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Naquela cama onde fazemos amor Os seus lençóis são testemunha do desejo. Te rapino beijos como se fosse Condor Que num deserto não perde o seu ensejo.
Ao ver o teu corpo tão belo, desnudado As minhas garras de amor te prendem em mim E o teu corpo como o meu corpo ficam suados Do prazer de me sentires bem dentro de ti.
Os nossos lábios golejam a nossa saliva Que tem doce do mel e um prazer profundo. As nossas línguas desse prazer ficam cativas E se deleitam num prazer o mais profundo.
Sentir a rigidez dos teus seios no meu peito São momentos da mais pura das loucuras, Fico tão louco que perco todo o preconceito E o meu ego fica vaidoso e feliz murmura.
A. da fonseca
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Poeta
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Vagueio na noite, uma noite de inverno, Naquelas velhas ruas dos amores proibidos Como lobo solitário que passeia no inferno, Que procura no pecado seus amores perdidos.
Amores proibidos que tanto nos fazem sofrer. Onde o Paraíso não existe mas sim sofrimento. Quero deixar esse deserto mas como fazer? É a morte que cai e eu caio no esquecimento.
Para viver assim prefiro ter o gosto de morrer Porque as carambolas da vida deixam mossas Que não têm cura, pois que ferem o coração.
O amor é uma doença, raro é uma conclusão. Nem só com palavras doces se pode amar, Quando o amor está moribundo não há solução
A. da fonseca
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Poeta
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A solidão faz frio e causa um vazio que, às vezes, se enche de medos.
A solidão é uma prisão. Ela pode abrir segredos (guardados a sete chaves) que, tirando os entraves, derrubam arvoredos.
A solidão, para o poeta, é uma porta aberta à revelia... Nela pode entrar e sair: tristeza, alegria, coragem, covardia...
O bom da solidão é quando entra a inspiração e sai uma poesia.
A.J. Cardiais 03.09.2016
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Poeta
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El sonido de una lágrima vibra fuerte se hace intenso, causa temblor en las fibras del alma; tristeza y temor retumban la calma de unos ojos llorosos que ni quieren verte.
El sonido de una lágrima asedia los sentidos lastimados del corazón; riega complicada nostalgia, y en su entrega nubla el pensamiento. En la soledad vertida aflicción se va sintiendo, vaciado en un cesto roto va corroyendo las entrañas sin más razón.
El sonido de una lágrima de pasión enmudece, en el lienzo etéreo sigue creciendo distorsionado; con el corte estéril del elixir del amor así fue pintado y en la alusión existencial anidado permanece.
El sonido de una lágrima lo escucha quien en la incomprensión ha vivido, no padeciendo ni muriendo en el olvido sino entendiendo esa ausencia amarguísima.
Julio Medina 15 de octubre del 2016
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Poeta
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[img align=center]http://www.latinopoemas.com/uploads/img55f46696b6049.jpg[/img] Selvagem
Tantos segredos escondem teus olhos que caçam na noite de lua.
Febris que me olham e me marcam como eu já fosse tua.
Estrelas que brilham distantes parecem antever toda a minha angustia meus lábios vermelhos inchados sou toda veneno de sabor adocicado.
Desvairado é este ato de amor um êxtase um frenesi de gozo e dor inconsistentes trama de bocas tresloucada.
Lascivas e enleios de sublime amor.
SorrisodeRosas
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Poeta
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EL GRAND REBOLVEDOR (En Castellano Medieval).
Nacion inorante, de seso menguada ¡O gente cativa, o pueblo perdido! Abre tus ojos e mira, si puedes varones cuitados, que ya presumedes bevir para sienpre con tanta demencia.
Nin util nin delectable luego con inos e cantos.
Quien ha mas riquesas mas debe partir. E muere más viejo e con más honor. Sin les requerir nin les suplicar dan d´el testimonio que su entencion es buena e linpia e ama verdat.
Desta flor de gentileza desde el día que nescio esta rosa florescio.
Muévante, muerte, los mis renovados atan miserables e crudos dolores. En mí sin ventura, do tristesa mora. Por tal que non vea jamas descubierta de tan alta sonbra mi cuerpo a desora. Faslo e non dubdo que sienpre darán de ti, si lo fazes, loable fazaña.
Ca non te delibra tu mucha riquesa nin la presunción de muy entendido.
Ya se te llega la ora muy cruda.
De ser muy humano te conglariavas creyendo que fueses por eso inmortal.
A todos gentíos tu fama cantavas por tal que tu nombre non fuese callado. Tu noble meneo e gentil semblante. Perdiendo cansancio, tomando folgura.
Que mortal seyendo se mostró celeste. Como en fechos virtüosos labró con los sus thesoros.
Cómmo este canto cantan non sé desir cuanto. Nin creo que pueda en él ser fallado.
Rason non te puede prestar tal ayuda que libre te falles de tanto dolor. Tu seso mundano, las tuas vanas glorias. Cobierto de forma de falso perdon nin cuantos aguijan, nin quedan atrás podrán la mi furia faser amansada.
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
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Poeta
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A madrugada me seduz... Fico como uma mariposa: rondando a luz, em busca de alguma coisa.
Pode ser um par de rima. Uma embaixo outra em cima deixa meu soneto rimado, mas nem um pouco "alinhado".
Soneto alinhado tem métrica, rima dentro do padrão e, às vezes, nenhuma emoção.
Em nome da causa poética, navego numa poesia eclética dirigida pela intuição.
