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SugestionadoAnhelo volar, pero me brotan escamas, anhelo callar muchísimo y me azoro. No hay hoja seca que no sea resta, no hay sombra noble sin desenfreno.
Anhelo escuchar, pero me trago brumas, anhelo esculpirme, pero me invalido. No hay futuro callado que no estalle, no hay fruta ni raíz de viento lento.
Dormiré, pues, antes que podrirme, aliento descarnado, hueso del eco, modelo caduco sentimiento en fermento.
¡Adelante!. ¡Adelante!. Nada sé del morirme, adelante, a comer lo ya comido, adelante riso, fecunda tu risa.
Entre más viernes menos madejas, más lunas y menos miércoles. Por eso, el pino perece pétreo.Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
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Poeta
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Solo el amor de Dios supera al amor que una madre da a su hijo, porque el Creador es la fuente misma que le diera ese don maravilloso con el cual la bendijo.
Es la madre dedicada y cuidadosa colma a su hijo de amor desde el interior del vientre, lo cría ella siendo tan celosa y evita así que en su niño, daño entre.
Y con amor de madre crece el adolescente aprendiendo las cosas buenas que mami enseña, este afecto entre ambos se hace firme, resistente; ¡tan inquebrantable como una peña!
En la adultez ese hombre cuida de ella con fervor y devoción inseparable, y esta mujer, es para él, entre todas la más bella porque le regaló vida con amor incomparable.
Julio Medina 10 de mayo del 2017
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Poeta
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La lluvia es siempre sugerente... y apremia, acompasar nuestros latidos muy, muy cerca, igual que el repicar de sus gotas, el trepidar de su torrente inundando todo... emularlo en el restregar de cuerpos, manos, en el vendaval de caricias y los locos besos...
La lluvia inquieta con su humedad y sonidos, por la briosa desembocadura inundando todo y entonces juntarnos resulta urgente, vital... cómo no buscar el ritmo bajo ese manto de aguas, cómo no encontrar nuestro acople perfecto, que nos blinde del frío y nos apriete mucho más.
La lluvia insinúa, cautiva y arrulla a los amantes, y tras la tempestad, rayos y truenos, llega la calma, si, después del desenfreno y nuestra propia lluvia, nuestros cuerpos, bocas, manos, encuentran la lasitud estrecha, que abandona sin despego la lid... amo la lluvia, así, compañera en el fragor de amar.
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Poeta
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Mis ojos abiertos infiltrados del celeste cielo, la espalda sobre el fresco pasto verde, entre mi espalda y mi pecho, quizás un latido dormido
Ya parado, en mi entorno el campo, sembrado con blanco mármol y yo como centro de la nada, quizás un sueño perdido
Y al moverme, hacia adelante el horizonte, detrás de mi, sobre suelo las flores anónimas, las huellas de anhelos demacrados, quizás mi humanidad y mi alma
Creado 09/05/2017 Catriel Cuestas Acosta
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Poeta
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No meu espelho, vejo a passagem do tempo...
Mas nem tanto, quando eu vejo a minha alma.
A minha alma não envelhece...
Fico olhando pra mim e digo/penso assim: vê se cresce!
A.J. Cardiais 14.08.2010
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Poeta
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Ramos de flores, nas jarras ficam até que sequem, depois faço arranjos, sei quem, mas ofereceu, ficam té que queiram ter pétalas. Com muito carinho, sempre que as olho, agradeço a quem, mas deu. Não perdem a beleza, alegram a casa. Um pequeno condão Deus me deu. De qualquer coisa que muitos deitam fora faço algo. Neste andar onde o fausto da minha casa não existe, com o carpinteiro e até de extratores de tecto do quarto de banho estragado, algo faço. Longe está o tempo que passava a tarde a limpar pratas e não todas, resguardar de mãos sem força e cuidado guardava, bacarás, cristais da boémia, serviços de jantar de pura porcelana, bibelôs em biscuit. Peças da Vista Alegre antigas compradas em leilões. E muitas coisas mais. Um pequeno museu que deixei sem dor nem pena. Sei que eram pedaços da minha vida. Mas esta mudou e eu mudei também. O sossego, a paz, ser livre não tem preço. Paguei caro, mas foi com o coração dorido que o fiz. Nesta alegre amálgama de coisas sem valor, sou mais feliz. Mais agora que posso ouvir a voz de quem sem pensar no mal que faziam me rejeitaram. Atrás de um dia outro vem e com surpresas, algumas muito agraváveis e que alegram. Pouco preciso, um café com leite pão mesmo do dia anterior, uma maçã um pouco de arroz feito por mim, meio bife, um ovo estrelado e peixe. Uma cama fresca, fofa uns cremes, perfume que uso o mesmo desde os meus vinte anos. E um sorriso com um abraço terno ao final da tarde. De quando em vez um piropo, não importa se é verdadeiro ou não, um encontro do passado numa rua qualquer. A minha musica, sempre suave com piano, lembrando a quinta onde vivi e que ao som da Ave maria cantava e a minha irmã tocava, com o som explanado na noite estrelada de verões longínquos. Eu tocava também, hoje já não sei, muito cedo troquei o piano por panelas e fraldas para a minha filha. E assim foi sempre, trocando a minha vida pelo bem-estar da Família. Mas já passou. Hoje vivo comigo e para mim. No tempo trocado, mas mesmo assim, tenho quem se preocupa comigo e anula a sua vontade pela minha. Tento sempre repartir pelos dois, não quero que façam o que fiz com a minha. Porto,6 de Maio de 2017 Carminha Nieves
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Poeta
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Quem não transmite paz, quem não transmite amor, não pode dizer jamais que está com O Senhor.
