Poemas :  Ao poeta desconhecido
A poesia precisa de você,
assim como a Natureza
precisa do anum preto:
pássaro desprovido
de qualquer beleza,
inclusive de canto.

A poesia precisa de você,
como o céu precisa das nuvens,
para formar e reformar
este lindo manto.

A poesia precisa de você,
para somar...
Somando-se um, mais um, mais um,
a poesia nunca vai parar.

A.J. Cardiais
11.03.2010
Poeta

Poemas :  ¿Pecado?
He adorado desde siempre
cada palmo de tu cuerpo,
podría hasta deletrear
tus felinos movimientos,
hasta el punto de perder
mi voluntad entre tus formas
y su cadencia en arrebato.

Sólo fue verte y…
sentir el peligro, el furor
de tu lascivo encanto,
rompiendo toda resistencia,
doblegando cualquier control
y es que, ¿por qué no juntar
lo carnal a tu belleza sin par?

¿Que podría llamarse pecado?,
que lo hagan… y me cuenten
como un empedernido pecador;
pretendo remontar incesante
cada cúspide, prados y grutas
y en esa excitante travesía,
que tu voluptuosidad
arrase mis sentidos y fortaleza.
Poeta

Poemas :  Equação do amor
Corre pra mim...
Talvez eu ainda não saiba
o que é o amor;
Não tenha decifrado
esta cifra, mas...
Corre pra mim.

Corre pra mim,
com toda incerteza
de qual caminho tomar
num labirinto;
com toda insegurança
de quem tateia num escuro.

Corre pra mim,
que eu também estarei correndo
pra você,
com as mesmas dúvidas...
Quem sabe, junto,
a gente consiga resolver
esta equação?

A.J. Cardiais
24.09.1989
Poeta

Poemas :  Una canción para cuando despiertes
Yo te daré una mañana una canción,
despertarás sin temor, sin soledad,
olvidarás aquello que te hizo llorar, te hizo dudar
y a creer en mí aprenderás, aprenderás,
aprenderás.

Porque yo te daré paz, silencio, amor, hogar,
una canción, sueños con hijos te daré.
Y cuando lleguen noches que te hagan temer la oscuridad
y estés pequeña y por llorar te cuidaré…
te cuidaré
Amanecer, verte dormida y comprender
que eres así, todas las cosas que soñé:
tenerte, amarte y proteger tu desnudez, tu pequeñez
necesitar que seas así, que seas así,
que seas así.

Porque yo te daré una mañana una canción,
despertarás sin temor, sin soledad,
y cuando lleguen noches que te hagan temer la oscuridad
y estés pequeña y por llorar te cuidaré…
te cuidaré…
y cuando lleguen noches que te hagan temer la oscuridad
y estés pequeña y por llorar te cuidaré…
te cuidaré…
y cuando lleguen noches que te hagan temer la oscuridad
y estés pequeña y por llorar te cuidaré…
te cuidaré…
y cuando lleguen noches que te hagan temer la oscuridad
y estés pequeña y por llorar te cuidaré…

Por Sergio Denis


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Poeta

Poemas :  Intuitivamente
Áh poesia...
Quanto mais procuro
a razão da sua existência,
mais eu me complico,
com tanta teoria.

Explico:
Eu sei que você existe,
onde você está
e procuro usá, ao meu modo...

Mas não me peçam
explicações racionais,
literárias e coisas e tais.

Já procurei nos livros explicações,
mas só me causou mais confusões.
Então prefiro continuar assim:
intuitivamente.

A.J. Cardiais
13.04.2010
Poeta

Poemas :  Alarde
Onde não há verde,
tudo arde...
Chegue verde antes,
chegue verde tarde...

Asfaltada,
a vida abre em feridas
o chão...
Chegue verde antes,
chegue verde tarde...
O verde suaviza o verão.

Arvorados em melhorar a vida,
o homem se "progresseia"
em destruir.

A.J. Cardiais
23.01.2000
Poeta

Poemas :  Sem ambição
O que me reserva a vida,
depois de tanta luta,
de tanta labuta,
de tanta procura?

Pode parecer loucura
esta busca,
esta preocupação...

Mas só quero meu o quinhão:
algumas horas ao sol,
um teto, um amor, um lençol,
plantar e colher,
sem ambição.

A.J. Cardiais
10.01.2001
Poeta

Poemas :  Alquimia
Quando pouso meus
olhos nos seus,
eu vou aos céus...

Penetra-me com seu calor,
e eu sinto a alquimia
desse encontro: é o amor...

Tudo gira, ou dançamos,
ao som universal?
É o amor...

Finalmente,
ou afinal.

A.J. Cardiais
10.01.2001
Poeta

Poemas :  Sexo
Preciso desta
batalha corporal,
desta mistura
do bem e do mal;

Desta troca de mistério,
que nos eleva
ou nos arruína,
tirando-nos do sério.

A.J. Cardiais
21.01.2000
Poeta

Poemas :  POROSOS... (Lipograma Monovocálico)
POROSOS
(Lipograma Monovocálico)

Somos como coro borroso
Como polvo sonoro
Como otros cosmos
Somos polvo y hoyos
Y plomo romo
Y doloroso oro

Solo cromos somos
Otoños oscos
Solo prólogo
Oro oloroso
Solo protocolo
Oro poroso

Ogros con otros
Nosotros somos polvo
Loros como loor
Loros como locos
Nosotros somos rocosos
Como mocosos potros

Porosos son los lomos
Los ñoños
Los horrorosos
Los logros romos
Los loros ortodoxos
Porosos como focos con hoyos.

Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
Poeta