Textos :  A Melodia do Medo( Sketch II)
A Melodia do Medo( Sketch II)
1. A melodia do medo



A cena se passa na Espanha, em 1913.




Cena Única




Um porão contendo três armários. Um na parede esquerda onde tem uma porta e dois na parede do meio. Umas dez caixas ao lado de uma mesinha, todas fechadas, três banquinhos, um cabide, alguns chapéus velhos, roupas antigas em um cesto, uma velha rabeca, etc. No porão vemos um rapaz moreno, cabelos escuros, olhos negros, de 18 anos. Ele se chama Adolfo. Ele está trancado no porão, e procura um meio de sair.



Adolfo- Madrecita de Dios! Ayuda me! Já é a segunda vez que fico trancado neste porão, e da última vez... Oh, da última vez comecei a ouvir música vinda de fora. Oh, como detesto essas músicas que sempre tocam quando estou em casa! Na verdade, quase nenhuma música me agrada. Ou seja a melodia, o tom, a letra, ou tudo junto! Ayuda, Dios!


Ele vai até um armário e pega umas folhas, revira as folhas para ver se acha uma chave, mas não acha nada, joga tudo no mesmo lugar desorganizadamente. Vai até o primeiro armário do meio. Procura nas gavetas dele, mas não acha nada.


Adolfo- Cáspite! Meus dedos estão todos empoeirados! Isso aqui não se limpa há tempo. Preciso pedir ao Juan para limpar aqui.


Adolfo anda pelo porão olhando para todos os cantos para ver se acha alguma chave. Revira as roupas, mexe em duas caixas e não acha nada.



Adolfo( mãos na cabeça preocupado)- Estou aqui há quase uma hora. Por que fui tirar a siesta aqui? Essa porta sempre emperra, ou sei lá, só pode ser azar mesmo!




Adolfo continua procurando. Logo ouvimos em off um barulho de música popular. Adolfo para estremecido. Ele fica pálido, começa a ficar com medo. Ele se senta em um banquinho.


Adolfo- Não posso acreditar nisso! Não me faltava mais nada! Trancado nesse porão pela segunda vez, e agora a ouvir música!( Coloca as mãos no rosto consternado). Eu... Simplesmente preciso sair daqui e ir para o quarto dos fundos onde não se ouve quase nada!


Adolfo continua a procurar. Ele mexe em mais duas caixas colocando o conteúdo no chão. São alguns livros. Ele revira todos em busca de uma chave. Nada. Ele chuta alguns livros e a música continua tocando o que deixa Adofo mais preocupado.


Adolfo- Dios! Yo no puedo más! Eu preciso sair desse porão maldito!



Ele vai até o último armário e na gaveta da esquerda para a direita, ele acha três chaves. Sorriso de contentamento. Ele pega as chaves e vai até a porta. Testa uma, não funciona. Testa outra, não funciona. E na última, ele já está totalmente desesperançoso, mas ainda assim tenta, a chave quase funciona, mas a porta que é de ferro não abre.


Adolfo- Bom, se nada funciona... Bom, eu me lembro que da última vez... Bom, meu pai uma vez costumava me dizer que falar Eu crio enquanto falo realmente pode funcionar. Oh, mas eu vou dar mais uma busca por esse porão que adora me pregar peças.


Volta para o fundo do porão e remexe o restante das caixas. Enquanto tudo isso acontece, ainda há música soando. O que impulsiona Adolfo a buscar mais rapidamente para se livrar do som da música. Ele decide ir a porta e diz:


Adolfo- Eu crio enquanto falo! Eu crio enquanto eu falo! Eu crio enquanto eu falo! Eu crio enquanto eu falo! Eu crio enquanto eu falo!


A porta começa a se abrir. Adolfo tem uma expressão de contentamento, mas susto, pois é a primeira vez que pratica tal palavra, mesmo assim ele sai apressadamente do porão que ainda se ouve a música. E o pano desce.




FIM
Poeta

Poemas de desilusión :  La botella de mi vida
“Quebradiza, tan . . . sufrida.”

Estoy tirando a la mar
la botella de mí vida,
así quisiera calmar
esta pena tan sufrida.

No la encuentres, pescador,
porque lleva el pergamino
de la mujer, desamor,
brújula de cruel destino.

El timón de la traición
que no dejó navegar
la barcaza de ilusión,
cansada de naufragar.

