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Los cántaros llenos de miel y dátiles Flotan sobre nubes de algodón Al horizonte una línea roja sobre magenta Marca el día que comienza Los manjares están dispuestos Servidos en bandeja de plata Degustarlos y con tu saliva sellar los No dejes que el hambre los devoré sin paladearlos Me calma la angustia de la injusticia si Uno, solo somos El resto imaginación le echamos y un holograma gigante montamos Así puedo comer de este manto bordado como si el resto de seres estarían en mi saboreando los La sonrisa se forma en mis labios con ella llevo ancoras llenas y elevó el ancla de mi barca para ir en busca del ser amado
13/12/2018 Derechos reservados
Dikia
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Poeta
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[img width=500]https://somosdeboca.net/wp-content/uploads/2018/12/Portapapeles01.jpg[/img]
Por Conrado Augusto Sehmsdorf
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Poeta
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Atrapado entre el atardecer y la casi noche, desfigurada por muchos encajes nubosos no sé si escalando o cobijando las montañas, se desató una fulminante y total tempestad, con corto circuitos inflamando el cielo de plata y en la tierra, la bendita agua surcando más vida.
El granizo amenazaba taladrar los techos, arrasando la solitud, la indiferencia, el hastío, para desentrañar la nostalgia hasta el dolor, ese sutil, que remueve desde la raíz, lo atesorado, en imágenes, aromas, sensaciones, ansias... arrebato terrible que contrasta el vacío inmenso, de no encontrar cerca alguna huella de tu compañía.
El agua se agotó y el granizo se diluye impotente, en un paisaje con matices sombríos que crecen... Y cuando la luna llena llega imponente, nívea, plena inundando con su mágica presencia esta noche... petrificado aun, asimilando la furia de la tempestad, siento entre mis huesos y sangre una ansia absoluta de tu presencia, tu encanto, ternura, de tu calidez...
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Poeta
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Ultrajada a ultranza cabalgaba en estrechez Iraida Zeus fue a su encuentro y destrozó a quien oso tan evento El canto de los pájaros se volvió a escuchar y la polinización permitió cubrir los campos de arco iris Agradando a Ostara Sirvió de guía al universo Dictando diversidad desde el nacimiento al giro eclipsado de la tierra La gallina al huevo y al rostro admirado del ser humano Sin Dioses , nombres no existieran Sin lenguaje la sociedad pereciera sin haberse iniciado si quiera La ira , la tristeza y la melancolía completan los cordones de la alegría Juntos hacen renacer la esperanza al mañana No pueden envidiarnos ni ofenderse los dioses A los que por amor y temor imitamos Paz arriba como abajo basta de engaños Nada nos es permitido Ni rematar con el tridente Fuego en espera nos queda al final de los tiempos Piedad cuando se apague y el martillo de Thor descienda Esperanza en Ganimedes y su águila negra que nos sacará del inframundo Posandonos en el paraíso eterno
08/12/2018 Derechos reservados
Dikia
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Poeta
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Quando não houver mais nenhuma discriminação: racial social cultural sexual e religiosa;
Quando os homens se entenderem em verso e prosa, então poderemos dizer que o mundo está "cor-de-rosa".
A.J. Cardiais
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Poeta
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Mis botas de potro sobo Con la grasa de las ruedas Yo soy gaucho aunque no puedas Entender mi sentimiento Mi mama fue como el viento P'al indio solo monedas
Por Conrado Augusto Sehmsdorf
[img width=300]http://www.folkloredelnorte.com.ar/images/bota1.jpg[/img]
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Poeta
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I*N*M*E*R*S*I*Ó*N )))(Ciberpoesía)(((
0x650x6e…EN…0x650x6e 0x650x6c…EL… 0x650x6c 0x660x6f0x6e0x640x6f…FONDO… 0x660x6f0x6e0x640x6f
cout<<"\t"<<"_____________\\"<<endl; cout<<"\t"<<"_______________\\"<<endl; cout<<"\t"<<"_________________\\"<<endl; cout<<"\t"<<"_________"<<b<<"__________\\"<<e El suelo sólo suele verse magro 0x720x6f0x6a0x6f…rojo... 0x720x6f0x6a0x6f del mérito al quebranto… A/B/I/S/M/O Ya NI el DESconsuelo ATERRA system("cls"); cout<<"Ingrese b: "; b=leedato(); y el mismo………. ….. temblor tiembla……
¡Oh! Mi corazón… “QDCLYDYUEQFVGWCXKDBAFXDWMII” this.clave = new Matrix(3, 3); this.txtCifrado = ""; this.txtClaro = "";
¡Porque a la misma fé se inmola y muele!. utilsHill.NUM_2CHARS)); vector.set(0, 2, utilsHill.modulo((int) Math.floor(vector.get(0, 2)), utilsHill.NUM_2CHARS));
011100000110111101110010 P.O.R. 011100000110111101110010 cout<<"Resta: "<<a<<" - "<<b<<" = "<<Resta cout<<"= "<<sum;cout<<endl; La mimbreante y vigorosa negligencia. ¡!...¡!...¡! ¡Que al amostazar entinta!. union(u, v) # Union(u,v) mst.add(e) …..En El….. …….Fondo
.:.:.:. POST DATA: Información útilhttps://es.wikipedia.org/wiki/Ciberpoes%C3%ADaY https://es.wikipedia.org/wiki/Lenguaje_de_programaci%C3%B3ny https://www.youtube.com/watch?v=VkeayT1i1sIHa sido publicado en e-Stories.org a solicitud de Joel Fortunato Reyes Pérez. Publicado en e-Stories.org el 13.07.2018.
