Poemas :  Un beso
Enredaste tus brazos a mi cintura
te acercaste a mi oído
y antes que me dijeras algo
acaricie tu mejilla
y te acerqué a mis labios
y mis caricias
te lo repetían una y otra vez
no es mejor un beso.
Poeta

Poemas :  Tengo un romance
Tengo un romance
con el tiempo y el espacio
tengo un romance
perdido en el deseo
tengo un romance
resaqueado de desilusión
tengo un romance
fatigado de versos
tengo un romance
solo faltas tú.
Poeta

Poemas eroticos :  Tu piel
Piel,piel,piel
piel que en las noches en
distancia me despiertas, piel
que me trae sueños de cálidas
caderas, de jugoso sexo que brota
de entre tus piernas como un oasis
a mis deseos mas secretos, senos
encantados de claras aureolas,
gemidos de distancia, sudor y deseo,
espacios para llenar de besos.

Tus muslos son la mejor manera
de llegar al cielo, el olor de tu sexo es
para aspirarlo muy cerca al nacimiento
de tus labios rojos, excitados y húmedos
como mis dedos al tocarlos.

Mis noches se han vuelto cortas, no me
al cansa el tiempo para contemplar tus
formas perfectas como tus ojos, para
sentir en mis sueños tus manos como
mariposas volando sobre la miel de mi
excitación profunda.

Regalame tu piel, vuela sobre mi, abre
tus piernas y deja que yo entre al paraíso
de tu vientre.
Poeta

Poemas :  Al lento despertar
Al lento despertar surge la duda,
si es vicio ese placer de estar dormido,
o es tan solo el quedarse sin sentido
que el alma en el soñar también ayuda.

¿Quién manda la inconciencia tan tozuda?
que crea en el dormir el mejor nido;
y a poseer aspira de quien se ha ido,
a su alma arrinconada y ya desnuda.

Sometido al deleite con ternura
al sueño de Morfeo estoy rendido;
es pues que siendo propia tal locura

en este despertar, de dulce olvido
es premio, no es castigo ni tortura,
al ver de la inconciencia la hermosura.

24/9/14 j.ll.folch
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Poeta

Poemas de amor :  Dueña de todos mis versos
Las noches en las que yo te escribo;
Son los ratos de mis más locos desvaríos;
Los mismos en los que estos dedos de mis manos
Ignoran todo lo que digo
y trazan un único camino
Bajo la guía de un corazón inspirado,
Que no es otro que el mío.

Te amo tanto, mujer tan preciosa,
Que te escribo aún cuando me encuentro dormido,
Porque solo nacen letras hermosas a tu persona
De los sueños en los que me hallo contigo.

Te escribo ahora y te escribiré lo que dure mi vida,
Te amo ahora y te amaré mientras lo permita mi alma,
Te siento ahora y te sentiré hasta el fin de mi existencia;
Mujer de mis pensamientos; princesa de todos mis cuentos.
Te adoro mi amada; dueña de todos mis versos.


Héctor Humberto García Herrera

Poeta

Poemas :  A LÓGICA E A JUSTIÇA DIVINA NAS ENCARNAÇÕES
A LÓGICA E A JUSTIÇA DIVINA NAS ENCARNAÇÕES

Muito fala-se de vida após a morte, de reencarnações, de efeito de causa e efeito, de carmas, de céu e inferno, de nirvana, de vida após a morte, ou antes, sem nenhuma base lógica e tantas outras coisas mais relacionados à nossa vida, que de tanto falar aqui e ali, e de tantas contradições e até asneiras ditas pelas religiões, a maioria das pessoas já perdeu a busca por estas informações tão importantes para entendermos o que acontece durante o período terreno, as coisas mais importantes da vida, pois tudo virou um balaio de gato, onde volta e meia entra mais algum gato.

