Cuentos :  EL VIEJO DE LA BOLSA
EL VIEJO DE LA BOLSA



Me encontré con el hombre de la bolsa,

y le dije.

.- Qué lleva en esa bolsa ?...

.- Recuerdos. Contestó .- Recuerdos buenos.

.- Y los malos ?...

.- Los malos pesan mucho, están en la bolsa del olvido.
Poeta

Crónicas :  O EXERCITO, A NOSSA PRAIA E A DILMA
O EXERCITO, "A NOSSA PRAIA", E A DILMA

Logo depois de terminada o período da nossa ditadura de direita, cabe frisar, pois naquela época alguma ditadura tinha, em países como o nosso ainda em auto afirmação, ou seja, a maioria.

E aqui felizmente dos males o menor, fomos de direita, pois não sobraria nenhum estudante da USP ou de qualquer outra universidade federal do país vivo, pois eles seriam considerados os filhos da burguesia como era a nossa presidenta Dilma, e que realmente todos eram, e seriam fuzilados não muito tempo depois da vitória da revolução que eles queriam, como ocorreu em qualquer ditadura de esquerda.

Che Guevara só sobreviveu a Fidel porque saiu pelo mundo, pois lá não haveria lugar para os dois. Eu cá tenho minhas dúvidas se não foi o próprio Fidel que encorajou o amigo a sair por ai dando tiros.

Em qualquer país de ditadura de esquerda a classe média pensante foi massacrada e em países como o nosso, cuja ditadura foi de direita, foram justamente estes que pegaram em armas e que seriam os primeiros a irem para o “paredão”.

Então parece que eram mazoquistas ou totalmente ignorantes, mas o mais certo é que eram metidos e manipulados. Estavam dando um tiro no próprio pé já que lutavam pró soviéticos e se esqueciam que eram eles próprios os tais boyzinhos da classe dominante, os tais filhos da burguesia.

Como na revolução francesa que um ano depois todos os líderes revolucionários já estavam sendo fuzilado pelos seus remanescentes o mesmo aconteceria com eles.

A briga pelo poder não pararia, assim como aconteceu na própria Rússia onde prevaleceu quem mais traiu e matou, que foi Stalin.

Bom, a história é que logo depois da derrocada do nosso período de exceção lembro-me de ter lido uma entrevista de Delfim Neto onde ele dizia, mais ou menos, que dava dó, pois os militares certinhos como eram, se viam na necessidade de fazer negócios com civis e destes muitos foram criados nas areias de Copacabana, Ipanema e Leblon, portanto sobrava malandragem para estes lidarem com aqueles e que, quando mal intencionados, se aproveitavam das relações.

Para quem serviu no exército, eu servi só por três meses, graças aos esforços da minha mãe que me tirou de lá, deu para entender o que ele quis dizer, pois ficávamos cercados por muros de quase três metros, sem nenhum contato com o mundo exterior durante quase todas as 24 horas do dia, tanto nós soldados, como os oficiais.

Só saiamos para a rua à noite, isto quando dava e às oito da noite, e de qualquer forma tínhamos que estar logo cedo, as seis horas, de volta o que particularmente para mim era um horror, pois nunca me acostumei a acordar cedo.

Lá dentro daqueles muros só se falava, claro, em marcha, disciplina, exercícios, refeitório, etc., mas, engraçado, nunca falavam da revolução que estava a pleno vapor e no final quase todos meus amigos foram expulsos.

Não por serem maus elementos, mas simplesmente por inadequação e espirito libertário.

O fato de não tocarem no assunto "revolução" para os soldados mostra que sabiam separar as coisas e faziamos guarda sem nenhuma preocupação e eu vivia dormindo nas cancelas.

Só pessoal como o da turma da Dilma achavam que estavam fazendo alguma coisa pegando em armas para matar soldados como nós que não sabiamos nada de nada.

Mas enquanto os “mais bem comportados” davam baixa já em Dezembro, meus amigos só saíram lá por marco/abril. Nisso o exercito era esperto quanto mais folgado era o cara mais sofria, e mais tempo ficava lá dentro, e só no final da extensão máxima permitida de permanência é que eram mandados embora.

Uma coisa eu e todos os meus amigos tinhamos consciência:

Lá dentro o mundo era muito lento e chato para nós. Nós não tínhamos nascido para aquilo e pena que serviço não fosse opcional, pois com certeza tinham muitos que gostavam da vida de caserna.

Ninguém é melhor que o outro somos apenas diferentes e com ideais diferentes.