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Poeta
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A SOLIDÃO VIRTUAL
Quem já vivenciou uma solidão real e absurda sabe das limitações da amizade virtual. Muitos usuários quando desligam o computador voltam a sentir a desolação infinda que esta solidão, mesmo no meio de uma multidão, ocasiona, e a visualizam novamente no seu íntimo, e muitos para não a visualizarem ficam ligado na net até caírem de cansado para não senti-la.
Cada geração teve as suas válvulas de escape, mas a maioria nem sempre foram positivas e as redes sociais não fogem disso, são uma fuga para muitos dos seus usuários; estão esta chega a se tornar um vício como outro qualquer e pela facilidade de acesso podem se tornar compulsiva.
A solidão é incapacitante quando não é uma opção; é um estado de alma, e em muitos casos resultado da nossa falta de traquejo, inabilidade de conviver com o outro e outras decepções que podem levar a uma autoestima baixa, e por ai vão se somando outras vivências por outros "n" motivos como possíveis bullyng e traumas durante a nossa formação e, quando se vê, se está enleado e sem mais nenhum discernimento das causas que se perderam no caminho e não visualizamos mais saída, pois cada vivência negativa dessas vai nos deixando mais fracos para encarar outras futuras levando-nos ao ponto de perdermos todas as forças de reação e ai nos tornamos imobilizados e cada vez mais ultra retraídos em função disso
O mundo atual, tão dependente do virtual, também está ajudando cada vez mais a muitos viverem no auto isolamento doentio.
"O homem não é uma ilha" nos ensina a sociologia, mas muitos assim vivem hoje e o mundo virtual é o canal de ligação. Mas este canal dá a impressão que estamos dentro de uma cápsula (o nosso quarto, sala) e entrando em contato com milhares de pessoas virtuais onde todos nos agradam e estão espalhados por todos os cantos.
Estamos virando uma ilha rodeados de antenas e satélites que alimentam estes retraimentos e vergonhas de novamente se expor pelas experiências reais negativas e o " ficar incapacitado" para superar este estado que se instala.
Voltar ao ritmo do mundo, surfar nas suas ondas sem ficar levando caldo em cima de caldo, no linguajar dos surfistas, passa a ser muito complicado.
Esta dificuldade poderá ir nos imobilizando em graus diferentes, e não em paz quando é resultado de uma decisão consciente e pessoal, mas quando é uma falta de opção causada pelo medo crescente ela torna-se uma fuga pois, o estar só, está longe bem longe de nos sentirmos solitários.
É como estarmos à beira de um abismo anímico onde para ultrapassá-lo teríamos só que dar um passo, mas nos vemos tão imobilizados pelo medo criado que não temos esta coragem e ai podemos afundar nesse abismo sem fundo de onde para sairmos depois, quando nos dermos conta desta necessidade para dar continuidade à vida, os esforços terão que ser redobrados.
E enquanto isso o mundo transcorre normalmente à sua volta, sem ninguém conseguir imaginar que ali do lado está uma pessoa aterrorizada com as coisas mais simples do mundo, e por isso no mundo virtual é mais fácil, pois nos aceita sem maiores exigências ou cobranças, mas só nos veem de forma superficial com aquilo que se queira mostrar ou com aquilo que omitimos para parecermos melhor.
Assim como qualquer meio de viciados nos aceitam sem maiores exigências a não ser que compartilhemos do vício deles.
O mundo real pode tomar esta dimensão intimidadora devido à nossa incapacidade de nele voltar a interagir e nesta vamos sendo atropelados.
Se estamos nesta situação há aprendizados a serem colhidos, mas ver desta forma é muito difícil enquanto estamos mergulhados nela; muitas vezes para os envolvidos não existe motivo aparente para terem estes medos aterradores existirem, pois não atinge seus irmãos criados com a mesma carga de carinhos e atenção.
Então este fato deve nos levar a pensar na existência de outras vidas possiveis anteriores a esta, onde as marcas passaram para esta atual, pois não há uma explicação plausível para estes casos de medos aterradores do convívio social já em tão tenra idade e, por isso, a psiquiatria freudiana é de tão pouco resultado, pois só consegue ver até a vida intrauterina e por isso mesmo é tão limitada.
O que já não podemos dizer da terapia cognitiva comportamental, cujo tratamento parte do mal em si para as soluções da exposição gradual, sem ficar tentando achar as causas que para os envolvidos no fundo não interessam, eles querem é a solução imediata para os seus problemas e esta terapia pode ajudar quando chegar a hora propícia.
