Textos :  CAJA DE ZAPATOS DEL 44
En el altillo del armario una caja de zapatos
Llena con nuestros recuerdos
Una caja de zapatos del 44
Ahí cabe todo.
Y en whats app una chica me manda una foto desnuda
Y dice que me quiere
Una jovencita tiene ganas de jugar
Y dice que el finde sus papis se van
Y la madura cansada de su marido
Parte a su casa de la playa
En el puente sin hijos
Y hay una fiesta de Halloween
Llena de fantasmas del pasado
En cada rostro de mujer
Y me mandan audios
Y dicen que me quieren
Y me envían fotos desnudas
Y no siento nada
Ni un ápice de fuego
Ni un ápice de calor
Ni un ápice de escalofrío
Y abro el armario hasta el altillo
Y abro la caja de zapatos del 44
Y veo la foto de tu cara, un simple rostro
Que lo dice todo
Abrazo la caja
Y vuelvo a sentir
Aunque sea lejanía, añoranza y agridulce pasado
Pero vuelvo a sentir...

Iorell Brito
Poeta

Poemas de amor :  Alma de Poeta
Alma de Poeta, corazón de papel
Noches de pasión, volcadas en poemas
Rosas y claveles, aroma del amor
Almohadas mojadas, perfumadas de mujer
Besos profundos, caricias y piel
Miradas cómplices, de jóvenes amantes
Alma de poeta, corazón de papel.


Por Conrado Augusto Sehmsdorf (Kurt)


[img width=300]https://rosatel.co/1692/rosas-y-claveles.jpg[/img]
Poeta

Sonetos :  Minha tara sem cura
Minha tara sem cura
Não tenho medo de mostrar
minha cara.
A minha tara,
não cura com "enclausuramento".

O meu sentimento
no poema se espalha.
Às vezes é uma navalha
que corta até pensamento.

A minha rima é uma tara
em crescimento.
Sou o lado que não se comporta.

O que bate em minha porta,
às vezes vira um tormento
ou uma poesia torta.

A.J. Cardiais
09.06.2011
imagem: google
Poeta

Poemas :  Por Tu Cauto Modo...(En Castellano Medieval)
POR TU CAUTO MODO
(Castellano Medieval)
.

Atanto me siento de todo bien quito
tengo en el mundo segunt que lo veo
que con grant pobresa non se que me digo
en quien me debia tener abrigado.

Con fambre, con desesperanca, con sed
non sofrieron otros como yo e sofrido.

Cuales nunca fueron dados
nin los passados reyes ya
nunca les dieron tamaños.

Son frias como la nieve, e arden como el fuego.
Pero mas dulce canta, que otra ave mayor.

¡Non se escrevir
que me fase sofrir!.

¡En tormenta tamaña
con deseo vevir!.

¡Que en la salutación, mejor es en la prueba!.

De la buena pimienta es pequeño el grano.
En oro muy poco grand valor e grand precio.
Mételos en amores a omes, aves e bestias.

¡Echar muchos mugrones los amugronadores!.

En la obra de dentro hay tanto de faser
sembrar trigo e cortar las montañas
faze dias pequeños e madrugadas frias.

Danos muy malas tardes, et peores mañanas.
Vengue vuestra locura, ca en poco tovistes
ser libres e sin premia,
reñid, pues lo quisisteis.

Qua cuant grant es el duelo,
e cuant grant pesar.

E antes del tienpo ha de envegecer
mas que las otras vida penada
por cuanto lo tengo de fecho provado.

Que fuese donoso yo nunca vi pobre
Que fues desdonoso tanpoco vi rico.

Ca esto que digo si es razonable
aqueta conprende adonde la estoria
mas es fablada de la probedat.

De los esperantes muy bien rescebido
sin cuento sabido millares de bocas.
Las piedras porque duras quebraban de pesar.
Ca mas son que arenas en riba de la mar.

Del mundo non vemos nada.
Acordatvos de su estoria.
¡Quien más la mira, más cresce su veer!.



Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez.


POST DATA:
Referencias útiles son...

http://www.wikiwand.com/es/Espa%C3%B1ol_medieval
También...
http://www.wikilengua.org/index.php/Castellano_antiguo
Poeta

Poemas de reflexíon :  Las tunas y su serenata
Las colinas ocultan el valle
Torrentes de lluvia verdean sus lindes
El azul abrillanta su figura
Dejando un poso de calma
El sol hace su aparición
Despogando a la lluvia su dominación
Domingo día de glorificar el reposo
De sábanas limpias
De agua en tinajas
Las agendas calladas
se apacigua el trabajo de la semana
Las cosas no hechas
te incitan e invitan a repeler las
Anuncian repletas
sus victorias secretas
Enmudecen las tunas
alegres y dispuestas
a derrotar a las noches secretas
con su descomunal indulgencia



Derechos reservados
28/10)2018


Dikia
Poeta

Poemas de esperanza :  ¡Mi luna!
[img width=450]https://i.pinimg.com/originals/28/33/02/283302d920c0fb1e1c53827baefcf2a2.gif[/img]


Sólo Tú __Eu

Luar, que me fascina,
   ilumina, las noches frías.
que,
la espera de un deseo
deseo ser tú, y tú ser yo.

quería
el viento que te huele,
     el café de sus mañana.
al alcanzar una estrella,
  y en la arena alba de la playa
  dibujarte como sépulas;

    ! ¡En los aromas de rosas!

___En plena noche que llega
  de acostarse como niño,
     en el calor de sus brazos.
es mi brisa,
como el H2O líquido
     que bebo de sus labios.

