Poemas :  El Viaje
El Viaje

Acepte tu invitación… con cierta desconfianza,
Me prometiste fascinación y aventuras, viajar sin nada.
sin equipaje ni cargas, solo la emoción de volar. Andar tus caminos, cargados de sol y luna
amplios espacios, y rincones donde soltar nuestra locura. Abdico ante a ti mis rebeldías… Recorro tu piel con mis besos,
siento mi sangre golpear vertiginosa en mis sienes.
Vientos bravíos dominan mi existencia doblegando mis fuerzas,
hasta deshacerme en tus brazos; sin resistencia, dejarme llevar en sueños de éxtasis y quimeras.
Dormir en ti quiero acurrucada en tu pecho con la ilusión que este viaje …
¡¡¡No termine jamás!!!
Poeta

Poemas de reflexíon :  Yo, . . . el pulque
“Que mi tradición se inculque.”

De seguro me conoces
soy el “néctar de los Dioses”,
ofrenda, pulque sagrado
por Mayahuel consagrado.

Octli, en náhuatl se pronuncia,
vino blanco, así se anuncia
mi tan prehispánico origen
nobles pueblos me bendicen.

Tengo linaje, abolengo,
del Valle de Apan provengo,
altiplanicie pulquera,
¡ay, qué divina esa tierra!

Me han disfrutado los reyes
por ser savia de magueyes
de pencas de dura piel,
corazón, piña, aguamiel.

Mucílago, “tlachiquero”,
sacerdote al que más quiero,
acocote de erudito
su fiel “raspa” necesito.

Bacterias, ser fermentado,
tengo el alcohol por aliado,
barricas terso reposo
mi mayordomo buen mozo.

Soy bebida espesa nívea,
elíxir cual leche tibia,
“chamaquero” al cien por ciento
medicinal, yo no miento.

Pureza suma tan alta
que por ahí dicen me falta
solo un grado pa’ ser carne,
no se vale “bautizarme”.

Nutricional bien amado
viscoso suave “curado”
de frutas o vegetales
delicia de los mortales.

Por ser fino rico pulque
que mi tradición se inculque
con un sentido profundo
por México, por el mundo.

Tengo grandeza, decoros,
también porto mis apodos
“neutle”, “viagra”, “caldo de oso”,
“pulmón”, soy . . . lo más sabroso.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Ciudad de México, a 25 de enero del 2018
Dedicado al ídolo del box, Don Rubén Olivares
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Textos :  Sol/Netuno
Sol/Netuno
Sol\Netuno

Poetas, dançarinos de balé. Boêmios, fantasia, magos. A vida é um sonho. Misturando-se com a música. Pintores. Misturando-se com a espiritualidade. Misturando-se com o místico. Ilusões. Decepções. Possuindo uma vida poética. Possuindo uma vida de fantasia. Romantismo+ Espiritualidade. Renascimento. Hábitos artísticos. Dança. Teatro. Crescimento espiritual. Misturando-se com a água. Difusão. Alcoolismo. Vício em drogas. Escapismo. Difusão+ Imaginação. Imaginação profunda como o mar. Compreensão profunda do mundo espiritual. Idealistas. Pessoas que lideram novos caminhos de olhar para o Supremo. Idealização. Sonhos+fantasias+visões. Mitologia clássica. Visões estranhas. Pensamentos estranhos. Paranormalidade. Esquizofrenia. Misturando-se com pessoas espirituais. Atração à santidade. Santos. Gurus. Dervixes. Pessoas "angelicais". Atração à símbolos sagrados. Atração à santos. Atração à arte religiosa. Nossa Senhora. Música aquática. Música+profundidade. Refinamento+sensibilidade.
Poeta

Frases y pensamientos :  Amycus em Câncer
Amycus em Câncer
Amycus em Câncer



Astrologicamente, o asteróide Amycus parece indicar a maneira adequada de tratar as pessoas; as consequências de não fazer isso; vítimas inocentes de violência ou sendo apanhadas pela violência ("quando os elefantes lutam, a grama sofre").




A maneira de tratar as pessoas é com sensibilidade. A maneira de tratar os outros é com afeto. A maneira de tratar as pessoas é com um toque de carinho. A maneira de tratar as pessoas é de forma maternal. A maneira de tratar os outros tem um pouco de manipulação embutida. A maneira de como tratar as pessoas é trazê-las para a família. A maneira de como tratar as pessoas tem um toque de emoção demais. A maneira de tratar as pessoas é fazê-las nostálgicas
.
Poeta

Poemas de reflexíon :  Crónica rimada Antilópez (19-XI-2018)
López, tirado al garete,
¿de qué sirve un gabinete,
toda la administración,
si, para llevar gestión.

Ha propuesto como cambio
consultar al pueblo “sabio”
y apoyarse en las asesorías
de rapaces minorías?

Tal evidencia no miente,
del Electo Presidente
credibilidad decrece,
es lo que a mí me parece.