En el fondo está del mar
la botella de mí vida,
no puede cicatrizar
esta tormentosa herida.

Vuelve a puerto, marinero,
hoy no mojes red, ni anzuelo,
me ahogaré por mal severo
en océano desconsuelo.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Puerto de Veracruz, Estado de Veracruz-Llave, México, . . . un día de tantos . . .
Dedicada al Maestro Raciel, . . . hermano del alma . . .
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Poemas de reflexíon :  A Gertrudis Bocanegra
“La luz de una época negra.”

México forjó cimientos,
Pátzcuaro, mil setecientos
sesenta y cinco, cierto año,
once de abril ya de antaño.

Nació insigne soñadora,
María Gertrudis Teodora
Bocanegra Lazo Mendoza,
digna heroína, una Diosa.

Época de oscurantismo
que nos llevó hasta el abismo,
aquella del Virreinato
de recuerdo tan ingrato.

No obstante estar impedida,
por costumbre mal habida
de prohibir el desarrollo
a mujeres, cero apoyo.

Ella estudió, sin recato,
aprendiendo cada dato
de la Ilustración, lectora
como toda gran Señora.

La historia jamás nos miente
respecto a tal insurgente,
precursora feminista,
pionera nacionalista.

Católica luminaria,
socialmente visionaria
de su futura Nación,
ansias de emancipación.

De rancia España indecente,
transmitidas a la gente
como espiritual remanso,
su lucha fue sin descanso.

Prócer de la independencia
muy rebelde, por esencia,
sembró tenaz su semilla,
formo parte en la guerrilla.

Lideresa siempre hermana
que, de forma vil, insana,
fue sometida a tortura
y no perdió la cordura.

Ni sus grandes ideales,
todos ellos señoriales,
de libertad, de igualdad,
de paz, de fraternidad.

Valiente a carta cabal,
sufriendo juicio formal
no traicionó el movimiento,
su fusilamiento, cruento.

La patria entera celebra
a Gertrudis Bocanegra,
distinguidísima dama,
para orgullo, michoacana.

Pónganse de pie señores,
debemos rendirle honores,
con adalid tan fraterna
estamos en deuda eterna.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Ciudad de México, a 11 de abril del 2019
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Textos :  Alegrias Noturnas( Sketch I)
Alegrias Noturnas( Sketch I)


Alegrias Noturnas




A cena se passa em Lisboa, Portugal, no ano de 1923.


Cena Única


Uma sala com uma cadeira, uma poltrona no lado esquerdo da sala, uma mesinha, umas duas garrafas de bebida, uma janela que está fechada e com uma cortina de cor vermelha. Um homem está sentado na poltrona, ele se chama Carlos Hortênsio Nunes. Uma mulher entra.


Carlos- Ah, você ainda está aqui, pensei que já havia ido embora há um bom tempo.

Mulher- Não, eu preferi ficar, mas se quiser que eu vá embora, eu posso ir.


Carlos(indiferente)- Isso depende da sua própria escolha, você quem sabe...


Mulher- Você sabe que só saio daqui depois do que sempre fazemos todas as noites.


Carlos( pega uma garrafa, um copo, enche o copo de vinho e toma ele pela metade)- Hoje pode ser diferente, minha cara, nunca se sabe quando o homem está disposto aquilo que sempre fazemos.


Mulher- Há quantos dias está bebendo, Carlos?


Carlos( Termina de beber e coloca mais para si)- Três dias inteiros. Minhas alegrias noturnas são o álcool, essa casa, de vez em quando ler um jornal e você.


Mulher- Claro, eu não poderia faltar, né? Mas a empregada limpou a casa hoje?


Carlos- Sim, limpou, e por isso estou na sala bebendo, senão estaria em outro lugar da casa.



Mulher- Você tem conversado com sua mãe? Ela me disse que você estava meio distante e frio com ela.


Carlos( irritado ao falar)- Mamãe sempre acha que quando a gente está falando ou está usando um tom distante ou frio quando a gente não concorda com o que ela fala, você sabe como ela é.


Mulher- Sim, e eu te entendo perfeitamente( Dá alguns passos pela sala)


Carlos( levanta-se, coloca mais vinho na taça, e vai até a janela e abre)- Nossa, a noite está incrível, eu deveria ir lá fora ver as estrelas, mas hoje prefiro ficar aqui em casa.



