Poemas de naturaleza :  OS INCONVENIENTES DE SER RIO
OS INCONVENIENTES DE SER RIO
Dirceu Rabelo

Nem cismavam as gretas de pedras
Das serras de Diamantina
Quando começaram a parir
As águas do Rio do Peixe
Que as dores do parto
Não terminariam ali
Segue seu filho bastardo
Lambendo o lodo das pedras
Engrossando seu leito preguiçoso
Serpenteando feito gari
Lavando areia aqui e ali
Levando com os sedimentos
Os preciosos frutos da ganância
Purificando a alma do Serro
Ressurgindo em Alvorada
Ali sendo estuprado pelo garimpo
Que ralam seus barrancos sem dó
Irrompendo em Dom Joaquim
Onde para incrédulo!
Aqui, um grande minerossauro
Fuça suas margens
Bem onde ele é deflorado
Pelo desalmado e fedido Rio Folheta
Fecharam questão!
Vão levar suas águas para o mar
Com canudões, em sucção
Por outros caminhos
Que não os normais
Quanta maldição!
Mas, suas águas não vieram do mar?
E para lá não estão indo... Naturalmente?
Por que não deixam?
Fecharam questão (já não foi dito?)
Mas, o que restar do rio (se restar)
Continuará agora
Cambaleante como um bêbado
Mais magro, mirrado
Coitado, malgrado progresso
Desaguando quase seco
No Rio Santo Antônio
Triste sina ser rio
Onde riem de seu
Líquido estado de ser.
Poeta

Cuentos :  Desprendimiento
DESPRENDIMIENTO

En la luz se sintió perdido, ninguna
otra partícula estaba ahí, y su labor
redentora, quedó paralizada.
El plomo ardía, nada sabía de los dia
mantes, menos, menos aún de la hemoglo
bina... Un poco más allá, en la última
órbita, las cargas eléctricas saltaban,
silenciosas, teñidas y caóticas.
Las condiciones cambiaban lentamente,
flotaban, ahora burbuja, mañana espuma,
¡El futuro nacía y retrocedía!.

Como el aliento un día de verano, en
alas de mariposa, encarnada chispa,
fuego divino bajo su piel, un cosmos
dentro, microcosmos individual, único,
irrepetible, pensaba, sentía, existía.

En lo más profundo, luz y sombra, fácil,
flujo del espacio elástico, esférico,
y bañado por la ola primordial del tiempo.

La realidad, era y no era, simultáneos
caos y orden, y el principio tejía finales.
Así fue registrado, de pronto, en el enorme
microscopio atómico. Y él, ciego de naci-
miento. ¡Soñaba ver!. Nada raro, con-
siderando su inusual capacidad dermo-óptica
bien desarrollada.

¡Estaba perdido!. El antiguo "Acelerador de
Hadrones" cambió su Teoría de la Vida, ahí
mismo. ¡Quién lo creyera!. Después de tantos
años, anudando moléculas, modificando genes,
trasplantando codones, y aminoácidos. Las
espirales, en partículas dobles, fotones y
quarcks, antineutrinos. ¡En fin, caos y orden!.

El día había sido, difícil, muchos alientos habían cambiado sus lugares vitales.
Pero él, en ése preciso instante, ahí mismo,
y en la intimidad de un cloroplasto...
¡Si, la intimidad de un cloroplasto, donde la luz verdosa libera vida, crea tiempo y espacio,
se reproduce y cambia!.
Sentía su piel rugosa, y la franja de un sol,
aparecía en palabras malévolas,
ruines, inolvidables, le recordaban la inmen-
sidad de la ignorancia en la chispa divina.
¡Del alma, que se apaga, y se desprende!.
Y al final, lentamente, rápido, espontaneo y
pulsátil, en el centro del espacio-tiempo.
¡Se desprendió y abandonó la materia!.


