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Eu tento resistir, vou suportando. Mas assim continuará até quando Não me perguntem, não sei. Sinto a vida me fugir, agarro-a, Ela fica ainda por algum tempo, Se ela acabar, é natural, é a lei. Fecho-a na palma da minha mão, Sinto-a sem forças para resistir Sinto a mágoa do meu coração Por não a poder impedir De seguir o seu caminho e partir. Vou resistindo, o inimigo espreita. Está ali mesmo à esquina da rua Vestido de negro, de alma nua E à mais pequena distracção Ele penetrará no meu coração Aperta-lo-à, não o deixará reagir E a vida, essa, acabará por partir.
A. da fonseca
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Poeta
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Quando a brisa da manhã acaricia meu rosto, Traz com ela as tuas palavras, os teus beijos Que guardo comigo até chegar o sol posto E durante a noite são a razão dos nossos desejos.
Com o chegar da Lua nossos corpos se prateiam. O nosso quente ninho brilha de tanto amor. Os nossos lábios de contacto eles anseiam O nosso leito começa a preparar o esplendor.
O esplendor de uma noite de loucura louca Com murmúrios de promessas na nossa boca E a cumplicidade entre o teu e o meu coração
A volúpia viciou a nossa cama e o nosso quarto. Beijando os teus seios e o teu corpo nunca farto De sentir o meu corpo te acariciar de paixão
A. da fonseca
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Poeta
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Continuo a pensar naquelas noites Naquelas horas dias e madrugadas Em que o amor nos invadia. O teu corpo no meu se espreguiçava, Os nossos corações cantavam Belas e Celestiais melodias. Com as lágrimas do prazer Lavávamos os nossos pecados Pecados de dois corpos enamorados. Desfolhávamos nossos corpos Como quem desfolha uma flor. As pétalas caídas no chão Foi tudo o que do nosso amor ficou, Eram o símbolo do nosso amor, Ficou somente o perfume Dessas flores desfolhadas, Flores que foram por nós amadas
A. da fonseca
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Poeta
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AMANHÃ, TENHO ENCONTRO MARCADO COM A VIDA!
ESPERO NÃO CHEGAR ATRASADO!
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Poeta
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Razão
Perdão Se lhe dou trabalho Forço o raciocínio Vasculhando livros Pesquisando teses Caras bocas e poses Fotos carcomidas E possibilidades infindas De futuros fatos Para defender sua sempre Valorosa e primordial Razão.
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Poeta
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CONMOVEDOR
Hay un sendero, de espinas y piedras donde, se respira acidez y amargura. Hay un lago negro que solo espera. Hay un suelo sangrante en cada puerta. ¡Qué angelicales verdugos!.
En la esquina de la memoria, mil huérfanos escriben al otoño secos. Sus escalofriantes historias recorren el abismo, y su vida deforme y grotesca no espera justicia.
En su retorno al infinito, unos ángeles encontraron los despojos, y el horrendo suelo que pisan.
Ni sombra somos del olvido perdido. La complicidad de alguna divinidad, anima y alimenta, el agua que se bebe.
En sus almas el pasado asesinó al presente. La ira y la impotencia visten el futuro. Existe una obscuridad que anidó el espíritu.
En el crepúsculo encontré ortigas, recubriendo lechos y ropas y hogares, y polvo arrogante, y casas desnudas. En las nubes, alfileres y cuchillos, de dioses muertos.
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
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Poeta
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A poesia me dá asas para voar e forças para agir.
A poesia desopila a camada engordurada da sociedade, enchendo de verdade a imaginação.
A poesia é o sim e o não da realidade.
A.J. Cardiais 02/03/2013
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Poeta
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Está la brisa surcando el río llevándose frescura de la corriente, con el vapor forma rocío tan cristalino como una fuente.
Croan las ranas laguneras, las aves cantan la madrileña; si tú estuvieras también quisieras cantar con ellas mientras ensueñas.
Atavío verde luce el paisaje de enormes árboles con esmeraldas, dando la sombra de alto linaje; toda una hilera cubre la jalda.
Místico el riachuelo bailando danza con el murmullo de la tonada, continua agua veloz avanza al son de risas de la cascada.
Dentro de un plato lleno de espumas de cristal aguado intermitente, brotando chispas como de bruma, nos lleva hasta un mundo sorprendente.
Julio Medina 18 de junio del 2015
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Poeta
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Alegrías y carcajadas por doquier globos de muchos colores adornan la fiesta, la piñata colgada es dulce respuesta que los niños desean, y quieren romper.
En la mesa han colocado un rico pastel, con figuras de muñequitos y música de concierto. Juegos y regalos a granel, con los amiguitos me divierto. Tomando jugos y refrescos disfruto del momento aquel.
Es un día especial celebrado una vez al año; mis padres su mejor esfuerzo han dado, con grandes regalos ellos me han colmado. Inolvidable ha sido mi cumpleaños.
Julio Medina 18 de septiembre del 2016
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Poeta
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Bebo um gole de poema e me embriago. Fumo um verso, trago, mas não trago nada à tona...
Aí o poema me abandona, me deixa na mão... O que fazer, com esta situação?
Uma interrogação entra, pela minha venta, e vai cobrando um final.
Poeta é um ser anormal que, quando divaga inventa , uma história irreal.
A.J. Cardiais 24.07.2016
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Poeta
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