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La noche se aproxima, la luna distante está, la oscuridad se ausenta, llegó la hora de dormir.
Dulces sueños, bizarros y anormales, hasta profundos, es la hora de decir adiós.
Decir oraciones, soñar con la belleza de la noche, donde almas solitarias nos acompañan, donde las sombras nos guían.
Un sueño profundo, una noche nos aguarda, donde la luna se despierta, donde las almas descansan.
Erick R. R. Torres (Ángel Negro)
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Poeta
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El rojo es la sangre y pasión, el negro la noche y la lujuria, tu cuerpo es la perfección, tu belleza mi tentación.
Busco tu amor, tu buscas placer, la pasión se desata, los sentimientos se desbordan.
Aquello que veo en ti, es la seducción encarnada, el deseo de probar el fruto prohibido, esta por comenzar.
Eres la sirena de mis sueños profundos, eres la musa de mis noches solitarias, de donde viniste, ese es un misterio sin respuesta.
Erick R. R. Torres (Ángel Negro)
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Poeta
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Não quero a rima rimando o vazio, nem vivendo no cio de ser uma obra prima.
Quero a rima por cima da carne seca, pulando a cerca e quebrando a esquina.
A rima é a luz do poema. É quem carrega a cruz e resolve o problema.
Dizem, à boca pequena, que é ela quem conduz, e dá balanço ao tema.
A.J. Cardiais 03/03/2013 imagem: google Poema do livro Labirinto
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Poeta
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A RECIPROCIDADE ESPIRITUAL NAS DOENÇAS
Então o médico mandou fazer biopsias de algumas manchas que lhe surgiram no corpo e quando foi buscar o resultado constava “compatível” com hanseníase, a chamada lepra de séculos medievais. Apavorou-se.
Esta doença foi um estigma milenar na história da humanidade, cujos doentes eram colocados isolados da sociedade para nunca mais voltarem ao seu convívio, e isto a até menos de cinquenta anos.
Na idade média eram obrigados a portar sinos que anunciavam a sua chegada, e viviam se escondendo pelos cantos e nas sombras, e iam perdendo pedaços dos seus corpos, como dedos, nariz, e se deformando as suas fisionomias de forma grotesca. Diz-se que veio para a Europa com os cruzados.
Caiu como uma bomba o diagnóstico para ele.
O seu médico disse que era só iniciar o tratamento que sumiam os sintomas e o perigo de transmitir para outras pessoas, mas mesmo assim ele se apavorou, mas como é simples o tratamento hoje em dia.
Mas indo à um especialista descobriu que aquele “compatível” dava margens para muitas coisas, inclusive para algo bem simples como se evidenciou em novo exame, mas o medo que sentiu serviu para alguma coisa. Tinha chegado o momento de repensar a sua vida, só estava precisando daquele impulso final.
Então vemos que teve doenças pontuais na história da humanidade que foram meios para que as leis naturais nos trouxesse os frutos do que plantamos em tempos idos e de forma para desencadear as reciprocidades criadas por nós mesmo.
Se não pensarmos assim o mundo seria muito injusto e as igrejas dizerem, ao longo dos milênios, "que estes seriam os desígnios de Deus" só passou a ideia de que o Criador seria muito injusto e que, ao contrário do que disse Albet Einstein, ele gostaria de jogar dados aleatoriamente, e com isso não merecedor da nossa consideração, mas porque só com relação ao ser humano não existiria a perfeição tão vista na natureza e no espaço sideral?
Esta doença afetava o ser humano em todos os campos, tanto social, psicológico (imagine o sofrimento), como físicos.
Qualquer doença também pode vir para aprendermos algo necessário para o nosso desenvolvimento, ou para nos desviar de algum caminho que seria mais danoso a nós, como no susto citado acima, ou quando alguém vai temeroso buscar o seu exame de Aids e feliz pela negatividade passa a ter mais responsabilidade com a vida.
