Poemas :  Mujer brillante
No existe roble lo suficientemente grande,
que pueda hacer sombra a una mujer brillante...
No hay referencia magnífica a tomar en cuenta,
para valorar la estatura humana de una mujer...
No puede crearse una cosmovisión del universo,
sin la mujer, menos aún hacerlo y de injustos pecar,
ignorando su real valía, aportes, vida, luchas...

Valorar a la mujer es uno de los demonios a vencer,
cuánto habría que reescribirse, tanto que perdonar,
para acercarnos a una más justa inclusión de ella...
Creo más en hacer un quiebre en las acciones,
para caminar junto a ella, compartir, aprender,
y abrazar con más vehemencia las nuevas utopías,
para juntos recibir ilusionados las nuevas auroras.

Estas líneas son un tributo al inocultable valor,
que representan las mujeres y que en mi vida,
por supuesto, son muchas más que mi madre,
tantas compañeras de sueños... mis hijas,
mis hermanas, las amazonas y pensadoras
de la sociedad justa, las que enternecen más
que el alma y avivan las ansias por ser mejores.
Poeta

Sonetos :  Quero um amor sadio
Só quero um amor
que me traga paz
e que me aproxime mais
e mais de Deus...

Quero um amor
que me faça ver,
que o simples ato de viver
já vale a pena.

Não quero um amor
de alma pequena;
um amor insalubre...

Não quero um amor rude,
um amor intempestivo,
um amor nocivo...

Quero um amor com saúde.

A.J. Cardiais
06.08.2018
Poeta

Poemas :  A derrota em calmaria
Sinto o efeito das pressas
nas pessoas:
Velozes, consomem tudo.
Ferozes, destroem o mundo.

Foi-se o tempo em que
havia calmaria...
Ninguém para pra ler.
Ocupar o tempo,
lucrando alguma coisa,
é um dever.

Dizem que "tempo é dinheiro".
Eles querem todos ocupados,
o tempo inteiro,
para ganharem alguns trocados.

Então ficamos sem tempo
para cuidarmos dos nossos "quadrados".
É justamente por falta de tempo
que seremos derrotados.

A.J. Cardiais
01.02.2010
Poeta

Poemas :  Ocre endrino...(Fauvista)
OCRE ENDRINO
[Fauvista]


El anochecer ha purpureado
por la nieve inquieta grisácea
pesadilla del agua verdosa

que en falso azulea rosácea.

Porque audaz abate a la bruma
de blancura inofensiva
con la dulzura rugosa del disimulo
adornando a las quimeras
con platearse.

En la memoria enrojecida
por la mirada salada dorada
de un marmóreo canto gris
por el último bosque naranja.


Tanta tranquilidad amarilló almendrada,
en la críptica invención rojinegra,
defectuosa intratable, en la perplejidad roja
de las horas azulosamente incisivas.

¡Vaya falacia plateada!. Blancuzco desacierto,
en el camino de los años transparentes.

¡Vaya como ya amarillean los fracasos!.
En la turbidez de los puentes colgantes.

Donde el hueco serena una campana,
y purpurearán celosos los tigres,
que tejen al símbolo que están azulando.


En la luna el limón es más sincero.
Menos verde que sanguíneo.
Por la tarde agitada de un gato carmín.


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez


POST DATA:
Información útil

https://es.wikipedia.org/wiki/Fovismo
y
https://www.youtube.com/watch?v=HvNnc4s06sk
y
https://www.todocuadros.com.mx/estilos-arte/fauvismo/
Poeta

Crónicas :  A liberdade da crônica
O bom da crônica é isto: a liberdade de escrever sobre qualquer coisa. Pode ser o assunto mais sério ou o mais bobo, o mais vulgar. Tudo serve para comentar. Até a falta de comentário. Dizem que a palavra “crônica” deriva da palavra grega “chronos”, que significa tempo. Então, se a crônica significa “tempo”, ela está com tudo: com o passado, o presente, o futuro, as horas, as eras, o sol (tempo bom) a chuva (tempo ruim)... E está acontecendo o tempo todo. O Tempo é tudo. Talvez seja por isso que tudo é um motivo para uma crônica.

Eu já li crônicas que, nas suas palavras, não queriam dizer nada. Mas no seu bojo traziam uma infinidade de ideias, e só quem gosta de ficar observando a vida, é que é capaz entender. Então os que não têm essa “visão especial”, devem achar uma besteira. Mas isso é bem da crônica. Tem tantas coisas “bobas” acontecendo por aí, e as pessoas nem percebem. O próprio tempo, por exemplo: o sol surge, passa por cima de nós, vai embora. E as pessoas já estão tão acostumadas com essa besteira, que só notam quando precisam dele, e ele não está lá para servi-las. Caso contrario, nem notariam sua presença ou ausência.

