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Saltimbanco
Saltimbanco vou Seduzido aos ventos Seguindo os perfumes Da ocasião Buscando destaque Para vender meus dons Pelo melhor preço Prazer ou projeção. Saltimbanco me prometo Imperdível investimento Sem direito a concerto Ou devolução Até que um vento Mais forte se mostre E terei pré-impressa Justificativa emotiva e pedido de perdão
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Poeta
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Yo estaba en mi feliz ataraxia, viviendo sin preocupaciones Pero llegaste tú, a desestabilizar, mis sentidos y emociones Con tu linda sonrisa y encantadora voz, me hiciste sentir de nuevo Y ahora mi única preocupación es, escribirte a cada instante, Nadia.
Me limito a escribirte, todos los días, sin que tú me leas Pues a pasado el tiempo y no te he vuelto a ver Quizás me limito a no hablarte por temor a tu rechazo Se que mi timidez, está deteniendo, a este corazón, romperé esos limites y te hablare, Nadia.
Se que no soy el héroe que tú te mereces Ni tampoco soy el príncipe azul de tus sueños Yo sueño con ser aquel héroe que te proteja de todos tus males Ser aquel príncipe azul que tu tanto esperas, Nadia.
Te buscaré en el día en mis pensamientos y en la noche en mis sueños Me guiaran la luna y las estrellas que cada noche escuchan mi cantó Te buscaré como la luna a las estrellas en el firmamento Te encontrare y con la nota mas hermosa de mi guitarra te enamorare, Nadia.
Hoy tengo una bella ilusión, que me trae loco todo el día Sabes en realidad me he enamorado de ti Se que este miedo no me deja decirte, lo que provocas en mi Disculpa mi honestidad, pero me enamore de ti, Nadia.
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Poeta
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Dark Night of the Soul
Respira a alma em longos haustos a pedir Por mais vida à alma ferida e sofrida, pede A Alma por mais harmonia, amor, beleza, E por tudo que ela sempre desejou por eras.
O sofrimento da noite escura da alma leva A alma à exaustão física e emocional, as dores Dos traumas imobilizam-na em medos e confusões.
Chora copisamente a alma desejando que A Luz mais uma vez renasça dentro de si, Porém apenas a escuridão e medo são presentes.
Na Noite Escura da Alma o ser humano decompõe-se Como um corpo morto, as tristezas e amarguras são Espinhos dolorosos na carne e no espírito humano.
A Alma Sofredora será repurificada no fogo Negro das paixões que se queimam na antiga Noite Escura Da Alma para um novo renascimento!
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Poeta
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La jornada me ha agotado hasta el pensamiento pero aun queda un mundo para hacer un poema, una poesia una hoja, una vida.
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Poeta
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“¿En qué clase califico . . .?”
López es irracional factor divisor social, o somos ricos, “pudientes”, o somos pobres, “corrientes”.
Así, expresa, sin barniz, que los ricos son: “fifís”, juniors muy conservadores, para él, los seres peores.
Cabe hacer un comentario, “fifi”, según diccionario, es: “persona adinerada, la que no trabaja en nada.”
Pobre, define, previene: “el que pa’ vivir no tiene”; Andrés, dice, sin resabio, pobre es el pueblo “sabio”.
Esto me huele a tragedia, para él no hay clase media, la ha desaparecido o la tiene en el olvido.
De ese gremio, tan honroso, en mi vida fui orgulloso, no fui pobre, ni fui rico, fui de “en medio”, certifico.
Por las clásicas carencias de mis pasables vivencias, fui puente entre ambas clases, labor, faena, mis bases.
Así fue, hasta el dos mil dieciocho en que llegó este sancocho disfrazado de “gobierno” para llevarme al infierno.
Hoy, no sé, ¿soy rico o pobre?, aquí, no hay duda que sobre, ¿soy “fifi” o me cuezo aparte?, ¿del pueblo “sabio” soy parte?
Amlo no tiene piedad, me quitó mi identidad, su “transformación de cuarta” de la realidad se aparta.
Mil discursos le he escuchado y jamás ha mencionado a la activa clase media, ¿todo esto quién lo remedia?
