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Inundados ya en el lodo prácticamente en un charco los habitantes de Chalco llevan diez días codo a codo pobres sin hallar el modo de salir de tal aprieto, ya ni el mismo Peña Nieto los abandonó en tal ruina como López y Delfina con su olvido más completo.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 12 de agosto del 2024 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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Derechos humanos viola garantías individuales, conceptos elementales a los que por cierto inmola con dominio que enarbola el tirano hace una finta y a su dictadura pinta de “democracia”, te engaña, porque con muy mala saña tu libertad deja extinta.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 11 de agosto del 2024 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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Y trato de abstraerme para olvidar que te has ido, con palabras que no conozco cómo, vellorita y estío Y entre flores y gaviotas de mi vida otoñal, lograste que olvidase un tiempo; el frío viento hiemal....
f.h.a.
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Poeta
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Ya se les ve por Europa o en los Estados Unidos andan todos presumidos usando la fina ropa, toman de champán su copa, son la realeza genuina de morena ya en la cima sin nada de “austeridad” para su prosperidad la nueva casta divina.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 10 de agosto del 2024 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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Duas Senhoras Francesas
A cena se passa em Lille, na década de 1960.
Cena Única
Uma casa muito bem decorada no estilo francês da época. Duas senhoras chamadas Avril Dubois e Beatriz Dubois estão conversando e tomando chá. Elas são irmãs.
Avril- Beatriz, eu ainda sinto falta do seu marido. Ele morreu tão jovem.
Beatriz- Uma vez ele me disse que sentia que ia morrer jovem, eu não acreditei nele. Até o chamei de bobo por ele pensar assim.
Avril- Coisas da vida! Há pessoas que são mais sensíveis a essas coisas.
Beatriz(toma um gole de chá)- Tem razão. Ele era incrível! Você se lembra disso?
Avril- Ah sim, ele era muito falante, divertido, sempre atencioso com você. Um homem como poucos mesmo!
Beatriz- Só não tinha boas relações com a família, principalmente com a mãe.
Avril- Mas isso nós também não tivemos minha cara irmã. Lembra como brigávamos com mamãe?
Beatriz- E como lembro! Eram brigas colossais!
Avril- Mas nos últimos anos todos nós nos demos muito bem. Mamãe ficou mais maleável, mais flexível...
Beatriz- Papai também mudou muito antes de morrer.
Avril- O problema de papai eram as mulheres. Ele não resistia nenhuma mulher bonita. Quantas vezes mamãe chorou por causa de uma traição dele.
Beatriz- Hoje os tempos são outros, as mulheres traem tanto quanto os homens.
Um rapaz bonito chamado Marcel desce as escadas. Ele está bem arrumado e perfumado.
Beatriz- Meu sobrinho! Tomou banho de perfume de novo!
Marcel(cheira a si mesmo)- Nem tanto, titia! Foi só um pouco.
Avril- Um pouco de muito. A casa inteira está cheirando a perfume.
Marcel- Vou sair, titias. Preciso estar cheiroso. À propósito, o jornal que vocês pediram para dizer quando começasse já está passando.
Avril e Beatriz se sobressaltam.
Avril- Vamos perder o jornal, Beatriz!
Marcel- Levem o chá para tomar lá em cima.
Beatriz e Avril pegam as xícaras de chá. Elas vã até a escada.
Avril- Não chegue muito tarde, Marcel. Por favor, me obedeça.
Marcel- Está bem, titia, vou voltar mais cedo.
Marcel sai pela porta. Ouvimos na parte de cima a TV falando.
Avril e Beatriz- Vamos logo ou perdemos o jornal.
Elas sobem a escada e desaparecem. Ouvimos o som da televisão e com isso o pano desce.
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Duas Senhoras Francesas
A cena se passa em Lille, na década de 1960.
Cena Única
Uma casa muito bem decorada no estilo francês da época. Duas senhoras chamadas Avril Dubois e Beatriz Dubois estão conversando e tomando chá. Elas são irmãs.
Avril- Beatriz, eu ainda sinto falta do seu marido. Ele morreu tão jovem.
Beatriz- Uma vez ele me disse que sentia que ia morrer jovem, eu não acreditei nele. Até o chamei de bobo por ele pensar assim.
Avril- Coisas da vida! Há pessoas que são mais sensíveis a essas coisas.
Beatriz(toma um gole de chá)- Tem razão. Ele era incrível! Você se lembra disso?
Avril- Ah sim, ele era muito falante, divertido, sempre atencioso com você. Um homem como poucos mesmo!
Beatriz- Só não tinha boas relações com a família, principalmente com a mãe.
Avril- Mas isso nós também não tivemos minha cara irmã. Lembra como brigávamos com mamãe?
Beatriz- E como lembro! Eram brigas colossais!
Avril- Mas nos últimos anos todos nós nos demos muito bem. Mamãe ficou mais maleável, mais flexível...
Beatriz- Papai também mudou muito antes de morrer.
Avril- O problema de papai eram as mulheres. Ele não resistia nenhuma mulher bonita. Quantas vezes mamãe chorou por causa de uma traição dele.
Beatriz- Hoje os tempos são outros, as mulheres traem tanto quanto os homens.
Um rapaz bonito chamado Marcel desce as escadas. Ele está bem arrumado e perfumado.
Beatriz- Meu sobrinho! Tomou banho de perfume de novo!
Marcel(cheira a si mesmo)- Nem tanto, titia! Foi só um pouco.
Avril- Um pouco de muito. A casa inteira está cheirando a perfume.
Marcel- Vou sair, titias. Preciso estar cheiroso. À propósito, o jornal que vocês pediram para dizer quando começasse já está passando.
