Poemas :  Abocanhando os sinais
Abocanhando os sinais
Estou aqui,
abocanhando os sinais de felicidade...
Pequenos sinais, na verdade:
o sol brilha, o tempo é frio,
venta um pouco,
lá embaixo passa um rio...

Eu rio agora,
mas alguém chora,
e eu não sei quem...

Esta questão me enrola...
Tento ir embora,
acompanhando o sol
que, sentindo-se tão só,
foi-se agora.
Só me restam nuvens negras.

Chuva... Esse é o sinal.
E lá vem ela...
Bela e feia,
combatida e adorada.
Ninguém sabe nada...
Na verdade, na verdade,
nem Deus sabe
como agradar a humanidade.

A.J. Cardiais
imagem: google
Poeta

Poemas de reflexíon :  No sé que tiene mi pueblo.
Con mis recuerdos voy, de mis recuerdos vengo
Anda conmigo el tiempo, no me bastan los silencios
Son gritos de los Muertos, de donde soy solo lamentos
No sé que tiene mi pueblo que nadie sale con vida
Herida tiene el alma, por no poder escapar
Se parece mucho a un infierno, aunque disimule ser el cielo
No se ve la mano de dios, solamente un cancerbero.

Por Conrado Augusto Sehmsdorf



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Poeta

Poemas :  LUMINANCIA... (Experimental Latín-español)
LUMINANCIA
(Experimental Latín-español)

I.-NATURA ET ARS NIHIL AGUNT FRUSTRA
Aún con fortaleza olfatear al fracaso,
sin desdeñar afosarse.
El fresco también se enfrasca,
como el frío en la nieve.

II.-NATURA NIHIL AGIT FRUSTRA
Alerta estar al aletazo,
sin azotar la puerta del viento,
de fletar nubes y flores vanas.
Ni afear alero encristalado,
con falta atroz hasta la falda,
al farol floral,
porque flote el faro.

III.-NATURA NON FACIT SALTUS
Bien cabe inepcia en canicie,
donde un naipe hace mapa.
Aunque la peca peque de pana,
donde la piña pica una cepa.
¡Bien el peine peina el calvo!.

IV.-NATURA SIMPLICIBUS GAUDET
Con paciencia la ciencia se hace,
y puede ser épico el ápice,
y el tifón trino sea el fruto,
con el frío en turno torne,
y el trío fino, frito agrande,
y con el fruto triunfe.
¡Uniendo al fondo altura!.
Con fortaleza incólume.

V.-NATURA MAXIME MIRANDA IN MINIMIS.
***

POST DATA:
I.-La naturaleza y el arte nada hacen en vano.
II.-La naturaleza nada hace en vano.
III.-La naturaleza no da saltos.
IV.-La naturaleza se complace en las cosas sencillas.
V.- La naturaleza es maravillosa sobre todo en las cosas pequeñas.
***
Referencia útil…

https://es.wikipedia.org/wiki/Luminancia
Poeta

Poemas :  ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Na aliança dos contras
Na alegria das crianças
Na fé dos incautos
No crer dos incrédulos?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No pão que nos alimenta
No alimento que não nutre
Nas mentiras que alegram
Nas verdades que magoam?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No pastor que não crê
No beato que só reza
No ateu que desconversa
No simples que agradece?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA/

No livro fechado
Na página aberta
Nas linhas escritas
Nas laudas em branco?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA/

Na mãe que amamenta
Na mulher com esperança
No pai que só luta e pena
No homem que não alcança?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No filho que é amado
Na filha não querida
No filho não entendido
Na mãe que esclarece?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Na troca com os amigos
Na solidão que revigora
No papo que enaltece
No riso que escarnece?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Na procura leal e insana
Na fé cega que engana
Na crendice que não cria
Na verdade que alimenta?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no jovem que só estuda
Está na jovem que só curte
Está na espera indesejada
Está no encontro que seduz?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no céu que nos acolhe
Está no sol que nos faz bem
Está na luz que bem ilumina
No escuro que não convém?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está na TV que só distorce
Está na vida que se escolhe
Está no mato que acalenta
Está na city que atormenta?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no pai que é ausente
Está na mãe que não nutre
Está no filho só em conflito
Está na filha que é alegria?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no ódio que muitos sentem
Está na indiferença dos desistentes
Está na esperança de quem sofre
Está na alegria dos persistentes?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Esta naquele que engana
Está naquela que rouba
Está naquele que se cala
Está naquele que não fala?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Esta naquele que não se sacia
Está naquele que só calúnia
Está naquele que só aborrece
Está naquele que a paz merece?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está naquele que desconfia
Está naquele que não sorri
Está naquele que se afasta
Está em quem ri e não devia?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no homem que se encolhe
Está na mulher que repudia
Está no velho que repulsa
Está no jovem que aprecia?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está na cobertura que alegra
Está na casa que não se vive
Está no barraco onde se canta
Ou na riqueza que não adianta?
 
