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[i]3. A Bela Bruxa de Dortmund
Feitiços e magias ela realizava nas luas Quentes, frias, distantes, inerentes a todo Bom mago que se dedique à magia.
Ela era bela, de feitio nobre e incrível, Seu intelecto era uma apoteose de Deus E também do diabo se posso falar assim.
Mas ela tinha talento e isso é tudo que importa
Para todos os sábios, místicos e ocultistas do mundo![/i]
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Poeta
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3. A Bela Bruxa de Dortmund
Feitiços e magias ela realizava nas luas Quentes, frias, distantes, inerentes a todo Bom mago que se dedique à magia.
Ela era bela, de feitio nobre e incrível, Seu intelecto era uma apoteose de Deus E também do diabo se posso falar assim.
Mas ela tinha talento e isso é tudo que importa
Para todos os sábios, místicos e ocultistas do mundo!
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Poeta
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3. A Bela Bruxa de Dortmund
Feitiços e magias ela realizava nas luas Quentes, frias, distantes, inerentes a todo Bom mago que se dedique à magia.
Ela era bela, de feitio nobre e incrível, Seu intelecto era uma apoteose de Deus E também do diabo se posso falar assim.
Mas ela tinha talento e isso é tudo que importa
Para todos os sábios, místicos e ocultistas do mundo!
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Poeta
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Te conocí en una tarde lluviosa en el mes de mayo, ahí estabas tú tan espectacular, con tu cabello largo y tus lindos ojos, tan autentica quizás un poco despistada, pero tú eres natural, simplemente eres única y al escuchar tu nombre, me llevo a la gloria en un instante.
Desde aquel día, no dejaba de pensar en ti, fuiste en ese momento lo que sacudió a mi alma, por primera vez no sabia que me pasaba cada que te veía, era como si no pudiera coordinar bien cuando te veía, fuiste ese amor que no pudo ser, pero por primera vez pude sentir lo que era el amor, aunque fuera tan solo un poco.
Tan solo era un niño que no comprendía lo que me pasaba, pero en ese momento me sentía bien, al pensarte todo el día, todavía no sabía que podía escribir, pero te hubiera escrito en aquel momento todo un poemario o quizás te hubiera compuesto una que otra canción.
Y como olvidar aquella mirada que me hacia temblar, como olvidar aquellos ojos cada que te veía, como olvidar cuando escuche por primera vez tu tierna voz, como olvidar cada que me hablabas y yo no entendía nada, pues estaba perdido en tu mirada, como olvidar aquel tierno abrazo.
Aunque ya paso el tiempo, todavía te recuerdo, como aquel hermoso recuerdo que no se olvida, hoy me dieron ganas de escribirte, estas palabras, la verdad dudo mucho que lo leas, pero me dieron ganas de recordarte, de escribirte, aunque sea un poco, espero que tú también te acuerdes de mí, como yo me acuerdo de ti.
La ultima vez que te vi, fue en una fiesta creo que era de tú hermana y sabes te veías encantadora, tus lindos ojos brillaban en esa noche y tu sonrisa una vez mas me cautivo como la primera vez y tu hermoso cabello se robo la noche, esa noche me hiciste temblar de nuevo, pero esta vez ya no era un niño.
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Poeta
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[i]Caminhada Noturna
Naqueles passos dados em sepulturas antigas, Rotas e miseráveis, naqueles passos dados em Cemitério longo e rotineiro eu passo a noite A lembrar de quantos mortos eu realmente conheci. Quantos que realmente eu disse que viria e jamais Fui ver... Ah, minha tanatofobia... Essa energia estranha, Nojenta e amaldiçoada dos mortos... Essa palidez Da tez que a mim incomoda... O sangue que nunca Mais correrá pelos interstícios cerebrais e vênulas...
Nas tumbas rotas os nomes apagados são quase Uma visão banal aos meus olhos... Acaso estou aqui Apenas como um curioso para ler nomes de Seres que nunca conheci e jamais conhecerei? Nomes que para mim são apenas agora Uma ossada crua e miserável, uma pletora de Ossos desunidos unidos à terra negra e fétida.