Mulher- Apenas bebericando vinho e pensando nos próprios problemas... Não sei como consegue ser assim tão fechado.


Carlos( bebe um gole de vinho)- Eu não sou fechado, eu apenas gosto de manter meus momentos íntimos.


Mulher- Posso beber o vinho?


Carlos(distraído)- Claro, fique à vontade. Ah, noite, como estás bela e deleitosa, em ti moram todas as belezas astrais de uma noite mágica...


Mulher- Está agora criando poemas para a lua?( Ri, bebe um gole de vinho)



A Mulher vai até a poltrona onde está a mesinha, ela pega a garrafa e coloca vinho em uma taça que está na mesinha.


Carlos( sai da janela, se aproxima dela)- Não, você sabe que estou com os meus escritos parados, mas ainda consigo recitar poemas ou inventá-los na hora...

Mulher- Carlos, Carlos, eu acho que sei o que você precisa para voltar a escrever maravilhosamente bem como antes.


Carlos( ingênuo)- O quê?


A Mulher avança nele e lhe dá um beijo apaixonado na boca, o qual ele retribui na mesma intensidade. Eles vão até uma escada do lado direito da sala e começam a subir se beijando, Carlos tenta falar, mas a Mulher o impede com mais beijos.



Tudo fica escuro e o pano desce.
Poeta

Poemas de naturaleza :  Cisnes
“Afines, . . . sublimes.”

En azulosa laguna,
espejo de agua sin bruma,
un par de cisnes sublimes,
modelo de almas afines.

Sabiéndose hermosos, bellos,
entrelazando sus cuellos
como ensueño, como en trance,
iniciaban fiel romance:

El macho orgulloso,
divo, majestuoso,
cantaba: “te adoro”,
cortejo e imploro.

La hembra apenada
su querer negaba,
el cisne insistiendo,
élla iba . . . cediendo.

Al cabo de un rato,
de un momento grato,
Afrodita, Eolo,
ambos ¡uno solo!

Testigos las aves,
tulipanes suaves,
batracios, insectos,
peces muy selectos.

Natural fue todo,
la ternura a modo,
para siempre unión
con el corazón.

Más allá del mundo
apego profundo,
amor de los dos
designio . . . de Dios.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Bosque de Chapultepec, Ciudad de México, . . .
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Poemas :  Esposa hermosa
Esposa hermosa

Mujer linda, que llegaste del cielo como esposa hermosa
Entraste en mi alma con amor, en forma armoniosa y silenciosa
Se apareció en el camino de mi vida, en forma maravillosa
Formamos un hogar, del cual es la reina bella y orgullosa
De un paraíso esplendoroso, de hijos y familia numerosa
Esposa hermosa, eres la orquídea universal, la más preciosa
Sus alegrías inundan el hogar, de risas y anécdotas graciosas
Eres toda una mujer apasionante, valerosa y de aires primorosa
Esposa hermosa, de valores y de amores asombrosa
Eres tan palpitante y bella, como mariposa atractiva y valerosa
Eres del jardín florecido, la flor más linda de pétalos majestuosa
Esposa hermosa, delicada como capullo de rosa, de fragancias prodigiosa
Eres mi estrella y mi esplendoroso lucero, de luces luminosa

Esposa hermosa encantadora, que calma con pasión mis locuras
De día y de noche es el sosiego de las emociones, que atraviesan mis aventuras
Es la bonanza y tranquilidad, los versos maravillosos de mis escrituras
Eres el bálsamo embriagador, que acelera y calma mis ardientes temperaturas
Esposa bella, todo tu cuerpo es un jardín, lleno de hermosuras
Eres mi licor y mi perfume, que arrebata de tu bata, rasgando las vestiduras
Eres mi régimen, el gobierno que atemoriza de tu corazón, las dictaduras

Esposa hermosa, exquisita y sensual, llena de furtivas pasiones
Eres del paraíso, el edén del fulgor placentero de las habitaciones
Toda una señora maravillosa, que con su presencia anima las charlas y conversaciones
Bella dama, llama ardiente, que desborda amores y toda clase de sensaciones
Para ti, esposa hermosa, las melodías de mis poemas hechas canciones
Para ti, todos los ramos de rosas floridos, que adornan en tus balcones
Todos los sueños fantásticos, que calmen y aniden en tus imaginaciones
Esposa bella y hermosa, todo mi corazón lleno de abrazos y consideraciones
Con su caminar tranquilo y pausado, me llena de paciencia en todas las ocasiones
A Dios, siempre le pido, que la riegue de salud, de vida y de bendiciones
Mujer bella y agradable, de tus hijos los pormenores de tus confesiones
Esposa hermosa, el clamor de amor, en todas las dimensiones