A solidão no meio das multidões tem muito a nos ensinar, sofridamente mas tem, mas individualmente como voltar à normalidade?
Tendo força de vontade, determinação e foco. Uma vontade forte de superação, de vontade de se reintegrar novamente é fundamental, apesar das novas decepções, e aí as ajudas que não vemos começam a se engrenar também e vamos nos fortalecendo, pois a nossa vontade tem um força que não podemos dimensionar, o dito que elas “movem montanhas” não foi dito à toa.
Assim como um corpo inativo tende a ficar nesta situação, assim também ficamos animicamente, e assim como o corpo sedentário sofre no início da movimentação, assim também acontece com o nosso mundo emocional ou anímico que perdeu o compasso.
Todos nós sabemos da dificuldade de largar qualquer vício ou de mudar qualquer hábito e a solidão perene está nesta linha e só nós podemos dar fim a ela.
"Nenhuma criança aprende a andar sem levar muitos tombos, mas quase sempre sorrindo se levanta novamente, até adquirir firmeza nos passos. Assim tem de ser o ser humano no caminho através do mundo’. nos ensina Abdruschin em sua obra "Na Luz da Verdade" - dissertação Cismadores.
No mundo atual, não são poucos aonde a realização profissional vem bem antes da maturidade emocional, o que não acontecia antes, mas há que haver equilíbrio no nosso existir.
Se o mundo real nos parece assustador vamos nos preparando e nos fortalecendo para ele e não nos apartarmos dele por um lado, e por outro, nos afundarmos no virtual, pois a verdadeira vida só se desenvolve no real; é no calor ou na frieza da proximidade real que podemos reencontrar a harmonia e a paz que tanto ansiamos, mesmo que vejamos risinhos aqui e ali.
Mas cedo, ou mais tarde, temos que cair na real então o ideal é ir usando o relacionamento virtual como um trampolim para o real, mas não cair no erro de só se satisfazer com este.
O natureza do ser humano também é o de formar um ninho seguro com os nossos iguais e conviver sem se privar de outras realizações, e é natural sentir-se esta necessidade, faz parte da nossa natureza e necessidades,
O errado é não sentir isso, e muitos hoje tentam não tê-lo, ou o anulam totalmente por algum motivo, mas o moderno não nos tornou robôs, ainda temos a necessidade deste ninho protetor entre amigos e namoros, apesar de prováveis tropeços. Mãos à luta pois...
"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo' nos alerta também Roselis von Sass – www.graal.org.br
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Marrones rojizos sobresalen de la tierra Dos hojas retorcidas en perfecto círculo unidas En medio un triángulo equilátero de tierra seca El inicio de sus columnas doricas juntan el principio y el final Un corazón crean abultando su piel sobre el suelo El azar pudo crear tal universo que amarse parece regalárnos un te quiero a los ojos humanos Imitan o imitamos las leyes del ser creado El amor nos atraviesa hermanados O en concupiscencia No casualidad más bien causalidad en sistema relacional Ojos que te buscan en sinergias dibujadas Ceniza y polvo triturada por pies descalzos En ambar insectos quedaron incrustados en espirales dobles redoblan el tambor los antepasados Dando vida a nuestro árbol intrincado Comulgar aseverando los campos trillados Entramos en un frontispicio de margaritas en invierno que cubren los campos almidonados El tredicesimo día antes de la Natividad se alarga la luz sin nieve en las cumbres estrelladas Reunión del Valhalla en los albores del Ártico La espiral se constriñe en este sin sentido alado Cubrirá el mundo con su llanto Desdichados y sin piedad lamentamos El veneno que vomitamos
07/12/2018 Derechos reservados
Dikia
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La niebla oscurece el cielo violeta Da paso a la nieve con su reflejo blanco Cruje al pisarla rompiendose en millones de cristales su cuerpo amalgamado El sonido irrumpe a pecho desnudo Agitado y descontrolado A velocidad desciende ladera abajo Bañando y resbalando el néctar de las cigarras que polénizo en verano Belleza sin fin cuando entre nubes aparece el vacío y las cumbres resabidas con sus cuñas te advierten de no pisar su orgullo y encantó El sol oculto entre bastidores del que solo reflejos emanan igual que como por temor a la envidia se niega la dicha Recuerda a los pobres que corto se les queda el brazo Cuando se dan vuelta al mirar ha desaperecido el pan de sus labios como si a otro mundo paralelo hubiesen pasado Enigmático porque no pudieron ver de dónde procedía el cambio Así que aprovechemos el paso del inmortal instante Cambiemos el significado para estar menos asustados y vivir el presente que no podemos sostener con nuestras manos Pero indeleblemente respiramos en nuestro exitir continuamos Gritemos con fuerza que vivos moramos Bengalas de esperanza al cielo lanzamos Pues náufragos nos toca reconocernos en nuestro acontecer diario Y sobrellevar la espada de Damocles con la que vamos acompasados
06/12/2018 Derechos reservados
Dikia
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