Poemas de reflexíon :  De luto está la comedia
“¡Qué verdadera tragedia!”

Falleció Don Héctor Suárez
hay tristezas, hay pesares,
luto entre los comediantes
se fue “El mil usos”, “Tirantes”.

El “No hay” encontró la muerte,
mas, Dios nos brindó la suerte
de disfrutar su comedia
que iniciara en la tragedia.

Teatral, así, muy incipiente,
año sesenta naciente,
quiere triunfar, a eso aspira,
guiado por Carlos Ancira.

Obras de Kafka, Ionesco,
lo absurdo en talento fresco,
Marcel Marceau pantomima,
el joven Suárez germina.

Que buena suerte la de él
tomar clases con Marcel,
primeros logros de mimo
iniciando buen camino.

El cine le abrió los brazos,
el set, sus primeros pasos
pudiendo dar un “gran” salto
debutando en “El asalto”.

Citaré solo unas cuantas
de sus películas, . . . tantas,
casi cien en la memoria,
de ahí grandeza e historia.

“Mecánica nacional”
donde lució excepcional,
“La picardía mexicana”
le confirmaba la fama.

En “Lagunilla mi barrio”
tuvo, al punto, muy buen fario,
su actuación de maravilla
se reflejó en la taquilla.

¡Uy!, “En la cuerda del hambre”,
“Trampas de amor”, ¡qué raigambre!,
Premio Ariel, Diosas de Plata,
tres no más de gloria grata.

El destino así se traza,
recordemos “¿Qué nos pasa?”
su programa en Televisa
que nos sacaba la risa.

Histrionismo por bagaje,
“Flánagan”, qué personaje,
gritaba: “¡queremos rooock!”,
comiquísimo el stock.

De figuras populares
que representaba Suárez,
gustosas reminiscencias,
semejanzas, coincidencias.

Con nuestra amplia sociedad,
comedia e hilaridad
de “El Licenciado Buitrón”,
“Doña Zoila”, ¡Señorón!

Que fue en la televisión,
“La cosa” en Imevisión,
cómo olvidar a “Tomás”,
doble sentido, ¿qué más?

Algunas telenovelas:
“El carruaje”, “Las gemelas”,
“El derecho de nacer”
que nos encantaba ver.

Lo diré en un “fast track”,
pues Comedy Central Roast
reconociendo su fama
lo “rostizó” en un programa.

Por el teatro nuevamente
incursionó diligente,
con “Toc toc”, en su “Estoy loco”,
se mostraba aún más docto.

“El crédito” siempre suyo,
actuando crecía su orgullo,
“Los locos Suárez” con su hijo
igual que él actor prolijo.

Le vino el cáncer maligno,
la fatalidad designio,
como todo un hombre recto
percibió el fin del trayecto.

¡Gou Producciones, presenta:
“La Señora Presidenta”!,
trabajar fue medicina,
mas, toda gesta termina.

Breve, corta, esta semblanza,
ya que, el papel nunca alcanza
para reseñar la vida
de un genio que, de subida.

Hizo toda su carrera,
jamás se quedó a la vera
un proyecto de Héctor Suárez,
pongámosle sus altares.

Con ceras y veladoras
que sean muy imploradoras,
pena entre los comediantes,
ya, nada será como antes.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Ciudad de México, a 02 de junio del 2020
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Haikais :  Haikai 1(Campina Esquecida)
Haikai 1(Campina Esquecida)
Na campina esquecida
As flores morrem
No inverno cruel.



Poeta

Poemas de reflexíon :  Honor a la Capitanía de Puerto-Pátzcuaro
¡Honor a quien honor merece!, ¿ves la ola que se mece?

Hoy es Día de la Marina
Armada flota divina,
junio primero la fecha,
escuchen bien esta endecha:

El Lago muestra su imperio,
antiguo Puerto de Aterio
actual Muelle General,
de manera literal.

En esta poesía hay concierto,
¡Honor a Capitanía de Puerto!,
éste es mi mayor aserto:
¡Honor a Capitanía de Puerto!