Canta, esposa hermosa, canta, que mi corazón te quiere y te adora
Que tu voz resuena en mi alma y de tus labios carnudos me enamora
Para ti mujer bella, todas mis poesías, señora esposa encantadora
Para ti todos los pergaminos, diplomas y medallas, mi inagotable luchadora
Dulce y preciosa mujer guapa, mi ángel y guía protectora
Verla radiante, alegra mi espíritu, primorosa soñadora
Con su bata blanca transparente, acelera la pasión de tu cuerpo seductora
Esposa hermosa, musa de mis pensamientos y mi ferviente admiradora
Toda una guerrera en sus quehaceres, de tu fortaleza inagotable y abrumadora

Reparte amores y quereres de abrazos, la familia entera tus felicidades
Eres la luz esplendorosa, que ilumina en las penumbras y oscuridades
Esposa hermosa, que calma los miedos y aleja con tu vitalidad las enfermedades
Compañía ideal, de noche y de día, desterrando tristezas y soledades
Mujer, que sabe amar y reparte cariños a grandes velocidades
Calma el palpitar de mi corazón, olvidando temores y ansiedades
Esposa hermosa, ramillete de cariños de amabilidades y bondades
Eres mi reina y mi heroína, de mi palacio, el centro de tus majestades
Atractiva y clamorosa, en el silencio de tus intimidades
Pétalo de rosa, los perfúmenos en tus lindas manos, la loción de tus suavidades
Manjar de conocimientos, el secreto de vida, el alimento de mis complicidades
Esposa hermosa, para ti, la venia y todas las solemnidades
Madre querida y bella, de tus hijos, la princesa maternal, llena de amor y espiritualidades
Fragancia y esencia inagotable de amor y paciencia, el honor de tus respetabilidades
Esposa hermosa, el júbilo y regocijo, que calma mis voluntades

“Joreman” Jorge Enrique Mantilla – Bucaramanga marzo 25-2021
Poeta

Poemas de reflexíon :  Crónica rimada Antilópez (09-IV-2019)
Me da pena el Presidente
descortés, tan displicente,
que ofende a la sociedad
con su voz de suciedad.

Cuando se sube en el podio
dando su discurso de odio,
al son de: “no estás conmigo
(lo siento) . . . eres mi enemigo”.

Por ejemplo, a periodistas,
bajo múltiples aristas,
a los que llama “fifís”
con verborrea y frenesí.

Haciéndoles mil reproches
tachándolos de “fantoches”,
hipócritas, conservadores”,
con mensajes retadores.

No soporta lo critiquen,
menos quiere que lo ubiquen,
luego, luego, “se me esponja”
y vuelve a su jerigonza.

Diciéndoles “doble cara”,
así, se desenmascara
en su verdadera esencia
como rey de la indecencia.

Ante la opinión mordaz
echa un salto para atrás,
no aprende a lidiar con eso,
al peje le falta seso.

Actuando así decepciona,
pues, por todo se emociona,
no controla sus instintos,
se pierde en sus laberintos.

Carece de todo aguante,
presto, “se pone los guantes”,
recae en la intolerancia,
su verdadera fragancia.

López Obrador se pica,
pica, pica, hasta replica,
diciendo: “tengo derecho”,
pero, sale muy maltrecho.

Queda como irrespetuoso,
me parece pavoroso
que por todo esté peleando,
que con todos se esté dando.

Luego, para más pesares,
se pone a citar a Juárez,
para mí, queda en vergüenza
dándome tristeza inmensa.

Un presidente concilia,
aviene, se reconcilia,
pacifica, pacta, acuerda,
con el mundo, al fin, concuerda.

Qué indignidad la de Amlo,
¿ese es su mentado “cambio”?,
¿el tratar de desunirnos
es uno de sus designios?