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
Poeta

Poemas de amor :  Cerca.
Sientate a mi lado, mirame a los ojos, cogeme la mano y besame.
En un banco el cual rayemos con nuestros nombres,
de pie junto a un arbol
decirte que eres el hombre que da sentido a mi existencia, placer a la vida,
sal para cicatrizar esa inmensa herida.
Colarnos en algun portal, abrazarnos bajo la lluvia, curar mi corazon de cristal,
reflejarnos en la luna,
sentirnos lentamente,
pasear por un parque y sentarnos en el cesped,
susurrarnos al oido, explicarte el porque tu eres mi motivo,
quien me anima, quien me facilita las cosas y no me atosiga.
Me entiendes, te entiendo, ?que mas queremos?
Amarnos tanto como el tiempo sea eterno.
Contar estrellas, elegir la nuestra,
una cancion que demuestra que esto es para siempre.
Una caricia existente, un dia de abril,
la Via Lactea solo para ti.
Acariciame la cara, a partir de ahora seran milimetros los que nos separan.
Poeta

Poemas :  Choro no escuro
O silêncio na boca
A rosa caída
O cheiro de jasmim
Um corpo no escuro

Vozes femininas
O medo do homem
Palavras gritadas
Um tiro no escuro

Palmas de crianças
Um canto infantil
Beijos de adultos
Um choro no escuro

Cores apagadas
Recordando passado
Lágrimas nos olhos
Um quarto escuro

Um filho solto
Palavras de esperança
O suor no rosto queimado
Pele lisa no escuro

Brotos na roseira
Suspiro de mulher
Desejo de um beijo
Vozes vindas do escuro

Abraço de dois apaixonados
Olhos vendados
Futuro desejado
Caminhando no escuro
Poeta

Poemas :  Obesidade mórbida
Deitado sobre um leito de plumas
Pesado como uma bola de guindaste
Sereno como mãe preguiçosa
Falante das coisas antigas

Peitoril de grade fria
Olhando para o horizonte perdido
Fábulas perdidas no tempo
A razão do peso é o gosto da boca

Fadiga pela culpa
Todo espaço é pequeno
Pequeno é o prato
A descriminação está no rosto
Poeta

Poemas de amor :  Sólo soy una mujer… (L.G.)
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Sólo soy una mujer… (L.G.)

No busques en mí un ángel,
simplemente soy la mujer que siente,
la mujer que vive y sufre a la vez,
la mujer que fabricó alas
para abrigarte y protegerte
como se cuida el más hermoso tesoro.

Soy la mujer que entristece
con tu partida y sonríe con tu retorno,
la que quiere con sus manos fabricar castillos
en el suspiro para ofrendártelo como a un Dios,
la que quiere dormir contigo y amanecer,
la que suspira cuando siente tu cuerpo
calentando sus sábanas y acariciando sus noches.

Soy como un árbol que se mantiene erguido
a pesar que el viento embiste sus ramas,
la que te consuela en tus momentos
de tristezas y angustias,
la que te ofrece sus manos para ayudarte
a regresar al camino que te apartaste,
simplemente soy aquella que ama
y que grita tu nombre al viento
para que regreses y termine esta soledad.

© Ligia Rafaela Gómez Deroy
Poeta

Crónicas :  Eu, um anti poeta?
Acho que eu sou um anti poeta ou não existe poeta nenhum em mim. É só um personagem, um “encosto”... sei lá. Não sei definir o que é “ser poeta”. Só acho que não é só "escrever poesias”. Deve ser muito mais do que isto. É uma filosofia de vida ou algo assim. Talvez eu esteja exigindo muito do poeta.
Quando eu tenho que participar de algum evento, que é preciso dizer qual é a minha “função”, eu digo “poeta” com tanta timidez, que até parece que estou mentindo. E quando alguém me chama de poeta, eu adoro o título, mas fico como alguém que recebeu uma armadura bem maior de que o corpo franzino.

Para mim, ser poeta é uma responsabilidade muito grande. Quando penso em Castro Alves, Gregório de Matos, Cuíca de Santo Amaro, Rodolfo Coelho Cavalcante... (isto, só na esfera da Bahia) me sinto pequenininho. Não me acho digno de ostentar o título. O que alivia o meu sentimento é ver tanta gente, só porque escreve alguns versos, se auto intitulando de poeta sem, ao menos, procurar conhecer a história dos grandes poetas; sem procurar saber alguma coisa sobre a própria poesia. Mesmo que não faça uso do que aprendeu. Eu, pelo menos, procurei e procuro saber alguma coisa sobre os poetas e sobre poesias. É esse pouco saber que me salva.