Para a psiquiatria antes tudo se resumia na infância, ou até a vivências no intrauterino para explicar tudo e eu não quero aqui entrar no questionamento de nada nesta área, pois sei que foram úteis em algum período da minha vida, pelo menos para saber que em algum momento, neste caminho não ia encontrar nada, e quando você não sabe o que não está batendo bem em você o melhor caminho é o da eliminação.

Este raciocínio é no mesmo caminho de um mecânico que vai consertar o teu carro e não sabe por onde começar, quem já teve um desses problemas fantasmas em um carro sabe do que estou dizendo.

Na psiquiatria ou psicologia dos anos setenta era a mesma coisa, ou pior, o cara te cobrava o olho da tua cara, para depois de um enorme silêncio simplesmente dizer; “Por hoje encerramos, até a próxima seção”, meu, era loucura aquilo, e a minha família não era rica; está certo que falar um pouco acabava te dando alguma esperança, mas, meia hora depois que você saia de lá, já queria que um caminhão caísse de um viaduto bem em cima da tua cabeça.

Mas a vida continua, esta minha experiência ocorreu quando fui servir o exército e não aguentava aquele convívio e rotina massacrante, mas o problema maior era a aglomeração de pessoas, hoje este distúrbio é chamado de Agorafobia, ou fobia social, mas hoje tudo tem um nome, mas o exército, claro, não sabia o que era isso, muito menos os psiquiatras de então, mas só sei que a minha mãe acabou me tirando de lá, depois de muita luta e eu ter ficado uns dois meses numa Ala de doentes mentais, onde a maioria eram pracinhas que lutaram na segunda guerra e outros piradões que nem eu, daqueles anos setenta, onde nos víamos no filme “Um estranho no ninho” com Jack Nicholson, mas que eram chamados de malandros pelos sargentos e tenentes que ficavam me ameaçando que quando eu voltasse do hospital eu ia ver “o que era bom para tosse” de querer se livrar deles.

Tive amigos que levaram eletrochoques, assim como sei que Paulo Coelho também, e por isso, apesar de não gostar de alguns livros dele, principalmente da mística que ele gosta de criar em torno de si, que é tudo baboseira, pois estas sociedades que se diziam ou se dizem ser secretas são apenas formadas em cima de egos, sem nada de espiritualidade, mas de alguns livros não posso dizer que não gostei e que até me identifiquei, como a busca frenética por respostas em O Alquimista, Onze minutos (sobre o mundo da prostituição, fui um caso de muitas, o namorado fora do expediente) e Veronika Decide Morrer, de pirados como eu fui, que é muito bom e indico, tanto esse como o primeiro, o segundo me mostrou uma realidade que eu conhecia por dentro, mas não sei se é do agrado de outros, mas é real.

A psiquiatria era tão avançada naquela época que fui para o hospital psiquiátrico do exército duas vezes, na primeira quiseram me devolver, mas a minha mãe voltou à carga e voltei para o hospital para ficar mais uns dois meses, e dali sair sem ter falado nenhuma vez com nenhum psiquiatra.

Com o tenente que ficava me ameaçando aconteceu um lance que foi interessante e totalmente sem intenção, eu não tinha e não tenho maldade, mas ele não saiu ileso. Ia ter um marcha especial e todos estavam com o uniforme de gala e eu por estar à paisana, estava fechado no vestuário e sentado numa caixa de engraxar sapato espiando a tropa ali do lado de fora, ainda em formação para o desfile, e depois eu iria embora.

E este tenente entrou e disse: “Bom soldado Serpa, já que estás indo embora dá um último brilho aqui no meu coturno e colocou o pé no lugar apropriado e eu ali sentado, com medo de alguma coisa ainda dar errado no último minuto, peguei o primeiro pano que vi na caixa e comecei a esfregar o coturno do tenente, só que o pano estava sujo e o coturno estava com cadarços branco, pois de gala, e já viu a meleca que deu, mas apesar da babada e escutar que eu não servia para o exército mesmo, acabei atravessando o portão pela última vez.