¿Cuál autoridad moral?,
más bien es un inmoral,
cayendo en la “calentura”
“arrastra” su investidura.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Ciudad de México, a 09 de abril del 2019
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Poemas :  El perdón
Una mala accion perdonada
Invita a la reflexión
si debio de ser perdonada
si de ella no se aprendió
Ni mejoro la relación
ni a las personas involucradas
Porque interpretandolo mal
se les dio alas envenenadas

Lo contrario no perdonar
te deja enganchado
al jinete equivocado
La rectitud no parece
más que una espada alzada
que pesa como una losa
y el avanzar retrasa
porque te ahoga

El perdón siempre es distinto
con cada palmo que avanzas
pero solo es uno y siempre el mismo
Goze y dolor al recibirlo
como al trasmitirlo

Como salir del influjo
del mal fario
Sin claudicar
Ni traicionar tu verdad
Aprendiendo a ser libre
Mirando sin dolor
Alejando la razón

Cuando permitirte olvidar
revela grandeza
y dar la espalda
salud autoimpuesta
Cuando al revés la tozudez
se convierte en paranoia
Corre pus por las venas
y traspasa el canto de sirena

Pupilas llorosas
pozo sin fondo
Cordura sin ataduras
Cuerda al cántaro
quita la sed del engaño
Los cuernos no agites al paso
para que los venados
tengan de comer en el prado

El perdón balsa de piedad
Balsamo para el corazón
Evaporación de la tierra
agrandando el orbe
Cimientos divinos
constructores de paz
Manantial de trigo fresco

Perdonar y perdonarme las ofensas
que hago contra natura
Mientras el pie camina
y pisa las margaritas
Si consciencia tomo de mis faltas
No tomes a pecho las mias
El cuchillo hizo sangrar
y con su tapón salvo la vida

Ese balcón la dicha vigila
No juegues al escondite con la justicia
Si paz doy
la paz obtengo
tanto aquí como en el cementerio
La grandeza del amor
no tira los dados
Sino que permuta favores
al compás de no ir errático
ni errar candados
para que la orquesta
siga tocando el valz
en honor de lo sembrado
en desiertos y en polos congelados
Hermanar voluntades
descuartiza tempestades

La inocencia y la alegría
van tan parejos al perdón
No dejes que nadie arrase
el buen senso de lo intagible
El honor no condena a la tribulación
y a la tristeza
Sino todo lo contrario
de ahí mirate
para saber
si estrabiaste el rumbo

Ostia bendita
Cuesta tanto ir limpia
y con hambre de ti
Lagrimas derramo
Por la maldad de unos
y en el no olvido de otros
Perdemos todos

Encerrados en mazmorras
Solo sombras peligrosas observamos
No comprender que la magia
una palabra necesita
que deshace cualquier maldición
y malificio echado

Despoja te del pegamento
que te ata al pasado
Los truenos y rayos
depositaron abundante agua
No la dejes que se estanque
Hazla correr por el arroyo
con su tinteneo
vuelve al presente

Nada turbe y perturbe
ser agradecido por ver
el nuevo amanecer
sin mochilas del ayer
Abre los ojos al día comenzado
El buen humor de energía revosa
a tus pies
que alzandose aprendieron
a dar las gracias


10/04/2021
©Dikia
Poeta

Poemas de reflexíon :  De López y del montaje
“El pueblo “sabio” . . . más maje.”

En eso de los montajes,
del circo, de hacernos “guajes”,
López es “chucha cuerera”,
hoy, proyectó en cartelera.

En su pantalla gigante
de circo, de buen talante,
otro “oso” de sin vergüenza,
que ya es su marca, su esencia.

Se han vuelto muy peculiares
sus ataques a particulares,
los linchamientos arteros,
deleznables, majaderos.

Miércoles, en mañanera,
tundió en forma lastimera
a Carlos Loret de Mola,
comentarista de moda.

Muy temprano subió al podio,
vertiendo discurso de odio,
empleando, con desenfado,
el aparato de estado.

El tiempo, horarios, recursos
económicos, con furcios,
reviviendo así el pasado
de un “montaje” recordado.

Porque estuvo involucrado
el periodista nombrado,
García Luna y la francesa
Florence Cassez, ¡qué tristeza!

Decir esto mucho siento,
porque sucedió hace tiempo,
dieciséis años, exactos,
lo que se evocó en un acto.

Así, el vengativo López,
aunque nos demos de topes,
no lleva las aguas mansas,
no desmiente aquellas transas.