ONDE ESTA A SABEDORIA?

Está no menino que brinca
Está no homem que lamenta
Está na tristeza sem vida
Está na vida que não alenta?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no visinho que se esconde
Está na presença que encanta
Está no gostoso do “Bom dia”
Está na cara feia que espanta?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Esta no muro que esconde
Está nas portas que se abrem
Está na mesa sempre posta
Está na mesa que não se come?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no silêncio dos covardes
Está nas palavras que só matam
Está no sorriso de quem engana
Está na seriedade de quem ama?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está na rua sem saída
Está na que dá em nada
Está na que só confunde
Está na que só aprazia?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no cego que sorri
Está no cego que não vê
Está naquele que só cega
Está naquele que mal vê?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Nos templos sem silêncio
Nas igrejas barulhentas
Nos ruídos das perfídias
Ou na verdade que dá paz?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Na fé que com dinheiro se paga
Na fé de quem dela se sustenta
Nas palavras que tem um custo
Ou nas palavras que são gratas?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No sorriso que só maldiz
No sorriso que escarnece
Nos sorrisos sem alegria
Nos olhos que só brilham?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Na mão que nos conduz
Na passada que nos atrasa
No andar sempre apressado
No caminhar de mãos dadas?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No astro que avistamos
No radar que não escutamos
No barulho do supersônico
No silêncio dos escafandros?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No rio que nos banhamos
No mar que apreciamos
No cruzeiro que nos leva
Ou na cadeira que balança?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No amor da querida esposa
No temor de quem odeia
No ciúme dos imaturos
Na certeza que trás beleza?
 
ONDE ESTA A SABEDORIA?

Na rede em que descanso
No trabalho que me cansa
Na lida que me trás renda
No dinheiro que sustenta?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No brilho dos teus olhos
No reflexo dos espelhos
Nas imagens dos retratos
Nos retratos já tão foscos?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No escuro de qualquer beco
Na luz opaca de uma praça
Em trilhas por toda a mata
Em caminhos de todo jeito?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No barulho que escuto
No cantar de todo grilo
Na luz dos vagalumes
Na lanterna que carrego?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No visinho que incomoda
Na policia que não fez nada
Na influência que acionei
Na mata serena que já foi?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Na conversa do colunista
Nos papos das cozinhas
No rádio que incomoda
No som que eu desligo?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No honesto que esconde
No malandro que só canta
Na dama que só dança
No bolero que entristece?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no que pensamos
Está no que tramamos
Está no que sentimos
Está no que amamos?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

'Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de sí mesmo' Roselis von Sass - graal.org.br
Poeta

Poemas :  Al unísono versátil...
AL UNÍSONO VERSÁTIL

Nunca vengo, y ahora el cielo,
extrañarme dice un sueño,
no recuerdo ni mis pies,
y sólo, el viento canta.

Acaparad la calma.
Acabarla alarma.
¡Agasajad la paz!
Al alma ablanda.

Nada sé. Me fui con mi pelo.
Dando al agua mi sed.
¡Ella sola se humedece!.
Mi traje de invierno espera.

Las alacranadas abrasan,
acalambran agarbanzadas.
Abarcarlas abarranca.
Agarrarlas agarrafa.

Soy el mismo, no tengo dudas,
las fabrico con el destino.
¡Que muere y continúa viviendo!
En la mesa, la silla y la cuchara.

Alada alaba al alba.
La abrava la abraza
La aclama la aclara.
Alargarla ala al alma.

En tanto la lluvia me viste,
en pocos segundos amarillo,
el sol la piel acaricia.
Y estos ojos ven poco.

Adapta al alma.
¡Aclamad la calma!.
Clama acatarla.
¡Al afamar la paz!.

Esperando la ventana mira,
los zapatos descalzos con hambre,
sueñan cada vez caminos,
con el mar en cada labio.


