Poemas de reflexíon :  Crónica rimada Antilópez (26-XI-2018)
Digo lo que sucedió,
el pueblo sabio “decidió”
sobre lo ya decidido
por López, el elegido.

Referente a su tren maya,
puritita “faramalla”
en la segunda “consulta”
de lo que, ahora, resulta.

Causará grave ecocidio
en la selva, sin auxilio,
por hoy muy desamparada
por la que nadie hace nada.

Miles de árboles caídos
bajo rieles extendidos
a lo largo de su suelo,
¡doloroso desconsuelo!

Para el bosque, flora, fauna,
lo que implica grave trauma
a sus regiones sagradas,
ruinas y etnias consagradas.

En tan tristes condiciones
expongo mis convicciones
aunque me cause resabio,
no tiene nada de “sabio”.

Causar daño a ecología,
masacre de antología
la que se está padeciendo,
natura se está extinguiendo.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Ciudad de México, a 26 de noviembre del 2018
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Poemas :  SOMBRAS SIN ESPERANZA
Cuando el sol salga una vez más ante nosotros
cuando la noche termine de su andar
partiré con el rumbo del que ha perdido
sabiendo que nunca más volveré a amar

Algunas veces el dolor lastima profundamente
y en mendigos de un beso nos convierte en un día
más ya no canta el sol en mis rendijas
y mi pluma yace cansada de llorar

Quién silencia los vientos tristes
aquellos que destruye el corazón
las sombras como fantasmas que me acosan
me dicen, has perdido, calla ya

Y me pierdo entre el silencio de una orquesta
intentando evadir las penas y el dolor
pero como escapar de aquello
que te agarra y no te deja ya marchar
Poeta

Poemas de amor :  Se de Ti, Amor, Falo, É Porque a Ti Venero
Se de Ti, Amor, Falo, É Porque a Ti Venero
Se de Ti, Amor, Falo, É Porque a Ti Venero







Nas estrelas rápidas e cintilantes, que de
Extremosa beleza se vai acercando,
Eu desejo em meu coração a ti
Venerar, Amor, em ti desejo
Aquele sacerdócio antigo esquecido.



Se de Ti Amor, Falo, é que minha lira
Está desejosa de venerar teu santuário,
Ela deseja que em ti todas as coisas
Façam-se perfeitas e deleitosas.




Mas minha lira se vai acercando ao
Pessimismo de minha mente, acaso
Ela estará segura em ti Amor?




Que minha voz possa ser ouvida,
Que minha mente possa cantar
A Ti, Amor, todas as tuas benesses
Fecundas e benfazejas.




Se de Ti, Amor, falo, é porque minha
Voz precisa atravessar os séculos em
Poemas e canções que só a Ti, Amor,
Eu posso ter a plena felicidade de
Cantar em versos teu amor bendito!
Poeta

Poemas de amor :  Se de Ti, Amor, Falo, É Porque a Ti Venero
Se de Ti, Amor, Falo, É Porque a Ti Venero
Se de Ti, Amor, Falo, É Porque a Ti Venero







Nas estrelas rápidas e cintilantes, que de
Extremosa beleza se vai acercando,
Eu desejo em meu coração a ti
Venerar, Amor, em ti desejo
Aquele sacerdócio antigo esquecido.



Se de Ti Amor, Falo, é que minha lira
Está desejosa de venerar teu santuário,
Ela deseja que em ti todas as coisas
Façam-se perfeitas e deleitosas.




Mas minha lira se vai acercando ao
Pessimismo de minha mente, acaso
Ela estará segura em ti Amor?




Que minha voz possa ser ouvida,
Que minha mente possa cantar
A Ti, Amor, todas as tuas benesses
Fecundas e benfazejas.




Se de Ti, Amor, falo, é porque minha
Voz precisa atravessar os séculos em
Poemas e canções que só a Ti, Amor,
Eu posso ter a plena felicidade de
Cantar em versos teu amor bendito!

