Poemas :  Acto de fe
Un acto de fe espera paciente,
confía apaciguar un corazón,
que engendra la sangre que odia y siente.

Abundante e ingrato el golpe se a dado,
sobre su pedestal la soberbia establece,
ha sido aplicado el escarmiento obsecuente

Fanfarrias y loas festejan la muerte,
timbales y bronces de glorias se jactan,
Baco y Dionisio de la mano escapan a ocultar sus vergüenzas con púas y brasas

¿El hombre es la bestia o la bestia es el hombre?
La codicia reniega de lo abstracto y sutil,
con plumas de cisne se viste un hada

La fe no germina por arte de magia,
precisa la chispa que encienda la llama...
el amor no existe si no habita en el alma

Creado el 07/06/2016 Catriel Cuestas Acosta
Poeta

Poemas de amor :  QUANDO UMA MULHER CHORA
Quando uma mulher chora
É porque tem sentimentos
Tem amores que não são de agora
Tem saudades de bons momentos.

Ela pode chorar de amor
Por um amor já perdido
Por vezes chora de dor
Por sentir alguém dorido.

Chora por ver seu filho chorar
De felicidade por o ver rir.
Mas também ri a cantar
Para o seu filho dormir.

A. da fonseca
Poeta

Poemas surrealistas :  A LUA?
Está lá? É a Lua?
Estou-te a ver da minha rua!
Como hoje tu estás linda!!!
Estás num dourado-prateado
Que te dá muita beleza!
É verdade... podes ter a certeza,
Tu tens a beleza Astral.
E lá do alto, tu vês a minha rua?
Não a descortinas? Olha, olha bem...
Estou a te fazer sinal,
Estás-me a ver mas muito mal
Compreendo, sou pequenino
Mas o Mundo, esse estás a vê-lo bem?
Pois... pois... infelizmente é assim!
Isto nunca andou em paz, mas agora...
É guerra para aqui, é guerra para ali...
Do outro lado estás a ver chamas...
Não, não são chamas das lareiras, não!
Não são os cavacos que ardem
São as bombas que nos invadem
Enviadas por alguém sem coração.
Ouve, Lua, posso te pedir um favor?
Posso... sabes, eu gosto de escrever
Principalmente poemas de amor,
Mas depois de algum tempo
Tem sido um sofrimento,
Nada de nada eu consigo escrever.
Se tu pudesses me dar um pouco de inspiração!...
Tu vais pensar no meu pedido!?
Eu te agradeço do fundo do coração.

A. da Fonseca

PS Junto um comentário de um critico em poesia que me deixou feliz. Não sabia que houve um poeta no século IXX que tinha "falado" com a Lua. Julgava que havia muitos mais poetas a o fazer visto que a lua é considerada como fonte de inspiração
Poeta

Poemas :  A Lei
É preciso muito amor
para mudar o mundo.
Alguém já deve ter dito isto.
Devo estar plagiando alguém.
(não sei quem).

Mas plagiar por falar de amor,
nunca é demais.
Só o amor muda tudo.
Só o amor é capaz.

O Mestre Jesus falou:
"Amai-vos uns aos outros,
como eu vos amei".
Está escrito. Essa é a Lei.

A.J. Cardiais
25.08.2009
Poeta

Poemas sociales :  MATAM A LIBERDDE
Em Oceano furioso nosso Mundo navega
Lutando contra as vagas que se erguem
Mas a esperança, quase morre nessa refrega
Numa luta desigual e a morte todos temem.

Os Almirantes não conseguem uma decisão
Para evitar a catástrofe que está bem patente
Os capitães lutam para acalmar a apreensão
Que reina entre os marinheiros já descrentes.

Nos beliches no convés da proa até à popa
Os passageiros dessa Nau em puro naufrágio
O medo, a incerteza se apoderou, nada poupa
Alimentando a miséria que é mau presságio.

A revolta começa a se sentir e a populaça
Tenta tomar o comando da Nau à deriva
Mas logo os comandantes nessa desgraça
Matam a liberdade que é a nossa locomotiva.

A. da fonseca
Poeta

Poemas de amistad :  LEMBRASTE QUANDO AQUI CHEGUEI
Lembras-te,
Quando um certo dia
Te inscreves-te num sitio de poesia,
Lembras-te?
Oh, se me lembro,
E a alegria que senti ao me inscrever!
Não era porque soubesse escrever,
Escrevia uma coisitas sem importância
Mas estava feliz!
Um site de poesia em português
Que conheci em dois mil e sete
No primeiro de Dezembro
Era a minha independência.
Meu primeiro poema nele publicado?
A Noite!
E o primeiro comentário
Que me foi dedicado, foi quem?
A Helen de Rose
Que me desejou felicidades.
Outros se seguiram, outros foram comentados.
Outros também amigavelmente elogiados.
Só um comentário de uma certa pessoa foi agressivo
Nessa altura, mais tarde fui mesmo atacado.
Mas é normal, nem todos têm o mesmo gosto.
De Portugal, recebi lições de português
Na maior parte com elegância
Outros nem tanto, mas aprendi
E isso era o mais importante
Sim porque em português passei a ser ignorante
Visto os anos aqui em França.
A minha língua materna reaprendi
Obrigado a todos os que me ajudaram.
Criei amizades vindas de Portugal
Criei amizades vindas do Brasil.
Hoje não sei porquê, ou por outra sei
Mas não tem interesse em vos dizer
Porque todos sabem que o Rei
Que por aqui reinava
Me obrigou a reagir de forma grosseira.
Reconheço, mas não me arrependo.
É com as maneiras de estar que aprendo
Mesmo velhote, nem tudo sei
Mas sei, que sendo assim me abandonei
A todos as hipocrisias
A todo o cinismo, mas o Mundo é assim feito,
Se assim não fosse não era completo.
Perdi as amizades, mas defendi a minha dama,
Melhor dizendo, defendi muitas damas,
Muitas que me compreenderam,
Muitas que me desprezaram
Algumas a minha coragem admiraram,
Mas que ganhei eu? Nada!
Nada, não é bem assim.
Perdi muitas palmadinhas nas costas
Mas só gostas de quem gostas
Não há mais palmadinhas
Não há mais elogios
Mas não pensem que fico com calafrios,
Não! Hoje conheço melhor aqueles
Que quando cheguei me elogiaram
E hoje pouco a pouco, me desprezaram

