Poemas :  Poema sem
Não gosto do poema técnico.
Gosto do poema sentimento;
da dissertação do momento
que o poeta passa,
embaralhando-se pela vida.

Não gosto do poema mente.
Gosto do poema alma.
Gosto do momento
que um poema acalma,
acendendo uma luz
para o desconhecimento.

Gosto do poema nuvem,
que faz o povo olhar para o céu.
Gosto do poema vento,
porque refresca a mente do povo,
mesmo por um momento.

Não gosto do poema forçado.
Desses que é obrigado
a conhecer sobre “estrutura”.
Gosto do poema sem altura,
sem largura e sem censura.

A.J. Cardiais
15.11.2013
Poeta

Sonetos :  Morte: fim de um estágio
Não choro por meus mortos...
Não me descabelo,
nem me desespero...
Apenas sinto.

Sei que a morte é só o fim
de um estágio.
Quem cumpriu sua meta aqui,
teve sorte.

Agora irá desempenhar
sua tarefa,
em outro lugar.

Eu não vejo a hora
de ir para lá,
onde a alma mora.


A.J. Cardiais
06.05.2009
Poeta

Poemas :  Nada a perder
Não tenho mais nada a perder...
Uma desilusão me faz sofrer,
mas não barra meu caminho.
Eu sigo sempre sozinho.
Aliás, sozinho não:
meus invisíveis me acompanham.

O que tem que acontecer, acontece...
Porém muita coisa
a gente que tece.
Somos aranha da alma.

Nem tudo que plantei, nasceu.
Nem tudo que sonhei, aconteceu.
Nem tudo por que lutei,
valeu à pena...

Mas vivo tudo que quero
e que dá para viver.
Errei, errei, errei...
Se me perguntarem
o que foi que eu acertei,
ainda não sei...

A.J. Cardiais
Poeta

Poemas :  Me quedé si Fe
[img width=500]https://somosdeboca.net/wp-content/uploads/2018/12/Portapapeles01.jpg[/img]


Por Conrado Augusto Sehmsdorf
Poeta

Poemas de reflexíon :  No sé que tiene mi pueblo.
Con mis recuerdos voy, de mis recuerdos vengo
Anda conmigo el tiempo, no me bastan los silencios
Son gritos de los Muertos, de donde soy solo lamentos
No sé que tiene mi pueblo que nadie sale con vida
Herida tiene el alma, por no poder escapar
Se parece mucho a un infierno, aunque disimule ser el cielo
No se ve la mano de dios, solamente un cancerbero.

Por Conrado Augusto Sehmsdorf



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Poeta

Poemas de amor :  Alma de Poeta
Alma de Poeta, corazón de papel
Noches de pasión, volcadas en poemas
Rosas y claveles, aroma del amor
Almohadas mojadas, perfumadas de mujer
Besos profundos, caricias y piel
Miradas cómplices, de jóvenes amantes
Alma de poeta, corazón de papel.


Por Conrado Augusto Sehmsdorf (Kurt)


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Poeta

Sonetos :  Quero um Amor Sadio
Só quero um amor
que me traga paz
e que me aproxime mais
e mais de Deus...

Quero um amor
que me faça ver,
que o simples ato de viver
já vale a pena.

Não quero um amor
de alma pequena;
um amor insalubre...

Não quero um amor rude,
um amor intempestivo,
um amor nocivo...

Quero um amor com saúde.

A.J. Cardiais
06.08.2018
Poeta

Poemas sociales :  Venenosa Hiedra
Me borraron la sonrisa, me robaron la esperanza
Cierro mis puños aferrándome a la nada.
Se me escapa entre los dedos, las cenizas de un mañana
Gobernantes siniestros, que Gobiernan el infierno.
Me quitaron todo, dejándome el alma en pena.
Entretejida entre las venas, una venenosa hiedra
Que desgarra la piel, que desangra la bandera.
La patria demolida, por seres que no son de este planeta
Pertenecen a otros mundos, el que hoy gobierna nos agobia,
La que gobernó ayer se llevó todo, hasta la penumbra de un atardecer.
Ninguno tiene perdón en este suelo, pero dios dará castigo a su maldad
Ejerciendo justicia divina, dejándolos vagar, por toda la eternidad.

Por Conrado Augusto Sehmsdorf (KURT)



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Poeta

Poemas de tristeza :  De Barro el Alma
Nos sentimos tan solos, que ni lágrimas nos acompañan
Nos despertamos por la mañana y parece un atardecer
Miramos a un lado, miramos al otro y solo la nada vive
No tenemos amigos, ni hermanos, solo un puñado de recuerdos
Que van borrándose cada día, ya nadie nos ayuda, estamos olvidados
Vamos por un camino lleno de piedras, que desangran nuestros pies llenando
De barro el alma, viajamos por un laberinto sin poder salir, atados al dolor
Abrumados por la soledad, moriremos y nadie nos echara de menos.


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Poeta

Poemas :  Produção Independente
Já escrevi muitos poemas...
Alguns valeram a pena,
porque libertaram minha alma
e disseram algo a alguém.

Outros não valem um vintém,
um tostão furado.
Ficam pegando carona
e se sentindo injustiçado.

Poemas são como filhos,
que o poeta solta no mundo.
Alguns procuram andar nos trilhos,
outros viram vagabundos.

Uns as rimas pegam,
e prendem aos seus estilos.
Outros se esfregam, se esfregam,
mas não mostram nenhum brilho.

Mas o poema que vem da alma,
não quer ser "celebridade".
Quer saciar, com toda calma,
sua sede de liberdade.

A.J. Cardiais
27.05.2018
Poeta