___Apenas:

___ ¡Mi luna!

27;10;2018

ltslima
Poeta

Poemas :  A BUSCA DA REALIZAÇÃO
A vontade tem que ser eterna na busca
Sem vacilos, nem nuvens de devaneios.
Com coragem desmedida até a medula,
Indo sempre com peito aberto à frente

Se impondo contra as pontas afiadas
que arqueiam sempre ante a intrepidez
e posturas quando firmes da sede de saber.
Saber que só surge de busca incessante.

Não escolhamos lugares nem desvios.
Encaremos cheios de brios os vieses
Espantando qualquer receio ou dúvida
que surgem dos medos e indecisões.

Escancaremos os eventuais vis ardis
Plantados sempre pelas ilusões mil,
Mas avancemos contra estes vazios
Quando persistem em nossos íntimos.
 
Se não formos firmes nas diretrizes
e fortes na determinação da procura
nos perdemos do discernimento claro
que nos levaria a todo esclarecimento.

Levante então ó caro ser desalentado
Reencontre nas entranhas de todo Ser
a força sempre onipresente e te erga
e avançe para um horizonte de realização.

Torna-te forte arrebentando estes grilhões
que te prendem no chão só com ilusões
de esperas de amores que te consomem,
e que no fundo te afastam da realização.

Da realização interior que poderá  nos levar,
e porque não, à uma vida de mãos cheias
de alegrias, felicidades e principalmente
Verdades que nos levariam à um bom fim.


‘A felicidade provém do íntimo, daquilo que o Ser humano sente dentro de si mesmo’ Roselis V Sass - www.graal.org.br
Poeta

Cuentos :  "Bolsomínion" - a doença
Bolsomínion é uma doença causada pelo vírus #bolsonaurus rex. Este vírus é transmitido pelo mosquito "telemídianus golpistas". As pessoas com fragilidade intelectual e muita exposição à televisão e à internet, são mais propensas à contaminação. Essas pessoas são as preferidas do vírus porque, quando contagiadas, são mais resistentes e querem contagiar as outras pessoas de qualquer forma. Como elas não são hábeis com a eloquência, elas tentam contagiar pela intimidação: partem logo para a agressividade. Ai são xingamentos, insultos e força bruta.

Infelizmente a pessoa contagiada é tomada por um sentimento de ódio gratuito: não precisa ser provocada, para ela destilar seu ódio. Basta não gostar, para agredir.
Esta maldita doença se espalhou por todas as classes sociais: A, B, C, D... E não adianta ser portador de diploma de nível superior, que isso não evita de ser contagiado. Este mosquito é imune a posição social, cultura, profissão... Ele consegue infectar, do doutor ao peão.
Só está imune a este vírus, a pessoa que tem Deus no coração, que ama o próximo e que não não tem nenhum "recalque".

No próximo domingo (dia 28), haverá uma tentativa de exterminação deste vírus. Se ele lhe assusta, e se você quer ser um(a) voluntário(a), dirija-se à uma das secções do TRE e combata este vírus digitando 13, na urna eletrônica. Esperamos que a maioria da população brasileira acorde em tempo de evitar a epidemia desse vírus. Porque, se deixar o #Bolsonaurus rex vencer, será pior de que em 1964.

A.J. Cardiais
26.10.2018
Poeta

Poemas :  A VIDA COM GRAÇA
A VIDA COM GRAÇA.

A vida tem graça quando você cultiva bom astral
Toda  vida perde a graça quando você não o tem.

A vida pode não ter graça quando você tem vintém.
A vida pode ter graça mesmo quando você não o tem.

A graça não depende do que você tem!

Você pode ter muito e se sentir um ninguém.
Você pode ter pouco e sentir-se muito alguém.

Você pode ser cego e enxergar o infinito.
Você pode ter lindos olhos e nada a ser visto

Você pode ter olhos e não conhecer o que é turvo.
Você pode ver tudo claro mesmo estando nublado.

Você pode ver no mato só flores em imensidão.
Você pode ver no jardim só o mato que se interpõe.

Ilumine o teu eu interior até a exaustão,
o teu intimo, o teu coração, a tua visão

E o teu mundo vai brilhar independente de carrão,
Independente de milhão.

‘A felicidade provém do íntimo, daquilo que o Ser humano sente dentro de si mesmo’ Roselis Von Sass (graal.org.br)
Poeta

Poemas :  Refugio
REFUGIO
Autor: Salvatore Quasimodo
Italia 1901-1968.


Poeta y ensayista. Estudió literatura, griego y latín.
A partir de 1932 obtuvo su primer éxito con la publicación de "Oboe sumergido".
En Milán asumió la Cátedra de Literatura Italiana en el Conservatorio Giuseppe Verdi.
"La dulce colina", "Las horas", "Toma y da", "Discursos sobre la poesía", "Las cartas de amor" y "El poeta y el político", son algunos títulos importantes de su obra. Tradujo, entre otros, a Catulo, Virgilio, Shakespeare, Arghezi, Cummings, Aiken.
Obtuvo el título Honoris Causa por las Universidades de Messina y Harvard, y el Premio Nobel de Literatura en 1959.
Ésta es versión de… Carlos López Narváez.


Referencias útiles son…
https://es.wikipedia.org/wiki/Salvatore_Quasimodo
https://www.youtube.com/watch?v=EhPCU7Lvagc

Refugio

Al borde del tajo
se retuerce un pino
suspenso: curvado
cual una ballesta,
parece escrutar el abismo.

Las aves nocturnas
lo tienen de asilo;
y en horas profundas,
alas que se abaten
conturban el aire dormido.

Corazón en sombra:
suspenso tu nido
de una voz remota,
te pasas lo noche en atisbo.
Poeta