A.J. Cardiais 07.10.2016
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Poeta
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Con la piedra de tropiezo en las tinieblas perdido, la oscuridad me abarcaba. Escuchaba esas cosas, de las que el adversario habla; pero la necesidad de mi espíritu nadie llenaba; ¡hasta que llegó a mi vida Jesús…!
Él alumbra mi camino con granada poderosa; mientras que con el enemigo todo mi ser en la confusión moría. y así, Jesús majestuoso hijo de Dios, salvaste mi alma de una muerte segura.
Esperanza no tenía, pero tú Jehová me hiciste la promesa de ganarme la corona de vida eterna. Sí... Tú, Jesucristo rey de reyes; ¡tu palabra es fuente de vida! Muy superior a las leyes del hombre.
Dios de gloria, me rescataste del mismísimo infierno, en donde me encontraba atrapado por el averno; y ahora ante ti, solo ante ti, poderoso Señor, humildemente me inclino; con mi corazón arrepentido vengo a pedirte el perdón de mis pecados.
Julio Medina 25 de septiembre del 2016
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Poeta
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De tanto aceptar la locura como escape... intentando capear los demonios que asedian, desde esos tantos kilómetros que separan, el ejercicio de la ternura, del lenguaje bajito, de la respiración agitada, los expresivos ojos, de las bocas y manos pletóricas, de nosotros.
Y hay que ejercer la demencia, para resistir... las lunas llenas sin ti, el golpeteo de la lluvia invitando a mullirnos... a alcanzar su compás, para recibir las auroras, sin el destello níveo de tus ojos, sin el tibio roce de tus formas y tu sonrisa encendiendo de alegría mis días.
Hay que declararse loco, para amarte tanto y no tenerte, aquí y ahora, para dar rienda a las ansias represadas, a lo que no puede mi corazón ignorar, a esta ansiedad de sentir que somos un solo ser, pero en lo tangible, entre suspiros, el tacto y todos los sabores.
Creo en reinventar si fuera preciso palabras, que pueda llamarte y entregarte inéditas... frases, más caricias, nuevos colores y aromas, que siga desbocando la pasión de amarte más, de acompasar, como si fuera un sutil concierto, esta devoción por entregarte... toda mi vida.
Y si esto es cordura o locura...
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Poeta
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Quis ser alguém. Coisa pouca, quis deixar algo de mim, mas tudo ficou incompleto, imperfeito. Ansia de andar depressa, não fui perfeita. Mas não importa. Alguma lembrança deixo. Nunca tive incentivos, nem ajudas, pelo contrário, não aceitavam nada que fizesse. Portanto se escrevi mal, se não tentei reler nunca o que publiquei, assumo os erros. Amor para dar, ninguém para o receber. Ansiosa por ser amada, nunca aconteceu. A tempo senti que nunca é verdadeiro. Todos querem satisfazer os seus desejos ou receber algo em troca. Alguém ouve que amei em verdade, foi um amor eterno, pois hoje mesmo ao fim de muito tempo ainda tenho saudades. Partiu sem se despedir, estava ausente, só soube quando voltei. Recordações, muitas, de coisas singelas, mas o que mais sinto falta é da voz e do olhar velado e atento. Depois de tomar o pequeno almoço, volto a deitar-me, não para dormir, mas para sonhar acordada. Sou o que quero, viajo, sou importante, o centro das atenções, desde bailarina de ballet onde como pena quase voo, até uma grande escritora, passando por pianista, compositora, senhora de fortuna, acompanhada dos que partiram e me deram amizade sincera, amei e um pouco de felicidade me deram, tudo consigo realizar quase sentindo que é real. São os meus melhores momentos. A alavanca que me dá força para o resto do dia. Levanto-me leve e agradavelmente satisfeita. Com a chuva a bater na janela ou o sol a beijar-me é igual. Esquecida da estupidez das pessoas, das mentiras governamentais, da falsidade dos abraços, dos sorrisos forçados, enfim de tudo quanto vejo e me repugna. É aqui que vivo, portanto aguento. Tentando enganarem-me sou eu que os engano fazendo de conta, mas como híper sensível sei o que pensam, o que querem e interiormente gozo e bem. Se pudesse como no meu sonho matinal, juntava todos quantos me acarinharam, ajudaram, pobres, ricos, humildes, mas sãos de espirito e com a simplicidade que os honestos e verdadeiros têm. Se só alma fosse, era eterna, por isso tento que ela me absorva, para ter o tempo dentro de mim. Não pergunto nunca a mim mesma o que quero. Se quero ser mais alma que matéria, não tenho gosto, nem desejos. Mas como o pensamento é independente, por vezes digo; gostava tanto de…, mas é normal e passa-me rápido. Volto a ser normal como se o fosse também. Pois, para uns sou vaidosa, para outros, meia tola, mas para alguns sou diferente na educação no saber e na maneira de estar. Ainda bem que há de tudo um pouco. A ultima coisa que disseram foi uma modista que não me conhecendo e a minha ajudante levou uma saia para arranjar, comentou que tinha uma cintura que poucas iguais há. Perguntei o porquê e a rapariga disse que era muito pequena. Ainda bem. Lá estou eu a ser vaidosa! Nada disso, orgulhoso sim. E assim vou absorvendo as pequenas coisas que me põem um sorriso na cara. Agradeço quando há sinceridade. Estou pronta. Vou trabalhar. Gosto de o fazer. Já dei um pouco de atenção ao computador, que merece e me atura. Porto,13 de outubro de 2016 Carminha Nieves
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Poeta
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