A.J. Cardiais
Poeta

Crónicas :  É preciso curiosidade
Posso até estar enganado, mas defendo uma tese: Ninguém precisa cursar uma Faculdade de Letras, para ser Poeta. Primeiro porque a faculdade não forma ninguém em poeta. Como todas as artes, ser poeta é um dom. E se for olhar na história, os nossos poetas de renome não cursaram Letras, cursaram Direito, Farmácia etc. Eu, depois de estar trilhando pelos caminhos da poesia, fui cursar Letras, pensando em dar mais “peso” à minha poesia... Só cursei quatro semestres. Vi tanta coisa, que achei que acabaria me perdendo. Depois, lendo sobre Paulo Leminski e sobre Fernando Pessoa, fiquei sabendo que eles também abandonaram a faculdade de Letras. Juro que fiquei mais aliviado. Mas não é o certo, pois uma Faculdade é muito importante. Ela sempre abre novos horizontes. Contudo a questão aqui é sobre a curiosidade. Então vamos ao que interessa: Escrevi uma crônica (Eu, Um Anti Poeta?) que deve ter mexido com os brios de muita gente. Inclusive com o meu. Vou tentar me explicar: acho que as pessoas que se "arvoram" a escrever poesia deve, pelo menos, procurar saber um pouco a história da poesia e sobre alguns poetas. Não como um pesquisador, como um curioso. Afinal, a pessoa tem que saber alguma coisa sobre o que ela está fazendo. É como se estivesse “pedindo licença” para trilhar por este caminho, e reverenciando os que já trilharam.
Agradeço ao Oswald de Andrade por ter ousado em romper com os “moldes” de fazer poesia de antigamente: O Parnasianismo e o Simbolismo. Mas ele cometeu um ato que eu acho que foi um pecado: ele desfez dos poetas antigos e queimou livros dos poetas. A mesma coisa, fizeram os Poetas Marginais: desfizeram dos poetas antigos, queimaram livros de Drummond etc. Alguns até disseram desconhecer a poesia de Drummond. Acho isso uma falta de respeito. Se alguém não concorda com o que está sendo feito, exponha seu trabalho para ver se vai agradar o povo; se vai “pegar”. Mas não precisa desfazer de ninguém.

Olhem quantas “escolas” passaram pela poesia depois do Modernismo: o próprio Oswald criou a Antropofagia, em 1928/29. Em 1956 veio o Concretismo, querendo acabar com as palavras, propondo uma poesia mais visual do que literária. Em 1959, poetas ligados ao Concretismo se desentenderam e criaram o Neoconcretismo. Este, já se preocupando mais com as palavras. Em 1962 Mario Chamie cria o Praxismo. Em 1967 Wladimir Dias Pino cria o Poema-Processo. Este também abandonando quase que completamente o uso das palavras. Eles confeccionaram um “pão poema-processo” de 2 metros, que foi comido por 5 mil pessoas, numa Feira de Arte de Recife. E finalmente em 1970 (mais ou menos), a “Geração Mimeógrafo” ou a Poesia Marginal (da qual eu sou fruto), com uma poesia mais desligada, sem compromisso com os métodos acadêmicos. O que foi bom na Poesia Marginal foi que ela não veio como uma “escola” ditando ordem, ditando conceitos. Ela veio rompendo com os já existentes e deixando a poesia livre de qualquer molde, de todas as normas.
Vou frisar mais uma vez: tudo isso que eu escrevi é fruto da minha leitura "descompromissada", da minha curiosidade. Li como um lazer, não como um pesquisador em busca de fatos para comprovar alguma coisa.

