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“De más mentiras genuinas . . .”
Críticas recibe a pasto López por el desabasto de medicinas vitales en clínicas y hospitales.
Ayer, el embuste grosero fue en Olinalá, Guerrero, cuando hablaba de salud se le vino terrible alud.
Alguien gritó entre lamentos: “pero . . . no hay medicamentos” y el peje pasando aceite en sus lerdos “puej” y “ejte”.
Solo dijo: “pero . . . va a haber”, el ridículo hay que ver en este tan triste hombre que hasta ya ha perdido el nombre.
Sí, porque mucho ha expresado, ha dicho y vociferado en declaraciones genuinas, pues, que si no hay medicinas:
“Me dejo de llamar Andrés”, mas, mentiroso como es y el engaño, fraude, labra, no ha cumplido su palabra.
No hay medicinas ningunas, sufre mentales lagunas, se sigue llamando Andrés y a México lleva al revés.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 23 de octubre del 2022 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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[i]Stuart tinha um vigor físico que poucos poderiam ter. Ele caminhava todos os dias quase trinta quilômetros, sabia nadar muito bem, corria muito bem e ainda conseguia ficar noites sem dormir. Toda essa força e pujança era um verdadeiro assombro para aqueles que o viam, mas intimamente Stuart tinha uma debilidade em relação a confiança que ele tinha por ter um vigor e saúde avantajados. Ele era inseguro e isso algumas pessoas que eram mais perceptivas, podiam notar esse traço nele. Stuart apesar dessa debilidade, curtia a cada dia seus maravilhosos dotes físicos e adquiriu uma confiança ainda que tímida em seu valor físico.[/i]
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Poeta
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[i]Stuart tinha um vigor físico que poucos poderiam ter. Ele caminhava todos os dias quase trinta quilômetros, sabia nadar muito bem, corria muito bem e ainda conseguia ficar noites sem dormir. Toda essa força e pujança era um verdadeiro assombro para aqueles que o viam, mas intimamente Stuart tinha uma debilidade em relação a confiança que ele tinha por ter um vigor e saúde avantajados. Ele era inseguro e isso algumas pessoas que eram mais perceptivas, podiam notar esse traço nele. Stuart apesar dessa debilidade, curtia a cada dia seus maravilhosos dotes físicos e adquiriu uma confiança ainda que tímida em seu valor físico.[/i]
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Poeta
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[i]Stuart tinha um vigor físico que poucos poderiam ter. Ele caminhava todos os dias quase trinta quilômetros, sabia nadar muito bem, corria muito bem e ainda conseguia ficar noites sem dormir. Toda essa força e pujança era um verdadeiro assombro para aqueles que o viam, mas intimamente Stuart tinha uma debilidade em relação a confiança que ele tinha por ter um vigor e saúde avantajados. Ele era inseguro e isso algumas pessoas que eram mais perceptivas, podiam notar esse traço nele. Stuart apesar dessa debilidade, curtia a cada dia seus maravilhosos dotes físicos e adquiriu uma confiança ainda que tímida em seu valor físico.[/i]
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Poeta
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Bobagens Espirituais
Armand era um homem que vivia em um mundo totalmente oposto ao que a maioria ou todos vivem. Ele vivia em um mundo à parte em relação a todas as ideias. De assuntos triviais até metafísica, ele tinha todas as ideias espirituais de um místicos. E quais seriam essas ideias? Vamos enumerar sete:1. Ele acreditava que somos seres apenas energéticos e que não temos nenhuma carne, e que é tudo uma ilusão. 2. Ele acreditava que todas as emoções humanas podem ser causas das doenças físicas e não adiantava dizer a ele que as emoções são complexas e não podem ser culpadas por doenças físicas.3. Ele acreditava que a natureza poderia desintoxicar as energias que ele dizia que estavam presas no corpo humano.4. Ele acreditava que Atlântida era real e não um mito de civilizações do passado.4. Ele acreditava que todos somos médiuns e que temos poderes sobrenaturais. 5. Ele acreditava que os quatro elementos eram mais que isso, mas nunca dizia o que era mais que isso.6. Ele acreditava na reencarnação.7. Ele acreditava que havia pessoas que eram de outro planeta em nosso planeta caminhando entre nós. Não adiantava falar nada sobre isso, pois para ele tudo isso era real. E assim o foi até os últimos dias de sua vida.
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Poeta
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Bobagens Espirituais
Armand era um homem que vivia em um mundo totalmente oposto ao que a maioria ou todos vivem. Ele vivia em um mundo à parte em relação a todas as ideias. De assuntos triviais até metafísica, ele tinha todas as ideias espirituais de um místicos. E quais seriam essas ideias? Vamos enumerar sete:1. Ele acreditava que somos seres apenas energéticos e que não temos nenhuma carne, e que é tudo uma ilusão. 2. Ele acreditava que todas as emoções humanas podem ser causas das doenças físicas e não adiantava dizer a ele que as emoções são complexas e não podem ser culpadas por doenças físicas.3. Ele acreditava que a natureza poderia desintoxicar as energias que ele dizia que estavam presas no corpo humano.4. Ele acreditava que Atlântida era real e não um mito de civilizações do passado.4. Ele acreditava que todos somos médiuns e que temos poderes sobrenaturais. 5. Ele acreditava que os quatro elementos eram mais que isso, mas nunca dizia o que era mais que isso.6. Ele acreditava na reencarnação.7. Ele acreditava que havia pessoas que eram de outro planeta em nosso planeta caminhando entre nós. Não adiantava falar nada sobre isso, pois para ele tudo isso era real. E assim o foi até os últimos dias de sua vida.
