Poemas :  Nunca Supe Mas de Ti
Tu, que renunciaste a todo
por seguirme a mi
tu que me diste sueños
y me diste paz
y que estuviste siempre
cuando te llame.

Yo, no se si te busque
por soledad o porque
talvez me equivoque
no quise hacerte mal
yo simplemente
te necesite.

No, no pienses nunca
que yo te mentí
yo cuando dije amarte lo sentí
equivocado o no
se que te ame.

Hoy en el vacío que mi vida es
como quisiera volver a empezar
volverme a enamorar
a enamorar.

Yo, no se si te busque
por soledad o porque
tal vez me equivoque
no quise hacerte mal
yo simplemente
te necesite.

No, no pienses nunca
que yo te mentí
yo cuando dije amarte lo sentí
equivocado o no
se que te ame.

Hoy en el vacío que mi vida es
como quisiera volver a empezar
volverme a enamorar
a enamorar.

Como quisiera volver a empezar
pero yo nunca supe mas de ti.


Por Sergio Denis



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Poeta

Frases y pensamientos :  Razón
Entre mis tantas
palabras absurdas
y mis actos que ahora
parecen una locura,
más adelante encontrarás
un poco de razón...

Héctor H. García
Poeta

Poemas :  remedio caseiro
Remédio amargo.

Em minha infância,
fui obstinadamente induzido
a ingerir remédios caseiros
que de tão ruins
vinham acompanhados do conselho
” tampa o nariz e engole,
é horrível mais cura”.

Tanto quando,
algumas pessoas, se imaginam,
raro remédio,
única salvação e expressão
do bem sobre a terra,
e tentam
entrar a força
olhos ouvidos e garganta
de quem por ventura,
possa lhes interessar.

Nem percebem
ser seu escolhido paciente,
na verdade,
a necessidade única
para que se sintam, úteis,
poderosos,
significativos para alguém.
Ou seja,
serem elas
os verdadeiros doentes.
Tentando transformar sua carência
Em utilidade e poder.
Poeta

Sonetos :  Certidão
Certidão
O que escuto de mim mesmo?
O que me cobro?
Apesar de viver a esmo,
eu não me dobro...

De material não tenho nada...
Tenho uma visão encantada,
que transforma tudo em poesia:
sol, lua, noite, dia....

Como cobrar de mim mesmo,
se não tenho como me pagar?
Então deixo a dívida rolar...

O que errei, quando pude, consertei.
Só me arrependo do que não fiz,
porque nunca saberei

se me faria mais feliz

A.J. Cardiais
03.01.2017
imagem: google
Poeta

Poemas de reflexíon :  La experiencia de vivir
[img width=400]https://www.somosdeboca.net/wp-content/uploads/2017/01/LP-000212123.jpg[/img]


Por Conrado Augusto Sehmsdorf (Kurt)



[img width=300]https://www.somosdeboca.net/wp-content/uploads/2017/01/LP-00021212.jpg[/img]
Poeta

Poemas :  Sonho Esperançoso
Sonho Esperançoso
Eu ganho pouco,
mas tenho o conforto
de uma vida de sonhos.
Não é a "vida sonhada":
filhos sem problemas,
uma mulher apaixonada...
Ainda não é essa vida.

Mas estou na lida...
Ainda queimo a esperança
de que esse sonho
venha a acontecer,
antes de eu morrer.

Porém,
enquanto a morte vem,
e o trem da vida corre,
vou alimentando o meu sonho esperançoso,
porque dizem que a esperança
é a última que morre.

A.J. Cardiais
21.08.2009
Poeta

Sonetos :  Amores Ausentes
Solo estoy, como desierto sin viento
Arenas tibias de recurrentes
Sueños, surcos abiertos en dolientes
Almas, se desangran cuando te miento

Tu corazón abierto, que sediento
Puede latir, sin mis manos ardientes
Rodeando tu piel, desnuda mentes
La verdad, la mentira es escarmiento

Por no regalarte noches gimientes
Sonidos de mujer, casi serpientes
Dejando huellas sin curar, invento

Un mundo irreal, en el que tú aliento
Es solo para respirar, te sientes
Vencida, herida de amores ausentes.


Conrado Augusto Sehmsdorf (Kurt)


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Poeta

Poemas :  Encenações e disputas
Encenações e disputas
A nossa vida, além de ser um teatro,
é uma pista, um tabuleiro, um oceano...
Então, além de sermos atores,
nós temos que ser tri atletas
e jogadores.

Conforme a situação,
nós temos que saber lidar:
temos que ser bons nadadores,
para nadar contra a maré de azar;

Temos que ser bons corredores,
para correr atrás dos sonhos;
temos que ser bons ciclistas,
para pedalar, e fazer voar
a nossa imaginação;

Temos que saber jogar,
para saber a hora de blefar
e desorientar o “otário”;
E, para encerrar, aprender futebol,
para a driblar o adversário
e chutar para o gol.

A.J. Cardiais
19.08.2009
Poeta

Poemas :  Pavorosa ingenuidad
PAVOROSA INGENUIDAD

Llevaba al partir primaveras,
el ritmo ardiente entre dientes.
Pero volvió el eco tembloroso,
con la sorpresa que no he muerto,
con la luna vieja y blanquecina,
porque en cada rama advierto rosas.

Al tañer tiñendo mi dureza,
en la ventura de los luceros,
para tornar al pandero en trueno,
y muda la paz a mi ruego venga,
como rayo vespertino al crepúsculo,
de leve espuma y zafir color,
que ni sabe nada de luz incierto,
entre vientos afilados y rumbo raro.

Donde ceñía alfombras tiñendo,
al tañido de rojos rayos.
Por éso y por aquéllo, donde,
arde ya la yedra,
y el orejero ojo azuza,
eso que oyeréis leyendo lento,
aunque fueses fuera hoy raudo,
y de mucho sepas poco,
o loar croar olas ralas.

Del llorar cansado un sable,
surge un rostro y figura descarnada,
al despertar nobles ideales yerto,
por mudable falsa esquiva paz,
del ensueño errático y efímero.

Así no hiciese lo que hizo.

Y oyese oasis floreando malvas.
Y supiese del vino un irse.

Porque...
Aboba ata reconocer oro.
Como tañíamos al dolor su rojo.

Y
Deposita triunfal su himno ausencias.
Y
Los cielos adoran declinando.

Dejar su voraz ardor.
Dejar su atroz guía.
Dejar su feroz flecha.

Y que de tan fuerte.
Debilidad.
Crezcan espirales alfileres.


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
Poeta

Poemas :  Senhor de Mim
Ninguém sabe a condição em que vivo...
Ninguém sabe o que passo,
para não entrar no laço
que faz corromper,
que faz enganar, que faz roubar...

Ninguém sabe o que enfrento
para curtir o vento,
e seguir em frente de cabeça erguida.
Ninguém sabe de minha vida.
Não possuo nada materialmente,
mas espiritualmente sou muito rico.

Eu possuo o que muitos não podem ver,
mas percebem que "alguma coisa eu devo ter",
porque senão eu não seria assim:
tão senhor de mim.

A.J. Cardiais
03.01.2017
Poeta