A.J. Cardiais
20.11.2011
Poeta

Cuentos :  Hermano mayor ...
. El Junior está tomando el sol en esa posición que es muy, estómago y extremidades alargadas, pero hoy no está en su día, algo que le quita la paz de la mañana a meditar en las consecuencias que traerán los actos de su hermano mayor.
Hermano siempre ha considerado a un amigo mucho más allá de los lazos de sangre, la sangre no siempre hablan más alto cada vez que medita sobre las relaciones familiares y los numerosos retrasos que a veces estas condiciones de transporte diferentes, concluye que muchas familias están destrozadas por la codicia excesiva y especialmente por los celos excesivos. En ella, a pesar de ser una familia desaparecida en la distancia, donde un miembro está afectado que otros responden a la llamada.
Una familia compuesta de padres de edad, dos hermanos y sus familias, y muchas tías y tíos, los derechos de algunos más que otros, que la vida condujo por los carriles dispersos, por no hablar de los primos de catrefada, la mayoría desconocidos, en su entero. Reflexiones de los tiempos modernos.
La envidia es el buitre que roe las entrañas de la envidia y la envidia de los.
La codicia excesiva la solapa que esconde el verdadero significado de la vida. Con estos pensamientos, junior buscando viajes inquietos con el paisaje circundante. Visitar la casa de la familia se dio cuenta de que, después de que su hermano no es exactamente lo que pensaba, y que todas las excusas que se reunió en los últimos años, con el fin de justificar su inacción, mientras que su capacidad de juzgar se destaca los errores de otros, fueron el resultado de un buen corazón luchando con las vicisitudes de la vida. Con esta mirada ternurento largo de las décadas, desde el momento en que eran niños hermano menor excusa de los muchos ataques contra la mala suerte que llamó a sí misma soberana.
No se ha estudiado, fue culpar a los padres que eran malos padres, especialmente su padre, los matrimonios mal que lo hizo bien eran culpa de los padres, una vida de indulgencia mostrada apariencias transitorias, fue culpa de los padres. Hasta su cuerpo deformado por la codicia precipitada, que no pudo resistirse a una vidriera de dulces, se hereda por vía materna. Júnior se disculpó con mirada de dolor, después de que su hermano era su mejor amigo. Pero algo había cambiado de la noche anterior, cuando llegó encontró a su madre y su padre abatido, le preguntó la razón para el arrepentimiento y comenzó a costar los mismos motivos que la boca del padre.
El hermano había estado en casa durante unos días, en otro conjunto de cadenas de duelo, gritó arrojando la madre - que no son nada, no puedo considerar a los padres que no hicieron nada para mí, nada de lo que siempre han vivido a la sombra de la pobreza, Odio a la gente pobre -. Poner esto los otros extremos sueltos en una maraña de las parcelas, Jr. puso en duda la existencia de su hermano, es cierto que algunos padres tienen o han tenido, somos pobres y sencillos, al igual que muchos otros pobres y sencillos, sino también Es cierto que en la casa de sus padres para comer el otro también, si un zapato para caminar, el otro también, si se había ido a trabajar a los demás la misma manera que lo eran.
Los dos hermanos continuaron creciendo la vida que quería sin que sus padres jamás pondría obstáculos, podría dar consejos, pero cada uno hace de su vida que conocen bien.
¿Cómo pueden los padres estar la causa de su su,, la mala suerte notorio, se casó cuando él quería, que se separaron cuando él sentía, se volvió a casar y desacoplar, mientras más joven y fue puesto en libertad de uno a otro matrimonio, él vivió la vida entre un bar y una discoteca, unos cuantos viajes a la playa y el cine, un montón de tiempo alimentada y financiada por los amigos cercanos, siempre fue el período cuando él se escapó de trabajar con la excusa de que no había trabajo, podría beneficiar a este tiempo de libertad de cultivar y promover armando para una educación más amplia, pero no soñaba con ser modelo fotográfico y se perdió entre las posturas más o menos insidioso que condujo a nada, pero para llenar el ego del fotógrafo alegó, entre clics y violentamente fotos en blanco y negro. Pero la culpa de una década de la derrota, y sobre todo para ser un John Doe en los ojos de la sociedad, a pesar de su estado actual se siente cómodo, entonces era de los padres.
Esta y otras preguntas siempre se han preocupado Junior, pero cuando finalmente encontró a su hermano a entrar en un trabajo permanente a través de otro matrimonio de conveniencia, que se deshizo de un vistazo, respiró hondo, su hermano finalmente encontró la paz y la reflexión de esto fue que el pasado Pronto se casó nuevamente, esta vez con una mujer a la derecha, y la vida que podría darle el nombre y características deseadas. Esto fue seguido por años suave y tranquilo para una familia desaparecida en el acercamiento de las necesidades fraternales de cada uno. Estas necesidades que ayudaron a demostrar la capacidad de convertir a su hermano a sí mismo, todos los laureles de las ayudas previstas para la primera oportunidad para hacer de este estándar, Junior también cerré los ojos toda la evidencia de que la ayuda de su hermano a los miembros de la familia llevaron a cabo varias tan sutil, siempre huyendo de las responsabilidades en que la carga era demasiado pesada, fue la eliminación de las habilidades, pero ayudó con estruendo en el fondo, en un intento ridículo para llamar la atención del mundo sobre sí mismo. Y ahora el golpe final - no son mis padres, el mejor - eran malos padres y yo soy la víctima.
Junto a esta peregrinación as y empresas dudosas en los últimos meses con su hermano volvió a distribuir su tiempo inerte, tomó el junior tomar en serio a la pregunta la que siempre tenía un amigo que la sangre. Habla con él, finalmente, decir lo que siempre en silencio, sabe que será fatal para su relación, el hermano herido en su orgullo, nunca admitirá que los errores en su vida, desde un punto fuera de su yugo, y que esto no era herencia paterna, hablar constantemente se disculpó con su envidia oscuro, cada vez que alguien de sus relaciones era evidente. Y la cosa fue tomando forma alarmante, si algún miembro de la familia se atrevió a destacar, con independencia del acto. Esta envidia, que se manifestaba sutilmente minando todo y de todos con las afirmaciones infundadas e insinuaciones. ¿Le dice que para crecer como hombres y miembros de la comunidad, tenemos que agarrar los cuernos de la vida de frente, y se seca nunca, te dicen que a pesar de que reconoce todos estos defectos, también reconoce las virtudes, que son muchos, es que estos defectos son el yugo que el hombre nace, pero no todo el mundo sabe en torno a los obstáculos que nos han proporcionado como una raza. Estamos muy conscientes de nuestras verdades no reconocemos cuando nos miramos en el espejo, siempre en nuestra mente el halo angelical que nos adornamos con comodidad. Precisamente porque somos demasiado perezosos para quitar el yugo, y llevar con ella durante el viaje por tierra en la indulgencia malsano.
También le dirá que ella lo ama, que recuerda el tiempo que un niño, recuerda la ropa pasada de moda con la que vestían, y todo porque los padres eran pobres. Por encima de todo lo que dicen y también extrañaba mucho, pero no tan alta la carga de estos errores en la parte posterior de los demás.