Dois meses depois estava com um amigo, naqueles tempos de malucos e caretas, e acabei indo preso junto com ele que era chamado Marcos, que depois começamos a chamar de “marcão”, que na época era sinônimo de quem dava vacilo, pois deu uma bobeira de deixar dentro de uma caixa de fósforo uma bagana de maconha, que não dava nem para uma puxada, e fez de nós e mais um outro que estava junto, que era filho de um tenente, por coincidência, virar primeira página de jornal.

“PRESOS COM OS OLHOS ESBUGALHADOS DE TANTA MACONHA”, não tinham melhor assunto provavelmente, e eu que nem gostava daquilo, mas gostava dos amigos, fui “guardado” junto com eles.

Cito isso, pois depois soube pelos meus amigos do exército, que com eles todos formados, os oficiais, com o Jornal na mão, deram uma baita de uma esculachada dizendo que o exército tinha se livrado de um mau elemento da pior categoria, e deixaram no mural o jornal até ficar amarelado para servir de exemplo, quando, coitado de mim, estava pedindo para morrer de tanto chover coco na minha cabeça, e que eles tinham é ficado putos de não poderem mais pôr as mãos em mim; meus amigos foram todos expulsos no final.

Mas a psiquiatria evoluiu muito, hoje há nomes para tudo, e eu não posso falar nada, pois muito me ajudou depois, pois eu só estava começando a minha trajetória de estranho no ninho neste mundão.

Esta história começou a ficar longa, mas o que posso dizer é que o psicólogo mais barato que a minha mãe tinha arranjado era um ex-padre, também professor da PUC do Paraná, e muito conhecido, pois era de família tradicional e muito rica de Curitiba, e tinha programas de psicologia e Filosofia em rádios, possivelmente da família.

Mas quando escutou eu dizer que iria parar com o tratamento, naquela altura era terapia de grupo, pois tinha encontrado uns livros (Mensagem do Graal “Na Luz da Verdade” de Abdruschin) que tinham me dado respostas e que ia me aprofundar nelas, ele não quis abrir mão deste maluco aqui, que incandescia a turma de tanto questionar e falar, e só faltou me dar alguma grana como incentivo, ao invés de receber, pois do pagamento até dispensou, mas para o bem daqueles coitados, que espero que todos tenham ficado bem, eu não fui mais.

No sofrimento de alguém não tem nada de engraçado, mas lembro, antes de ter encontrado os livros de Abdruschin, que saindo um dia de umas destas sessões, entrei em uma igreja que estava vazia, (naquela época ainda não se roubavam igrejas), coisa que desde os meus tenros quatorze anos já não fazia mais e ajoelhei-me e procurei fazer uma prece, a mais profunda possível, mas vi que me faltava força interior, eu só tinha força mental, e que a culpa era só minha por não conseguir a força suficiente para merecer levar uma oração em frente, e sai dali consciente desta incapacidade.

Para a história não ficar sem pé nem cabeça digo que frequentei novamente o consultório de um psiquiatra, desta vez uma psiquiatra, quando já estava no final de um relacionamento de quase dez anos e chorava lá feito um bebe de tanto sofrimento desconhecido na alma, mas a única coisa que aquela psiquiatra sabia fazer era ficar dando umas cruzadas de perna, enquanto eu chorava feito um doido, mas não tão doido a ponto de não observar quais as intenções daquelas cruzadas, pois tinha desenvolvido sexo meio que compulsivo antes daquele casamento e ele foi uma fuga e um esteio por aquele período, mas eu tinha que voltar para a estrada.

Eu ainda estava muito longe para viver dentro dos ensinamentos de Abdruschin que eu considerava e considero inquestionáveis.

Mas para ganhar aquele tipo de pernas eu não precisava pagar tão caro, nunca paguei prostitutas, pois as ganhava de graça, nunca tive pressa e ficava até o final do expediente e iamos comer alguma coisa em grupos e terminar a noite, o que eu queria era companhia, mas fui o protegido de muitas quando jovem, então conhecia bem o meio.