En Pátzcuaro, hermosa sede,
hace más de lo que debe
Delegado Capitán
Gustavo Luna Corral.

Profesional, Licenciado,
que vigila, entusiasmado,
comercio por agua y pesca,
tal gestión . . . no desfallezca.

Por la Marina Mercante
no rendirse ni un instante,
al contrario, ser constante
con uniforme galante.

Jurisdicción Federal
dignidad, honra, moral,
pilotos de embarcaciones
rezar bien sus oraciones.

Respetar señalamientos,
seguir los ordenamientos,
navegar con directrices,
reglas, normas, son raíces.

Implica acciones vitales
regular vías generales
de comunicación por agua,
la navegación no es vaga.

Solo traslados confiables,
puntos, direcciones viables,
destinos muy bien trazados
con fines determinados.

Embarcación diseñada
canoa, lancha desplazada,
para navegar la vía
por el agua noche y día.

Marítimo es el comercio
que no merece desprecio,
transportar cosas, personas,
rumbo a diferentes zonas.

A esmerarse en la labor
el lanchero y pescador,
mantener buenos oficios
prestadores de servicios.

El orden es importante,
la Capitanía expectante
de infracciones a la ley,
el turismo es digno rey.

De él viven las familias,
que nunca tengan vigilias,
lleven buenas relaciones,
pues, son malas las fricciones.

La autoridad se respeta,
oigo un clarín de corneta,
el Sector está sentido,
triste, por estanque herido.

No obstante, en vía navegable
el agua aún tranquila, amable,
¡que renazca nuestro lago!
no merece tan mal pago.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Antiguo Puerto de Aterio, actual Muelle General del Lago de Pátzcuaro, Michoacán de Ocampo, México, a 01 de junio del 2012
Reg. SEP Indautor 03-2012-083012362100-14
Poeta

Frases y pensamientos :  UM POUCO DE MIM
UM POUCO DE MIM


Não sei onde deixei passar o tempo. No pensamento tudo guardado, desde a ama até à minha cama de grades, aos minúsculos vestidos com favos de mel, à vacina, que deitada na cadeira de couro levei na nádega, para não ficar com a marca no braço.
Como um sonho, vejo-me ao colo, de pé na cama segurando o lateral e ouvir o Dr. Feio, o nosso médico a falar no hall da entrada, a subir as escadas, das moedas grandes prateadas que me davam por não chorar ao cair e magoar-me.
Sou a criança, a adolescente, a mulher, mãe, avó. Mas sou tudo no que se gastou, como manta roçada do uso.
Deus fez-me num momento
em que estava distraído e saí diferente. Nunca me trocaria por ninguém. Quantas vezes fico calada, para não pensarem que sou doida. AH! Se soubessem os meus pensamentos! Desbotada, sem cores definidas, por dentro é novo. Nem as lágrimas ficaram.
Num momento irei, para onde não sei, pois o que sou só Deus o sabe. Ficarão as milhares de palavras que durante a vida toda plasmei num papel qualquer. Alguém o lerá. E neses momentos eu ainda estou cá.
Na doença, na alegria, na dor de tantos momentos que queimaram a minha alma, por gestos ou palavras, sinto que desde que Deus me criou nunca saiu da minha vida. E sinto que assim será eternamente.
Amo viver, amo o ser que sou, os braços que me abraçam, o sentir que mesmo sendo tela desbotada, sou desejada e sem vaidade, sinto-me renascer todos os dias.
Sem saber o que sou, para onde vou, o que desejo é ir ficando por aqui dentro das lembranças vivas, desde que existo.
Porto,1 de Junho de 2021
Carminha Nieves (secreet50)
Poeta

Textos :  Luzes no Campo(Sketch XXI)
Luzes no Campo(Sketch XXI)
[size=x-large]Luzes no Campo







A cena se passa no Peru, em 1965.



Cena Única



Uma casa no campo. Vemos uma porta que dá para a varanda, e um cõmodo médio onde um homem está ouvindo rádio. Perto dele há um rapaz de 14 anos.



