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Como? No amarte, como? No perderme en tu esencia, en el abrazo tibio de tus caricias como? No perderme en ese brillo, en esa luz, que solo emana tu mirada
Mi corazon palpita muy fuerte escucho el susurro de tu voz endulzando mis oidos con tus suaves melodias encantandas.
Cada amanecer, es precisamente despertar en el paraiso, embriagada de tus besos, llenos de miel, empapada de tu amor
Todo mi ser, se enamora la luna, las estrellas, el sol, el viento, dansan... Porque , Vos y Yo... Estamos juntos,
Porque este, nuestro amor se fortalece, se levanta y no hay oscuridad, nada lo puede opacar
Este inmenso amor surgio de la nada nos acompana y Hoy lo es todo..!
Como no amarte asi ??? cuando sos y fuiste todo Para Mi.
Autor: Pato
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Poeta
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Hebert Fayet.
Soñé que Don Luis Borges regresaba hablando de ajedrez en un soneto describiendo el ingenio del fiancheto al citar a maestros que admiraba. En mi sueño el poeta me confiaba una tarde a la sombra de un abeto su profundo cariño y su respeto por su padre, aquel ciego que adoraba. Contaba de organitos callejeros de duelos en callejas de arrabales en tiempos de feroces cuchilleros de la luz de la luna en los puñales y la muerte en los barrios orilleros danzando por los turbios andurriales.
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Poeta
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DESTEMPLADOS CLIMAS
Los viajeros otoños. Son en las hojas amarillas tardes. Ruinas de los veranos. Últimos verdes primaverales primero. Des Templa Dos.
Klima, climat, climate. Henker, boia, algoz, bourreau, hangman. Verdugo Rojugo Negrugo Blancugo. La misma nieve niebla dura.
Por El Vino flores viajes plural soborno desconsuelo vertebral atonía paradoja millonaria humanidad embuste infundio desamparo firme áspero matorral venéreo anónima catástrofe destempla. Dos climas opuestos absurdos inversos.
Cuando La Vida Cobija La Sombra Del silencio mortal huésped. De La Muerte sed del agua. ¡Turbia turba!. De Corbatas danza.
Viaje difícil de traducir. Con el monosílabo limítrofe. Y el desgarrado trozo. ¡Después de beber las sombras!. Flores doce sangres. Flores miles de sorda luna. ___El bárbaro dedal de las agujas. ___El último desconocido. Innegablemente. Desvirtuado.
Wasserdicht, impermeabile,impermeável, waterproof. Lautsprecher, alto-falante, haut-parleur, loudspeaker.
Destempla Dosclimas. Reino del máximo hueco dual. Del mal. Perfectamente retorcido bien ausente. ¡Viaje nefasto del poder del exterminio!.
Aclimatizados. Espiritualizados limítrofes depósitos. Desvergonzados alacránicos escándalos. La rapiña cosecha incorruptible. El clima. ¡Qué frío amenaza al hielo!. El valor. ¡Del miedo al miedo desmedido!. El arrepentirse. ¡Cuándo nada sucede al invierno!.
Stolz, orgoglioso, orgulhoso, fier, proud. Powerful, puissant, potente, mächtig, gewaltig.
Destemplados Cli Másinhumanos. Y En el corazón desterrado. Del meteorológico sepulcro. ¡Hay refugio!. Donde toda consciencia perece. Por el clima. Desvirtuado del vidrio fragua. Destemplada codicia. Metástasis. Imposibles. ¡Del atmosférico candor inesperado!
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
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Poeta
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Rotunda agua a las siete y veintitrés.
Póster cuadriculado es la metáfora dentro de un verso exótico palpita claramente aceptada en los muchísimos lugares donde nacen los demás, la evidencia terrible en los escasos lugares donde viven los recuerdos, y en la estética de los numerosos lugares verdaderos y olvidados misteriosa esperanza atina donde esa crítica unánime no almuerza.
José Pómez http://pomez.net
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Poeta
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MINHA BUSCA
Quando foi chegando à adolescência aquele garoto tímido foi tendo um incomodo interior sem explicação que norteou a minha vida por alguns pares de anos em busca de explicações ou entendimento.
Esta busca deu o tom para a minha vida.