Avril e Beatriz se sobressaltam.
Avril- Vamos perder o jornal, Beatriz!
Marcel- Levem o chá para tomar lá em cima.
Beatriz e Avril pegam as xícaras de chá. Elas vã até a escada.
Avril- Não chegue muito tarde, Marcel. Por favor, me obedeça.
Marcel- Está bem, titia, vou voltar mais cedo.
Marcel sai pela porta. Ouvimos na parte de cima a TV falando.
Avril e Beatriz- Vamos logo ou perdemos o jornal.
Elas sobem a escada e desaparecem. Ouvimos o som da televisão e com isso o pano desce.
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Duas Senhoras Francesas
A cena se passa em Lille, na década de 1960.
Cena Única
Uma casa muito bem decorada no estilo francês da época. Duas senhoras chamadas Avril Dubois e Beatriz Dubois estão conversando e tomando chá. Elas são irmãs.
Avril- Beatriz, eu ainda sinto falta do seu marido. Ele morreu tão jovem.
Beatriz- Uma vez ele me disse que sentia que ia morrer jovem, eu não acreditei nele. Até o chamei de bobo por ele pensar assim.
Avril- Coisas da vida! Há pessoas que são mais sensíveis a essas coisas.
Beatriz(toma um gole de chá)- Tem razão. Ele era incrível! Você se lembra disso?
Avril- Ah sim, ele era muito falante, divertido, sempre atencioso com você. Um homem como poucos mesmo!
Beatriz- Só não tinha boas relações com a família, principalmente com a mãe.
Avril- Mas isso nós também não tivemos minha cara irmã. Lembra como brigávamos com mamãe?
Beatriz- E como lembro! Eram brigas colossais!
Avril- Mas nos últimos anos todos nós nos demos muito bem. Mamãe ficou mais maleável, mais flexível...
Beatriz- Papai também mudou muito antes de morrer.
Avril- O problema de papai eram as mulheres. Ele não resistia nenhuma mulher bonita. Quantas vezes mamãe chorou por causa de uma traição dele.
Beatriz- Hoje os tempos são outros, as mulheres traem tanto quanto os homens.
Um rapaz bonito chamado Marcel desce as escadas. Ele está bem arrumado e perfumado.
Beatriz- Meu sobrinho! Tomou banho de perfume de novo!
Marcel(cheira a si mesmo)- Nem tanto, titia! Foi só um pouco.
Avril- Um pouco de muito. A casa inteira está cheirando a perfume.
Marcel- Vou sair, titias. Preciso estar cheiroso. À propósito, o jornal que vocês pediram para dizer quando começasse já está passando.
Avril e Beatriz se sobressaltam.
Avril- Vamos perder o jornal, Beatriz!
Marcel- Levem o chá para tomar lá em cima.
Beatriz e Avril pegam as xícaras de chá. Elas vã até a escada.
Avril- Não chegue muito tarde, Marcel. Por favor, me obedeça.
Marcel- Está bem, titia, vou voltar mais cedo.
Marcel sai pela porta. Ouvimos na parte de cima a TV falando.
Avril e Beatriz- Vamos logo ou perdemos o jornal.
Elas sobem a escada e desaparecem. Ouvimos o som da televisão e com isso o pano desce.
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Poeta
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Andan presumiendo todos que “Dos Bocas” ya refina gasolina de la fina hablan hasta por los codos con sus mugrenacos modos, así, pa’l pueblo “despierto” que no quede en el desierto la vil promesa del peje y que a diez pesos nos deje el litro que ya sea cierto.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 03 de agosto del 2024 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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El poeta y su perrita Barcelona ::: España 03/08/2024 LA CANCIÓN DEL OCASO Recuerdo el caño de la fuente clara o a aquella mujer, vestida de penas con su carne manchada en deshonores buscando una limosna entre las puertas Que se inventaba el mundo cada tarde llevando en sus manos unas flores marchitas tan solo una vez cogió mi mano que al mirarla, desvió la mirada Huyendo de su vida con dos maletas viejas abierta a la imposible se perdió una mañana Recuerdo su andar furtivo aquella mirada triste y el recuerdo de aquel beso que en la mejilla me diera La oscura habitación con luz dudosa corriendo pareja con el viento donde vendiera a todos sus amores enterrando el corazón entre las sombras Hubo un hombre sin sueños que una tarde la dejara herida con un anillo entre sus manos y un hijo en sus entrañas El niño nació muerto ya nada le quedaba queriendo acallar su llanto a la vida se entregara En una esquina sin nadie y un agua que la mojaba quedó dormida una tarde murió sin tener a nadie Ya su tumba está cubierta, nada queda solo unos tristes matojos, dejando huella y una vieja cruz derrumbada por el viento recuerdan a aquella, que murió de pena Las piedras mudas,las hojas secas sollozan en la triste madrugada como pidiendo perdón, perdón por ella por aquella mujer, que murió tan sola Una vieja perra tendida en la sepultura está gimiendo al viento, gime por ella por aquella mujer que le dio su cariño cuando igual que ella, estaba tan sola Mujer de tantos sueños, mujer de nadie que te quedaste dormida una tarde cualquiera quiero brindarte mis versos con mi loca pluma quiero brindarte mis versos, mujer de nadie
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Poeta
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Procrastamos el tiempo del olvido, al entrar en el espiral del recuerdo de no querer dejar ir todo aquello que realmente nos hacía mal. Damos vuelta una vez más al pasado, cortamos como cuchillo y no sanamos la herida que con moscas y con mal olor, seguimos rascando. Memorias del pasado.
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Poeta
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