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Dónde están, cuando uno los necesita Tal vez se olvidaron de que existimos En aquel frío día de invierno morimos Dejamos esta tierra vacía, grita
La noche, porque su risa la irrita A la oscuridad tenebrosa fuimos Caímos en abismo, cuando quisimos Ya no estaban, es palabra maldita
Preguntarles porque la malaquita Cubre sus cuerpos, nadie se las quita Son figuras del infierno, quisimos
Escapar de la sombra, pero fuimos Enterrados en recuerdos, ungimos La soledad, lagrimas resucita
Por Conrado Augusto Sehmsdorf (Kurt)
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Poeta
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Meu nome é liberdade. Liberto tudo que me invade. Acontece que nem tudo, nem todos, estão preparados para conviver comigo...
Por ser liberdade, não quero fazer inimigo. Quero amizade, quero respeito...
Mas, de qualquer jeito, mesmo com toda liberdade, o limite é uma necessidade da população.
Quando se trata de privacidade, a coisa muda de situação. Se der muita liberdade acabará em confusão.
Liberdade também tem limites. É preciso respeito e educação para se ter direito.
A.J. Cardiais 07.01.2017 imagem: google
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Poeta
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Voz que desgarra sangre y melodía en pregón de canciones tristes, no acongojes el corazón, ¡Calla! sal ya del alma, ¡La ensordeces!.
Es fácil para una lagrima caer sin remordimiento de si misma, por entre las memorias mojadas, fácil suena, golpea y hasta punza.
Domemos hoy a esa voz imprudente y a esa lagrima ruidosa, ¡Casi roja! con los danzantes cánticos que viven dentro de un ser, en llanto resignado.
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Poeta
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Como se sentisse passos dentro do nevoeiro, que roça as janelas, imagino os meus seres queridos passeando entre ele. Como se presentes vejo a cor dos olhos os abraços, a ternura feita afago. Em cada nota das melodias que incansáveis que saem das colunas, turbilhão de sentimentos vivo. Estou só, mas acompanhada por tudo quanto foi passado, mas que é presente. Afago sem mãos outras que não tenho. Abraço sem os ter e sinto-me abraçada. Como em sonhos acordada amo, espero o reviver de tudo quanto me fez feliz. Tudo acaba, mas tudo fica. Semente que germina sem ser semeada, num espaço que não existe. Voo sem asas, num céu que não alcanço, afundo o corpo em lagos secos, em que sinto a frescura da agua límpida. Reflexos dourados de sol que há muito se fez noite. Neve que brilha, no deserto de não esperar quase nada de cada novo dia. Faz de conta que tudo é verdade sendo só fantasia. Sermos algo ou alguém que é precisa e desejada, mas que ninguém vê. Vai-se vivendo da fantasia e temos felicidade onde só com magia acontece algo verdadeiro e sentido que trespassa o sonho e é realidade. De longe muito longe sem saber bem onde algo virá. Um ocaso, um amanhecer, ou a doçura de um beijo leve, um abraço meigo. Um reviver e saltar por prados verdejantes onde pequeninas flores dançando com a brisa nos dê os bons dias. Nevoeiro tonto e opaco, que transformas o pensamento em palavras sem sentido. Que trazes tu dentro que tanto me apoquentas os sentidos e me fazes sentir um grão de areia arrastado pelo vento! De novo o sol brilhará, ou a chuva limpará esta tristeza que dói, mas ao mesmo tempo me faz falar com a minha alma, que tanto esqueço. Neste corpo massacrado de trabalho e maltratado, revejo-me com esplendor em tempos passados. Mas que com força agarro e faço de conta que hoje é o antes e que sou tudo quanto quero. Obrigada a quem por momentos me estima, faz companhia e levanta o moral e dá forças para continuar a que me chamem Carminho com carinho. Pessoas que se cruzam na minha vida e que com um sorriso sincero acariciam os meus sentidos. Porto,12 de Janeiro de 2017. Carminha Nieves
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Poeta
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Si no te tengo a ti, Jesucristo… ¡No sé cómo podría caminar por este mundo lleno de maldad; maldad que a cada rato me viene a tentar!
Bendices mi vida de perfecta manera sanando heridas, borrando las faltas que mi corazón encierra; y evitas así, que por el pecado muera.
He visto como tu gloria se manifiesta, y el Espíritu Santo de todo me instruye, porque es tu palabra poder que construye, y en ella se hallan todas las respuestas.
Si no te tengo a ti, Jesucristo no tendría manera de obtener la vida eterna, porque solo caminando recto en tu camino, alcanzaré al final la promesa.
Julio Medina 11 de enero del 2017
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Poeta
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Tu, que renunciaste a todo por seguirme a mi tu que me diste sueños y me diste paz y que estuviste siempre cuando te llame.
Yo, no se si te busque por soledad o porque talvez me equivoque no quise hacerte mal yo simplemente te necesite.
No, no pienses nunca que yo te mentí yo cuando dije amarte lo sentí equivocado o no se que te ame.
Hoy en el vacío que mi vida es como quisiera volver a empezar volverme a enamorar a enamorar.
Yo, no se si te busque por soledad o porque tal vez me equivoque no quise hacerte mal yo simplemente te necesite.
No, no pienses nunca que yo te mentí yo cuando dije amarte lo sentí equivocado o no se que te ame.
Hoy en el vacío que mi vida es como quisiera volver a empezar volverme a enamorar a enamorar.
Como quisiera volver a empezar pero yo nunca supe mas de ti.
Por Sergio Denis
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Poeta
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Entre mis tantas palabras absurdas y mis actos que ahora parecen una locura, más adelante encontrarás un poco de razón...
Héctor H. García
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Poeta
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Remédio amargo.
Em minha infância, fui obstinadamente induzido a ingerir remédios caseiros que de tão ruins vinham acompanhados do conselho ” tampa o nariz e engole, é horrível mais cura”.
Tanto quando, algumas pessoas, se imaginam, raro remédio, única salvação e expressão do bem sobre a terra, e tentam entrar a força olhos ouvidos e garganta de quem por ventura, possa lhes interessar.
Nem percebem ser seu escolhido paciente, na verdade, a necessidade única para que se sintam, úteis, poderosos, significativos para alguém. Ou seja, serem elas os verdadeiros doentes. Tentando transformar sua carência Em utilidade e poder.
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Poeta
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O que escuto de mim mesmo? O que me cobro? Apesar de viver a esmo, eu não me dobro...
De material não tenho nada... Tenho uma visão encantada, que transforma tudo em poesia: sol, lua, noite, dia....
Como cobrar de mim mesmo, se não tenho como me pagar? Então deixo a dívida rolar...
O que errei, quando pude, consertei. Só me arrependo do que não fiz, porque nunca saberei
se me faria mais feliz
A.J. Cardiais 03.01.2017 imagem: google
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Poeta
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Por Conrado Augusto Sehmsdorf (Kurt)
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Poeta
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