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No existe roble lo suficientemente grande, que pueda hacer sombra a una mujer brillante... No hay referencia magnífica a tomar en cuenta, para valorar la estatura humana de una mujer... No puede crearse una cosmovisión del universo, sin la mujer, menos aún hacerlo y de injustos pecar, ignorando su real valía, aportes, vida, luchas...
Valorar a la mujer es uno de los demonios a vencer, cuánto habría que reescribirse, tanto que perdonar, para acercarnos a una más justa inclusión de ella... Creo más en hacer un quiebre en las acciones, para caminar junto a ella, compartir, aprender, y abrazar con más vehemencia las nuevas utopías, para juntos recibir ilusionados las nuevas auroras.
Estas líneas son un tributo al inocultable valor, que representan las mujeres y que en mi vida, por supuesto, son muchas más que mi madre, tantas compañeras de sueños... mis hijas, mis hermanas, las amazonas y pensadoras de la sociedad justa, las que enternecen más que el alma y avivan las ansias por ser mejores.
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Poeta
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Só quero um amor que me traga paz e que me aproxime mais e mais de Deus...
Quero um amor que me faça ver, que o simples ato de viver já vale a pena.
Não quero um amor de alma pequena; um amor insalubre...
Não quero um amor rude, um amor intempestivo, um amor nocivo...
Quero um amor com saúde.
A.J. Cardiais 06.08.2018
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Poeta
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Sinto o efeito das pressas nas pessoas: Velozes, consomem tudo. Ferozes, destroem o mundo.
Foi-se o tempo em que havia calmaria... Ninguém para pra ler. Ocupar o tempo, lucrando alguma coisa, é um dever.
Dizem que "tempo é dinheiro". Eles querem todos ocupados, o tempo inteiro, para ganharem alguns trocados.
Então ficamos sem tempo para cuidarmos dos nossos "quadrados". É justamente por falta de tempo que seremos derrotados.
A.J. Cardiais 01.02.2010
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Poeta
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OCRE ENDRINO [Fauvista]
El anochecer ha purpureado por la nieve inquieta grisácea pesadilla del agua verdosa que en falso azulea rosácea.
Porque audaz abate a la bruma de blancura inofensiva con la dulzura rugosa del disimulo adornando a las quimeras con platearse.
En la memoria enrojecida por la mirada salada dorada de un marmóreo canto gris por el último bosque naranja.
Tanta tranquilidad amarilló almendrada, en la críptica invención rojinegra, defectuosa intratable, en la perplejidad roja de las horas azulosamente incisivas.
¡Vaya falacia plateada!. Blancuzco desacierto, en el camino de los años transparentes. ¡Vaya como ya amarillean los fracasos!. En la turbidez de los puentes colgantes.
Donde el hueco serena una campana, y purpurearán celosos los tigres, que tejen al símbolo que están azulando.
En la luna el limón es más sincero. Menos verde que sanguíneo. Por la tarde agitada de un gato carmín.
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
POST DATA: Información útil https://es.wikipedia.org/wiki/Fovismo y https://www.youtube.com/watch?v=HvNnc4s06sk y https://www.todocuadros.com.mx/estilos-arte/fauvismo/
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Poeta
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O bom da crônica é isto: a liberdade de escrever sobre qualquer coisa. Pode ser o assunto mais sério ou o mais bobo, o mais vulgar. Tudo serve para comentar. Até a falta de comentário. Dizem que a palavra “crônica” deriva da palavra grega “chronos”, que significa tempo. Então, se a crônica significa “tempo”, ela está com tudo: com o passado, o presente, o futuro, as horas, as eras, o sol (tempo bom) a chuva (tempo ruim)... E está acontecendo o tempo todo. O Tempo é tudo. Talvez seja por isso que tudo é um motivo para uma crônica.
Eu já li crônicas que, nas suas palavras, não queriam dizer nada. Mas no seu bojo traziam uma infinidade de ideias, e só quem gosta de ficar observando a vida, é que é capaz entender. Então os que não têm essa “visão especial”, devem achar uma besteira. Mas isso é bem da crônica. Tem tantas coisas “bobas” acontecendo por aí, e as pessoas nem percebem. O próprio tempo, por exemplo: o sol surge, passa por cima de nós, vai embora. E as pessoas já estão tão acostumadas com essa besteira, que só notam quando precisam dele, e ele não está lá para servi-las. Caso contrario, nem notariam sua presença ou ausência.