Em um mês de praia aprendiamos mais que em um ano dentro daqueles muros.

Delfim estava certo e errados foram aqueles que não ficaram nem no exercito, nem gostavam de uma prainha, e resolveram pegar em armas.

E eles nem sabem como foi bom para nós o fato de eles terem sido só uns gatos pingados metidos e logo dominados, pois o nosso país não mereceria ver atos terroristas serem praticados contra a nossa gente por um ideário de viés idiota que se provou muito mais sanguinário.

Aqueles "filhinhos de papai" , por influência, nunca pegavam exercito, só o povão, e não tiveram importância nenhuma na derrocada da ditadura ocorrida bem depois.

Em Cuba, por ser uma ilha, e em outros países, o comunismo só se manteve devido às condições de limitações geográficas ou climáticas (a Sibéria que o diga) e que não daria certo num país continental como o nosso, onde poderíamos fugir por todos os lados.

“E a nossa praia oh, iria pro espaço”.

Quem não viu as fotos da nossa presidente com cara de machinha lá nos aparatos da ditadura está conhecendo agora o seu viés autoritário, que não sabe delegar nada, é centralizadora, como são os comunistas, e está se metendo até no plano de voo do avião que a leva para cá e para lá. Coitado do piloto e aparentemente de nós também.

Ela deveria ter pego mais praia, teria feito bem para ela.

www.hserpa.prosaeverso.net

"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo' Roselis von Sass – www.graal.org.br
Poeta

Poemas :  Oda al Café
ODA AL CAFÉ

Líquido
en
despulpado
ambiente
acogedor
en
dulce
olor
sabor
a veces
de
leche
a lecho.

De
las
tazas
transparentes
verde antes
caliente
ahora
con
el
fresco de las bolsas
de los ojos hablando
entre
mesas
cambiando al mundo
fantaseando
sin saber
si
es bueno
por
seco y duro
sonoro y liso
en la mirada
que recrea
el olfato excitado
del insomnio
del gusto
lácteo aves diuréticas.

Por
la
vivacidad
de
las cabras
de aquel pastor
de Arabia
antídoto
del opio.

En la
casa
desnuda
a veces
los
recuerdos enterrados
en la
noche o en el día
del pétalo
eco y seco
murmurante
que vive
la sencillez metálica
de la desdicha
derramada
por descuido quemado
moviendo
el pan
espumoso
por
las
galletas
resbalando
por los labios
del aroma
de las faldas
del
volcán interior
que tiembla
bebido
en exceso
desvistiendo
la luna del espejo
impregnado
de
la
cintura
techos hilando
el follaje
de
sus
márgenes
de miel y selva.
Vaso, taza, jarro,
y
entre
muchas
más
noches que lunas.
Tú...
¡Oh, café, iluminas!.



Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
Poeta

Poemas surrealistas :  Propongo: Boicot total al futbol
Juego de pelota
diversión temprana de los niños
ahí empezaba la misma competición por la vida
mostrando entre pases y goles
la destreza por un buen juego.-
Entre amigos, un buen juego
quien juega aquí, quien allí
competición sana
por un saludable ejercicio
o ganar por deleitar unas cervezas pagando quien pierde.-
No todo es diversión
donde operan las mafias
que se hicieron al poder
y lo demostraron armando equipos
que en si son la degeneración humana por la mentira.-
A nivel mundial, el poder absorbió todo
validaron los gobiernos ante el asqueroso poder exhibido
y callaron miserablemente
por los intereses creados y el espejo bipolar ante la audiencia.-
Aberrantes contrataciones desbordadas en ríos de mierda
el anti fútbol en si
todo un programa televisivo
donde rondaban las apuestas y los chismes
y caen ante los ídolos ignorantes
hechos figuras sobrehumanas
prestadas ante el poder oscuro de las mafias.-
Todo un espectáculo
decepcionante por las cifras que se muestran
y en las calles ruedan las apuestas
de quien ganará poniendo más sobre la mesa.-
y en el espectáculo no podía ser gratificante sin sangre
fanáticos de la nada adoradores de equipos de papel
que apuestan lo que tienen
y gastan de más por su equipo subliminal.-
Esta tan degenerado el futbol
que la esencia perdida no es en si el juego
si no la violencia antes y después de los partidos
y en los escritorios hacen del oropel, oro
donde siempre ganará quien con dinero, compre la estrella.-
Poeta

Poemas de nostalgia :  EL BAUL DE LOS RECUERDOS, A MI PADRE
EL BAUL DE LOS RECUERDOS.
A MI PADRE.