Poeta

Poemas de amor :  Se de Ti, Amor, Falo, é Porque a Ti Venero
Se de Ti, Amor, Falo, é Porque a Ti Venero
Se de Ti, Amor, Falo, É Porque a Ti Venero







Nas estrelas rápidas e cintilantes, que de
Extremosa beleza se vai acercando,
Eu desejo em meu coração a ti
Venerar, Amor, em ti desejo
Aquele sacerdócio antigo esquecido.



Se de Ti Amor, Falo, é que minha lira
Está desejosa de venerar teu santuário,
Ela deseja que em ti todas as coisas
Façam-se perfeitas e deleitosas.




Mas minha lira se vai acercando ao
Pessimismo de minha mente, acaso
Ela estará segura em ti Amor?




Que minha voz possa ser ouvida,
Que minha mente possa cantar
A Ti, Amor, todas as tuas benesses
Fecundas e benfazejas.




Se de Ti, Amor, falo, é porque minha
Voz precisa atravessar os séculos em
Poemas e canções que só a Ti, Amor,
Eu posso ter a plena felicidade de
Cantar em versos teu amor bendito!

Poeta

Poemas de reflexíon :  Crónica rimada Antilópez (25-XI-2018)
Pues, otra vez ¡vamos, vamos,
al circo del peje, vamos!,
hoy, la segunda gran función
habrá tremendo show y diversión.

En la nueva “democracia
participativa” hay gracia
con auspicio de morena
donde votar no es problema.

Hasta tres veces seguidas
en casillas erigidas
sin padrón, lo que es genial,
sufragar sin credencial.

Con boletas sin registro
ésto nunca lo habías visto,
sin mamparas, sin secreto,
nada podrá ser discreto.

Por la tinta que se pierde,
porque, al fin no es indeleble,
habrá trampas todas burdas
se rellenarán las urnas.

Así es en el populismo
vulgar “populacherismo”
del “país de las consultas”
infantiles, nada adultas.

Con preguntas inducidas,
sesgadas bien dirigidas,
preparadas muy a modo
para lograr el sí en todo.

Pues, ¡vamos, vamos, vamos,
al circo de López, vamos!,
a ver la “consultocracia”,
también la “preguntocracia”.

Donde al pueblo “sabio” bueno
le “echan la bolita” en pleno
para que responda sí o no,
“me canso ganso” . . . ¡cómo no!

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Ciudad de México, a 25 de noviembre del 2018
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Poemas :  Franceses Versus Alemães
Franceses Versus Alemães
I










Ruas bombardeadas no poético ano
De 1870, os prussianos avançam
Sobre a cidade conquistando cada rua,
Casa e cada pessoa, nos uniformes cinzas
O resplendor da vitória prussiana.


A águia teutônica flamula sobre os
Campos de Marte, a velha e delicada
Torre Eiffel cai diante das botas prussianas.


Ah, bela cidade que eleva os sentidos
De sonhos a milhões de almas!
Belos destroços em ti são pisados
Com firmeza pelo inimigo de milênios!



II




Os poilus sujos e abatidos
Caem na batalha com baionetas
Velhas, mas que ainda furam a velha
Carne... Gritos malditos ecoando
Naquelas trincheiras ensurdecidas
Por canhões e bombas dos grandes
Alemães, mas a língua francesa leva
Cada ato da batalha a um novo nível
De humanidade, desejo de vitória, e a
Cessação da pior hostilidade humana imaginada.



III


Contrastes de modos e linguagens, aquele
Alemão de fala rústica leva cada sentimento
No peito como uma fortaleza intransponível.
Nos alto voos filosóficos abstratos o alemão
Vê sua vida como uma forma entrelaçada que
A linguagem não pode explicar, no qual seu
Espírito mora sempre unido.



Aquela alma sedosa, fresca, delicada,
Aquela alma que bebe as sensações do
Gosto e prazer não consegue lidar com
Aquela sensação crua e mal preparada.



