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El amor es un sentimiento que por lo menos yo no puedo explicar, hay veces que cuando estas solo y cuando menos te lo esperas, conoces a esa persona que pone tu mundo de cabeza, pero sabes muy bien que entre los dos no puede existir nada.
El amor es muy caprichoso, yo no lo entiendo, pero ya no puedo más, hay veces que el destino, el universo o Dios, tienen planes muy diferentes a los tuyos, te hacen conocer personas que nunca sabrán que te has enamorado de ella, enamorarte de alguien que sabes que nunca se enterara, es algo muy doloroso.
Y a mi me toco enamorarme de alguien que no debía, pero a veces el corazón no entiende de razones, enamorarse de alguien que no debes y lo peor es no saber porque te enamoraste de esa persona, solo sabes que, aunque no la puedas ver, con solo verla en una foto, te hace muy feliz.
Pues así me pongo yo, cuando veo su hermosa foto, me disculpo contigo, sé que leerás esto y sabrás que es para ti, pero no te preocupes después de mi proyecto me iré lejos de todos, mi corazón esta débil lo siento débil y no me refiero a lo sentimental, pero no quiero ir al médico.
Ojalá no sea nada malo, quizás ese viaje me sirva para fortalecerlo o simplemente me ayude a descansar en paz, ya no te molestare discúlpame por todas mis molestias, se que no tenia que molestarte con mis cosas, pero a pesar de todo, soy feliz pues te conocí, aunque no en persona, pero pase bonitos momentos contigo, como aquella noche que platicamos hasta desvelarnos.
Quizás un día nos podamos ver en sueños, mientras tanto cuídate y se feliz, querida amiga.
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Poeta
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Ancraofobia
A cena se passa no Brasil, em 1923.
Cena Única
Uma sala com a janela fechada. Nela está um homem com medo chamado Túlio.
Túlio- Não pode entrar nenhuma corrente de ar! Não pode!
Túlio vai até a janela e certifica-se dela estar fechada.
Túlio- Não pode entrar nenhuma corrente de ar. Não pode.
Túlio senta-se no sofá e fica com medo. Ele treme todo.
Túlio- Não posso deixar correntes de ar entrar nesta casa. Não posso. Não posso.
Túlio vai se desesperando. Ele fica tocando na janela para ver se ela realmente está fechada. Todas as janelas da casa estão fechadas.
Túlio- Eu não quero sentir nenhum pouco de brisa. Não quero sentir nenhum pouco de brisa no meu rosto. Já sei o que vou fazer, Eu vou para o meu quarto. Lá é tudo tão fechado quanto aqui e não precisarei abrir as portas.
Túlio sai de cena. Fade out.
Fade in. Vemos Túlio sentado no quarto com medo das correntes de ar. Está tudo fechado. Ele vai ficando mais calmo. Deita na cama e adormece. Ouvimos barulho de vozes falando al lado do quarto.
O pano desce rapidamente
Fim
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Poeta
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A Poção Azul
A cena se passa em Veneza, em 1756.
Cena Única
Uma casa de um feiticeiro chamado Carlo. ele está preparando uma poção. Perto dele está um homem chamado Giovani.
Giovani- Você tem certeza que essa poção azul é eficaz contra a doença que eu tenho?
Carlo- Claro, eu já preparei antes para outras pessoas que tinham o seu mal.
Giovani- E quando eu devo tomar?
Carlo- Deve tomar todos os dias. Duas vezes por dia.
Giovani- Não tem medo de preparar essa poção? A Igreja pode descobrir.
Carlo- A igreja não vai descobrir. Aliás, alguns deles até requerem essa poção.
Giovani- Sério?
Carlo- Sim, muitos padres, bispos e até cardeais vêm até mim para terem acesso a essa poção e outras que preparo.
Giovani- Quem diria! Eu jamais pensaria nisso!
Carlo- A Igreja tem um lado oculto, meu caro. Eles condenam a feitiçaria por um lado e por outro a praticam.
Giovani- Os padres são uns fingidos. Minha família toda odeia padres.
Carlo- Eu nem gosto e nem desgosto. Eles são meus clientes. Minha relação é puramente profisisonal(Carlo pega um frasco e coloca um líquido azul nele).
Giovani- Já está pronta?
Carlo- Sim.( Carlo entrega a poção a Giovani. Giovani tira algumas moedas de ouro e entrega a Carlo).
Giovani- Volto daqui a dois dias para pegar mais a sua poção.
Giovani sai com a poção na mão.