Mas depois de separado, em um coquetel, encontrei uma amigo gerente de uma seguradora tomando guaraná, e ele era um baita de um bebum, perguntei por que, e ele me disse que estava tratando de Síndrome de Pânico e, ainda mais, o diretor dele que também era meu amigo, também estava indo lá no mesmo psiquiatra e quando passou alguns dias e eu apavorado, pois viria um feriadão de carnaval, e eu não sabia se ia aguentar tanto tempo sem falar com ninguém, fui lá e pedi o telefone do profissional.

Fui e o cara era caro, o mais caro de Curitiba, talvez entre os mais caros do Brasil, era de certa idade, tinha sido professor, tinha sido palestrante pelo mundo e já não dava entrevistas para revistas, vi uma vez quando a Veja o procurou.

Eu estava com trinta e oito anos, e em pleno viço profissional, e tinha passado por tudo, então sabia que o cara era bom, haja visto eu e os outros dois conhecidos, figurinhas carimbadas na cidade, estarem se tratando com ele, e ele não queria saber quem foi meu pai nem a minha mãe, nem tocava no assunto, e já foi falando lances e me pondo para relaxar, ensinando técnicas; era como se a minha alma estivesse em carne viva, quando ele falava palavras para me acalmar eu sentia um alivio, ali deitado naquela maca.

O meu amigo dizia que o pé dele fervia quando ele dizia no relaxamento que o dedão dele estava esquentando, esquentando, mas eu não conseguia me entregar tanto no relaxamento, mas fui melhorando. Assim como não tinha conseguido fazer aquela oração, não conseguia também me entregar no relaxamento, e por isso passei a fazer duas vezes por semana, gastaria tudo que tinha ganho, se fosse preciso. Nesta altura o problema principal era uma depressão profunda.

O mundo continuava sempre me assustando muito e criar vínculos afetivos era a minha fobia.

Um dia depois de um acidente que causei, que fechou o centro de Curitiba; eu tinha batido em um taxi e os taxistas fecharam aquela via da cidade, até que tivessem todas as garantias que o amigo deles receberia os prejuízos causados em um acidente tão insólito, pois bati na contra mão embaixo de um viaduto de mão única, mas que ninguém se machucou, felizmente, e que virou conversa e risadas de mais de mês na cidade.

Um amigo que estava comigo no carro na hora do acidente tranquilizou todo mundo, de que eu era boa gente, tinha seguro e que iria pagar tudo, enquanto eu desmaiado fui levado para um pronto socorro, onde só acordei depois da hora do almoço sem saber o que tinha acontecido, mas sem nenhum machucado; o acidente tinha sido às sete da manhã, e teve TV extraordinária e também no jornal do almoço, enquanto eu ainda dormia no banco do hospital sem nem ainda ter sido atendido.

Fizeram um exame por insitência minha para eu poder ir embora, tinha só uma luxação no ombro, e me liberaram, tinha um monte de gente atrás de mim, mas como eu dormi no banco do hospital, não tinha prontuário de entrada e ninguém sabia onde eu estava, eu nunca imaginei que tivesse tantos amigos na cidade.

Liguei para minha irmã e perguntei se ela podia ir me buscar, ela foi e dali fui em busca do meu amigo que tinha guardado os meus documentos e algumas coisas pessoais muito mais importantes que eu tinha comigo no carro, e fui para o hotel onde morava. Lá almocei e li o jornal, onde mais uma vez eu era primeira página, embaixo de uma árvore que tinha numa pracinha em frente do mesmo e ali relaxei.

Passado este momento eu liguei para a minha irmã pedindo se ela poderia me emprestar um carro que eu iria para a praia com uma paquera que eu tinha brigado no início da noite do acidente, e onde alguns amigos iriam alguns dias depois para passarmos o ano novo.

