Poemas :  The Blue Eye (Bilingüe Español-Inglés).


The Blue Eye...El ojo azul

Este texto fue escrito originalmente en español por Joel Fortunato Reyes Pérez.This text was originally written in Spanish byJoel Fortunato Reyes Pérez.
Este texto fue traducido del español al inglés por Alan Steinle.This text was translated from Spanish to English by Alan Steinle
.


Se mira se mira...It looks it looks
en el espejo azul...in the blue mirror
el ojo del mar en el cielo...the eye of the sea in the sky
el rojo del ramo en la flor...the red of the bouquet in the flower
el azul del abedul en el sueño...the blue of the birch in the dream
que sueña el silencio desnudo...that dreams the naked silence
del mar hecho cielo en la mano...of the sea made sky in your hand
de la mano en la frente azul...of your hand in the blue forehead
tan azul que no cuesta nada...so blue that it costs nothing
a la mentira más verde vistiendo....to the lie wearing more green.
El...The
Ojo...Eye
Azul...Blue
No, no cuesta nada, no...No, it costs nothing, no
Al azul del reflejo en el ojo...To the blue of the reflection in the eye
En el espejo azul azul...In the blue, blue mirror
Que tiñe a la luz engañando...That paints the light cheating
En la mirada que mira mirando...In the glance that looks gazing
El mar en el cielo...The sea in the sky
En la flor en el sueño...In the flower in the dream
En la mano en la noche que duerme...In the hand in the night that sleeps
Que duerme que duerme azul azul...That sleeps that sleeps blue blue
El ojo el ojo se mira...The eye the eye looks
El...The
Ojo...Eye
Azul...Blue
Donde la apariencia se cree verdadera...Where the appearance is believed to be true
Donde la experiencia certera lo niega...Where the accurate experience denies it
Cuando la añoranza espera esperando...When the yearning waits waiting
Cuando la templanza flaca flaquea...When the thin temperance grows weak
En la almohada menos azul...In the pillow less blue
En la noche menos negra...In the night less black
En la consciencia menos vana...In the consciousness less empty
En la esperanza menos inmunda...In the hope less dirty
Azul sabe que el ojo no es...Blue knows that the eye is not
El espejo azul que lo refleja....The blue mirror that reflects it.


Todos los derechos de „The Blue Eye (Bilingüe Español-Inglés).“ pertenecen a su autor (Joel Fortunato Reyes Pérez).
Ha sido publicado en e-Stories.org a solicitud de Joel Fortunato Reyes Pérez
Publicado en e-Stories.org el 09.07.2016
Poeta

Poemas :  Poesia – Joia da Academia
Não quero a poesia longe do povo,
como se fosse uma joia
da Academia...

Quero a poesia do sol nascendo
e abrindo pros barracos
um caminho de esperança.

Quero a poesia feito criança:
falando com seu jeito simples
de falar.

Não quero a poesia no altar,
pois ela não é nenhuma santa.
Quando a palavra (a prostituta) chega,
a poesia sempre se levanta
e dá o lugar.

A.J. Cardiais
08.07.2016
Poeta

Poemas :  Poetar
Poetar é como receber uma luz,
e sair acordando as ideias,
ou como construir uma ponte
pro desconhecido.

Poetar é colar o ouvido
na porta da imaginação,
e traduzir todo ruído
em forma de oração.

Poetar é dar outro sentido
ao que está assentado,
e ser abduzido
pelo resultado.

A.J. Cardiais
13.06.2016
Poeta

Poemas :  As pessoas do Pessoa
O poeta Fernando Pessoa
tinha vários poetas dentro dele.
Ele tinha vários “eus”
para lhe socorrer.

Eu não sei nem se tenho EU,
porque não me torço,
nem faço esforço
para escrever...

Simplesmente me largo,
me entrego ao afago
e deixo acontecer.

A.J. Cardiais
05.07.2016
Poeta

Poemas :  Inconscientemente
Inconscientemente os poemas caem
e, como chuvas,
lavam a cabeça do poeta,
levando toda tranqueira:

vara de goiabeira,
rima pra pescar besteira,
ideias amontoadas,
palavras desfiguradas...

O poema cai como uma luva.
Então o poeta se curva,
e faz uma transcrição.

Se alguém quiser saber
como eu faço para escrever,
tai a explicação.