Consultas, mil asesorías,
por siempre todos los días,
ya se acercan los sorteos,
loterías, más jugueteos.

Si analizamos todo ésto
Amlo deja manifiesto
que no tendrá decisión
para guiar nuestra Nación.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Ciudad de México, a 19 de noviembre del 2018
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Textos :  O Sedutor Italiano(Sketch XXIX)
O Sedutor Italiano(Sketch XXIX)
O Sedutor Italiano










A cena se passa em Trieste, no ano de 1879.







Cena Única






Uma taverna bem movimentada com pessoas fumando e bebendo largamente. Um homem chamado Alessio está sentado ao lado de uma mulher ruiva chamada Luciana.









Alessio- Você é uma das mulheres mais lindas que eu já vi, sabia?(Alessio sorri para Luciana).







Luciana- Aposto que você diz isso para todas.







Alessio(sorriso sedutor)- Claro que não, bella Luciana. Você é a única que eu disse isso.







Luciana- Ouço falar muito que você é um dos sedutores mais exímios de Trieste.









Alessio- Mentiras e blasfêmias. Eu apenas sou muito gentil.







Luciana( sorri satisfeita)- Sério?









Alessio- Claro, minha querida(Alessio coloca a mão esquerda no ombro nu de Luciana).







Luciana- Eu nunca gosto muito de homens sedutores. Acho meio vulgar, sabe?









Alessio- Mas a sedução é uma arte milenar, caríssima.









Luciana- Eu sei, mas é como se o homem estivesse sendo um predador, entende?







Alessio- Entendo. Mas eu jamais seria assim com você(Alessio passa a mão no rosto de Luciana).







Luciana- Você fala isso, mas as suas atitudes estão dizendo o contrário.







Alessio(tira a mão do rosto de Luciana)- estou sendo apenas cordial, amigo, gentil. Não gosta?









Luciana- Nem gosto, nem desgosto.







Alessio- Aposto que você está gostando, belíssima Luciana. Sabe, não é ruim demonstrar um pouco de afeto.









Luciana- Não estou acostumada a isto. Para mim é como se fosse uma invasão ao meu corpo.









Alessio- Tente ser menos repressiva, Luciana. Afinal, estamos em um lugar com uma atmosfera mais relaxada.









Luciana- relaxada e totalmente enevoada. Olha essa fumaça toda que circula no local por causa dos fumantes.









Alessio- Se quiser, podemos ir a outro lugar.









Luciana- Não, estou muito bem aqui.







Alessio faz um gesto a um garçom e fala em seu ouvido. O garçom pega um grande copo de cerveja e entrega a Alessio.







Alessio- Não vai beber nada, Luciana?







Luciana- Depois. Por agora eu quero apenas ficar vendo as pessoas beberem.







Alessio- Você realmente precisa relaxar(Dá um gole no copo de cerveja).







Luciana- Sim, eu também acho, mas hoje está difícil, entende?







Alessio- Sei como é. Tem dias que estou igual a você.







Luciana- E o que faz para mudar isso?







Alessio- Ouço música, saio com os amigos, vou nadar no clube, são muitas atividades que faço quando estou menos contente comigo mesmo.









Luciana- Acho muito difícil imaginar você menos contente.









Alessio- Mas eu fico assim.







Luciana olha fixamente para Alessio.







Luciana- Me espera por uns dez minutos? Preciso ir ao banheiro e retocar a maquiagem.







Alessio- Claro. Pode ir.









Luciana sai pela esquerda. Alessio fica olhando o lugar e bebendo. Uma mulher loira senta um pouco afastada de Alessio. Ele sorri e diz algo baixo. A mulher fica interessada no que ele fala. O pano desce com Alessio conversando com a mulher loira.









Fim



Poeta

Poemas de alegría :  Pirekua
“Patrimonio Cultural Inmaterial de la Humanidad por la UNESCO celestial.”

¡Qué linda eres Pirekua! dulce, triste,
canto del ave que trina y come alpiste,
suave, vivaz, melancólica tonada,
música que das todo a cambio de nada.

Se escucha el eco grato de tu melodía,
suenas a fresco viento del purépecha día,
la noche se muestra cual negra celosa,
mas, siempre baila al compás de tu alma airosa.

Guarecita amorosa que tienes ágil oído,
danza con gracia, eso sí bien que te pido,
así, de princesa, es cantada tu belleza,
oye las notas ¡Pirekua virgen, mi alteza!

Tus versos hablan de historia
purépecha, de su gloria,
de Michoacán, de su gente,
de geografía transparente.

Son cuatro lindas regiones
que dan fe de tus canciones,
son pueblos buenos decentes
que entonan coplas fervientes.

Toquen Cañada, Meseta,
con tonalidad coqueta,
Ciénega, cantar de un mago
con el sonido del Lago.

