|
|
.[img width=500]http://www.cantinhodarosy.com/wp-content/uploads/2016/01/Eu-inundo-quando.gif[/img]
un gemido, pasos lentos en la cama, Espere a que me
aprossimo, con lay volupia en sus brazos y beso ese pecho fragante.
profundo mirar, siento en mi ser la llama del deseo creciendo como el fuego.
dos cálices, vino blanco entre las piernas Qué más queremos.
palomitas de maíz, vino y caviar
|
Poeta
|
|
|
|
O labirinto do caos e da agonia da razão. Tudo isso existiu e, depois, deixou de existir, sem que seja motivo de vergonha nem de ofensa para ninguém. Não projectemos as nossas concepções e avaliações modernas sobre os tempos idos, e sobre as pessoas que neles viveram, porque o anacronismo é o maior pecado que se pode fazer quando se lida com o passado… as expressões de nossos pensamentos são condicionadas e limitadas pelos vocábulos existentes em nosso idioma.
Só que hoje parece que entrámos num mundo surrealista, onde os responsáveis fazem as declarações mais inacreditáveis, com ligeireza e insensatez que tocam as raias da loucura. Quando acontecer, já a mortandade e o terror deixaram de ser notícia, e o mundo, dessensibilizado, terá adquirido outros hábitos para poder viver com o problema que, como doença, se fez crónico. Desse modo, surge uma nova concepção de sujeito, resultando em identidades contraditórias, inacabadas e fragmentadas.
Torna-se perigoso quando não se é entendido no assunto. Ainda assim, há quem não esteja completamente convencido. Quando desperta, não se recorda de nada do que aconteceu durante seu sono. Mas é fácil contestar esse tipo de afirmação, uma vez que apenas o convívio não é capaz de formar seres conscientes de seus atos, nem capacita-os para desenvolver o pensamento crítico que os levaria a agirem de acordo com uma compreensão mais profunda sobre a vida… com a formação do homem como um ser completo, não apenas detentor de conhecimento, uma vez que o homem não é apenas um ser racional, mas um ser que sente, que tem vontades, e principalmente capaz de transcender a si mesmo. São essas e outras coisas datadas que lhe dão a profundidade da memória e uma identidade no decurso do tempo. Cada ser humano escreve a história de sua vida nas páginas mentais, isto é, nas células do cérebro.
Quando dizeis que vos lembrais de alguma coisa, o que quereis significar é que estais voltando a uma página anterior de vossa própria história, que vós mesmos escrevestes. Da mesma forma, se o mundo e tudo que existe é necessário, não há lugar para uma vontade livre, uma vontade não condicionada. Qualquer vontade é determinada por fatores conhecidos ou desconhecidos, que por sua vez, são determinados por outros fatores, até que em determinado ponto da seqüência a vontade (ou a mente) não tenha mais controle sobre estes fatores. Desta forma, a vontade é determinada em última instância por fatores que desconhecemos e sobre os quais não temos controle.
Os homens, sujeitos às paixões e iras, são inimigos uns dos outros por sua própria natureza. Para lá das nossas emoções e da nossa parcialidade, gostemos ou não do que essas coisas representam, não podemos esquecer que elas fazem parte da nossa história. Portanto, devemos deixar a arrogância de lado e nos contentarmos com o fato de que não somos tão especiais e racionais quanto pensávamos.
Somos apenas primatas bípedes em um planeta que já existia antes de nós, e que, provavelmente, continuará existindo quando nos extinguirmos como espécie… mundo é sempre uma intermediação entre o que existe e nossa percepção; não existindo uma realidade absoluta. Portanto, a prática de nomear, cuja talagarça é a gramática, não passa da criação de um sistema de categorias para formar os conceitos pelos quais o homem toma os nomes que coloca nas coisas como entes em si mesmos.
