fáceis, foram se tornando um tormento, uma obrigação, como se não pudesse recusar as tantas mulheres que agora apareciam.

Chegou a um ponto que não aguentou mais segurar a barra de viver só e superficialmente, e começou a ansiar por paz, e aquela vida de nunca ter um porto seguro estava lhe derrubando, cansando, lhe deprimindo, mas ele não sabia como mudar.

Ele já estava saindo por sair com elas, já estava perdendo a única moeda de troca, estava cansado de companhias superficiais, mas a fobia por relacionamentos afetivos e diurnos ainda era do mesmo tamanho, ele só tinha aprendido a conviver com ela.

Se tornou articulado e se tornou um homem de sucesso profissional, mas no mundo afetivo e nos momento de lazer ainda era aquele adolescente assustado, aquela pessoa solitária. Vivia mais em função do que os outros gostariam de ver nele, virou um escravo desta dependência e ficava trabalhando até tarde, pois dali não teria outro ambiente para ir. Os finais de semana eram um tormento.

Sentia-se muito mal, mendigava animicamente por aceitação, mas quanto mais queria ser aceito mais parecia que fazia tudo errado. Era um mendigo de afetividade e as bravatas de conquistador, de bom vivente, só camuflavam estes temores, mas não sabia por onde começar a resolver o cerne do problema.

Como é que poderia de uma hora para a outra começar a ser ele mesmo?

Mas quem é ele afinal?

Ele não tem nem ideia mais do que gosta ou não gosta na realidade, pois vive em função dos outros. O mundo nós não conseguimos mudar, então a solução está em mudarmos a forma de vermos este mundo, o que vemos nele é reflexo do que sentimos no nosso íntimo, se temos medo, então ele nos será assustador.

Mas de onde vem esta sensação de medo social? De onde está sensação de ter que agradar todo mundo para pelo menos poder ficar ali por perto? De onde esta vergonha de sair de mãos dadas com namoradas durante o dia?

A noite era o único ambiente, não por escolha, mas era o que sobrava, mas a vida foi evoluindo e ai ele recebeu uma ajuda para entender a confusão que ele tinha no íntimo e entender como é que funciona o passar do bastão de uma vida terrena para outra.

Conheceu um gênio maluco, que deu uma entrevista em um jornal sobre um estudo que estava desenvolvendo baseado na numerologia que seria “a cura pelos números” e que deu o nome de Numeríatria. E ele foi lá e se tornou amigo do cara, que para ele foi muito esclarecedor, ficou sabedor dos motivos de tanta fobia e vergonhas, pois ficou sabendo que tudo o que ele sentia era em função de maus usos do muito poder que tinha tido em uma outra vida.

Foi um déspota, um tirano, que pensando fazer o bem oprimia toda uma coletividade com o seu temido poder religioso e rígido, daí a vergonha de sair na rua com namoradas; nesta outra vida não se permitia isso, em nome de um conceito errado religioso, cujos membros não podiam namorar, nem casar, se comprometendo forçadamente com o celibato, e ele tinha sido rigoroso com isso também, e não levava em conta o direito do livre arbítrio de cada um.

Este poder que dispunha era comum os religiosos terem nas suas regiões a apenas poucos séculos atrás, muitas vezes um poder maior do que o de muitos reis.

E ai o numerólogo foi lhe explicando que agora aquele ser poderoso não tem mais poder, então se sente ameaçado em todo canto que vai, vê perigo em todo lugar, pois não tinha sido uma pessoa justa, longe disso, então se sentia em ambiente hostil agora nesta vida, pois não tinha mais o poder que lhe dava a proteção para os seus desmandos daquele época.

Esta atuação foi tudo em função de conceitos errados que tinha sobre a vida espiritual e que considerava certo e tentava impor a outros.

Então daí vinha a vergonha inconsciente de andar de mãos dadas com uma namorada durante o dia, pois era como se todos o ficassem olhando e dizendo assim agora: “Olha só o cara, era um tremendo de um xarope e agora está ai de mãos dadas como se nada tivesse acontecendo”.

E a vida é baseada no que sentimos no nosso íntimo e quem causou medo aterrador, agora se sente sem defesa nenhuma e não se sente ser aceito por ninguém, pois antes se impunha, não conquistava com afetividade e agora tem a impressão que todos o querem pegar.