Alessandro- Veja, Alonso. O Brasil realmente não volta mais à democracia. Já escolheram o presidente, Médici. Realmente nossos amigos terão que lutar para acabar com esse fascismo.


Alonso- Pobres brasileiros, mas isso está se tornando moda aqui no continente. Muitos ditadores, mais leis, e pouca liberdade.


Alessandro- Isso é verdade, mas nosso continente tem fama e história de lutar pela liberdade. Vai haver muita luta.


Alonso- E muito derramamento de sangue, com certeza.


Alessandro- E pensar que u ia morar lá o ano passado.


Alonso- Eu estive lá em 1962. Uma terra incrível.


Alessandro- Sem dúvidas, mas que agora passará por maus bocados. Minha mãe morou lá por quinze anos antes de me ter.


Alonso- Na época de Getúlio, então.


Alessandro- Não, acho que foi em 1920... Foi numa época em que houve uma revolução em SP.


Alonso- Ah, em 1924!


Alessandro( contente por fazê-lo lembrar)- Sim, isto mesmo. Ela me contava histórias sempre daquea época.


Alonso- Devem ser bem interessantes e realmente valer a pena parar para ouvir.


Alessandro- Sim, é por isso que minha década favorita é a década de 1920.


Alonso- Os anos loucos foram incríveis, mas sabemos como acabou. E sabemos o que trouxe para o mundo após.


Alessandro- Nem gosto de me lembrar o que veio depois. Mas me diga, está gostando de ficar aqui?


Alonso- Um pouco. Não estou acostumado à vida no campo.


Alessandro- Bom, ficará aqui quase quinze dias, já se passou sete, mais oito dias apenas...


Alonso- Não sei como você se acostuma a morar aqui sozinho. Não tem medo?


Alessandro- Não, para quem viveu o que eu vivi, morar sozinho não é nada.


Alonso- O bom é que não há muitos vizinhos por aqui.



Alessandro- Sim, é incrível não ter uma casa colada a outra como é na cidade.


Alonso- É uma das coisas mais estranhas que se vê nas cidades, execto as dos Estados Unidos, e na verdade nem são todas.


Alessandro Estupidez maior. As casas ficam parecendo um minhocão ou então massinha de argila.


Alonso- Fora que são pequenas... Mas claro, isso vai por causa das construtoras que não querem construir casas maiores.


Alessandro- Sim, mas...



Nesse momento vemos luzes fortes invadir a cena. Alessandro fica assustado. Ele pega a espingarda.


Alessandro- Fique aqui, Alonso. Já é a terceira vez que vejo essas luzes esse mês.


Alessandro sai para a varanda e não o vemos. Depois de dois minutos ouvimos um tiro de espingarda, um grito de Alessandro e mais nada. Alonso não consegue se aguentar e vai até a varanda. Ouvimos ele cair no chão e desmaiar. O pano desce.


FIM[
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Poeta

Poemas de naturaleza :  Salvemos la selva
“Ecológica reserva.”

Selva maya tropical
el bosque más natural,
edén, gloria, paraíso
verde frondoso insumiso.

Hoy por hoy amenazada
por la imprudencia malvada,
por interés de unos cuantos
que no aprecian sus encantos.

Enemigos de natura
que desafían su estructura,
seres vanos arrogantes,
caprichosos negociantes.

Que están construyendo un tren
masacrando con desdén
especies de flora y fauna,
ocasionándole trauma.

A un pulmón de este planeta,
de oxígeno la gran veta;
debemos hacer conciencia,
tal jungla es reminiscencia.

De árboles, de la cultura
de la vida que es más pura,
la que crece entre las plantas
y vegetaciones, tantas.

Prestos, salvemos la selva,
ecológica reserva,
lugar de comunidades
indígenas ancestrales.

Que biósfera esté en concilio,
evitemos ecocidio,
pérdida de ecosistema
de México sello, emblema.