Embora a palavra inventada consista apenas numa metáfora, ela se converte num conceito universal e geral de uma experiência singular, e absolutamente particular que o intelecto sentiu numa lida ocasional com o real. O mundo verdadeiro não serve mais para nada, pois se atingiu o que se buscava determinar ao longo dos séculos de processo metafísico.Temos aí a requisição que promove o surgimento de um discurso acerca da causalidade.
Em meio ao vir-a-ser do fenômeno nos sentimos tocados pela requisição do fundamento de sua determinação ontológica. Educar para a vida e para a formação completa de um indivíduo é algo impensável nos dias atuais…ela está assentada na ficção do sujeito que tiraniza a existência por forçar o real a se ajustar às suas idealizações racionais. A grande maioria dos educadores estão aprisionados em seus hábitos pedagógicos, talvez por comodismo, ou mesmo por estarem tão enraizados em suas ações que se tornaram incapazes de perceberem que para educar um aluno, é preciso estar constantemente educando a si mesmo.
Essa educação de si mesmo compreende a sua formação integral, não bastando apenas o conhecimento intelectual das coisas, mas a compreensão do seu ser enquanto sujeito social e espiritual. Este algo criado são as interpretações metafísicas, científicas e morais do mundo, da existência e das circunstâncias nas quais um determinado tipo de vida está necessariamente lançado. Se por um lado amarga-se a falta de segurança e dos pontos de referência, por outro, aumentam os espaços limpos para novas construções. Esta é uma nova maneira de pensar a vivência, como uma conduta criadora.
O caminho não existe. Por conseguinte, faz-se necessário construí-lo, e isso é responsabilidade de cada um. A criação é uma atividade a partir da qual se produz constantemente a vida que, por sua vez, está em devir.
Todos los derechos de „O labirinto do caos e da agonia da razão.“ pertenecen a su autor (Joel Fortunato Reyes Pérez). Ha sido publicado en e-Stories.org a solicitud de Joel Fortunato Reyes Pérez Publicado en e-Stories.org el 29.07.2016.
|
Poeta
|
|
|
|
Sou um ser muito sensível... E ser sensível é horrível, no meio desta Sociedade desalmada. Viver se torna uma ferocidade: tem gente matando a troco de nada.
Tem gente prejudicando o próximo, simplesmente pelo prazer de ver a vida do próximo desandar. Poucos procuram ajudar.
Muitos só querem se “dar bem”. Sendo assim, ai de quem se puser em seu caminho, rumo ao “sucesso”.
Fama, dinheiro e poder, virou o símbolo de “felicidade”. Se fosse assim, na verdade, famosos e endinheirados não se drogariam, nem se matariam.
São todos uns “pobres coitados”, que não sabem de nada. A verdadeira felicidade vem da Alma, e não da fama ou da riqueza.
A.J. Cardiais 20.01.2014
|
Poeta
|
|
|
Yo que sé cosas, pero nada digo, mientras sufra de la ofuscación tanto. Ese indigno desdén que ahora enligo a nadie le converso este quebranto.
Anteriormente nunca fui contigo, y cuando lo hice, me asombré de espanto porque tu amor es para mí castigo; pecho adentro el veneno ése atraganto.
Tienes la espina en tu ser escondida; un atento manjar de la impostura. El que lo acepte, perderá cordura.
Pero a mí tu vileza no me daña, llevo puesto el vestido de la vida. Un blasón de pericia me acompaña.
Julio Medina 14 de septiembre del 2016
|
Poeta
|
|
|
Llevar una vida doble ha de ser agotador, pues las verdades de una siempre serán las mentiras de la otra y viceversa; ya de por si, una es complicada, la segunda ¿Para qué?
Héctor H. García
|
Poeta
|
|
|
Sí, te quise, lo demás fue un efecto dominó.
