Poemas :  Janela para o amor
Abra sua janela, para o Amor...
Não o amor de um só.
O amor de um sol,
que ilumina e aquece
todo mundo, sem distinção.

Abra sua janela para o Amor
e deixe a dor
sair, “de fininho”.

Você nunca estará sozinho.
Terá sempre alguém
querendo lhe dar carinho.

A.J. Cardiais
29/01/2010
Poeta

Poemas :  DULCES MENTIRAS
DULCES MENTIRAS.
Amarte así, sin que te sienta mía,
palpar tu hoguera y no sentir su fuego,
quererte tanto para odiarte luego,
soñar de noche y maldecir de día.

El sol de la pasión vuelto porfía,
y este silencio convertido en ruego,
cuando el beso de nieve busco ciego,
sin poder apagar mi cobardía.

No rogaré tu amor, empeño loco,
jamás me buscarás, ni yo tampoco,
fue tu amor una flor de soledades.

Se termina esta farsa de repente,
mientras tu voz repite indiferente.
mentiras disfrazadas de verdades.


KIN MEJIA OSPINA
Poeta

Poemas :  Escribirlo, me delata...
Y aunque escribirlo me delate, no podría
lograr articularlo con alguna coherencia,
para describir de viva voz o muy quedito,
cuántos estragos me causa su cercanía
con el solo roce furtivo de su piel y la mía
o cuando apoya su cabeza en mi hombro…

Se me llena el alma de sus profundos ojos…
Y de múltiples inquietudes la tranquilidad,
si debo percibir absorto intentando disimular,
los inevitables detalles de sus labios y boca
o saludarla y sentir el torrente caldeando…
en venas, mejillas, en las temblorosas yemas,
cuando mis manos se deslizan en su cintura…

Así que voy a pretender que todo es normal,
que los corrientazos, balbuceos y tremores
son solo coincidencias, accidentes casuales,
de los cuales puedo sobrevivir o reprimirlos…
Y desde todas las sensaciones provocadas,
suspirar y soñar, por todo lo que puede ser.
Poeta

Frases y pensamientos :  A MUSICA DA SAUDADE
Há muito que não ouvia as musicas que tenho no computador, antigas. De tempos idos.
Sem dar conta, no meio da sala, olhando a cidade ao longe, vendo o azul do céu manchado de nuvens soltas cinzentas claras, o meu corpo começou a dançar como embalada no berço da lembrança e de olhos húmidos, realista vi como tudo ficou no passado. Soluço profundo e silencioso apertou o meu peito. Mãos pequeninas e rechonchudas, batendo nas teclas e segurando o rato do computador ajudou-me a gravar, sem saber que no meu futuro era quase tudo o que me restava. Mesmo mal gravadas, são especiais únicas, são o que fui, o que era, uma vida dentro delas. A minha. Como corda grossa entrelaçada mil fios, de tudo, se entrelaçam.
Vivo de recordações na solidão silenciosa do que nunca voltará. Dançado suavemente, como magia estive no salão nobre da piscina de Espinho, na estalagem Zende, em Ofir no salão do hotel. Na foz no Belo Horizonte, em Águeda os bombeiros no baile de gala de uma queima das fitas, onde me senti a Sissi, com o vestido comprido branco com flores rosas a debruar os folhos leves da saia. No club portuense, em muitos mais sítios. Leve e carregando a mala do meu passado, pesada, mas impossível de a deixar, continuei a dançar sempre a olhar a cidade, as nuvens com o azul do céu por cima delas e queria voltar atrás. Nem me lembro do mal do sofrimento, dos momentos e dias tristes só do que me fez feliz.
Tenho pena, muita de o tempo ter passado, de nunca mais ser eu. Hoje um esboço mal feito, num quadro, sem moldura, esquecida num canto qualquer por tanta gente, sobrevivo, na solidão do meu presente, quase sem futuro. Haverá céus azuis, nuvens pequenas cinzentas claras, mas não as verei, nem ouvirei a minha musica tão velhinha quase como eu.
Ouvindo o Roberto Carlos a cantar o belíssimo poema das baleias, fui uma delas. Não queria ser como sou. Seria melhor não ter esta maneira de ser, gostava de ter uma couraça onde guardaria a realidade e este querer de ser realista.
Até onde vou? Neste caminhar sem retorno. Amo a vida, ter o pouco que tenho, ouvir as vozes de quem tanto amo. Saber que algo fiz por tantos, que condenada por muitos, não me modificaram. Sinto, amo e sou a mesma que tanto dançou sem pensar que hoje o faria só, olhando a cidade distante e o horizonte de olhos húmidos, só sem o que tive e que não poderei ter de volta. É a vida é a realidade onde não gosto de estar, mas que no fundo faz parte da minha vontade de viver.
Porto, 2 de março de 2017.
Carminha Nieves
Poeta

Poemas :  Se todos estudassem
Se todos estudassem,
como é que seria?
Quem varreria o chão
da padaria?
Quem é que plantaria?