Si salvamos nuestra selva
quizá la esperanza vuelva,
hagamos que esto suceda
es todo lo que nos queda.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Ciudad de México, a . . .
Dedicado a la Señora Edith Snell, comprometida defensora de la selva maya . . .
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Poemas de amor :  SE UMA PALAVRA CHEGASSE
SE UMA PALAVRA CHEGASSE

Se chegasse uma palavra para te conquistar
Se chegasse um simples olhar para te atrair
Se chegasse um único beijo para te amar
Se chegasse um gesto para aos teus pés cair.

Procuraria numa palavra simples, a mais bela
Para que não pensasses que tudo era fantasia.
Se pintor eu fosse, faria a mais bela aguarela
Tu serias para mim de todas, a mais bela poesia.

Se necessário for, por ti arrasarei montanhas
Vaziarei os Oceanos para te poder encontrar
Quando o amor é forte, não existem artimanhas
Tudo farei para te ter nos meus braços e te beijar.

Conquistarei a mais bela praia de areia a mais fina
Para nela só nós dois podermos livremente passear.
Pela madrugada mergulharmos nessa enorme piscina
Depois rolarmos nossos corpo e fazer amor ao Luar

A. da fonseca
Poeta

Poemas de reflexíon :  López, la felicidad y el alma
“Por Dios que pierdo la calma . . .”

Pues, López nunca desmaya,
ayer, paso de la raya
en su absurda necedad
de medir felicidad.

Del presunto “sabio” pueblo,
por supuesto no celebro
tan desgraciada ocurrencia
que, pa’ mí, roza demencia.

No da su brazo a torcer,
no quiere retroceder,
antes bien, el muy falaz
saca de la manga un as.

Para fijar crecimiento
del país, cuanto lamento,
ya prepara a los expertos,
un equipo de intelectos.

Que nos van a preguntar,
que nos van a cuestionar,
sobre bienestar del alma,
por Dios que pierdo la calma.

Con tanta barrabasada
la lógica rebasada,
prepárense desalmados,
pues, no podrán ser contados.

Según estas directrices,
lo siento, los infelices
tampoco serán medidos,
que pena, estamos jodidos.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Ciudad de México, a 26 de mayo del 2020
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Poemas de pasíon :  Monumental Estadio Azteca
“Al Águila osada le brindas posada . . .”

Allá, por mil novecientos
sesenta y seis, sin desmayo,
se encumbraron sus cimientos,
día veintinueve de mayo.

Evento muy emotivo,
vistosa inauguración,
el ámbito deportivo
engrandeció a la Nación.

La visión de un visionario
Azcárraga, Estadio Azteca,
convertido en escenario
del fútbol, la mera meca.

Don Pedro Ramírez Vázquez
lo diseño majestuoso,
Arquitecto de contrastes
vio nacer al gran coloso.

Santa Ursula, Huipulco,
Tlalpan, nido de concreto,
por Coapa se juega pulcro
en la cancha no hay secreto.

El esplendor nunca cesa,
Arlindo marcó el camino,
golaaazo, más su entereza,
al Torino, equipo fino.

Recordemos dos mundiales,
aquel “partido del siglo”,
copas, torneos celestiales,
en ese marco tan digno.

Música, el Papa, Olimpiada,
box, eventos especiales,
sobre alfombra consagrada
por atletas señoriales.

Pelé, “Hugol”, Maradona,
Reinoso, el “Cuau”, Casarín,
realeza que galardona,
la lista no tiene fin.

Elogios a Don Melquiades
“La Voz del Estadio Azteca”,
tonalidad a raudales
garganta que no se seca.

El balón semeja un mundo,
América, cien mil gradas,
Selección, triunfo rotundo,
pasto de historias sagradas.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Ciudad de México, a 29 de mayo del 2016
Reg. SEP Indautor (en trámite)
Poeta

Textos :  Apartamento Parisiense(Sketch XX)
Apartamento Parisiense(Sketch XX)
Apartamento Parisiense






A cena se passa em Paris, em 1942.



Cena Única



Vemos um apartamento com dois níveis. Um deles está ocupado por dois homens. Um chamado Yosef e outro Aarão. Eles são judeus e estão se escondendo dos nazistas.