De Bartlett, las de Felipa,
de Irma Eréndira, y se “entripa”,
no desmiente lo de Pío,
de él, no dice ni pio.

No combate su corrupción,
decepciona a la nación,
mejor le aplica el terror
al gran comunicador.

A ese que la ha denunciado,
lo ataca como enajenado,
le da duro, brutalmente,
al mensajero vehemente.

Estando en plena pandemia,
Andrés Manuel, tal cual, premia
al pueblo con un video,
con un show de lo más feo.

En ridículo el “gobierno”,
en la locura, el infierno,
México, atroz sufrimiento,
y el peje sin sentimiento.

La crisis, pues, es terrible,
la pobreza es indecible,
el desempleo galopante,
la inflación desesperante.

Nuestro país va al revés,
el televisivo Andrés
pierde el tiempo en un “montaje”
y al pueblo “sabio” hace maje.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Ciudad de México, a 07 de abril del 2021
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Poemas :  Mátame mujer
Mátame mujer

Mátame mujer con el desprecio de su corazón
Cercéneme las venas y desángrame de emoción
Arruine la conciencia y mi lánguida razón
Véndame los ojos, para que no vuele mi oscura imaginación
Contágiame de coronavirus y ahogue para siempre mi respiración
Acorrálame con su demonio, el temor de mi confusión
Lléname de incertidumbre, el caos de mi desesperación
Clávame los labios para que no escuche, el grito de mi revolución
Enciérrame en su cuarto oscuro y frío, para que no haya espacio de reflexión
Con su puñal sangrante, atraviésame el alma a traición
En la agonía de mi muerte, no traiga curas, ni agua bendita, ni el perdón de mi confesión
Destrúyame poco a poquito, sin lástima, ni compasión
Que mi alma volará a los cielos, al infinito y a otra dimensión

Quémame con la lava hirviente, que emanan de sus volcanes
Y que me piquen debajo de sus enaguas, las avispas y los alacranes
Lapídame con las piedras, que azotan sus gemidos y ademanes
Ejecútame mi existir, en el palacio de sus zaguanes

Destrózame las alas mi sufrido espíritu volador
Lincha mi cuerpo con golpes de amor y que sufra en su dolor
Acorrálame en sus celdas, sin romper los barrotes de mi prisión
Elimine todo vestigio de alegrías y sonrisas, que fluyen del espíritu encantador
Arruine con su ira atormentada, las noches furtivas de pasión
Destroce y rompa las poesías hechas para ti, con la voz de mi canción
Ábrame y échame sal a las heridas, con su desprecio aterrador
Acabe de una vez por todas, con las penas y afugias del perdedor
Azótame con su huracán y lléname de neblinas, del horizonte abrumador

Asesíname con el puñal de sus soberbias, mis lánguidas soledades
Las angustias y tormentos que acrecientan mis sufridas debilidades
Línchame con su desprecio, el calor de mis intimidades
Extermine con sus paraguas, el vendaval que azota la furia de mis tempestades
Devástame con su mirada, que acrecientan los dolores de mis enfermedades
Despáchame de su alcoba y de su cama y tírame al frío de las oscuridades

Mátame mujer, clavando su puñal, atravesando corazones
Ejecútame con sus besos robados, la sensación de mis emociones
Acabe con mis opiniones, estrellando los ecos en sus oscuros rincones
Destruya los discos, las melodías hermosas de mis canciones
Asomase con su minifalda al balcón y que todos te vean los calzones
Que amores debes tener y pasiones furtivas por montones
Aniquílame los celos y el rugir furioso, que llevo dentro de mis pantalones
Inmólame ante satanás, llenándome de caos, miedos y confusiones
Lléname de congojas y llantos, de lágrimas y desesperaciones
De mi trinchera desprotegida, el disparo certero de sus cañones

Aniquile la veneración de mi amor sufrido, de andariego y vagabundo
Atraviésame con su desprecio, los pensamientos de mi querer en un segundo
Liquide mis sueños y recuerdos en un sarcófago lóbrego y profundo
Te quise y te amé mujer como nunca, hasta la agonía de mi cuerpo moribundo
No valió la pena el esfuerzo y sacrificio por alcanzar su amor furibundo

“Joreman” Jorge Enrique Mantilla- Bucaramanga abril 08-2021
Poeta