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
Poeta

Poemas de amor :  Matices de Colores
(Este poema está dedicado para todas las personas que creen en el amor a primera vista)
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Matices de colores
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Desde ese día por las mañanas
Cuando la luz me regala otro instante
Sé que las vidas no son profanas
Y ambiciono otro día como el que llegaste

El primer instante que posaste en mis pupilas
Matices de tu hermosa silueta
Espacio de mi mente que hoy habitas
Como tu ropa y tu aura color violeta

Pelo suelto, con un pequeño broche agarrado
Son sedas que yo nunca alcanzo
Cabello negro ondulado
Como las noches en que descanso

Castaños como prendas
Provocan miradas que en tus ojos vagan
Ojos como el licor de las almendras
Tan dulces, pero que embriagan

Labios delgados, como el rocío de la mañana
Matices rosas que alivian cuando los bebes
Efecto de nieve que engaña
Porque entre más lo haces más sed tienes

Tu rostro como un libro que se ha abierto
Como poemario que en la mente es repetido
Como verso que se inserta en el tiempo
Condenado por siempre a ser leído

Desde ese día por las mañanas
Cuando la vida me hace los favores
Abro los ojos y las ventanas
Y veo la vida, en matices de colores
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(Jorge Alfonso Ruiz Galindo)
Para Maricarmen
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Este poema se publicó en el libro "Sentimientos de Poeta" (España)
Poeta

Poemas de amor :  Locura
Locura acogeme en tu seno
Quítame la inconsistente palabrería
Porque quiero volar en libertad amando
y amando la libertad
Me engañarán los sentidos
Mi sueño me empuja
a vivir en el absoluto
Sentir , sentir el amor puro
No de limpio sino de eterno
en el todo
Más allá del firmamento
Energía fluyendo al centro
A quién pertenezco
No sé puede elegir maestro
Sin ser llamado a su hueco
¿Puesto que no posees la sabiduría
de que se jacta tu plexo?
Acepta las dádivas sin pavonearte
No clames a los nuevos Hérodes y Pilates
Pues la cruz en espera sigue clavada
Quédate muda y callada
Recobra las fuerzas del fuego en llamas
que ahoga tu garganta
Y con esa suprema energía
Evaporala
para que la recogan las nubes
se transporte y llueva
Bañe todas las secas tierras
Creando un verde mañana
Dónde la luz se extienda
Venciendo a la oscuridad
Llenando la noche de estrellas
dónde la inocencia , la alegría y
la calma
Nos hermane en el canto y la danza
Desterrando la lucha del cuerpo y alma
Amor sea el tejido con el que tejemos la manta
que como ofrenda y regalo
engendramos mientras deambulamos
e insertamos en el devenir humano
Del tiempo dependerá que huellas se enmarquen
y qué espacio eligan para manifestarse
Conscientes de que nuestro porvenir unido a sus fuerzas cabalga







Derechos reservados
02/12/2018


Dikia
Poeta

Poemas :  Octubre
Estaba echado yo en la tierra, enfrente
el infinito campo de Castilla,
que el otoño envolvía en la amarilla
dulzura de su claro sol poniente.

Lento, el arado, paralelamente
abría el haza oscura, y la sencilla
mano abierta dejaba la semilla
en su entraña partida honradamente

Pensé en arrancarme el corazón y echarlo,
pleno de su sentir alto y profundo,
el ancho surco del terruño tierno,
a ver si con partirlo y con sembrarlo,

la primavera le mostraba al mundo
el árbol puro del amor eterno.
Poeta

Poemas de sombríos :  Caminante
Caminante de las sombras, caballero de la vida
Con recuerdos que no sangran, con heridas en el alma
Caminante de caminos, que sin gloria ya no existen
Tempestades silenciosas, con lluvias que no mojan
Con miradas tenebrosas, con las manos apretadas
Corazones que no laten, va camino a cualquier parte.


Por Conrado Augusto Sehmsdorf


[img width=300]https://blogs.deia.eus/el-espacio-interior/files/2018/04/E1F69F17-49B8-4A7F-92E8-A4B415F51C99-291x300.jpeg[/img]
Poeta

Poemas :  ASSOBIANDO ALTO
ASSOBIANDO ALTO

Assobiando alto chamei os passarinhos
Emitindo paz e comida como chamariz
Fiz um bom "manjar" e recebi a sua vinda
Quanto milênio já não passou no tempo
De quando eles vinham comer na nossa mão
 
Tempos imemoriais que nem imaginamos
Em que  pirilando deveriam vir nos alegrar
Continuam alegres pois é da sua natureza
Mas na cidade só chegam como a mendigar
 
Cantando vinham nas mãos em plena natureza
Pois não eram mortos como simples brincadeira
Ainda bem que eu sempre fui ruim de pontaria
Quando criança deste mal não me davam conta
Então desse mal agir não preciso ter lembrança

'Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo -graal.org.br
Poeta