Tentei terapia, ai já com dezenove anos, mas ai então eu já sabia muito mais do que muitos terapeutas da época e vi que dali não iria sair nenhum coelho (hoje já evoluiu muito), mas antes eu já tinha passado primeiramente pelo candomblé, quando tinha dezesseis anos, mas “um espírito”, que ficava perambulando, era chamado de espírito lavador, pois os seus gestos parecia o de uma pessoa lavando roupa num tanque veio falar comigo.
Ele não falava com ninguém, e por isto a estranheza quando ele se chegou a mim e disse sério e baixinho “você vai apanhar muito se não levar a sério” e eu, claro, nunca mais fui. Eu já estava apanhando bastante, não precisava de mais ajuda.
Quando tinha chegado lá no primeiro dia me dirigi a uma mãe de santo e perguntei: “O que é que eu tenho” e ela “o que é que você tem o que meu filho”, então eu já sabia que o lugar não era ali, não seria tão fácil assim.
Eu gostava do batuque e das cores, era respeitoso, assim como sempre fui, mas aquele cara leu a minha alma.
E ai não parei mais de ler procurando por algo que não sabia o que, nem de ir às seitas que pipocavam naquela época, como a de ficar sentado dentro de uma pirâmide, ler os escritos dos Hare Khrisna, ir nos Meninos de Deus e outras.
Tentei ler a bíblia, respeito, assim como a todas as religiões que vou citar aqui, mas não eram para mim.
Fui no espiritismo e tive a experiência de ver uma mulher na plateia começar a ter convulsões e a babar que me chocou, enquanto lá na frente, na mesa, ficavam diversos espiritas que tinham me dito que eu precisava levar passes para evoluir, mas eu não tinha tempo, pois, com certeza, eu ia ter que ter muitos passes e não dava para esperar.
Na época tinha uma revista que trazia muitas informações das seitas que tinham pelo mundo, que era a Planeta, (o editor era o Paulo Coelho, quem diria), e eu fui lendo tudo que ela indicava ou o que aparecia na minha frente como alguma coisa da Rosa Cruz , da Fé Bahá’i, enfim todas as linhas do oriente e do Ocidente.
Eu ia lendo estes escritos, mas quando via que não batia alguma coisa seguia em frente, era como se eu não tivesse tempo e na verdade não tinha mesmo.
Era década de setenta então pintou a canabis, mas ela me deixava sem chão e agravava o tal do meu problema, experimentei alguns alucinógenos, mas tive um efeito invertido, em uma das três vezes que tomei, que achei melhor não arriscar mais, e também passou esta fase, e mais tarde vi que muitos se perderem por terem continuado..
Drogas pesadas, que na época eram injetáveis (hoje não necessariamente), iam contra o meu instinto de autopreservação.
Quem entra nessas está algemando a alma e jogando a chave fora.
Li Carlos Castaneda, mítico na época, Carl Sagam, o astronomo acima do seu tempo, o Bhagavad-Gita, e outros escritos daquela época de Contra cultura, sociedades alternativas e outras, mas o filosofo que mais me arrebatou naquele período foi Krishnamurti, que no final de um livro dele eu escrevi: “Se Krishnamurt pensa como eu e eu penso como Krishnamurt pensa, eu sou Krishnamurt e Krishnamurt é eu”, coisa de bicho grilo.
Com ele tive a confirmação que eu estava certo no meu pensamento, mas que o caminho ainda tinha que ser descoberto; eu só pensava na linha dele, mas com certeza ele era estratosfericamente zen e eu estratosfericamente complicado.
Ai chegou o período cinzento, já sem opções fui pedir socorro na terapia, mas ela também não tinha, ai já com os dezenove anos, mas lembro que ao sair de uma dessas sessões em grupo, onde eu e outro cara ficavamos nos digladiando, entrei numa igreja que estava aberta e totalmente vazia, e silenciosamente tentei fazer uma oração, mas não tinha a força suficiente para fazer brotar uma oração apropriada, assim senti, e sai em desalento.
Então fui para a faculdade, fiz o vestibular para Filosofia, fui ver o que os filósofos tinham a dizer, mas não tinham muito, eles tinham mais questionamentos que respostas, como eu, e o curso não era como eu esperava, as aulas eram como a de qualquer outro curso, sem debates, sem trocar ideias, mas valeu, fiquei dois períodos e conheci alguns outros malucos.