Eu estava tremendamente sensível com tudo o tinha acontecido e sabia que haveriam muitas consequências graves, mas estava tranquilo lá naquela casa sozinho com aquela garota que era tão piradinha e lá, naquele isolamento, eu senti por ela o sentimento que tinha sentido na adolescência e que tanto tinha corrido atrás sem nunca mais ter encontrado e isto me causava tanto sofrimento, e por isso sabia da importância daquele momento e consciente da libertação que eu estava tendo ali , fui para um quarto vazio da casa e prostrado no chão agradeci a Jesus, o Amor de Deus, pela libertação daquele engano, e esta oração eu sabia que era uma oração como deveriam ser todas as orações

Alguns dias depois eu vi que aquilo que sempre procurei, e sofri tanto buscando, era apenas uma tola paixão, ridícula até, e que antes daquele final de ano já tinha passado.

E assim vai a vida indo ao seu desfecho terreno, onde vamos encontrando no caminho as pedras que um dia colocamos em outras épocas, em outras vidas, e que agora vamos encontrando no caminho da volta.

Descobri nas minhas andanças que por conceitos religiosos errados que impus ferreamente a outros, em outros tempos, tinha pecado muito contra o amor, ao não permiti-lo ser natural em mim, e que por isso agora tinha tanta dificuldade de lidar com ele e com as mulheres inicialmente, e o medo social que oprimia a minha alma era por agora me sentir desprotegido sem o poder que tive naquela época e que usei para oprimir tantos.

Nesta vida sempre me senti como se todo mundo estivesse me olhando, me descobrindo por trás da máscara, e este medo era, claro, anímico, mas gutural, e hoje como sou feliz por, simplesmente, poder andar de vota pelas ruas da cidade, sem precisar ser de madrugada.

Quem sofre de amor, um dia pecou muito contra ele, isto eu sabia, e esta é a moral da história e que a psiquiatria nunca iria descobrir, mas me ajudou muito, assim como os ensinamentos do mestre Abdruschin.

Já comentei em outras crônicas algumas das coisas citadas aqui, mas são facetas diferentes da mesma história. Um dia eu fecho todas elas e vou dormir.

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Poeta

Poemas :  RECUERDO VIVO
¿Porque no recuerdo olvidarte?
Siempre estas en los instantes...

En el aire,en cada chica que intenta besarme,
En el arte,en el debate de mi mente y mi corazón,
En cada canción,en cada suspiro,
En cada latido,en cada fragmento, vivido,
En cada sonido del whats app,
En cada rincón de cualquier lugar,
En mis venas, en esas putas parejas,
En la costilla de Eva,en el bar ahogando penas,
En las espinas,con las amigas,en cada noche fría,en las Cenicientas de esquina,cuando todo pasa tan deprisa...

En todo lo que te escribo
Tu recuerdo siempre estará vivo
Por lo vivido,por todo lo compartido
Poeta

Poemas de amor :  Lejana mía
                         

Por tu falta de humanidad, por
tus mentiras de amor eterno, por
tus arrogantes conceptos de
compañía, por hacer sentir mi
humildad como un defecto, por
sentirte superior frente al dolor que
causas, por cada lágrima y paso
lento que doy Pensándote, por cada
reproche que me hago por perderte, por
mi soledad recuperada, por los "niños"
que nos separaron, por las largas noches
olvidadas, por las largas noches que están
de vuelta, por extrañar cada día tus
manos, por cada día de olvidar mas tus ojos.

Hoy me despido de ti completamente, dejo
como mil veces mi pasado, desde hoy
Olvidare tu nombre, no recordaré tus ojos, no
extrañare tus manos, desde hoy estoy seguro
que no fuiste mas que un sueño; la realidad
aveces se mezcla con mis sueños, no bastaron
las lágrimas de antes, no fueron suficientes
las veces que mi mente intento llamarte, no
conseguí nada con mis ojos clavados en el
suelo, no logre quitarme el frío de la ausencia
recordando como loco los momentos en tus
brazos.