Então podemos dizer que, se a Lepra já não traz mais nenhum estigma psicológico, social, e nem físico, ela já cumpriu a sua finalidade como desencadeadora destes retornos, pelo menos no Ocidente, o que não quer dizer que a humanidade melhorou.
A doença Ébola (ou ebola) acabou se restringindo a algumas regiões da África e não se expandiu pelo mundo, mas causou muito susto incicialmente, mas até quando estaremos livre disso vivendo nestes amontoados de gente dos grandes centros e com os antibióticos já não fazendo o efeito que tinham?
Também tivemos o exemplo da Gripe espanhola ocorrida na década de 20, em plena 1ª guerra mundial, com dezenas de milhões de mortos espalhados pelo mundo, principalmente nos exércitos estacionados na Europa. Ela causou mais baixas do que a guerra propriamente dita
Talvez o que a lepra causou aos seus acometidos só tenhamos tido em paralelo no início da proliferação da Aids, onde as pessoas também foram segregadas, inicialmente, pelo resto da sociedade, mas aquela foi por milênios e a Aids só por um pouco mais de duas décadas; hoje os adoentados já possuem uma vida normal, mas, com certeza, ainda acometidos de sofrimentos psicológicos.
Outro exemplo foi o período “áureo” da tuberculose no Brasil onde ainda vê-se na bela Campos do Jordão as marcas do hospital luxuoso que tinha na bela cidade, dos tempos em que os doentes abastados iam para lá para tentarem melhorar com o ar da região e ganhar mais algum tempo de vida.
Uma doença também da boemia, ou de uma vida menos regrada, não em todos casos, claro, como foi considerado, no início, a Aids.
E hoje, aparentemente, o período mais nefasto das doenças psíco/afetivas, as de transtorno de humor como a bipolaridade, a ansiedade, a depressão e fobias sociais, está chegando ao seu fim, pois os diagnósticos estão muito mais rápido do que a vinte anos atrás, e com isto tratamentos eficazes foram descobertos para estes males que martirizaram e martirizam uma boa parte da sociedade moderna.
Doenças essas que foram mais tipificadas, inicialmente, nos anos sessenta e setenta, onde a própria humanidade viveu o seu período de bipolaridade, de um extremo as guerras geopolíticas e caretices em geral, e do outro os muitos doidões, a contracultura e as "sociedades alternativas".
Interessante que estão sendo feito muitas descobertas com aquilo que marcou o período da contracultura como a canabis e o LSD e que, infelizmente, foram banidos dos laboratórios por causa do uso que tiveram alternativamente, hoje dito recreativamente, mas que são uma boa promessa para muitos males, pelo menos é por onde tem se voltado a ciência da mente.
Tive um amigo na adolescência que fumou desta erva, mas ela não lhe fazia bem, era evidente, quanto a mim eu não gostava dela, me deixava sem chão, mas outros amigos gostavam, e aquele sucumbiu à esquizofrenia, doença que comprovadamente o uso da maconha potencializa, mas nesta mesma erva, conhecida milenarmente, existem muitos outros princípios ativos que podem ajudar em muitas outras doenças, conforme pesquisas recentes.
Mas o medo de lidar com legiões de viciados foi motivo suficiente para alarmar qualquer governante, mas os métodos usados de repressão mostrou que o caminho tomado não foi o melhor e ainda gasta-se bilhões de dólares para o seu combate.
Se a Lei seca dos EUA levou os gângsteres ao poder que tiveram, então seria de imaginar que com os narcotraficantes não seria diferente.
Já a Bipolaridade hoje é tão falada, tão estudada, e já com remédios altamente eficazes foi o mal de alma de muitos a até poucos anos, e que levou tantos a caminhos erráticos, com evidente prejuízo do convívio social, mas, principalmente, para a falta de paz intima dos seus acometidos e a falta de controle dos seus cérebros desenfreados e “turbinados”.
Mas o caminho aterrador destas doenças também já está passando e hoje gasta-se mais em pesquisas nesta área do que com pesquisas para o câncer, só como exemplo.
Nas décadas de setenta a oitenta a bipolaridade tinha a denominação de “Psicose Maníaco Depressiva”. Um termo impróprio que por si estigmatizava o portador.
Ninguém queria ter um "maníaco" por perto, mas com a denominação mais apropriada e estudos avançados e hoje sem medo pode-se dizer-se ser bipolar sem causar nenhum frenesi.
E assim vão surgindo novas doenças, ou são melhor diagnosticadas, e outros males como secas, guerras e convulsões naturais vão surgindo para trazerem a reciprocidade para a humanidade perdida, enquanto outras vão ficando pelo caminho libertando os sofredores, mas tudo tem uma hora certa para cada final de sofrimento.
Das doenças psico/afetivas citadas aparentemente a humanidade logo estará libertada para que os acometidos melhor repensarem seus caminhos sem tanto sofrimento.
Mas o que surgirá então para dar continuidade às colheitas dos tantos males que a humanidade, e o homem individualmente, criou ao longo da sua história e existência?
Que doenças ou outros males ainda virão?
Tantas doenças ligadas ao medo torturam tantos seres humanos, mas também quantas atrocidades foram praticadas na história da humanidade, quantos medos foram provocados, tanto por guerras, quanto por ditadores déspotas, como também por tantas religiões com suas fogueiras e mártires e mesmo pela morte de Jesus com tantos gritando pela sua crucificação. E como nos disse o próprio Jesus "O que o homem semeia isto ele colherá".
E pelos sofrimentos que afligem hoje tanto a humanidade, podemos dizer que estamos em plena época de colheita.
“Somente o saber da existência de repetidas vidas terrenas dá esclarecimentos e explicações sobre o “porquê” dos muitos sofrimentos e das aparentes injustiças sob as quais geme a atual humanidade.”” Roselis von Sass em “O Livro do Juízo Final” – www.graal.org.br
www.hserpa.prosaeverso.net
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Poeta
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TER VOCÊ POR AQUI
AH, NÃO MAIS ME PERGUNTO DA SORTE TER VOCÊ POR AQUI VOCÊ QUE ALEGRA AS MANHÃS ILUMINA O MEU SOL TODO DIA E ME ENTREGA À NOITE PRA LUA VOCÊ É A TRILHA SONORA QUE SILENCIA O MEU ÍNTIMO AMENIZA TODO O BARULHO HARMONIZA A MINHA VIDA VOCÊ QUE SORRI ENCANTANDO ME OLHA ME ILUMINANDO FALA ME ENLEVANDO E PÁRA O MUNDO PARA MIM VOCE QUE NA PAZ ME ATUROU E NA CALMA MUITO ME ENSINOU VOCÊ ME FEZ CRESCER NO AMOR QUE HOJE ESPALHO AO TEU REDOR
"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo". Roselis von Sass – www.graal.org.br
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Una locura interminable es esta Deseosa de leer cada día tus palabras Las coincidencias cada día son más repetibles Y pensar que estas tan lejos. Ya no podemos prohibirles a nuestros cuerpos No sientan el deseo, la pasión que brota al estar juntos Amor mío, hasta cuando me resistiré. Quiero un día poder tocar esos labios, Y acariciar suavemente tu cara con mis manos. Así es como te sueño, así es como te veo, Mientras corro a ti apresurada rodeándote mis brazos a tu cuello Buscando esos labios que son mí anhelo, Mi respirar agitado, de saber que ya era una realidad Y ya no mas un sueño. Que ahora si podría gritar cuanto te amo Y que lo sepa el mundo entero, que cada día Es más grande este deseo. Y aunque trate de olvidarte ya no puedo.
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Hoy eh querido tomar unos minutos, Para hablar de nosotros Que pasaría si te dijera, Que lo que vivimos ah sido solo un sueño, Y eh despertado, llorando mirando la realidad. Me duele tanto, pensar que pude lastimar Tu corazón, sabes a pesar que nuestro amor es prohibido Encontré un complemento en ti, hombre sin doblez, Pero a la vez fue tan corto el tiempo que no llegue a conocerte Completamente…..esperare el desenlace de tu vida. Solo dime estarías dispuesto a aceptar de mi amistad, Es lo único que puedo darte, precioso, No soy como las demás, y deberías Haberlo sabido desde un principio. Un amor así no funciona por mucho tiempo, y me eh tomado L a decisión de que esto ya termine sabes porque? Necesito cerrar círculos, así como has dicho ver que es lo que quiero Quiero ser feliz, pero primero echare mano de lo que tengo Luchando por el amor que se fue de mi pareja... Hare hasta lo imposible por tratar de salvarlo y si no funciona. Haber que es lo que Dios dispone para nosotros. Que diré de ti, en mi corazón siempre estarás, y sabes Que aunque intentes salir no podrás, Desde un principio llegaste para quedarte allí, Y sabes que al recordarte se que no podre evitar el llorar Porque en mi hiciste renacer ese amor que nunca había sentido Tan dulce tan tierno tan especial. No me gustan las despedidas, pero si no te conviene estar así Cerca de mi lo entenderé, mi corazón esta oprimida por el dolor Pero debemos ser responsables en nuestros actos. Hasta pronto si así lo deseas…. Y si no te deseo que seas muy feliz, y encuentres ese ser especial Que te hará eternamente feliz.
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Que buscas corazón, en este mundo Cruel, cuantas veces te herirán Y vos con la esperanza, de un día Ver los sueños hacerse realidad. Amores han llegado, y se han ido Promesas de amores perfectos Ladrones que solo mintieron Llevándose consigo ah pedazos Ese corazón que ya roto ah quedado. Han robado parte del tesoro Que habías guardado con tanto recelo Dentro de ti. Siempre esperaste aquella persona Especial, que te cuidara, respetara Escuchara y amara, y cuando creíste; Se fue llevándose consigo parte de Tu vida. Aun se escucha tu palpitar lento Casi muerto, un halito de vida queda aun En ti; pon muralla alrededor de ti, así Vivirás y yo podre seguir escribiendo de ti Y poco a poco llenar de letras ese corazón hueco. Con las letras ESPERANZA……..
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Poeta
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A donde nos llevo nuestro amor, ¿Porque? si digo amarte, me siento Cada día más lejos de ti.
Tu distancia, no logra hacer que olvide Cada susurro del viento asemeja ah tu voz Cada canto del ave, me hace soñar, volar Y percibo el calor de tu piel.
A la distancia se escucha el canto del gallo Anunciando el nuevo día, tu mi primer Pensamiento, pero sin ti.
Si esto es prueba, ah me destroza Ah acabado mi paciencia, La agonía de mi corazón la escucho Entre estas cuatro paredes que son testigo De este amor callado.
Mis lágrimas brotan al ver la realidad Que soy ajena, y no estarás tú allí, Cuando al rodar por mis mejillas Saladas hirientes en mi rostro Se deslicen, amenazando Con inundar mis labios Entreabiertos que esperan impacientes Ese beso prometido deseado Que no vendrá ya más.
Coincidíamos en todo ¿que nos paso? Así como llegaste te has ido Mientras lloro cansada tu recuerdo De ese amor desconocido.
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¡Ay! del amor
Llegan destellos labios de cristal, frases de amor tan suaves cual la seda, el corazón en la temprana veda ha de escapar del sueño más letal.
¡Ah! del amor aquel que es desigual, el que se oculta tras negra humareda, y que rozar con sus dedos no pueda el horizonte del placer terrenal.
¡Ay! del amor que con manos de cera busca el latir de la piel inmoral; no ha de pagar factura que debiera
mientras se funde la cera en el grial; sola el alma desnuda esta a la espera frente al espejo verse ella inmortal.
18/6/14 j.ll.folch Licencia Creative Commons ¡Hay! del amor por j.ll.folch se distribuye bajo una Licencia Creative Commons
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