Carlo- Mais um cliente satisfeito. Eu adoro fazer essa poção.
Carlo tem um sorriso de satisfação no rosto. Ouvimos Giovani assobiando em off. O pano desce rapidamente.
Fim
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Poeta
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Visões Apocalípticas
A cena se passa na Irlanda, em 1937.
Cena Única
Sala na casa de um homem chamado Cícero. ele está sentado no sofá e tem um ar totalmente absorto. Outro homem chamado Cláudio entra em cena. Ele é amigo de Cícero.
Cláudio- Não preciso nem perguntar o que está acontecendo.
Cícero- Você não acreditaria nas coisas que vão acontecer no futuro.
Cláudio- O presente já é tão difícil, imagine o futuro.
Cícero- Oh, eu vi cidades sendo destruídas. Pessoas morrendo em catástrofes climáticas.
Cláudio- Meu amigo, você precisa parar de ver essas coisas. Isso não está te fazendo bem.
Cícero- Bem ou não não importa. O que importa é que vai acontecer.
Cláudio- O futuro é incerto, meu amigo. As pessoas que dizem ver o futuro estão vendo apenas probabilidades apenas.
Cícero- Tantos estão vendo as mesmas catástrofes. Não é possível que sejam apenas probabilidades.
Cláudio- Mas são probabilidades. O futuro só é criado por nóps mesmos passos a passo. Não existe nenhuma fórmula para se criar o futuro, meu amigo.
Cícero- Não diga, besteira, Cláudio. O mundo passará pelo Apocalipse. Tudo que estou vendo é o que realmente vai acontecer.
Cláudio- Você e essas ideias de Apocalipse. Tudo isso é apenas invenção para assustar as mentes mais fracas.
Cícero- Oh, claro que não, há profetas em todo o mundo vendo o que vai acontecer.
Cláudio- Tá, mas você não é profeta, Cícero!
Cícero- Mas é claro que eu eu sou! Eu tenho visões sempre.
Cláudio- Visões que só você vê!
Cícero- Claro, elas jamais seriam compartilhadas com um descrente como você!
Cláudio- Visões apocalípticas não mostram nada do que realmente vai acontecer no mundo.
Cícero- Cláudio, não estou a fim de conversar isso com você.
Cláudio- Vim te chamar para sair um pouco. Você não quer me acompanhar até o parque?
Cícero- Não, hoje eu prefiro ficar em casa.
Cláudio- Você que sabe. Eu vou sair um pouco. Preciso de um pouco de ar.
Cláudio sai dando um tchau a Cícero. Cícero volta a se sentar no mesmo lugar em que estava. Ele fica com os olhos fixos. O pano desce rapidamente.
Fim
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Poeta
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De verdad que nadie piensa en el partido morena la tropa ya no es SEDENA ahora se llama DEFENSA, la tarugada es inmensa, ¿este título sí espanta a la violencia y a tanta criminalidad del narco?, le tiran flechas con arco y el delito se agiganta.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 09 de noviembre del 2024 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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Pero el pueblo no escarmienta la verdad no se exagera la izquierda solo genera pobreza y bien la alimenta con miseria la incrementa a más de ser desalmada porque no produce nada en su mira no hay progreso, transita en el retroceso de su “igualdad” disfrazada.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 12 de noviembre del 2024 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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No debe ser descuidada al echar culpas parlantes cualquier referencia al “antes” y a gobernanza pasada tendrá que ser reservada para no tener problema, Sheinbaum está en un dilema si le achaca mala cosa a otra gestión desastrosa lleva a López en la quema.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 11 de noviembre del 2024 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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Para todos los tarados que detestan lo de España no es por meterles cizaña ya que han de estar enfadados ¡jolines!, encabritados, no más porque Dios lo quiso Carlos Sainz el muy castizo ha triunfado en el Gran Premio de México sin apremio, sin perdón y sin permiso.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 27 de octubre del 2024 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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Su objetivo es el engaño la mentira el instrumento de morena; va en aumento el crimen en su tamaño y del “gobierno” el amaño de cifras, montos sustratos, bajando con “otros datos” la percepción del delito del pueblo ya en el garlito para eso no hay recatos.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 09 de noviembre del 2024 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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La crueldad no se serena en el poblado de Uruapan los periodistas no escapan a la muerte que no frena y al nuevo “gobierno” estrena, así, partiendo de cero Mauricio Cruz fue el primero en perder asesinado, el crimen organizado tiene el poder verdadero.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 29 de octubre del 2024 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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