Tarugadas como pocas, para él solo hay dos sopas, mas, en esto hay algo más: el “divide y vencerás”.
El rencor sabe sembrar, con odio ha echado a pelear a los unos contra los otros, mostrando sus peores monstruos.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 14 de abril del 2020 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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Ojos de avellana
Mujer hermosa y bella, como orquídea delicada de porcelana Con sus ojos atractivos, su precioso rostro engalana Con su guiño, en el balcón adorna de alegrías su ventana Resplandece en su hogar, como diosa primorosa soberana Ojos maravillosos de esplendores de avellana Que adornan su cara, como mejillas provocativas de manzana
Ojos de avellana, de mirada de aires raros, misteriosos Lucen verde dorado, marrón verdoso, deslumbrantes luminosos Su tono cambia y hacen ver de sus ojos, tonalidades hermosas Según la vestimenta, brillan con acentos asombrosos La luz del medio ambiente, se tornan de miradas majestuosas Ojos de avellana, de mirada prodigiosa y colores vistosos Obra de arte de colores multicolores, esplendorosos y armoniosos
Ojos de avellana, matadores de pasiones y de amores asesinos Fascinantes, cautivadores, como riachuelos cristalinos Hablan sin pronunciar palabras, de silencios de idilios paulatinos Iluminan con su mirada acogedora, las noches y sus destinos Ojos de gata en las penumbras, de tornasoles clandestinos
Ojos de avellana, con su cálido ámbar y mezcla de colores Parecen amarillos, parecen verdes, marrones, llenos de amores Cambian de tonalidad como los camaleones, que esconden resplandores Con su mirada cautivadora, como señuelo de cazadores Ojos de avellana, únicos, deslumbrantes y soñadores Ojos que llevan a la seducción, de pasiones amenazadoras Ojos coquetos, el galanteo y suplicio de los inquisidores Ojos tiernos y apasionados, la lujuria de seductores Ojos de avellana, que llevan al deseo carnal de admiradores Ojos que llevan tormentas y huracanes, de ansias agotadores Que arrastran hechizos en sus miradas, de emociones aterradores Ojos que perturban con su mirada, de neblinas abrumadores Ojos de avellana, alucinantes de pesadillas y sueños tentadores Atrayentes y cautivadores de idilios estremecedores
Mujer bella con sus ojos de avellana, luces primorosa y hermosa Alucinante y atrayente, con sus ojos de mirada misteriosa Resplandeces de día, como diosa querida de aires maravillosa Seductora de noche, con sus ojos brillantes, de rayos asombrosa Ojos de avellana, matadores de amores y de pasiones prodigiosa Únicos e irresistibles de mirar, mujer presurosa y armoniosa Ojos que llevan al colapso, de miradas penetrantes, ardientes y fervorosas Ojos de avellana, atractivos, difíciles de describir, de mirada dulce y temerosa Melanina que otorga pigmento al iris, de bellos ojos de mujeres, de egos orgullosas
“Joreman” Jorge Enrique mantilla – Bucaramanga abril 14-2021
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Poeta
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1. A melodia do medo
A cena se passa na Espanha, em 1913.
Cena Única
Um porão contendo três armários. Um na parede esquerda onde tem uma porta e dois na parede do meio. Umas dez caixas ao lado de uma mesinha, todas fechadas, três banquinhos, um cabide, alguns chapéus velhos, roupas antigas em um cesto, uma velha rabeca, etc. No porão vemos um rapaz moreno, cabelos escuros, olhos negros, de 18 anos. Ele se chama Adolfo. Ele está trancado no porão, e procura um meio de sair.
Adolfo- Madrecita de Dios! Ayuda me! Já é a segunda vez que fico trancado neste porão, e da última vez... Oh, da última vez comecei a ouvir música vinda de fora. Oh, como detesto essas músicas que sempre tocam quando estou em casa! Na verdade, quase nenhuma música me agrada. Ou seja a melodia, o tom, a letra, ou tudo junto! Ayuda, Dios!
Ele vai até um armário e pega umas folhas, revira as folhas para ver se acha uma chave, mas não acha nada, joga tudo no mesmo lugar desorganizadamente. Vai até o primeiro armário do meio. Procura nas gavetas dele, mas não acha nada.