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Poeta
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[i]Bobagens Espirituais
Armand era um homem que vivia em um mundo totalmente oposto ao que a maioria ou todos vivem. Ele vivia em um mundo à parte em relação a todas as ideias. De assuntos triviais até metafísica, ele tinha todas as ideias espirituais de um místicos. E quais seriam essas ideias? Vamos enumerar sete:1. Ele acreditava que somos seres apenas energéticos e que não temos nenhuma carne, e que é tudo uma ilusão. 2. Ele acreditava que todas as emoções humanas podem ser causas das doenças físicas e não adiantava dizer a ele que as emoções são complexas e não podem ser culpadas por doenças físicas.3. Ele acreditava que a natureza poderia desintoxicar as energias que ele dizia que estavam presas no corpo humano.4. Ele acreditava que Atlântida era real e não um mito de civilizações do passado.4. Ele acreditava que todos somos médiuns e que temos poderes sobrenaturais. 5. Ele acreditava que os quatro elementos eram mais que isso, mas nunca dizia o que era mais que isso.6. Ele acreditava na reencarnação.7. Ele acreditava que havia pessoas que eram de outro planeta em nosso planeta caminhando entre nós. Não adiantava falar nada sobre isso, pois para ele tudo isso era real. E assim o foi até os últimos dias de sua vida.[/i]
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Poeta
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“Que dividen al país a gusto . . .”
Andrés está muy a gusto con su cuate Adán Augusto tabasqueño, su paisano, también un López, su hermano.
Ser que, del todo falsario, funge como Secretario de Gobernación muy gris, porque sigue directriz.
De dividir la nación con odio y polarización de la razón alejada, se ha aventado esta puntada:
Dijo que los tabasqueños, aunque al fin trabajan menos, pues, son más inteligentes que los norteños; dementes.
Son esos López malvados a la estulticia apegados, sacan sus resentimientos, juegan con los sentimientos.
De los mexicanos todos usando verbales lodos tratando de disociar en vez de reconciliar.
Va Augusto con mazo dando los Estados confrontando, cazando pleito en regiones, sí, por sus puros calzones.
Mucho rencor mal destila al desunir, así estila, eso no es de un bien nacido, es de “puke” muy podrido.
Pero, al ser carnal del prócer, le vale al Abuelo Monster que a la sensatez no se abre y anda chupando la sangre.
Así de vil el actuar de Adán en la acción de un gran patán, satán más bien me parece, mi reproche se merece.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 20 de octubre del 2022 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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El laberinto
El laberinto es un nudo en espiral, donde se esconde la vida Es el camino espiritual en cambios diarios del ser, en caos o en felicidad convertida Se piensa, se actúa, se cambia y se crece con amor permanecida El laberinto es transformarse con sinceridades y realidades reconocidas Son pasadizos a veces estrechos, a veces anchos, que al regresar el camino olvida Que avanzan y retroceden con rodeos, que se entrecruzan enredando la salida El laberinto de la vida, tiene su punto de partida al nacer hermosamente vestida Se viaja en una aventura, larga, azarosa o feliz, con amores y pasiones querida A veces se vuelve un infierno, reflejando la muerte al final de la partida Cuando se vive en un laberinto sin salida, se convierte en un sopor escalofriante, sudorosa y dormida Las voces se vuelven eco, que retumban en la mente con estupores de miedos y espantos aparecida El nudo del laberinto se envuelve enroscando el elixir del edén, con pócimas bebidas Es el camino de la reflexión, de la reconciliación con el perdón permanecida En el laberinto hay oscuridad y tinieblas, hay sombras y demonios en sus pasadizos ofrecida También hay luz, naturaleza que arde esplendida y brillante, como llamarada de vida encendida La vida es un viaje a través de un laberinto, que se goza con placer recorrida Que a veces se sumerge por pasadizos tenebrosos, que sangra alarmantemente herida y sufrida Es un viaje hacía la integridad de la existencia, con las fuerzas del alma con amor prometida Es penetrar en la oscuridad y ver con las luces de la conciencia, de sus laberintos advertida Es un sendero único y exclusivo que cada ser debe sortear su laberinto y encontrar en ella, la felicidad escondida Es peregrinar por los vericuetos estrechos y tortuosos con oscuridades y luces revestida Encontrar la felicidad con armonía y alegría la vida, de Dios la bendición merecida O equivocarse y perderse en los pasadizos del laberinto, sin salida establecida Y encontrar prematuramente el fin de la vida, con la muerte agonizante y confundida En el laberinto se refleja la vida por cada ser humano, en su camino escogida También se refleja la muerte, el caos y la confusión con alaridos estremecida Es una encrucijada de fácil acceso y de salida difícil, buscando la mejor iluminada avenida
La vida es tan hermosa como un laberinto del camino incierto, bella y misteriosa Nos acostumbramos a tenerla y no sabemos su valor que brilla como un tesoro, delicada y esplendorosa La tenemos, la vivimos, la gozamos y olvidamos su bella naturaleza, de sonidos silenciosa Nunca pensamos en perderla y la herimos con lagrimas sangrantes, del alma dolorosa La vida bella y primorosa y la muerte defunción y martirio, son intrínsecas del Creador, su obra maravillosa Son como el sol y la luna, como el dia y la noche, bellas, ardientes y generosas Son necesarias y mensajeras que llevan cartas, mensajes y correos email, de emergencias amorosas y también de miedos pavorosas y temerosas Son inevitables, sólo Dios en su infinita bondad decide que sea preciosa, bondadosa, graciosa y amorosa Y solo tú, decides si quieres que su vida se torne en un infierno, peligrosa, angustiosa, tenebrosa y espantosa.
“Joreman” Jorge Enrique Mantilla- Bucaramanga octubre 24-2022
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Poeta
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Operação Aida Ela avança Pela África.[/i]
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