“Perdeu o poder e agora está apavorado que o peguem”. Está será a sensação íntima numa próxima vida dos tiranos, pois viveram sem plantar o amor, não era um poder baseado no respeito e afeição, mas no medo.

Hoje ele já superou bastante disso tudo, já não tem vergonha de andar de mão dada com namoradas e não tem mais aquele medo atroz, mas ainda não trabalha bem a não aceitação, mas está a caminho disso, e sabe que vai morrer tendo muito ainda que aprender nesta área de relações sociais e afetivas.

* "Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo." Roselis von Sass. E ele, mais do que ninguém, sabe do quanto esta escritora está certa.

Neste início de século XXI tivemos dois exemplos claros de como seria a vida futura de dois tiranos já ainda nesta vida deles agora.
Um foi Saddan Russein do Iraque e o outro Muammar Cadafi da Líbia.

Quem procurar no Youtoub, ainda deve encontrar a expressão de medo de Saddan Roussen quando foi pego e tirado de dentro do buraco onde estava escondido.

O medo medonho estampado no seu rosto será o medo que ele trará na alma na próxima vida, infelizmente, pois devido ao medo que provocou para algumas das etnias do seu povo, encarnará no meio delas, provavelmente, mas não terá mais o poder que tinha hoje e daí virá a sensação de estar em meio ao inimigo.

O convívio social será muito difícil, como foi o da pessoa aqui retratada.

E com este medo que trará na alma ele vai vagar pelas noites, pelas sombras, se escondendo, e não terá remédio nenhum que lhe dará paz, nunca se sentirá bem e nem aceito onde for, embora seja só uma sensação sua, enquanto não procurar dentro de si as razões e procurar se entender e superar.

Na nova vida vai parecer que a qualquer momento será descoberto, mas isto só existirá dentro do seu íntimo, pois ninguém nem vai notar nada do que está acontecendo dentro daquela atormentada alma ali do lado, nem ligar para ela.

Mas para nos sentirmos assim, não precisamos ter sido nenhum “grande” tirano, pois a maioria destes estão no convívio nosso de cada dia, nas empresas, nas organizações, nas famílias.

E este medo já ficará evidenciado imediatamente na vida sem o corpo terreno que acabou de abandonar, o poder ficou com a indumentária do corpo, este poder só existia na Terra, e o medo, o pavor da fragilidade sentida agora, ele continuará sentindo no além e ainda pior quando novamente aqui encarnar.

Saddan, já na saída do esconderijo, mostrava o quanto a falta de poder iria lhe fazer sofrer.

*“Os muitos sofrimentos humanos tiveram início no passado! Hoje cada um colhe apenas aquilo que no decorrer de suas muitas peregrinações terrenas semeou.” “O que o ser humano semeia terá de colher”” já nos dizia jesus".

*Roselis von Sass em “O Livro do Juízo Final” (www.graal.org.br)

www.hserpa.prosaeverso.net
Poeta

Poemas :  El que confía
El que confía

No te fíes de un mundo confortable
si te lo cuenta aquel que no lo habita
solo sabe la historia que está escrita
y desconoce la historia más fiable.

Tan cierto que la dicha es inestable,
se ha de dejar cuando aquel que a ella invita
no paga más la pócima prescrita.
Llegará el fin, de forma irrevocable,

a renunciar a cosas agradables:
A ancestrales aromas de las flores,
a placeres ahora inconfesables.

será el partir con todos los dolores
a un destino donde los miserables
van a mostrar un mundo sin albores

14/6/17 j.ll.folch
Licencia Creative Commons
El que confía por j.ll.folch se distribuye bajo una Licencia Creative Commons
Poeta

Cuentos :  La Hiperverdad
La Hiperverdad
(Anticuento Dadaísta)

Nada de que había una vez por allá, corrió el perfume,
nervioso saltando, entre un librero al vender su pescado
tan alegre, desayunando al fin de la fuente, un algodón en
la punta de la tercera luz cavernosa, siempre malgastando
las preguntas al desnudar el progreso sin desearlo, parado,
por la belleza del dulce humo ensayista, que muy bien sabe
de cualquier parte, tan peluda como la nube en que está la
mañana, con la naranja del atardecer al caerse encuerado.
¡Quién lo dijera!. Por la prosa del corazón hecho un pelado
dramaturgo, con todo y sus uñas azules.

