Poemas :  Cada latido.
En esta poesia voy a hablar de amor, de cariño,
de amistad,
de como algo no material puede dar luz a tu vida
de forma tan natural.
De como escucha uno a uno tus sentimientos,
como te ayuda cuando expresas tus lamentos.
Cuando lloras frente a un folio sin escribir,
te da la inspiración que necesitas para sonreír,
hoy narro que no sabrìa que hacer si no estuviese aquí, si no estuviese en mí.
Es cada latido, cada poro de mi piel,
me comunico con él escribiendo en un papel.
Cada rima es como una cima que tengo que escalar, cuando llego respiro profundo y luego hecho a volar. Haces que dia a dia me supere,
has hecho que entienda que no vales más por lo que tienes sino por lo que eres.
Poeta

Poemas :  Por ti.
Mil sonrisas efímeras, un millón de lágrimas petrificadas,
momentos casi inigualables, que ahora no son nada. Un capricho del destino, que le maneja
como le viene en gana,
nada más que una triste mañana.
Me regalaste besos y caricias sin saber lo que significaban,
¿ por qué cuando te lo pedía tu me ignorabas?
Porque cada día sin ti, ha sido como quemarme a fuego lento,
porque cuando te veo, no puedo evitar recordar cada momento.
Recordar que para ti yo no fui nada, un capricho como otro cualquiera,
algo insignificante, algo distante es lo que era. Pensar que hubiera dado todo por ti,
que moriría por ti, me entristece pensar que
me dejaste tirada, que yo sigo aquí,
intentando no sentir, como extraño tu mirada.
Poeta

Poemas :  Hasta el amanecer.
Gruñe el cielo e ilumina el horizonte,
la nube que guardaba agua se rompe,
y empieza a llover.
Creo que esta noche no voy a dormir, pero por la emoción de verte,
de sentirte cerca, por la ilusión de tenerte.
O quizás no duerma porque este fenómeno me inspire tanto que no pare de escribir hasta el amanecer
o hasta que el cielo se deje de romper. Como siempre despues de la tempestad viene la calma,
como siempre te vas y contigo se va mi alma.
Poeta

Poemas :  Creo...
Creo en los cuentos de hadas
Y en final feliz.
Creo en lo príncipe encantado con su caballo branco

Creo en la fuerza que tiene un sentimiento
Creo en la inocência y en la bondad

Creo en la relación
En la pasión, y por cierto
Creo en el amor...
Poeta

Crónicas :  Deus e os políticos
Deus é tão bom, que deu-nos o livre arbítrio, e só se “intromete” em nossa vida se nós chamarmos por Ele, se nós entregarmos nossa vida a Ele. Fora isso, Ele fica observando o nosso comportamento. Não adianta nós apelarmos para Deus, para resolver a situação da política no Brasil. Para Ele resolver esta situação, Ele teria que ser chamado pelos políticos, e entrar no coração de cada um deles. Vocês já imaginaram um político pedindo a ajuda de Deus para governar com sabedoria e honestidade? Eu acho que não. Os políticos se sentem os deuses. Afinal eles mandam e desmandam aqui embaixo, sem medo de nada. Eles sabem que Deus não “castiga” ninguém, então jogam duro sem nenhum temor. Aliás, acho que eles nem se lembram que Deus existe. E se falam o nome Dele deve ser como um adjetivo: Deus queira que dê tudo certo! Ou como uma apelação para conseguir votos dos pobres coitados. Aí alguém diz: Mas tem vários políticos cristãos!. Eu pergunto: Eles estão fazendo o que o Mestre mandou? Eles estão “repartindo os pães”? Por quê que eles não fizeram (ou fazem) como o deputado federal José Antonio Reguffe (PDT-DF): abrem mão de todas as vantagens, de todas as mordomias?

Uma vez político, sempre político. Eles seguem os mandamentos do partido, não os de Deus. Eu não sei quantos são os políticos que “se dizem Cristãos”, mas se eles imitassem o deputado José Antonio Reguffe, já seria uma grande ajuda. Eles estão preocupados é com coisas que não vão melhorar em nada a vida desses pobres coitados. Ficam discutindo é a questão do aborto, o casamento entre homossexuais... estas bobagens que não” infloi nem contriboi” para o bem estar dos cidadãos.
Eu digo e repito: Esses políticos que estão no Poder não querem ajudar a mudar nada... Não tem esquerda, não tem direita, não tem lado nenhum, que esteja pensando no povo. Se tivesse algum, estaria fazendo como este deputado: José Antonio Reguffe.

A. J. Cardiais
Poeta

Crónicas :  Experimentação ou possibilidades
Não leio nada como um “estudo”... Ou talvez seja um estudo, o que eu procuro ler por curiosidade e prazer. Não sou adepto de nada, nem contra nada. Sou a favor da liberdade. Liberdade de expressão. Mas, com uma condição: procurar saber, procurar conhecer. Isso não significa fazer tal e qual “aprendeu”. Significa que sabe, conhece, mas segue o que quer seguir, o que dá prazer.

Se tudo que se aprendesse, fosse obrigado a fazer tal e qual, as coisas nunca mudariam.
Na poesia por exemplo, eu sempre enfatizo para que leiam Drummond, Bandeira, Quintana, Leminski e outros. Eu peço que leiam, não como uma “obrigação”... Leiam para ter alguma ideia; para fazer alguma comparação. Se gostarem, continuem a leitura. Não acho válido alguém ler algo “só para mostrar que sabe”, sem nenhum prazer.