Ela sempre se afastará daquele germanismo
De duras poses, de duros golpes e de linguagem
Que move os ouvidos para um inferno em que
Todas as palavras são uma faca dilacerante aguda.
Poeta

Poemas :  Franceses Versus Alemães
Franceses Versus Alemães
[i]I










Ruas bombardeadas no poético ano
De 1870, os prussianos avançam
Sobre a cidade conquistando cada rua,
Casa e cada pessoa, nos uniformes cinzas
O resplendor da vitória prussiana.


A águia teutônica flamula sobre os
Campos de Marte, a velha e delicada
Torre Eiffel cai diante das botas prussianas.


Ah, bela cidade que eleva os sentidos
De sonhos a milhões de almas!
Belos destroços em ti são pisados
Com firmeza pelo inimigo de milênios!



II




Os poilus sujos e abatidos
Caem na batalha com baionetas
Velhas, mas que ainda furam a velha
Carne... Gritos malditos ecoando
Naquelas trincheiras ensurdecidas
Por canhões e bombas dos grandes
Alemães, mas a língua francesa leva
Cada ato da batalha a um novo nível
De humanidade, desejo de vitória, e a
Cessação da pior hostilidade humana imaginada.



III


Contrastes de modos e linguagens, aquele
Alemão de fala rústica leva cada sentimento
No peito como uma fortaleza intransponível.
Nos alto voos filosóficos abstratos o alemão
Vê sua vida como uma forma entrelaçada que
A linguagem não pode explicar, no qual seu
Espírito mora sempre unido.



Aquela alma sedosa, fresca, delicada,
Aquela alma que bebe as sensações do
Gosto e prazer não consegue lidar com
Aquela sensação crua e mal preparada.



Ela sempre se afastará daquele germanismo
De duras poses, de duros golpes e de linguagem
Que move os ouvidos para um inferno em que
Todas as palavras são uma faca dilacerante aguda.[
/i]
Poeta

Poemas :  Franceses Versus Alemães
Franceses Versus Alemães
I










Ruas bombardeadas no poético ano
De 1870, os prussianos avançam
Sobre a cidade conquistando cada rua,
Casa e cada pessoa, nos uniformes cinzas
O resplendor da vitória prussiana.


A águia teutônica flamula sobre os
Campos de Marte, a velha e delicada
Torre Eiffel cai diante das botas prussianas.


Ah, bela cidade que eleva os sentidos
De sonhos a milhões de almas!
Belos destroços em ti são pisados
Com firmeza pelo inimigo de milênios!



II




Os poilus sujos e abatidos
Caem na batalha com baionetas
Velhas, mas que ainda furam a velha
Carne... Gritos malditos ecoando
Naquelas trincheiras ensurdecidas
Por canhões e bombas dos grandes
Alemães, mas a língua francesa leva
Cada ato da batalha a um novo nível
De humanidade, desejo de vitória, e a
Cessação da pior hostilidade humana imaginada.



III


Contrastes de modos e linguagens, aquele
Alemão de fala rústica leva cada sentimento
No peito como uma fortaleza intransponível.
Nos alto voos filosóficos abstratos o alemão
Vê sua vida como uma forma entrelaçada que
A linguagem não pode explicar, no qual seu
Espírito mora sempre unido.



Aquela alma sedosa, fresca, delicada,
Aquela alma que bebe as sensações do
Gosto e prazer não consegue lidar com
Aquela sensação crua e mal preparada.



Ela sempre se afastará daquele germanismo
De duras poses, de duros golpes e de linguagem
Que move os ouvidos para um inferno em que
Todas as palavras são uma faca dilacerante aguda.
Poeta

Poemas sociales :  Eu&Cia
Sei bem
dos barulhos da rua,
murmúrios da noite,
agonias do dia,
socando os ventos,
disputando vida,
ou, quem sabe?
uma imagem atraente,
em lugar público
para que alguém,
por ventura,
se possa aproximar,
de maneira fácil,
submissa
e vantajosa.
Poeta