Héctor H. García
|
Poeta
|
|
|
|
Envelhece o corpo. Mas a Alma não. Ela ama, chora, sente emoções, deseja amar, sentir, correr por campos e montes. Andar firme e altivo. Refletir a beleza da juventude corporal. Eu vou conseguindo, nem sei como. Tentando alimentar a aura de luz que envolve este corpo ainda esbelto, ainda captando olhares de admiração. Toda a gente me acha bonita, elegante e vejo admiração nos olhares. É bom, mas triste, uma angustia doce e acre, uma impotência por não diminuir a idade. Mas na surpresa que é a vida, tenho um amor, amigo e companheiro, que que me aconchega nos abraços apertados, nos beijos em que existe paixão. Sei que na minha pele branca, aveludada estão já marcas de muitos anos sofridos. Mas por milagre irradia juventude. É bom, é a eternidade no tempo limitado do meu ser. Tenho consciência que sou diferente, que tenho agilidade e vontade de viver como se fosse ainda o que já fui. Estranha forma de ser a minha. É como se DEUS me quisesse compensar de tanta dor e sofrimento que passei quando deveria ter vivido em pleno e feliz sem dor física e moral. Renova o meu corpo, talvez para acompanhar a alma. Será? Em verdade não sei. A agilidade é imensa. É como se fonte fosse e na Primavera brotasse para um grande rio ser. Sem vaidade, sem ilusão, mas consciente admito que sou uma privilegiada. Sem preguiça trabalho tanto como sempre fiz Notívaga, adoro a noite, o meu perfume, jantares com musica, luz velada, mas também correr pela praia cedo, antes das enchentes, entrar no mar e andar com a agua pela cintura, a olhar o horizonte, as gaivotas que andam com as suas patinhas a desenhar na areia figuras abstratas. No fundo tudo amo, mesmo momentos tristes, tudo é vida tudo é bom se o posso viver.
Terminei um livro, que termina com estas frases.
Estes tempos que vivi, enquanto procurei resposta ao que e quem sou, desde o mais intimo até ao infinito, onde as almas dizem que vivem eternamente, não encontrei resposta. Nem as vi. Mistérios insondáveis, de outra dimensão, fora do alcance de sábios e eruditas, mas o único que sei, porque o sinto, é que algo vive e nos faz viver dentro de nós. Não estamos sós. Voltarei e retomarei exatamente onde termino de contar um pouco de mim e do que vivi. Se Deus me der um pouco mais de tempo para o fazer. Porto, 13 de Setembro de 2016 Carminha Nieves
|
Poeta
|
|
|
|
Eu não queria falar de dor... Mas como não falar, se é o que me acontece agora, e que me devora?
Tento ocultar esta fase, enrolando a ideia com gaze... E me penitencio fazendo silêncio.
Mas a dor é mais forte e faz no silêncio um corte, de onde jorra um soneto...
É um soneto dolorido, que escorre do meu peito, e deixa o povo comovido.
A.J. Cardiais 03.08.2016
|
Poeta
|
|
|
|
Clareza Diretividade Ética Sentimento leal Útil e positivo. Nisto se resume Uma fala do Bem Cuidado com palavras bonitas Difíceis Cercada de propaganda E seguidores cegos Que tanto quanto Sabem onde vão Geralmente se acercam dessas entidades por precisar de sua notoriedade para aparecer em sua luz artificial. Vale mais um xingamento sincero Claro e útil Do que mil livros lidos Na esperança De entende-los um dia. Leia sempre Primeiro E totalmente O livro de seu coração.
|
Poeta
|
|
|
|
Jogo tanto “poema” fora, por me recusar a escrever sobre tudo que me aflora como se fosse um dever.
Por que o povo tem que viver, tudo que me acontece e que me apetece? Onde está o saber?
Isto é só um desabafo! Aí quem lê diz: ah, isso eu faço. E começa a desabafar...
O poeta que se toca e não gosta de fofoca, guarda-se no seu poetar.
A.J. Cardiais 03.08.2016
|
Poeta
|
|