A.J. Cardiais
03.07.2016
Poeta

Poemas de nostalgia :  SAUDADE DA MOCIDADE
No jardim da minha casa sentei-me a ver a Lua.
Caneta e papel na mão, preparei-me para escrever,
Mas sobre o quê? das brincadeiras na minha rua?
Escrever sobre a juventude? é possível, vamos ver.

A vida é como o tempo passa e nem damos por isso.
Nós pretendemos viver não pretendemos envelhecer
Mas a vida é composta da juventude e da velhice,
Nós envelhecemos mas não podemos rejuvenescer.

O tempo passa, que tristeza, passa a uma velocidade
Sem controlar, olhamos em frente e o futuro já passou
Sem que se saiba até onde pode ir a nossa bela idade.
Olhei para a Lua e a Lua meus cabelos ela prateou.

Começaram a ficar brancos e assim só podemos sonhar.
É o preço que temos que pagar por uma vida vivida
Que nós a quisemos de amor sem hipocrisia mas amar;
Dos anos passados só fica a saudade da mocidade perdida.


A. da fonseca
Poeta

Poemas de reflexíon :  ILHA ABANDONADA
Viajaremos o nosso amor numa canoa enfeitada,
Eu vou ser teu trovador numa ilha abandonada.
E na imensidão do Oceano, lá longe, no fim do Mundo,
Com abrigo para amar serei teu vagabundo.

Construiremos uma cabana para abrigar o nosso amor
Tu serás minha Diana na nossa Capela-Mor.
Ilha que será nosso lar e quando acabar o dia,
Tu serás a luz do Luar que o nosso amor acaricia.

Te ver pela manhã acordar, meu amor, mas que prazer,
É como que madrugar para ver o Sol nascer.
E nessa ilha abandonada eu só serei ciumento,
Da brisa da madrugada, do Sol, da Lua, do vento.

E à noite, à beira mar contra a tua pela doirada
Mostrar-te que sei amar ao te cantar uma balada.
Do passado sem saudades, destruiremos a canoa,
Acabaram-se as cidades, não chores por nós Lisboa.

A. da fonseca
Poeta

Poemas de reflexíon :  A VIDA É UMA DANÇA
A vida é uma dança
Que se dança
Sem par.
Dançamos sozinhos
E vemos os vizinhos
Sozinhos a dançar.
Cada um tem a sua
E dança como sabe
Mas nem sempre é fácil
A saber comandar,
Nem sempre obedece
Ao passo que queremos
E quando o conseguimos....
Morremos!


A. da fonseca
Poeta

Poemas de sombríos :  LEVEM-ME E COLEM-ME À PEDRA
Passo os dias deitado
E as noites também,
Já estou bem treinado
Para o tempo que aí vem.

Quando a data chegar
Já estarei habituado
A dormir sem acordar
Ninguém fique admirado.

Não precisarei depois
Nem sequer lavar o rosto
Um só, eu não tenho dois
E nisso tenho muito gosto.

O tempo passará, passará,
E terei alguns visitantes
E o meu corpo servirá
Para regalar esses meliantes.

E se houver pescadores,
Sirvam-se, estejam à vontade
Asticots de várias cores
Digo isto sem vaidade

Depois de bem limpinho
Levem-me e colem-me à pedra,
Bem à vista e coladinho
Na velha Igreja em Évora.

A. da fonseca
Poeta

Poemas de amistad :  Me acompañas arrojarlas al mar.
La quietud del ser,
de lo ya sabido;
una mente libre de cadenas
que te esclavizan, y un alma
en paz, libre de heridas y rencores,
está; la sincera amistad,
amistad de papá y mamá,
amistad de hermanos,
y la amistad del amigo,
ora en presencia,
ora en la distancia,
ora en ausencia,
ora sabes incondicionalmente,
que no te olvidan, ora sabes que no te dejan.

Son dos almas que convergen
como dos ramales provenientes
de aquellas montañas donde se
lleva apacentar un gran rebaño de ovejas;
blancas como la nieve, esa nieve que
se deshiela y de ahí serpenteante,
bajan, finas culebrillas de agua
límpidas y diáfanas, uniéndose
en un riachuelo y cargando
quien sabe alforjas con piedras,
que juntos arrojan al mar.
Poeta