Nas estátuas de anjos fito os acordes celestes Guiando as almas dessas criaturas que jamais Quiseram chegar a tal caminho... Sobre os túmulos Ramos de margaridas, azevinhos e rosas despetaladas No inverno sulfuroso e letal... Os anjos miram Os espectros a sair de seus túmulos como Flâmulas escarlates e enegrecidas...
Na caminhada noturna o ar gélido Corrói as hemácias saudáveis, os pulmões Desaceleram em suas pleuras e a voz emudece Enquanto mil pensamentos voam por todo o lugar.
Lua cinzenta de inquietantes clamores espectrais, Lua uivando as maldições dos mortos enquanto Os espectros murmuram pedidos absconsos... Nas energias condensadas alguns se movem Como crianças defeituosas e pulam pequenos Saltos que levam a queda... Ah, que caminhada Gloriosa essa a minha! Que mundo totalmente Encantador se desfraldando diante de minha vista!
Esse mundo leva-me a lembranças antigas Onde eu encontrava essas mesmas energias Enevoadas em mim mesmo ou mesmo em um Mundo completamente dominado por estas Forças... Quando minha alma elevar-se A alturas empíreas este mundo ainda será Aquela lembrança obscura e vaga dos Dias que caminhei por entre aqueles Que muitos temem, mas poucos realmente Conhecem suas essências e sonhos funestos![/i]
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Poeta
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Caminhada Noturna
Naqueles passos dados em sepulturas antigas, Rotas e miseráveis, naqueles passos dados em Cemitério longo e rotineiro eu passo a noite A lembrar de quantos mortos eu realmente conheci. Quantos que realmente eu disse que viria e jamais Fui ver... Ah, minha tanatofobia... Essa energia estranha, Nojenta e amaldiçoada dos mortos... Essa palidez Da tez que a mim incomoda... O sangue que nunca Mais correrá pelos interstícios cerebrais e vênulas...
Nas tumbas rotas os nomes apagados são quase Uma visão banal aos meus olhos... Acaso estou aqui Apenas como um curioso para ler nomes de Seres que nunca conheci e jamais conhecerei? Nomes que para mim são apenas agora Uma ossada crua e miserável, uma pletora de Ossos desunidos unidos à terra negra e fétida.
Nas estátuas de anjos fito os acordes celestes Guiando as almas dessas criaturas que jamais Quiseram chegar a tal caminho... Sobre os túmulos Ramos de margaridas, azevinhos e rosas despetaladas No inverno sulfuroso e letal... Os anjos miram Os espectros a sair de seus túmulos como Flâmulas escarlates e enegrecidas...
Na caminhada noturna o ar gélido Corrói as hemácias saudáveis, os pulmões Desaceleram em suas pleuras e a voz emudece Enquanto mil pensamentos voam por todo o lugar.
Lua cinzenta de inquietantes clamores espectrais, Lua uivando as maldições dos mortos enquanto Os espectros murmuram pedidos absconsos... Nas energias condensadas alguns se movem Como crianças defeituosas e pulam pequenos Saltos que levam a queda... Ah, que caminhada Gloriosa essa a minha! Que mundo totalmente Encantador se desfraldando diante de minha vista!
Esse mundo leva-me a lembranças antigas Onde eu encontrava essas mesmas energias Enevoadas em mim mesmo ou mesmo em um Mundo completamente dominado por estas Forças... Quando minha alma elevar-se A alturas empíreas este mundo ainda será Aquela lembrança obscura e vaga dos Dias que caminhei por entre aqueles Que muitos temem, mas poucos realmente Conhecem suas essências e sonhos funestos!
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Poeta
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Caminhada Noturna
Naqueles passos dados em sepulturas antigas, Rotas e miseráveis, naqueles passos dados em Cemitério longo e rotineiro eu passo a noite A lembrar de quantos mortos eu realmente conheci. Quantos que realmente eu disse que viria e jamais Fui ver... Ah, minha tanatofobia... Essa energia estranha, Nojenta e amaldiçoada dos mortos... Essa palidez Da tez que a mim incomoda... O sangue que nunca Mais correrá pelos interstícios cerebrais e vênulas...