O Senhor é compreensão, O Senhor é perdão. O Senhor não é vaidade. Tudo Nele é simplicidade.
O Senhor não fez guerra: Por isso deu a Cesar, o que era de Cesar.
Ele veio trazer a paz na Terra... Continuá-la é nosso dever.
A.J. Cardiais 19/03/2012
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Poeta
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Qué pena da ver las cenizas de nuestro amor inmenso Cuanto valor hoy, le doy a todo lo que vivimos. Pienso y mis ojos se ponen turbios de lágrimas grises Como sudor frío en tardes calientes, saber que no esta Tu sonrisa en mi vida, sentida ausencia en mi corazón.
Es la razón de existir y el morir un poco mañana, La luz que entra por mi ventana, trae aquellos recuerdos Vagos, lejanos, como desiertos sin oasis, cierto Pensamiento de un moribundo esqueleto, de huesos Rancios, tirados como al olvido en algún cementerio.
Pasaron muchos años de aquellas alegrías póstumas Pero aún siguen doliendo en el alma, como si estuvieras Aquí, a mi lado tendida, abrazada a mi piel, hielo Que siento caliente, porque se derrite cuando sueño Triste es estar solo, amarrado a un puerto que no existe.
Por Conrado Augusto Sehmsdorf (Kurt)
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Temo a la muerte también a la vida Sostenida por hilos en el viento Palabras que no dicen nada, cuento Con el mismo final una salida
Sin portal, una pendiente pérdida Entre el polvo del camino, que siento Como destino final, testamento De una vida pasada que fundida
En la bruma, me ha dejado herida El alma, con premura socorrida Con dolor calmada, padecimiento
Que duele a flor de piel cual convertida En harapos ajados sentimiento Viejo, que se muere sin nacimiento.
Por Conrado Augusto Sehmsdorf (Kurt)
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Que nostalgia é esta que me invade sem ter razão de existir. Não é triste, nem alegre, é uma serena paz. Sem pensar em nada, sem ter preocupações, uma leve ternura do presente, entrelaçado do passado, é como se a alma voasse para lá do infinito. Atrás da montanha para descansar, acariciada por um sol leve e uma brisa que me afaga, estou num limbo que nunca vi. Uma leveza branda um sentir que em pausa descanso sem dormir, planando num viver sem sobressaltos. Envolta no cinzento do céu, ouvindo o eco de um trovão longínquo, tenho uma paz imensa. Neste letargo manso, amo a todos, mesmo aos que acordada e atenta, não perdoo o mal imenso que me fizeram. É bom nos braços do meu Anjo da Guarda, ser embalada como hoje. Apetece gritar ao mundo que estou aqui, depois de tantas complicações, desesperos e sofrimentos, estou nesta nostalgia que sabe ao céu. Entes queridos que partiram, mas que em mim ficaram e me ajudam. Será a eternidade assim? Doces recordações de um tempo, que sinto ser o agora. Pedaço de papel levado pelo vento, é a vida a ir ao encontro de novas vidas, feitas de outros pedaços de papel. Vontade de dançar ao som de suaves musicas abraçada a uma fofa almofada, olhando o horizonte, transformo-me em um nada que é tudo e é muito. Sem espelhos que reflitam a minha imagem, sou a paz, a leveza de estar aqui e viver como se ainda não tivesse vivido. Tudo fantasia, mas é necessária, é decisiva para ser sempre jovem. Assim, sou o eu verdadeiro sem vergonha de sonhar e ter tudo no nada. Porto,3 de Maio de 2017 Carminha Nieves
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