Júnior se levanta, estira sus piernas y camina hacia la vieja casa, esperando a que dentro del vacío, el vacío instalado desde hace veinte años, cuando un acto niega conversaciones con su hermano. Mañana volverá a acostarse. Sí el sol, se extenderá erosionado por los miembros atroces, los campos y mira que sintió la presencia de los padres antiguos, una vez más darle las gracias por haberle dado la vida, y tal vez le ayudará a llegar a corazón del hermano mayor, sólo sabe que está vivo. Por ahora las dos siguen con vida, incluso cuando usted no sabe.
Mañana dirá el hermano y se arrepiente de no haberlo tenido como amigo, que señaló los errores, los errores se vuelven más ligeros cuando alguien señala que amamos, el respeto y el amor que es, señalan los errores y virtudes en pie de igualdad. Júnior se enteró de que con los padres ancianos, los vecinos de los padres antiguos, los descalzos pobres y el alma lavada.
Júnior se pregunta cómo es posible que dos de las protestas de la misma olla se diferencian por el color de la arcilla que cubre las grietas de su uso.

Esa noche junior abrazó a los padres de edad, ahora se encuentran al lado del otro, hasta el peso de la arcilla, el aire que rodea las tumbas respira una certeza, muy cerca del principio que es el universo existencial donde la materia se convierte en polvo, el hermano menor Antiguo entender que el defecto punto de saber de antemano cuál será el camino a la separación, es el vínculo que nos hace vibrante protestas de la olla de barro igual pero diferente. Defectos y virtudes todos llevamos, por lo que tenemos la suerte de encontrar uno que identifica los valores si son virtudes, y nos ayudan a mejorar la vida mientras se encuentran defectos.

Justo en ese momento será demasiado tarde para que el hermano mayor.

Antónia Ruivo
Poeta

Poemas :  AnonimoS
AnónimoS

Cada noche
mientras la pantalla viste sus ojeras verdes
caes desde los espacios de un recuerdo guardado de segundos
manto caliente y doloroso
tú
Mujer Deseo

Camino
a pasos de ángel
por tu cabellera
vivo
por instantes
la aventura de tu rostro
para hundirme en los perfectos lagos de tus ojos
y encontrar en su sima las rutas que no se lee en las manos

Bajo
desde el cráter de tu boca
por el delicado puente de tu cuello
hasta los mundos nunca
por mi
explorados de tus senos

Dedo a beso
voy
por el valle sudoroso de tu pecho
atravieso las planicies de tu vientre
en busca de la foresta acre de tu pubis Hurgo
con mis manos urgentes los largos senderos de tus muslos
y así investigar los hemisferios paralelos de tus nalgas

Enloquecido
ciego y sordo como jadeante fuego
me deslizo por los húmedos lugares de las ingles
hasta penetrar la caverna perfumada y secreta de tu sexo

(sólo un lugar se me es negado aquel que habita tu alma delicada)

Cada amanecer
ya oculto el negro ojo de mi noche
me rehago
para ser los estrafalarios jirones de un secreto amante
Marzo 2010
Poeta