A. da fonseca
Poeta

Poemas de tristeza :  AS PEDRAS DA CALÇADA SÃO ESPINHOS
A vida é como uma ardósia da escola primária.
Nela se começa a aprender a ler escrever a contar
Como a vida, tudo o que nela está é necessária
Para aprender a viver, aprender a saber lutar.

Saber lutar para aprendermos o melhor caminho.
Aquele que nos leva à felicidade, por vezes não.
Quantas vezes juntamos as letras da vida num raminho
E no fim ele murcha, sem vitalidade e mata o coração.

O coração. Peça importante na vida e que dá amor
Sem amor não há vida, mas sim muita tristeza.
É viver desprezado da realidade, nada tem primor,
As flores não têm perfume e nem sequer beleza.

As pedras da calçada, são espinhos e neles caminhamos.
O Luar numa vida sem esperança não é que penumbra
Não há avenidas, nem sequer há Sol por onde andamos,
E a hora da morte é o momento que nos deslumbra.

A. da fonseca
Poeta

Poemas de amor :  NOSTALGIA
No jardim da minha casa, sentei-me a ver a Lua.
Caneta e papel na mão preparo-me para escrever.
Mas escrever sobre o quê? Sobre a vida?
Escrever sobre a juventude? é possível, vamos ver.
A vida é como o tempo, ela passa sem darmos por isso.
Nós pretendemos viver, não pretendemos envelhecer.
Mas na vida, há juventude e há velhice.
Conseguimos envelhecer, não conseguimos rejuvenescer.
O tempo passa, que tristeza! Ele passa a uma velocidade
Impossível de controlar, olhamos em frente e o futuro já passou.
Eu continuei a olhar para a Lua e ela os cabelos me prateou.
Começaram a ficar brancos, é assim, não podemos sonhar.
É o preço que temos que pagar por uma vida vivida.
Que a quisemos sincera com amor, sem hipocrisia.
Mas quer queiramos, quer não, cabelos brancos são a nostalgia
Dos nossos anos passados, da nossa juventude perdida.


A. da fonseca

A. da fonseca









© Luso-Poemas
Poeta

Poemas de amor :  TENHO CIUMES DO VENTO
Perdido na escuridão
Anda o meu coração
Sem ver teus olhos brilhar.
Chega a madrugada
De uma noite juncada
De sonhos sem Luar.

Como pude eu fazer
Para deixar morrer
Nossos sentimentos.
Foi um minuto louco
Partir por tão pouco
Mas sou ciumento.

Sou ciumento
Do vento
Que acaricia teu rosto.
Sou ciumento
Da água do mar
Da luz do Luar
Do Sol e da areia
Que não tem peia
Em bronzear a tua pele.
Sou ciumento
E não voltarei
A ser infiel.

Cantando te conquistei,
Sorrindo eu te amei
Te amando fizemos amor.
Te beijando contigo casei
Te ouvindo eu te adorei
És o Sol que nos traz calor.

Amor de diamante
Transparente, brilhante
Como o teu olhar.
E o meu coração
Tem tanta paixão
Para só a ti te dar.

A. da fonseca
Poeta

Textos :  L'EVOLUTION DE LA VIE ET SA DECADENCE
L’ÉVOLUTION DE LA VIE ET SA DÉCADENCE.


À la naissance nous sommes tous des petits soldats sans grade. Au fur et à mesure que nous avançons dans le temps nous commençons à prendre de galons, On arrive à caporal, depuis et à partir du moment que nous commençons à sortir nous devenons caporal chef, on se fiance et là nous sommes arrivés à Sergent.

Arrive le mariage et un grade de plus et nous sautons quelques grades et nous voilà capitaine, capitaine d'un navire que nous devons amener à bon port.

Après nous devenons des pères. Les enfants grandissent eux comme nous sont nés des petits soldats, et nous prenons un grade de plus, et quand nous arrivons au moment d'être grand père, on arrive à général nous commandons la troupe.

Bon, cela était avant.

Les temps changent, et la nouvelle société a changé. Les grands pères, les généraux entrent en décadence.

Les nouveaux petits soldats ont grandi, ont pris du grade petit à petit et un jour ils arrivent à capitaines et les généraux commencent à perdre les grades qu’avec beaucoup de sacrifice ils sont arrivés à conquérir et la dégradation commence,
Petit à petit ils perdent l'autorité, la descente est vertigineuse et deviennent comme au départ, des soldats de deuxième classe, sans autorité et ce sont les capitaines qui commandent mais sans expérience. Les nouveaux se prennent pour une autorité de grande valeur, valeur qu'ils n’ont pas acquis et subordonnent les anciens qui se laissent faire non pour avoir peur mais pour ne pas rendre malheureuse la personne avec qui ils ont divisé leur vie avec amour.
Le manque de respect est énorme, mais que voulez vous, il paraît que la société est en progression

Mais ainsi continuera et les nouveaux généraux peut être qu'un jour comprendront l’erreur, mais ce sera trop tard.

A da fonseca
Poeta