Mario Quintana disse: “Já li poetas de renome universal e, mais grave ainda, de renome nacional, e que no entanto me deixaram indiferente. De quem é a culpa? De ninguém. É que não eram da minha família”. ¹

É a isto que eu estou me referindo: ler algo que lhe é indiferente, só porque foi escrito por alguém de renome...
Esse texto de Mario Quintana (Carta), quem se arvora a escrever poesia, deveria lê-lo, é ótimo.

¹ Mario Quintana
Em: Carta
Coleção Melhores Poemas
Ministério da Educação – FNDE
Pag. 90

A.J. Cardiais
Poeta

Poemas de nostalgia :  LUA MINGUANTE
LUA MINGUANTE

Dirceu Rabelo

.
O que ficou no passado, não sei...
Mas, sinto incômodos
Em presença da lua minguante
De melancolia distante
E claridade estranha.
Que me dá tristeza cortante,
Se a madrugada me apanha.
As lembranças me assaltam
De sofrer angustiante.
.
Lua minguante
De saudade profunda
Saída, não sei de onde
Que me dói na alma
E corrói minhas entranhas
.
Sentimento que me persegue
Desde que me lembro gente
Cresceu com a juventude
Explodiu com a maturidade
Martiriza meus derradeiros dias
E com certeza iluminará
Com mais intensidade
Minha última morada.
E afinal, o que ficou no passado?
Poeta

Poemas surrealistas :  A NECESSIDADE DE UM PORQUÊ
A NECESSIDADE DE UM PORQUÊ.

Dirceu Rabelo (será?)


Releio Nietzsche e me assusto mais uma vez.
Relaxo-me com um reconfortante Topamax.
Além de sua autêntica e profunda loucura
Em busca de explicações de coisas
Que ele próprio não sabia explicar,
Acusa os poetas (como ele), de serem filósofos.
.
E por quê? Porque formulam sempre porquês.
Diz ele: para um poeta, uma folha que cai,
Não é somente uma folha que cai,
Como um simples mortal a vê caindo.
Vem-lhe a dúvida.
.
Para o poeta, uma folha que cai
Pode ser levada pelo vento,
Ou arrastada pela correnteza do riacho,
Ou cair revoluteante à margem do regato.
.
E para Nietzsche a pergunta é, muitas vezes,
A antecâmara da dúvida.
Ou a dúvida, quem sabe, a antecâmara de uma pergunta?
Meio na dúvida, começo a concordar com Nietzsche.
Deve ser como partícula e antipartícula, afora o hífen.
Entenderam? Nem eu! Nem o antieu.
.
Tomo meu Seroquel de 100 mg, e fico parado,
Sistematizado, nesta dialética trágica,
Que me traz o tumultuário para minha mente,
Já bastante combalida.
.
Digo boa noite a Nietzsche, que permanece de pé,
Ali na cabeceira de minha cama,
Encaracolando com o dedo, seu bigodão,
Trajando uma vistosa farda de Napoleão.
E no peito, uma suástica, bem ao seu jeito.
.
Ele sorri para mim e ajeita a minha camisa de força.
E eu durmo como um anjo, louco, mas anjo;
Pensando ser poeta e, portanto, filósofo.
Que isso nunca chegue aos ouvidos de mamãe!
Poeta

Frases y pensamientos :  EL CABALLO NEGRO
Un caballo negro, rompiendo con sus cascos el silencio de la noche, volaba sin jinete por montes y valles.
Se vía su silueta con la luz de la luna, ¿para donde iría? Quizá llevar arrepentimiento o castigo, a alguien que lo merecía. Para mi no era, seguro que lo que tenga que venir vendrá en un caballo blanco a la luz del día
Reflexionando he quedado hasta no oír el ruido del.
Me quedó ganas de ser el, de poder dar arrepentimiento duro y doloroso, a quien lo merece. Ni solo es pecado los capitales, hay otros, que no se ven, que hieren casi de muerte, pero nunca hay castigo, pues la mentira todo tapa.
Pienso en sonrisas falsas, en opiniones, a mi favor, cuando cara a cara hablamos y que se transforman al volcarnos las espaldas, en acusaciones, en desprecio y maldad. Que no piensen que no vendrá el caballo negro, a pedir cuentas, vendrá, si, con su poder y su rectitud.
Acordarán sudando por la noche, en medio de remordimientos, sentirán asco de ellos propios, nunca serán más que oscuridad, aun que, el sol brille. No pueden, su consciencia, será tan poderosa, que mismo andando de rodillas hasta sangraren, no limpiaran el rastro de dolor que dejaran al pasar por la vida de quien nada hizo contra ellos y fueran enterrados en vidas en cárceles de dolor, por su falta de honor y respecto.
Corazón al viento, sin alijos, de odio, de envidia, de mala voluntad, o mentiras, subiré al caballo blanco, el ruido de sus cascos será música, subiendo al cielo azul acordando las blancas nubes llenas de bendiciones, para aplacar la dolencia de tanto callar y en el silencio, decir, “perdona Dios, ellos no saben lo que hicieran y están haciendo.”
El deseo no es realidad, tampoco es lo que parece, en el fondo, somos plumas empujadas sin norte, por vientos ajenos a nuestra voluntad de paz y solo ser sincera y amiga, sin querer, ser madrasta ni buitre de la vida de nadie.
El caballo negro rompe la noche, ¿para donde va? Seguro junto de alguien que fantaseando se creé que es intocable.
Oporto, 10 de Junio de 2012
Carminha Nieves
Poeta

Poetrix :  POEMA CORTO ...
POEMA CORTO ...
Esa luz que usted desea,
es la luz que usted tiene,
y en el breu que en usted viene.







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Poeta