As pessoas vivem muito preocupadas com os seus afazeres, sonhando em ganhar dinheiro ou procurando esquecer-se das mazelas da vida. Então não têm tempo de ficar observando essas “besteiras de tempo”. Afinal, isso serve para quê? As pessoas só querem saber de coisas úteis, de coisas que possam vender ou, no mínimo, sirvam para debater numa roda de amigos. É por isso que assistem os BBBs da vida: para não ficarem por fora do bate papo. O importante é participar. Não interessa a importância do assunto. Aí, quem não gosta de ficar debatendo “BBBesteiras”, fica de fora observando as besteiras do tempo e aproveitando para escrever um crônica besta.
A.J. Cardiais 17.01.2012
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Poeta
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Cerco-me de bobagens para tapear minha vida, e pinto algumas passagens, tentando torna-la colorida.
A vida às vezes é dura e faz algumas traquinagens. Tem gente que se segura, e observa as mensagens.
Estamos aqui para quê? Para buscar o saber, ou para viver de prazer?
Quem conseguir resolver a equação do saber e prazer, é que sabe viver.
A.J. Cardiais 16.07.2017
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Poeta
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Gosto quando escrevo algo, e depois me embriago com o que escrevi.
A poesia está ai: no ato de se embriagar, sem beber, sem fumar, sem usar nenhum artefício.
Poetar não é um ofício... Poetar é um vício, difícil de explicar.
Tem poeta que ganha com isso. Mas é um acontecimento. Poesia não é um "invento"...
Poesia é um momento, que poucos conseguem enxergar.
A.J. Cardiais 11.08.2018
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Poeta
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Intentaré respirarte con más fuerza que el aire. Inhalarte tan fuerte y profundo que al exhalar ya no pueda perderte.
Si tú fuerza de atracción me atrapó de repente. Hoy orbito tus lunas. Intentando quedarme.
Quiero que seas mi guía en el sueño profundo y que cuando despierte aún me miré reflejado en tus ojos.
Eres instinto Y yo el cuerdo más loco Si enredado en tus brazos Choco contra tus labios Es porque por accidente No dejaré de quererte.
Acaricio sensaciones De lugares lejanos Que nunca he visitado.
Si escribir tu nombre en la playa Es borrarte con agua Cuando las olas me arrastren Para entonces ya me habré ido
Eres punto de fuga Y yo intercepción Si enredado en tus brazos Choco contra tus labios Es porque por accidente No dejaré de quererte.
Puedo oír tu voz rebobinada Atrapada en la cinta de un cassette...
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Poeta
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Poesia é uma besteira, que ninguém vê; que ninguém encara...
Quando o poeta, com sua tara, resolve escrever, o povo fala: Poesia é isso?
O povo quer algo difícil de acreditar. Mas a poesia está no ar, está no céu, está na terra está no mar... Está em todo lugar, e de diferentes formas.
Não existem normas, para que a pessoa fique em "estado de poesia.
A.J. Cardiais 11.08.2018
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Poeta
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>>G}{L}{U}{Ó}{N<< )))(Ciberpoesía)(((
¿XXXXXXXXXXXXXXX? ¿LiberTAD ó libertinAJE? ¿0000000000000000? G *L* GLUÓN *Ó* N
67 6c 75 f3 6e Se fue siguiendo los ojos, los sueños, el tiempo también se hizo polvo, nadando, al fondo ardiente. Luz. ¡Soy ciego! ¡Varias retinas alimentado he!. VmFyaWFzIHJldGluYXMgYWxpbWVudGFkbyBoZQ==
¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡ ¿ Libre ó libertino ? !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
67 6c 67 6c 75 f3 6e f3 6e
Se fué, tejiendo a los muertos el silencio, los pies también se hicieron espuma, desnudando, hojas al libro. Agua. ¡Soy sequía! ¡Ínfima gota destruído pasados he!. zW5maW1hIGdvdGEgZGVzdHJ17WRvIHBhc2Fkb3MgaGU=
&&&&&&&&&&&&&&& ¿ Auténtico ó apariENCIA ? $$$$$$$$$$$$$$$$$$$
Y ello se iba, al fondo del ápice antes de entrar al humo del siglo, ignorando el vacío de los ecos, como viento yerto.
ZWNvIHZpZW50byB5ZXJ0bw== ECOVIENTOYERTO
Esperando, desandar, por las nubes puentes, anudaba los recuerdos, como fieras finas, los sueños inútiles, forjando el aliento.
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Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
POST DATA: Información útilhttps://es.wikipedia.org/wiki/Ciberpoes%C3%ADay https://es.wikipedia.org/wiki/Gluon y https://es.wikipedia.org/wiki/ASCII
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Poeta
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