Se todo mundo estudasse,
quem consertaria algo
quando quebrasse?
Quem construiria a mansão?
Quem seria o pedreiro,
o padeiro, o “pião”?

Se todos fossem formados,
como ficaria então?
Quem limparia as sujeiras
do “barão”?
Quanto valeria esta profissão?

Se todos estudassem,
talvez se respeitassem.
E talvez isso acabasse
com esta discriminação.

A.J. Cardiais
30.06.2012
Poeta

Frases y pensamientos :  Olvidarte
AHORA NO SÉ
SI OLVIDARTE
SEA LO MISMO
QUE RECORDAR
COMO ERA TODO
ANTES DE TI.

HECTOR H. GARCÍA
Poeta

Poemas :  NON SE OLVIDE... (En Castellano Medieval)
NON SE OLVIDE…
(Castellano Medieval)

En hedad cayente vevir es morir
la luz eminente buscais en tinieblas.
Por luenga que seya, la vida es breve
es uno fiel, apenas entre mil.

A los buenos vida ser el bien morir.

Non faria otro omne obra tan esmerada
como abenencia e lealtad.
De buen comun e omnes de buen tiento.
Verdura, vergeles, mire florestas.

El mi pensamiento non puede pensar
buscando fortuna asi andamos
tenemos más poco cuando más avemos.

Ciego tras ciego
los fechos de viento
todas estas travas
que estan retravadas.

E tanto es el mal e la corrubcion
que si bien mirando del todo non mira
¿Qué locura es esta tan magnifiesta?.

Non es nomne ninguno
Que bien derecho venga
Asi por riquesa es muy alabado
lo que denostado es por pobresa.

E veemos ser vanidat pura el mundo
Traiciones, engaños, mentiras, cobdicias
Que cuando pensamos
Mas alto sobir
Non es seguranca en que cosa sea.

E jamas non pudo
Fartar su conciencia
E le paresció cosa muy vana todo.

Dexád de ser tristes
sabed ser alegres
sabed deservir
a quien tanto serviste.

Fuertes, nobles e umanos
como el mejor, e tan bueno
e claro en toda bondad.
Sereno en toda virtud.


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
Poeta

Poemas de introspectíon :  O FRUTO AMADUREÇE___NA MACIEIRA!
[img width=450]https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT5nkiCIruPHOPpFAeFg-IYG8SD8mUhsTowYnpZxEjOMwDqma8H[/img]


Cantar,
em sintra melodia
chega a vez.

Espera___
intensa frequencia
alma resguarda.

Português?

Será o maior sentido,
das aspirações passadas
por mim___a vida.

A janela do coração,
abre-se lentamente
aguarda o sentido.

___A pática, brilhante,
ela vem, suntuosa
em minhas mãos, teço.

Volto a sorrir,
meu amado percurso,
amadureçe!


25.03.217

Poeta

Poemas de introspectíon :  Tautograma Em "A"

[img width=450]https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSrGPLhM6zM8afyga4lRu8Xwp7QrJUQWYtmVQ49cH3Ielb9kGFwrQ[/img]


Anseio alma,
aspera ardência _____assumo
armadura amena,
aspiras.

Ansia do amor,
amor ardente___aspiras,
amado apelo,
ar aromático.

Ando____assumo!
avante, acalanto,
aspirando ar____
apanhando anseio avido.

Abro____assumo,
almejo assas____ah!
assas aliviando,
arbol arco-iris.



__Atento, avante alvura
areias aguardam avidas,
___avira!


24.03.217

Poeta

Poemas :  Metal en el Alma
Metal en el alma, la luna entre zarpas
el sol en la boca, corazones tatuados y cruces ardientes,
el viento se agita oxidando memorias.
Solo tengo mi nombre, una flor en el pecho y una copa de vino.
en el cáliz se enfría la sangre oxidada ,
no quedan creyentes, solo quedan flagelos con puntas hirientes,
esperando voraces la carne caliente.

Metal en el alma, calaveras y espadas, escudos partidos sobre cuerpos torcidos,
el destino péndula, por vida o por muerte,
el tiempo se ríe del hombre y su suerte,
los mártires sobran, ¡LA FE SE HA PERDIDO! proclaman a gritos,
ofertando milagros de dioses caídos.
La lente de vidrio a todos observa, moviendo los hilos de marionetas enfermas

Metal en el alma, la verdad ha muerto,
solo se repiten baratas consignas para corderos sin sesos,
es tiempo de ferias, es tiempo de arreos...
es tiempo de ofertas en el matadero

creado 24/03/2017 Catriel Cuestas Acosta
Poeta