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Gosto de passear pela vida, abrindo as janelas da imaginação.
A.J. Cardiais 05.11.2015
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Poeta
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Não ando pela rua procurando poesia, mas ando vibrando em sua frequência.
Algumas vezes ela se insinua: pisca o olho, rebola, levanta a saia...
Quando eu não ligo, ela me vaia e me chama de metido.
Quando estou afim de prazer, nem procuro conversar: chamo logo pra... beber.
A.J. Cardiais 20.02.2016
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Poeta
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Ele cria metáforas no rol da simplicidade, deixando-nos com vontade de viver no seu poema.
Ele faz uma pequenina cena crescer e ganhar valor, que nós extraímos tanto amor de dentro de uma frase pequena.
A.J. Cardiais 04.03.2016
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Poeta
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[img width=300]https://focusingelportalinterno.files.wordpress.com/2012/12/focusing-2.jpg[/img]
No pasaron los días, quedaron dentro. Y siempre el corazón salió a su encuentro.
Y así el alma es morada, de los momentos. fueran de risa o llanto, dicha o tormento.
Quedó dentro el color de esa mañana, cuyo fresco rocío, roció mi alma.
Y quedó dentro el fuego de aquellos años. Cuando todo era amigo, y todo extraño.
La voz de aquella dama, que me decía, que el perfume del alma es la poesía.
Dentro vive el sabor, de aquella boca, fuente de mi deseo que aún convoca.
Y tengo dentro dolor por las ausencias, que dejaron adioses, y disidencias.
No fue acierto acertar o equivocarse; fue el acierto sentir y fue asombrarse.
No ha pasado la vida: sólo ha vivido. Fue sembrando semillas y han florecido.
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Poeta
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Depois do tempo que eu te dava guarida Tu vieste a ser a mais bela do meu harém. Tu eras a mais desejada a mais querida Mas como as outras, tu passas-te também.
Agarrei-te com as minha duas nãos Tu te debates-te, não aceitavas Eu não perdi a esperança, isso não Eu segurei o teu corpo, bela escrava.
Remorsos? certo, mas queria-te comer, Vi todo o sangue que tu perdes-te . Tinha desejos de ti, a morrer Depois da penetração, tudo esqueces-te
Consegui entre minhas pernas te prender. Não desisti de fazer com que fosses minha, Preparei a minha ferramenta do dever E penetrei a faca no pescoço da galinha!
A. da fonseca
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Poeta
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Virou pesadelo, Por culpa de quem? Por culpa da esquerda Que governou à direita Enquanto o povo espreita Numa janela quase fechada Uma vida que não nos deu nada. Mas viva a democracia Com um elefante poderoso Que representa a força do povo Não à direita, com Coelhos Mas uma esquerda com pentelhos Bem eriçados Que digam merda ao capitalismo, Exploradores do homem Que trabalha dia a dia E que não nos dêem conselhos Porque são falsos São cheios de hipocrisia Venha a nós o vosso esforço Para bem encher os nossos cofres E vós, pobres escravos Convençam-se que é assim Trabalhem mais para ganhar mais É a doutrina de Nicolas Sarkozy Pauvre con!
Viva a liberdade Viva a democracia Viva o povo que é a seiva de um estado
Abraço a todos os homens e mulheres QUE SOFREM
A. da fonseca
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Poeta
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Puta de vida, puta de sociedade Não é só a puta que é fodida Mas também a nossa dignidade. Mesmo a dignidade da puta Nem ela mesmo é respeitada Ninguém é ninguém, não somos nada. Tenho vontade de ser kamikas Fazer explodir tudo em palavras Das mais rudes às mais malcriadas Pois que há gente sem sentimentos E nada servem os lamentos Daqueles que são feridos de morte Que andam no Mundo sem Norte Que tudo fazem para o merecer Mas esse Norte nem sequer dá para ver. Um véu negro se levanta Se reagem logo alguém se espanta E dizem-lhes, vão-se foder. Se estou revoltado? Ah pois estou Gostava de viver num mundo sem hipocrisia Sem o cinismo das guerras Mesmo que sejam só de palavras E essas fazem na verdade doer. Porquê, porque quero a paz E contrariado não posso responder
A. da fonseca
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Poeta
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O que é “vencer na vida? É desmatar a floresta da imaginação, e plantar um “pé de cifrão”? Por isso muita gente leva a vida em vão... Só existem “bens materiais” em sua visão.
Se olha para o lado, nunca enxerga um irmão: enxerga um competidor. Vive pensando que as pessoas só estão aqui para competir.
Esta pessoa precisa descobrir que o verdadeiro sentido da vida é o amor... Este sim, quem o encontra, é um vencedor.
A.J. Cardiais 28.08.2009
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Poeta
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El despertador dice que quedan 3 y mi cerebro dicta que quedan menos, da igual, si no hay nada para qué, no que hay buscar un cómo. No soy diferente ni especial, ni más que un trozo de mierda aplastado sin querer, ni menos que un retrete al que le tiran mierda. No hay una diferencia abismal entre lo que se quiere y lo que se puede, pero la realidad es que no todas las veces se quiere, ni todas se puede. ¿Quién podría creer las verdades que aunque tontas, no dejan de ser verdades? ¿Y quién podría juzgar las mentiras, ésas, tan fantásticas y tristes, pero mentiras? Algo se ha metido en la cabeza del humano desde crío y ha sido manipulada con el tiempo al antojo de lo que sea que lo controle, a placer de lo que no se puede ver. No hay un cambio en realidad, y si lo hay, entonces debes cambiarlo otra vez. Nadie tiene la verdad y nadie quiere tenerla, y si juzgo por lo que veo, me condeno a que me juzguen por lo que no hago ver. Mis flemas son rojas y mi tos me despierta antes de sonar el despertador, pero soy más duro que él y lo rechazo. Tengo asco de gente y asco de soledad, pero si hay algo rescatable son los secretos, pero sólo los que se pueden contar. Algunas tardes me siento en una piedra a un lado de mi laguna mental y no digo nada, los pájaros caen al agua y los peces se extinguen entre sí, ella salva vidas allá fuera, y yo me quito la mía aquí dentro. Si quieres salir, sácame, pero si no lo quieres hacer, déjame nadar con los peces.
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Poeta
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Enquanto as celebridades, os “astros e estrelas" da nossa constelação, só se preocuparem com o brilho próprio, a Terra viverá nessa eterna escuridão.
Enquanto os ricos, os milionários, gastarem como otários, só por uma “assinatura”, muitos irmãos estarão morrendo de sede, de fome ou de loucura.
Enquanto houver “muros” de separação, sempre haverá discriminação.
A.J. Cardiais 10.09.2009
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Poeta
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