Mas numa destas aulas questionei de onde o homem poderia saber quantos anos o Sol tinha, zilhões de anos, com os parcos conhecimentos que se tinha naquela época, mas o professor não me convenceu e eu ofusquei a aula dele, mas nunca imaginaria que aquele debate iria me levar à verdade que eu tanto procurava.
Um dia lendo um exemplar domingueiro de um jornal li um artigo com o título: “O Sol morre” e lendo-o vi que ele era mais lógico do que as explicações tidas lá naquela aula.
E para a minha surpresa o escritório da entidade filosófica ficava na parte comercial do mesmo prédio onde eu morava. Estava ali do lado e eu indo tão longe....
Fui lá, cabelo comprido, roupa surrada, e perguntei se podia fumar, mas como não tinha cinzeiro no local e o rapaz saiu em busca de algo que pudesse servir abandonei a ideia, mas cheio de questionamentos continuamos a conversar e o atendente me falou que a base da instituição era a Mensagem do Graal “Na Luz da Verdade” do filosofo alemão Abdruschin que eu nunca tinha ouvido falar.
Procurei em todo o Oriente e fui encontrar em escritos da Alemanha, nunca imaginaria.
Mas eu falei que naquele momento não tinha dinheiro para comprá-la e o atendente gentilmente disse que poderia emprestar a dele e que no dia seguinte poderia deixá-la no meu apartamento.
No dia seguinte fiquei aguardando-o sentado na escada do meu andar, e ele na hora marcado me trouxe.
Comecei a lê-la e no inicio a achei estranha, pois o autor não amenizava nas palavra e o achei áspero, parecendo arrogante até, de inicio, e lembro que tive impulso de jogar o livro pela janela de tanto que mexeu comigo, mas felizmente o livro não era meu, e na continuação da leitura aquelas palavras foram se harmonizando com a minha alma, e quando vi já tinha lido o volume inteiro (são três) em poucas horas, e fiquei louco para que passasse a semana para ir lá pegar o segundo volume.
Estava com dezenove anos, tinha encontrado uma filosofia que me satisfazia intelectualmente, trazia respostas para os meus questionamentos espirituais, e além de tudo a leitura apaziguava o meu íntimo, tão inquieto.
Cortei o meu cabelo, parei de fumar, meus amigos de até então se mandaram, e eu comecei uma nova vida, com muito por fazer pela frente, mas tinha conhecido um filosofo que me arrebatou com a sua Mensagem e que me mostrou o caminho para eu desatar todos os meus nós.
Meus muitos nós, por isto o tempo era curto, e estou até hoje lendo-o e sempre com muito ainda a aprender.
Nada é fácil para quem ainda está neste plano terreno, nesta época crucial da nossa existência, e não só desta curta vida, que só trás todo o ranço do nosso passado e os nós, feitos em tantas outras.
O homem saiu em desalinho na sua trajetória milenar e por isto muitos hoje já não conseguem entender como é que pode acontecer tantas inexplicáveis injustiças, e de como acreditar em um Deus que permita tantas atrocidades e sofrimentos que vemos no dia a dia.
Mas como disse o maior de todos os cientistas “Deus não joga dados” e se queres entender a tua vida, e a vida em sí, e a perfeição de teu Deus, não fique olhando só para a tua infância, teus pais não tem muito a ver com isso, ou tem, mas foram as tuas atuações passadas que te levaram ao teu atual ambiente familiar, aos teus sofrimentos e às tuas alegrias.
Tudo na natureza é perfeito e mostra a perfeição do nosso Criador, e não seria só na nossa vida, na dos seres humanos, que isto seria diferente. “O que semeias, colherás.”
E eu, particularmente, dei muitos motivos para os medos e inquietações que eu tinha, mas nas próprias leis podemos novamente nos alinhar, basta conhecê-las novamente.
www.hserpa.prosaeverso.net
"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo' Roselis von Sass – www.graal.org.br
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La florescencia del cerezo, Embellece la primavera, Los matices del otoño, Se escriben en pergaminos.
Pergaminos del otoño, Mensajeros del corazón, Amigos del viento, Lleva pronto mi mensaje de amor.
Quiero tenerte a mi lado, Quiero verte sonreír, Quiero sentir tus palpitaciones, Quiero que el tiempo corra rápido, Para tenerte aquí.