Pero, no le creas al cepillo dental de la camisa bordada con
púas, y el fruto de los años en la cama tardía, que adquirió
un hombre de arena en la esquina con disfunción rigurosa,
identificando a los himnos del mamut, eréctil entre saliva,
esencialmente siendo la mesa una masa de palo al mes, en
la orilla de la humanidad metafísica con la blandura.

Pues no logramos salir de la época en el primer acceso de
fiebre, ni caminando en la ilusión total del triunfo húmedo
al comienzo muy mutilado. Nunca antes había sido bebido,
ni menos explicado al armadillo de los ojos café con leche,
quitándole un poco de azúcar a la caña que por ahí pasaba,
por el pueblo, según fue señalado antes del camino alejado,
minuciosamente elaborado con ingenuos postes de luz,
observando las hojas bajo el agua. ¡Claro que no!. Todo
estaba tan oscuro bajo las piedras que ni un pequeño león
se hubiese atrevido a soñarlo.
Afuera los ladridos eran cada vez más amarillos, y hacía
viento, pero seguían comprando al corazón bellos poemas
que se agotaban rápidamente, eran especialmente ligeros
con unos harapos vestidos de letras, y luego fermentados
con mil versos desesperados por ser leídos, especialmente
cuando desnudaban el último fracaso del zapato en la noche
con las primeras lágrimas sin sal, y con la ventanas en oferta.

Así pasaba... Nadie lo esperaba, el miedo a no morirse pintó
un suspiro, tan tranquilo por la calle sin cáscara, ni dejando
el teléfono colgado del baño, repitiendo el año de la factura
del sapo, conocedor del papel higiénico, rugiendo por las
axilas del último zorrillo con diarrea al espinarse una mano,
en el congreso de los músculos endebles, y los verdes literatos
moviendo el rabo en las cuestiones de arte tejidas con manteca.
Pero. ¿Cómo decirlo?.
Ninguno se dio cuenta del mandril en la silla hablando,
hasta por los codos, de la más grandiosa hiperverdad
de sabor aeroespacial, y con toda la fabulosa novedad
que lo ignoraba, voluptuosa por el aire,
donde se manejaba el pedal del hongo, con tanto respeto,
escuchando las mentiras más recientes de los gusanos,
y desde el piso sonriendo, con los aplausos antes de
levantar el dedo. Finalmente, nadie le creyó a la enorme
estufa, por la marca que vende una vaca. ¡A pesar de todo
!.


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
Poeta

Cartas :  “SIGO ESPERANDO”
El tiempo pasa, y no estas
Acontecimientos fuera de nuestras manos,
Aun así en la desesperada espera, te sigo amando.

Mi corazón pasó por momentos de crisis sin ti
Se encuentra estable gracias a Dios por ello.

Todo lo hago por ti amor
Me enseñaste a apreciar lo más importante
Antes que el amor que te tengo, esta el de Dios
que sobrepasa todo entendimiento.

Y eres tu quien me lo recordó,
Eso me hace amarte aun más
Mi amado, mi amor imposible,
mi sueño no realizado.

Caídas y levantadas eh pasado en esta vida
Pero se que estas tu allí
Luchando a la par,
La buena batalla con ayuda de Cristo Jesús.

Amor te extraño tanto,
Ya no quiero derramar, mas lagrimas
Quiero aprender a esperar
La voluntad del que nos creo.

Poeta

Cartas :  "TE SIGO AMANDO"
He tratado de comprender que paso
que le hiciste a mi corazón
para que te ame así.

Acaso lo hechizaste
Que palpita por ti, el solo contemplarte
parece salir de su lugar
no encuentra espacio.

Al estar en mi cámara te pienso
En un futuro incierto
Le pido a Dios discernimiento
para entender si este amor es una realidad.

Pero hoy me doy cuenta
Mi lejanía esta haciendo efecto en ti
Te noto frió , distante.
¡Acaso has dejado de amarme?

Mi amado, mi precioso,
Sea lo que fuere
En mi corazón seguirás,
Tu has llenado ese espacio
Y eres libre de amar
Pero no me pidas deje de amarte
Moriría de tristeza.

La espera es larga…………..

Mientras te sigo amando más y más.
Poeta