Adolfo- Cáspite! Meus dedos estão todos empoeirados! Isso aqui não se limpa há tempo. Preciso pedir ao Juan para limpar aqui.
Adolfo anda pelo porão olhando para todos os cantos para ver se acha alguma chave. Revira as roupas, mexe em duas caixas e não acha nada.
Adolfo( mãos na cabeça preocupado)- Estou aqui há quase uma hora. Por que fui tirar a siesta aqui? Essa porta sempre emperra, ou sei lá, só pode ser azar mesmo!
Adolfo continua procurando. Logo ouvimos em off um barulho de música popular. Adolfo para estremecido. Ele fica pálido, começa a ficar com medo. Ele se senta em um banquinho.
Adolfo- Não posso acreditar nisso! Não me faltava mais nada! Trancado nesse porão pela segunda vez, e agora a ouvir música!( Coloca as mãos no rosto consternado). Eu... Simplesmente preciso sair daqui e ir para o quarto dos fundos onde não se ouve quase nada!
Adolfo continua a procurar. Ele mexe em mais duas caixas colocando o conteúdo no chão. São alguns livros. Ele revira todos em busca de uma chave. Nada. Ele chuta alguns livros e a música continua tocando o que deixa Adofo mais preocupado.
Adolfo- Dios! Yo no puedo más! Eu preciso sair desse porão maldito!
Ele vai até o último armário e na gaveta da esquerda para a direita, ele acha três chaves. Sorriso de contentamento. Ele pega as chaves e vai até a porta. Testa uma, não funciona. Testa outra, não funciona. E na última, ele já está totalmente desesperançoso, mas ainda assim tenta, a chave quase funciona, mas a porta que é de ferro não abre.
Adolfo- Bom, se nada funciona... Bom, eu me lembro que da última vez... Bom, meu pai uma vez costumava me dizer que falar Eu crio enquanto falo realmente pode funcionar. Oh, mas eu vou dar mais uma busca por esse porão que adora me pregar peças.
Volta para o fundo do porão e remexe o restante das caixas. Enquanto tudo isso acontece, ainda há música soando. O que impulsiona Adolfo a buscar mais rapidamente para se livrar do som da música. Ele decide ir a porta e diz:
Adolfo- Eu crio enquanto falo! Eu crio enquanto eu falo! Eu crio enquanto eu falo! Eu crio enquanto eu falo! Eu crio enquanto eu falo!
A porta começa a se abrir. Adolfo tem uma expressão de contentamento, mas susto, pois é a primeira vez que pratica tal palavra, mesmo assim ele sai apressadamente do porão que ainda se ouve a música. E o pano desce.
FIM
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Poeta
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“Quebradiza, tan . . . sufrida.”
Estoy tirando a la mar la botella de mí vida, así quisiera calmar esta pena tan sufrida.
No la encuentres, pescador, porque lleva el pergamino de la mujer, desamor, brújula de cruel destino.
El timón de la traición que no dejó navegar la barcaza de ilusión, cansada de naufragar.
En el fondo está del mar la botella de mí vida, no puede cicatrizar esta tormentosa herida.
Vuelve a puerto, marinero, hoy no mojes red, ni anzuelo, me ahogaré por mal severo en océano desconsuelo.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Puerto de Veracruz, Estado de Veracruz-Llave, México, . . . un día de tantos . . . Dedicada al Maestro Raciel, . . . hermano del alma . . . Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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“La luz de una época negra.”
México forjó cimientos, Pátzcuaro, mil setecientos sesenta y cinco, cierto año, once de abril ya de antaño.
Nació insigne soñadora María Gertrudis Teodora Bocanegra Lazo Mendoza, digna heroína, una Diosa.
Época de oscurantismo que nos llevó hasta el abismo aquella del Virreinato, de recuerdo tan ingrato.
No obstante estar impedida, por costumbre mal habida de prohibir el desarrollo a mujeres, cero apoyo.
Ella estudió, sin recato, aprendiendo cada dato de la Ilustración, lectora como toda gran Señora.
La historia jamás nos miente respecto a tal insurgente, precursora feminista, pionera nacionalista.