Nas tumbas rotas os nomes apagados são quase Uma visão banal aos meus olhos... Acaso estou aqui Apenas como um curioso para ler nomes de Seres que nunca conheci e jamais conhecerei? Nomes que para mim são apenas agora Uma ossada crua e miserável, uma pletora de Ossos desunidos unidos à terra negra e fétida.
Nas estátuas de anjos fito os acordes celestes Guiando as almas dessas criaturas que jamais Quiseram chegar a tal caminho... Sobre os túmulos Ramos de margaridas, azevinhos e rosas despetaladas No inverno sulfuroso e letal... Os anjos miram Os espectros a sair de seus túmulos como Flâmulas escarlates e enegrecidas...
Na caminhada noturna o ar gélido Corrói as hemácias saudáveis, os pulmões Desaceleram em suas pleuras e a voz emudece Enquanto mil pensamentos voam por todo o lugar.
Lua cinzenta de inquietantes clamores espectrais, Lua uivando as maldições dos mortos enquanto Os espectros murmuram pedidos absconsos... Nas energias condensadas alguns se movem Como crianças defeituosas e pulam pequenos Saltos que levam a queda... Ah, que caminhada Gloriosa essa a minha! Que mundo totalmente Encantador se desfraldando diante de minha vista!
Esse mundo leva-me a lembranças antigas Onde eu encontrava essas mesmas energias Enevoadas em mim mesmo ou mesmo em um Mundo completamente dominado por estas Forças... Quando minha alma elevar-se A alturas píreas este mundo ainda será Aquela lembrança obscura e vaga dos Dias que caminhei por entre aqueles Que muitos temem, mas poucos realmente Conhecem suas essências e sonhos funestos!
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Tormenta pasional Mi tormenta pasional Duró toda la noche Y mi cuerpo en derroche Viajó en tu cuerpo angelical Mis besos en la oscuridad Escucharon tu silencio Mientras mi boca bebiendo En tus frondosos sarmientos Fue saciando mi ansiedad Tu mirada fija en mis ojos Invitó a mis antojos A iluminar tus muros Con los colores de mi amor Mientras el sol brillaba A través de tus lindos ojos Y mí apasionado corazón Se perdía en tus gemidos Y mi mente perdía la razón Mi tormenta pasional Quedó en tus claustros Y jardines desde esa noche Hasta la actualidad.
Enrique Canchola Martínez 10122021
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Triunfo de la democracia, la ley tuvo su eficacia se resolvió un gran conflicto, fallo solemne, irrestricto.
Del Tribunal Electoral que, de manera formal, valida elección de Puebla lo que Amlo mal reprueba.
Desde su pueblo, Tabasco, con declaraciones de asco en su clásica indecencia diciendo que tal sentencia.
Está muy “equivocada”, ¡ay¡, López no capta nada, que es “antidemocrática”, opinión pobre, dogmática.
Que a todo México ofende parece, pues, que no entiende lo que es la imparcialidad, respeto, ecuanimidad.
Temerario, demencial, gritó: “fraude electoral” contra de Miguel Barbosa de forma harto vergonzosa.
Todo esto mucho inquieta, aún, trae puesta camiseta de “morena” su partido cuando se impone el retiro.
No se le quita la maña puesto que sigue en campaña defendiendo los colores del gremio de sus amores.
Sienta Señor Presidente el reclamo de la gente, es justo derecho humano tener un gobierno sano.
Es necesario que aprenda por Dios ya piense, comprenda, tenga presente y recuerde que a veces también se pierde.
Mientras tanto, triunfadora, Martha Alonso, gran Señora, disipada ya la niebla guiará destinos de Puebla.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 10 de diciembre del 2018 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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2. Reencarnações Dolorosas
Dores e cruéis aspirações dolorosas São vividas por milhares de pessoas, Pessoas que sofrem numa dor sem fim.
Dores do passado repercutindo no Presente, a vida não é mais do que Um eterno e intrincado jogo.
Reencarnações dolorosas promovem na alma
O eterno purificar de faltas do passado distante!
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Poeta
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