Yosef- Droga! Mais um dia nesse apartamento em Paris. Tudo bem que ele é bonito, elegante, mas estamos presos aqui há quase seis meses.


Aarão- Não reclama, Yosef. Você gostaria de estar em uma prisão da Gestapo?


Yosef( se benze)- Deus me livre! Santa Virgem!


Aarão- Então não reclame. Estamos até bem instalados aqui e pessoas de confiança estão nos ajudando.


Yosef- Sim, até que você está certo. E tem poucas pessoas aqui neste condomínio. Então para descobrirem...


Aarão- Viu? Nem tudo está perdido. E nossos passaportes ficam prontos, e iremos daqui para Portugal e de lá para o Brasil. Nossa vida realmente será outra.


Yosef- Ir para o Brasil é arriscado, não acha?


Aarão- Não. Por que fala isso?


Yosef- Pelo que sei, o Brasil ainda é aliado da Alemanha.


Aarão- Não mais. Quando você estava dormindo ontem, soube pela senhora que vem aqui que o Brasil já declarou guerra à Alemanha, Itália e Japão.


Yosef- Graças a Deus! O que os brasileiros pensavam? Que a Alemanha não iria se voltar contra eles?


Aarão- Sim, com certeza. Mas agora eles realmente estão do lado dos Aliados.


Yosef- E esta guerra na França que acabou... E pelo jeito...


Aarao( interrompendo)- Ainda existe a Resistência, os maquis... Nunca irão se render.


Yosef( torce a boca com desagrado)- Detesto quando você me interrompe! Nunca sei o que falar depois, nada vem na minha mente, e aí tenho que começar outra coisa.


Aarão- Desculpe, achei que precisava te falar isso.


Yosef( levanta-se e dá alguns passos pelo cômodo)- Acha que os franceses estão colaborando bastante com os malditos nazistas?


Aarão- Creio que sim.


Yosef- Então as chances de nos encontrarem é grande.


Aarão- Sim, mas não vamos desanimar. Temos dois lugares para nos esconder aqui, e um deles é bem ocultado.


Yosef- Até um alemão inteligente realmente encontrar o truque.


Aarão( com ar de superioridade e caçoando)- Não há muitos deles.


Os dois começam a rir bastante.



Yosef- Tenho dormido tão bem.


Aarão- Eu também. E pode-se dizer que meu organismo também está muito bom.


Yosef- Incrível, não acha? Estamos aqui em um lugar sem poder sair e nossos organismos não estão cobrando luz solar, nem nada.


Aarão- Nossa consciência está tranquila. Então os organismos apenas seguem essa paz.


Yosef- Sim, cada vez mais percebo que a consciência realmente é quem dita as normas para o corpo.


Aarão- E não poderia ser o contrário, se assim o fosse, a vida seria pior do que já é.


Yosef- Mas...


Ouvimos barulhos de pessoas subindo rapidamente as escadas.


Yosef- Teremos que nos esconder!


Os dois rapidamente vão até o segundo nível e se escondem. A porta é arrebentada por um chute e vemos dois soldados entrando acompanhados de um tenente da Gestapo.


Soldado I- Ué. Onde estão? Recebemos uma denúncia agora que havia duas pessoas conversando neste apartamento.


Soldado II- Muito estranho. ( Olhando em volta).


Tenente- Alarme falso. Não há ninguém aqui e nenhum vestígio de pessoas neste lugar.


Soldado II- Devemos vasculhar.


Tenente- Aqui é pequeno, ninguém realmente está aqui.



Entra outro soldado alvoroçado.



Soldado III- Tenente Rasmussen, aconteceu algo extraordinário. Um muro explodiu e não há ninguém perto do muro. E ouvimos vozes, e quando fomos ver quem era, não havia ninguém.


Tenente- Scheiss! Vamos, não há realmente ninguém aqui.



Eles saem fechando a porta. Ouvimos barulhos de risadinhas baixas. O pano desce.




FIM
Poeta