Católica luminaria socialmente visionaria de su futura Nación, ansias de emancipación.
De rancia España indecente transmitidas a la gente, como espiritual remanso su lucha fue sin descanso.
Prócer de la independencia muy rebelde, por esencia, sembró tenaz su semilla, formo parte en la guerrilla.
Lideresa siempre hermana que, de forma vil, insana, fue sometida a tortura y no perdió la cordura.
Ni sus grandes ideales todos ellos señoriales de libertad, de igualdad, de paz, de fraternidad.
Valiente a carta cabal, sufriendo juicio formal no traicionó el movimiento, su fusilamiento cruento.
La patria entera celebra a Gertrudis Bocanegra, distinguidísima dama para orgullo michoacana.
Pónganse de pie señores debemos rendirle honores, con adalid tan fraterna estamos en deuda eterna.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 11 de abril del 2019 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Alegrias Noturnas
A cena se passa em Lisboa, Portugal, no ano de 1923.
Cena Única
Uma sala com uma cadeira, uma poltrona no lado esquerdo da sala, uma mesinha, umas duas garrafas de bebida, uma janela que está fechada e com uma cortina de cor vermelha. Um homem está sentado na poltrona, ele se chama Carlos Hortênsio Nunes. Uma mulher entra.
Carlos- Ah, você ainda está aqui, pensei que já havia ido embora há um bom tempo.
Mulher- Não, eu preferi ficar, mas se quiser que eu vá embora, eu posso ir.
Carlos(indiferente)- Isso depende da sua própria escolha, você quem sabe...
Mulher- Você sabe que só saio daqui depois do que sempre fazemos todas as noites.
Carlos( pega uma garrafa, um copo, enche o copo de vinho e toma ele pela metade)- Hoje pode ser diferente, minha cara, nunca se sabe quando o homem está disposto aquilo que sempre fazemos.
Mulher- Há quantos dias está bebendo, Carlos?
Carlos( Termina de beber e coloca mais para si)- Três dias inteiros. Minhas alegrias noturnas são o álcool, essa casa, de vez em quando ler um jornal e você.
Mulher- Claro, eu não poderia faltar, né? Mas a empregada limpou a casa hoje?
Carlos- Sim, limpou, e por isso estou na sala bebendo, senão estaria em outro lugar da casa.
Mulher- Você tem conversado com sua mãe? Ela me disse que você estava meio distante e frio com ela.
Carlos( irritado ao falar)- Mamãe sempre acha que quando a gente está falando ou está usando um tom distante ou frio quando a gente não concorda com o que ela fala, você sabe como ela é.
Mulher- Sim, e eu te entendo perfeitamente( Dá alguns passos pela sala)
Carlos( levanta-se, coloca mais vinho na taça, e vai até a janela e abre)- Nossa, a noite está incrível, eu deveria ir lá fora ver as estrelas, mas hoje prefiro ficar aqui em casa.
Mulher- Apenas bebericando vinho e pensando nos próprios problemas... Não sei como consegue ser assim tão fechado.
Carlos( bebe um gole de vinho)- Eu não sou fechado, eu apenas gosto de manter meus momentos íntimos.
Mulher- Posso beber o vinho?
Carlos(distraído)- Claro, fique à vontade. Ah, noite, como estás bela e deleitosa, em ti moram todas as belezas astrais de uma noite mágica...
Mulher- Está agora criando poemas para a lua?( Ri, bebe um gole de vinho)
A Mulher vai até a poltrona onde está a mesinha, ela pega a garrafa e coloca vinho em uma taça que está na mesinha.
Carlos( sai da janela, se aproxima dela)- Não, você sabe que estou com os meus escritos parados, mas ainda consigo recitar poemas ou inventá-los na hora...
Mulher- Carlos, Carlos, eu acho que sei o que você precisa para voltar a escrever maravilhosamente bem como antes.
Carlos( ingênuo)- O quê?
A Mulher avança nele e lhe dá um beijo apaixonado na boca, o qual ele retribui na mesma intensidade. Eles vão até uma escada do lado direito da sala e começam a subir se beijando, Carlos tenta falar, mas a Mulher o impede com mais beijos.
Tudo fica escuro e o pano desce.
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