¡Denme “Sones del Costumbre”,
que la voz llegue a la cumbre,
estribillo de la tierra
que el más fiel querer encierra!

Suplico en ritmo, Pirekua,
salvaguardes la pindekua
que es tradición, que es costumbre,
musical senda te alumbre.

Mi abajeño son valseado
cada estilo el más deseado,
canciones de puro amor,
de la vida, el desamor.

Guitarra sexta, violín,
tonos que no tienen fin,
contrabajo, la vihuela,
a ti mi cariño vuela.

El arpa nunca descansa
invitándote a la danza,
pireris con voz de miel,
sinfonía de cascabel.

Pirekua es igual a canto,
enamoramiento y llanto,
es triste, alegre armonía,
que te hace feliz el día.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Janitzio, Michoacán, México, a 16 de noviembre del 2011.
Dedicado a los CC. Antonio Reyes Justo y Alonso Antunes Campos, grandes pireris
Reg. SEP Indautor No. 03-2012-030612580800-14
(Versión corregida . . .)
Poeta

Poemas :  Almas Gemelas
ALMAS GEMELAS


Cuando estoy mirándote
todo me parece irreal,
parece una imagen de un cuento
que alguien comienza a dibujar.

Amarte así de verdad
es como soñar despierto,
es sentir el calor de tu mirada
que brota de tus ojos abiertos.

Eres mi flor preferida
eres mi chica soñada,
eres mi secreto mejor guardado
eres mi única y fiel amada.

Las flores de mi jardín
tan hermosas ya no son,
porque más hermosa eres tú
la dueña de mi corazón.

No me importa el pasado
ni me importa el presente,
solo importa nuestro futuro
y lo que tu alma por mi siente.




Te amo tanto mi niña
que no te lo puedes imaginar,
y hasta te traería el sol
para poderte alegrar.

Somos almas gemelas
esa es la pura verdad,
somos el uno para el otro
y somos tal para cual.

Mientras brille la luna en la noche
mientras quede una gota en el mar,
mientras haya una flor en la tierra
yo nunca te dejaré de besar.

Te adoro por ser tan tierna
y por haberme enseñado a querer,
por despertar mis emociones
y porque la soledad me ayudaste a vencer.
Poeta

Poemas :  Sin más detalles... te amo
Amo con pasión cada instante compartido
y sin embargo, no alcanzo a tener control
de lo que quisiera hacer, se me va el tiempo
o tu sonrisa, el destello de tus lindos ojos o
tus susurros, me atrapan sin misericordia…
y entonces soy ese bobito enamorado que
se pierde en tu sensual belleza, una vez más.

Ojalá mis manos, brazos y boca respondan,
con la celeridad que tú consigues inflamar
mi cerebro, alma y corazón; ojalá pudiera
expresar con toda la magia y dulzura todo
cuanto sacude mi ser, mis sentidos, mi voz,
ojalá me alcance la vida, para contar al mundo
cuan feliz me haces… cuánto y cómo te amo.

Y entonces nuevamente mis lentas manos,
no conciben transcribir, cuanto mi cerebro
procesa y no quiero volver a buscar, porque
no es espontáneo, como lo que haces en mí,
así que opto por continuar amándote a la
velocidad del vuelo de un colibrí y sin más
detalles, sonreír mientras repito: que te amo.
Poeta

Poemas de nostalgia :  El tocador de mi abuela
“Fue de la tatarabuela . . .”

Es un mueble antiguo
con albor exiguo,
su fina caoba
el alma me arroba.

Madera morena
sentida, serena,
dura cual cobalto
de aprecio muy alto.

De abolengo oscuro
del tronco más puro,
su puerta da paso
en prístino abrazo.

Al vivo recuerdo
del ayer que pierdo,
del añejo tiempo
la memoria templo.

Pasan por mi mente,
en antes vigente,
los cinco cajones
pequeños arcones.

Resguardo de alhajas
dignas de las majas,
de cosas eternas,
de prendas fraternas.

Preciosas rarezas
de reinas, princesas,
bizarros herrajes
sus otros linajes.

Como el sacro espejo
de sobrio reflejo
que cuida esforzado
el marco sagrado.

Cristal de diamante
que evoco distante
como aquella luna
del cielo fortuna.

De luz que refleja
y jamás lo aleja
de efigies reales,
de sombras virtuales.

De cuerpos presentes,
lejanos, ausentes,
del vivo recinto
de tal laberinto.

Su lámpara alumbra
toda la penumbra
de los corazones
plenos de ilusiones.

Muy digno testigo
de esto que les digo
la silla de un hada,
mullida, soñada.

Uso prolongado
no ha deteriorado
al leal tocador,
sigue lucidor.

Sin restauración
es bien de pasión,
siempre tan querido
no sufre de olvido.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda.
Reino de Tacubaya, México, a 17 de noviembre . . .
Dedicado a mi abuelita “Conchita”, Doña Concepción Amaya de Ramos
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta