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OP EEN BRUG... EN UN PUENTE...
El alma de la noche duerme. En las señales de humo de los sueños. De ziel van nacht slapen. In tekenen van rook van dromen. De koude zon op de heuvel. Verse sneeuw in de hoop. Del sol frío en la colina. De la nieve dulce con la esperanza.
En un puente... Op een brug...
En el fuego de la memoria. Más allá de la ceniza. In het vuur van het geheugen. Afgezien van de as. Afgezien van de sterren. Afgezien van de horloges. Más allá de las estrellas. Más allá de los relojes.
En un puente... Op een brug...
Una noche tibia. El agua. La sed. El viento. Een warme nacht. Het water. Dorst. De wind. Ze lopen en rust in de schaduw. Van de tijd. Onder de huid. Caminan y reposan en la sombra. Del tiempo. Bajo la piel.
En un puente... Op een brug...
En el aliento de arcilla. Campanas. Hojas. En la espiral de la vida. In de adem van klei. Campagnes. Bladeren. De spiraal van het leven. De pijl van de dood. De ziel is uitgebracht op een brug. En la flecha de la muerte. En un puente el alma se libera.
Autor : JOEL FORTUNATO REYES PEREZ
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Poeta
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[img align=right width=300]Um momento de liberdade, [/img] Momento
Um momento de liberdade, entre mentes, é entender, ser vida uma oração repetitiva que a cada um é dado o momento de entender sentido e direção; e só ao perseverante perceber infinitamente que a cada verso a cada instante seu significado amplia em sutileza e alcance.
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Quero ver você feliz, meu bem, porque assim ficarei feliz também.
Vamos nos doar ao amor então. Amor livre, sem prisão.
Um amor tão grande assim, não cabe dentro de mim. Eu preciso dividir então: fique com uma parte do meu coração. . A.J. Cardiais 15/09/2012 imagem: google
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cami gold en tu cumple lo mejor es tener tu amor tu sed tu deseo de quererte bien ,de tenerte siempre amor simplemente amor te quiero te siento aqui en mi voluntad de amar de querer de sentir por siempre tuyo porque brillas co0mo el oro y tu amor es para siempre por tu mor por tu deseo por tu razon por siempre vos
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Poeta
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roxy,amor oculto en tu necesaria voz en tu cuerpo expectante de deseo y de pasion por lo que ambos sentimos por lo que ambos queremos de sentir de tener tus ojos y tu boca que me da siempre mas amar es sentirte cerca de desearte aqui junto a mi por eso sera que te quiero por eso sera que te tengo distante pero aqui estas como un sentimiento de lo oculto
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Poeta
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Queria poder colher com as minhas mãos, os sonhos e torna-los realidade. Voar até ao infinito brincar com o sol poente, embrulhar-me numa nuvem branca e pairar entre o azul do céu e o mar. Muitas coisas mais inquietam a minha alma, mas sou um farrapo sem peso, nem cor, que esvoaça ao vento, umas vezes rente ao chão, pisado de vez em quando, por distracção de alguém. Peregrinos sem destino, sem caminho, perdidos num mar de pranto, erram por lugar nenhum. Não o sabem, não o sentem, só muito tarde dão conta que foram usados, que se alegraram com momentos de falsa felicidade. Desconfiar de “amigas” que telefonam assiduamente, alguma coisa querem para seu proveito. Vender alguma coisa, pedir um favor, depois de terem o que queriam, não voltam a entrar em contacto. Tudo no fundo é por eles, abençoados somente os que por razões que não entendo, nunca sentiram que nada significaram, que tanto faz serem ricos ou pobres. São sempre queridos e amados. O que sobra do prato da comida que quando nasci Deus me deu, umas migalhas restam, penso que foi o que sempre tive e pensei que estava cheio de iguarias. Com pouco me contentei, com um nada vivi, senti-me princesa, sem castelo, tive muito carinho, sem o ter. Hoje sei que me usaram, inocência a mais é estupidez, mas pelo menos tinha um caminho, um destino muito diferente do que hoje é. Talvez em algum momento a felicidade do meu futuro tenha passado por mim, não discerni nem vi. Ele passou e nunca mais voltou. Vazio imenso, na penumbra do entardecer, choro e lamento, mas ninguém vê. Não quero, não devo mostrar como estou. Ninguém precisa de saber, quero que pensem e sintam inveja da minha alegria e boa disposição tirada a ferros sabe Deus como e ser sempre aquela que pensaram que eu era. Quem por mim vela e me aconchega, não pode sentir como vivo, não tenho esse direito. Dar felicidade a quem devo, é ainda o que posso fazer. Assim recordar-me-ão como eu desejo. A sempre jovem e alegre Carminha, que animou a toda a gente. Com pouco, seria feliz. Talvez ainda o possa ser. Talvez encontre um caminho onde possa andar com passo seguro, sem ser usada.
Porto,7 de Setembro de 2014 Carminha Nieves
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Junto a la voluntad nace una rosa, como la ola del mar trae la arena, como la sangre corre por la vena, la vida tras la muerte ya reposa.
No vuela por placer la mariposa, ni tampoco es casual la luna llena, como el odio al amor que lo envenena, cual cubre al que está muerto negra losa.
Mejor mentir en verso que en la prosa, mejor llevar a cuestas quien no pesa, y el día ver nacer cosa asombrosa,
¿A caso nos sorprende la sorpresa, cuando de ella esperamos poca cosa, cuando sin esperar todo regresa?
7/9/14 j.ll.folch Licencia Creative Commons Las sorpresas por j.ll.folch se distribuye bajo una Licencia Creative Commons
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[img width=300]http://www.sebikes.com/wordpressfiles/wp-content/uploads/2011/01/critical-3.jpg[/img]
Domingo E num domingo perdido Me encontrei, em um olhar Tipo um sol noturno Inimaginável Um quadro até então despercebido Pendurado no coração Esquecido no mofo Do medo Do desânimo E das noticias de jornal Um quadro cheio de sonhos De poemas e rimas Absurdas Tipo Por amor Amar E na estrada, o mar brilhou Tentando Refletir, e rimar. Tipo tentar, repetir Todo dia Sem desistir. De ser feliz Limpei a casa Pôs o telefone no gancho Abri as janelas, as portas E fiquei Eterna Mente A disposição.
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Minha poesia é como uma parede nua, desprovida de reboco. Tenho um verso louco, transpirando sentimentos.
Vivo os momentos, segundo as fases da lua. E a lua cheia pulsa forte em minha veia, enchendo minha aldeia de encantos.
Minha parede nua, não pode ser caiada... A caiação a transformaria numa poesia desalmada.
A.J. Cardiais 04.06.2011 imagem: a.j. cardiais
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(ANTIPOEMA)
CALLAD, CALLAD
Callad, callad, si solo abrirás la boca, para denostar y decir sandeces, callad, callad, que solo se asoma, la ríspida critica de la ignorancia, deja que vuele el ave de la libertad, oh, lazo insoluble de la decencia, prejuiciosa y desdeñosa sonajera de la noche, lengua afilada cual pécora venenosa, que te enterneces disfrutando del dolor ajeno, traicionera e hipócrita comendadora, callad, callad, no atisbes con desdén, no te asustes, no critiques, sobrante de la nobleza pudorosa, para ti hoy en día, solo existe la zupia, y el vacio en el cristiano, date cuenta, nada es rescatante en ti, mezquina y falta de honestidad, callad, callad.
Mónica Lourdes Avilés Sánchez. Derechos de Indautor.
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