No me recuerdes por favor lejana mía, no
permitas que este hombre que por error
llego a tu lado, con sus vacíos de amor
manche tus ojos, no permitas que este
hombre que soñó amarte, impida que te
amen para siempre.
Poeta

Frases y pensamientos :  ACEITAR E MUDAR UM POUCO
Hoje não saio. A noite não me inspira confiança, de um momento a outro pode começar a trovejar. Amanhã é outro dia, outra noite e veremos.
Pela rasgada janela da varanda vejo o Porto, as luzes somente, um ruido de fundo adormece os meus ouvidos, são os carros a pisar o molhado da estrada.
Outro mais baixo oiço, a respiração do meu companheiro adormecido no sofá.
O pensamento teimosamente, voa para o que quero esquecer.
Felizmente que já não entristeço. Aceito. Somente isso e nada mais. Embora tenha perdido uma oportunidade de vender um andar que está fechado todo o ano e só me dá despesa, nem isso me importou. No fundo já contava. A demora de um ano, foi demais para o comprador. Só me resta, ir buscar o que quero de móveis e deixá-lo as moscas. Tudo tentei e fiz, sem conseguir nada.
Fui feliz quando o usava, adorava a praia pela manhãzinha, as caminhadas, cafeterias, as minhas amigas, passei meses seguido lá. Agora nem quero lá entrar, magoa, muito do passado antigo e recente ecoa pelo corredor, na brancura do mármore, a cadeira branca da varanda com coxins de riscas amarelas onde o meu Marido passava horas a olhar o mar, intercalado com pequenos dormitar.
A minha gatinha branca como a neve a correr e a saltar, resvalando no polido chão de mármore.
Tenho que me convencer que são recordações e que não volverei a vive-lo.
Tudo passa, tudo termina, novas etapas, novos desafios, vem e tenho que aceitá-los, com força e alegria, pois é sinal que estou viva. Deus não tira nada, só leva o que emprestou. Penso que ninguém sente a minha falta, já partiram e eu fiquei, para penar a solidão de os não ter. Com pena, muita saudade, mas estão todos no meu coração. Quantas zangas, quantos amuos, mas no fundo, sentimentos sem nome acompanham-me sempre.
Posso dizer que sou exigente demais e não o entendo. Se com pouco me contento, se não tenho limitações tanto físicas como monetárias, se tenho um grande Amigo, difícil de encontrar hoje em dia, porquê esta inquietude, de falta. Não sei o que é. Talvez tenha nascido em hora errada, em tempo que não era o meu. Se soubesse o que me inquieta, era bom. Penso que sinto os amigos a deteriorar-se, a minha geração a acomodar-se ao não fazer nada, serem velhos sem razão e ter que aceitar novos, com mentalidade diferente. Tentando não criticar a falta de valor moral, liberdade a mais, é um mundo diferente. Não quer dizer que tenha razão e eles não, mas a mudança que tenho que fazer dentro de mim é grande. Outro tempo, outra maneira de ser, outros valores, mas são do melhor como pessoas. Com paciência lá vou indo, custa, mas não se pode viver isolado. Agradeço envergonhada a companhia dos mais novos, é o que me resta, pois como disse, os mais velhos, deixaram-se derrotar pelo calendário.
Porto, 23 de Setembro de 2014
Carminha Nieves
Poeta

Poemas :  Fantásticamente
FANTÁSTICAMENTE

Aquí la luna teje un lago
en las cuerdas del aire
que al volcán escucha
el bosque desacorde.


Allá una estrella sueña
en las mariposas miel
que al halcón acaricia
siendo nieve tibia.


¡Qué grandeza de gota!.
Abriga la humedad inmensa
¡Qué baja al sol sin quemarse!
Asombrando la luz inmóvil.


Y en el fondo los cristales.
Brotan, brotan una noche,
al cielo reverdeciendo,
multicolor fantasía.


Aquí allá.
La grandeza cabe en una gota.
Luna cuerdas volcán bosque.
¡Si solo hay fantasía!.


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
Poeta