As pessoas vivem muito preocupadas com os seus afazeres, sonhando em ganhar dinheiro ou procurando esquecer-se das mazelas da vida. Então não têm tempo de ficar observando essas “besteiras de tempo”. Afinal, isso serve para quê? As pessoas só querem saber de coisas úteis, de coisas que possam vender ou, no mínimo, sirvam para debater numa roda de amigos. É por isso que assistem os BBBs da vida: para não ficarem por fora do bate papo. O importante é participar. Não interessa a importância do assunto. Aí, quem não gosta de ficar debatendo “BBBesteiras”, fica de fora observando as besteiras do tempo e aproveitando para escrever um crônica besta.

A.J. Cardiais
17.01.2012
Poeta

Sonetos :  Fechando o Cerco
Cerco-me de bobagens
para tapear minha vida,
e pinto algumas passagens,
tentando torna-la colorida.

A vida às vezes é dura
e faz algumas traquinagens.
Tem gente que se segura,
e observa as mensagens.

Estamos aqui para quê?
Para buscar o saber,
ou para viver de prazer?

Quem conseguir resolver
a equação do saber e prazer,
é que sabe viver.

A.J. Cardiais
16.07.2017
Poeta

Poemas :  Ato contínuo
Gosto
quando escrevo algo,
e depois me embriago
com o que escrevi.

A poesia está ai:
no ato de se embriagar,
sem beber, sem fumar,
sem usar nenhum artefício.

Poetar não é um ofício...
Poetar é um vício,
difícil de explicar.

Tem poeta que ganha com isso.
Mas é um acontecimento.
Poesia não é um "invento"...

Poesia é um momento,
que poucos conseguem enxergar.

A.J. Cardiais
11.08.2018
Poeta

Poemas :  Cassette
Intentaré respirarte con más fuerza que el aire.
Inhalarte tan fuerte y profundo
que al exhalar ya no pueda perderte.

Si tú fuerza de atracción me atrapó de repente.
Hoy orbito tus lunas.
Intentando quedarme.

Quiero que seas mi guía
en el sueño profundo
y que cuando despierte
aún me miré reflejado en tus ojos.

Eres instinto
Y yo el cuerdo más loco
Si enredado en tus brazos
Choco contra tus labios
Es porque por accidente
No dejaré de quererte.

Acaricio sensaciones
De lugares lejanos
Que nunca he visitado.

Si escribir tu nombre en la playa
Es borrarte con agua
Cuando las olas me arrastren
Para entonces ya me habré ido

Eres punto de fuga
Y yo intercepción
Si enredado en tus brazos
Choco contra tus labios
Es porque por accidente
No dejaré de quererte.

Puedo oír tu voz rebobinada
Atrapada en la cinta de un cassette...
Poeta

Poemas :  Em estado de poesia
Poesia é uma besteira,
que ninguém vê;
que ninguém encara...

Quando o poeta,
com sua tara,
resolve escrever,
o povo fala:
Poesia é isso?

O povo quer algo difícil
de acreditar.
Mas a poesia está no ar,
está no céu, está na terra
está no mar...
Está em todo lugar,
e de diferentes formas.

Não existem normas,
para que a pessoa fique
em "estado de poesia.

A.J. Cardiais
11.08.2018
Poeta

Poemas :  GLUÓN... (Ciberpoesía)
>>G}{L}{U}{Ó}{N<<
)))(Ciberpoesía)(((


¿XXXXXXXXXXXXXXX?
¿LiberTAD ó libertinAJE?
¿0000000000000000?
G
*L*
GLUÓN
*Ó*
N

67 6c 75 f3 6e
Se fue siguiendo los ojos, los sueños,
el tiempo también se hizo polvo,
nadando, al fondo ardiente. Luz. ¡Soy ciego!
¡Varias retinas alimentado he!.
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¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡
¿ Libre ó libertino ?
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

67
6c
67 6c 75 f3 6e
f3
6e

Se fué, tejiendo a los muertos el silencio,
los pies también se hicieron espuma,
desnudando, hojas al libro. Agua. ¡Soy sequía!
¡Ínfima gota destruído pasados he!.
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&&&&&&&&&&&&&&&
¿ Auténtico ó apariENCIA ?
$$$$$$$$$$$$$$$$$$$

Y ello se iba, al fondo del ápice
antes de entrar al humo del siglo, ignorando
el vacío de los ecos, como viento yerto.

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ECOVIENTOYERTO

Esperando, desandar, por las nubes puentes,
anudaba los recuerdos, como fieras finas,
los sueños inútiles, forjando el aliento.

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Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez


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Información útil

https://es.wikipedia.org/wiki/Ciberpoes%C3%ADa
y
https://es.wikipedia.org/wiki/Gluon
y
https://es.wikipedia.org/wiki/ASCII
Poeta