Buscando en el baúl de los recuerdos,
el que ha guardado celosamente por años,
mis sentimientos preciados,
he, encontrado la fotografía,
de mi padre,
así también, las viejas cartas de amor,
que le escribió a mi madre,
sus lentes estrellados,
los pañuelos bordados por la abuela,
las pantuflas que tanto le gustaban,
con las que recorrió paso a paso, todita la casa,
las fotografías amarillentas por los años,
de bodas, cumpleaños, graduaciones,
retratos de la escuela, de bailables infantiles,
de aquellos viajes, que en otrora hiciéramos,
los recortes de periódicos, casi borrosos,
y buscando en el fondo de tantas y tantas evocaciones,
me encontré con la muñeca greñuda,
aquella que por las noches, me acompañaba al dormir,
los zapatitos blancos, la primera cucharita,
la cobija azul, ya desteñida,
una cuerda para saltar, unos patines,
y revolviendo todo, en el baúl de los recuerdos,
tuve la dicha, de palpar con mis manos,
sentir la historia, que paso por mis años,
solo extrañé, que me platicaras padre, como antaño,
lo que hice con ellos, y que me replicaras como siempre,
pero apenas, pude percibir tu pensamiento,
“No seas preguntona, ya no quieras saber tanto,
si bien sabes, que hablarte no puedo,
confórmate, con la compañía de mi recuerdo,
y que Dios me permita, estar siempre a tu lado”.

Mónica Lourdes Avilés Sánchez.
Derechos Reservados.
Poeta

Poemas :  Sinceridade
Sinceridade
Já tentei falar de amor
sem nada estar sentindo...
Mas as palavras perceberam
que eu estava mentindo.

O que elas fizeram???
Se afastaram.
Deixaram-me só.

Tentei levar adiante,
mas não consegui.

O poema está aqui,
esperando eu concluir.

AJ Cardiais

imagem: google
Poeta

Poemas sensuales :  letycia,amores dados
letycia.. amores dados
son de amor y pasion
no se porque te quiero tanto
pero aqui estamos tu amor y mi amor
como refugio de lo abstracto
como prediccion de lo eterno
que une tu mente y la mia
''como te quiero mi amor''
en u8n beso que nos une
como crisol de nuestra estrella
amor mio del espacio sideral
siempre estaremos juntos
en nuestros corazones
que son complices
de nuestro refugio del querer
te amo,me amas y esta todo dicho
Poeta

Poemas de pasíon :  Bien pagada fue la noche…
Bien pagada fue la noche…
Yo no puedo recordarte, porque aún no he conseguido olvidarte
Tú vives dentro de mí, sin hacer ningún reproche
Y me basta con mirar en noches como esta
El rojo planeta bajo cuya égida naciste…

Y vuelvo a verte después tan bellamente coqueta
Vivaz y sonriente, escapando a la terraza
Ocultándote en las buhardillas que a hurtadillas construías
Para al encontrarte, prisionera te hiciera de mis brazos.

¡Oye… que locura de amor construimos!
Si… mira… ¡cómo me haces reír todavía!...
Cuando te veo en pleno frío, casi desnuda ¡tentándome!
y yo con mi saco en la mano, corriendo tras de ti…

Tu cabello suave y fino, te lo cortaste por mí
Me has regañado por eso, pero después me llenaste de besos
Te olvidaste del enojo y luego, hicimos el amor
Y fue tanta la pasión que esa noche clara provocara… ¿Recuerdas?…

Que amanecimos mojados por la lluvia
Pero tu vientre y el mío satisfechos de ese plenilunio
En que desbordamos todo nuestro amor enamorado…
Bien pagada fue la noche, que de nuestro amor, todo lo aprendió.

Delalma
02/06/2013 05:21 p.m.




Poeta

Poemas :  Pequenas coisas
Pequenas coisas
A vida é uma festa,
aos olhos do poeta
que enxerga os detalhes:

Lagartixas no telhado
namorando,
abraçando o sol.

No céu,
as nuvens brincam
imitando coisas da terra...

E o poeta dança,
brincando com os detalhes,
como uma criança.

A.J. Cardiais
imagem: google
Poeta

Poemas :  A lágrima
A lágrima
A lágrima corre,
ao ver o amor partir;
ao perder o amor...
Lágrima é o sinônimo
de dor.

A lágrima traça
o seu destino no rosto.
Sentimento morto:
lágrima despencada no chão.

A.J. Cardiais
imagem: google
Poeta