Antar feb14/2014
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Esta noche con ojo de buey lunar, al que el viento le corre nubloso cortinaje, yo, marino noctívago, me quedo sin la iridiscente lumbrera que, aun fútil consuelo, me inspire los primeros depresivos versos a tu desamor.
¿Habrá juzgado el viento que tu indiferencia sideral y mi numen de melancólico albur, son incompatibles? ¿Vio lo tuyo un firme desdén y lo mío un desperdicio lírico? Seguramente... ¡Pero qué lástima que la noche sea tuerta!
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Poeta
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ENLAGUNADO...
Acompañado con frecuencia iba por la noche indiferente a la soledad pensando con espinas, dulces, transparentes algodones, inquietos, los árboles corrían junto al río recostado sobre un verde rápido y amarillo triste.
Lagunas lagunas iban...
Saliendo las puertas por una cerrada ventana aserrada por el becerro que ve al cerro entrando por el hambre.
Por el hambre que llueve las cucharas abandonando los confines del apetito sinfín de alambres en el hombre que parece natural sin verle saltar los tornillos en el vientre de las tuercas ilusionadas con el canto adivinando el vuelo de un encino dudoso de su sino vegetal por los fierros que rechinan reclamando raíces calmas menos hojas acariciando otoños en los retoños al primaverear invernales pedernales sin sandalias que obligan a olvidar que comen las mañanas la misma luna confundida con un queso, tirando las cáscaras a la laguna.
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
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Poeta
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Soledad es un montón de frases locas, llenas de estridencias que se agolpan en el cerebro sin que nadie sepa que existen, es esa canilla que pierde gotas monocordemente y que a pesar de volverte loco no llamas al plomero para hacerla arreglar, ya que entonces el silencio te embargaría como el estallido de una bomba nuclear dejándote muerto pero vivo. Soledad es la quietud amalgamada del invierno en una choza de madera frente al mar, el viento viajando sobre los eucaliptos, el egoísmo que deja cumbres de letanías sobre la almohada, el miedo a caminar por la casa para no sentir tus suspiros, la prisión sin rejas en el tumulto del alma, el sepulcro donde existes alucinando esa libertad que no se ansía, el reflejo cabriolando de tu propia sombra en la pared, el fuego crepitando en la estufa haciendo que parezca que somos miles y está todo despoblado. Soledad es sentir la calidez de un rayo de sol aguijoneando tu espalda como cuchillos de hielo, es creer que ha pasado un siglo y apenas fueron dos horas, es la tortura hecha verso en el papiro de tu mente, un idioma que no existe pero que todos conocemos, es la esperanza cautiva de la naturaleza humana para matar al ave del amor convirtiéndola en la mejor y más fiel de las amantes. Soledad es el fantasma que se sienta a tu lado en el café logrando que el whisky sepa a veneno dulce, abrazando tu garganta, quemando hasta la última cuerda vocal, es el arroz que queda regado en la acera luego de una boda, la sonrisa estúpida en el trabajo cuando te preguntan ¿Cómo estás? Son las píldoras verdes, blancas y azules que te receta el psicólogo diciendo que te van a ayudar. Soledad es un escenario vacío con el postrero cigarrillo consumido en los dedos, es mirar al cielo puteando a Dios, es sentir tus cenizas evaporándose entre las manos y los latidos corazón acelerándose cuando piensas que has encontrado la cura apoyando el cañón de la pistola sobre tu sien. Soledad son los malditos recuerdos y tú que no estás a mi lado acariciando mi pelo, reventando letras en el rincón del espejo, en tanto, después de un largo abrazo al almohadón el cual aún guarda la moldura de tu cabeza, las cascadas se van desprendiendo de los ojos dibujando en glaciales y saladas gotas el detestable infierno al que me ha condenado tu ausencia. Soledad es la bala que nunca salió observando tu foto.
Autor: Daniel Borrell Este obra está bajo una licencia de Creative Commons Reconocimiento 3.0 Unported. País: Uruguay Fecha: 23/01/2014
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lety tu amor me salva contra toda tempestad venciendo al desamor por vos mi amor primero por tus besos carismaticos que son deseo y realidad te amo por sobre todo por tu amor que es accion sera por eso que te quiero sera por eso que te tengo en tu sed de milagros en tu cuerpo que es hoy ahora aqui y siempre te quiero,te amo,te necesito amor sideral amor mio
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Poeta
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