Mar donde navega mi velero llamado ilusión Navega en tus aguas turbias y sin rumbo Donde el faro que lo guía son tus lindos ojos Nadia mi velero tiene la ilusión de llegar a tu puerto.
El mar suena muy fuerte, se escuchan en las olas, mis canciones Se escucha la música de mi guitarra, cuando te canto Suenan las notas, de este gran amor que siento por ti Aquella linda música va de ola en ola, cantante tu canción.
Aquel mar es tan inmenso, como el amor que tengo por ti Si navegaras por las olas de este inmenso mar Escucharías a los peces cantar, con el hermoso sonido de las olas Se escucharía mi canto de amor por ti.
El mar es una fuente de inspiración y junto con la luna y las estrellas Se pueden escribir lindas canciones, versos que hablan de ti Notas que alcanzan su clímax con las olas del mar Olas que acompañan a mi guitarra cuando te canto.
Quisiera navegar por los 7 mares en mi velero junto a ti Que descubramos juntos, los secretos y paraísos que tiene el mar Que nos empapen las olas de tanto amor Que las olas del mar nos lleven, a la isla más hermosa y ahí podernos amar, Nadia.
Um quarto com uma decoração um pouco efeminada. No quarto vemos um rapaz de aproximadamente 27 anos. Ele se chama Alejandro. Ele está escrevendo em seu diário. Ele logo fica entediado, fecha o diário e dá alguns passos até a janela. Ele fica de costas por uns dois minutos cantarolando baixinho. Logo vemos uma cadeira em seu quarto começar a levitar. Ele dá alguns passos para a direita no quarto e a cadeira cai no chão sem fazer barulho. Ele então pega em uma gaveta um álbum de fotografias, abre-o e começa a vê-lo. Logo a cadeira novamente começa a levitar e ele sem olhar para cima. Ele fecha o álbum e a cadeira volta a ficar no chão. Ele volta para onde estava. Ele então deita na cama, fecha os olhos por cinco minutos e a cadeira volta a levitar. Quando ele abre os olhos, a cadeira já está no chão. Ele suspira, levanta-se da cama e vai até uma escrivaninha onde há uma maçã. Ele pega a maçã, olha para ela, e desiste de comê-la. Ele então vai até a mesma janela e fica novamente de costas e a cadeira novamente faz o mesmo que antes. Depois que ele se vira, a cadeira está no chão. Alejandro então pega uma gaita e começa a tocá-la, enquanto ele toca desapercebido a cadeira começa novamente a levitar. Ele toca a gaita por uns dez minutos, e então ele pára de tocar a gaita e então a cadeira faz o mesmo que antes. Mais duas vezes Alejandro vai pela janela, e escusado será dizer que a cadeira foi novamente para o alto. Alejandro então decide sair, mas ouve uma voz de sua casa.
Voz- Alejandro! Preciso de sua ajuda, por favor venha me ajudar.
Alejandro- Cáspite! Minha mãe novamente com problemas de leitura. Uma hora agora para ajudá-la em seu francês.
Ele veste um casaco e sai do quarto. Vemos a cadeira novamente levitar. Ouvimos uma voz.
Voz- Distraído... Mal sabe ele que ele fez a cadeira levitar umas sete vezes e nem percebeu.
Los rayos de luna pigmentan de brillo tu piel, el eco de un beso del ayer camina descalzo sobre espinas.
Te buscaré; en la tinta de mis poemas, pero el último beso me encarcela en mis noches sin estrellas.
Te buscaré; en mis lágrimas indigentes, pero la madrugada desvistió la luz de mi más dulce mirada.
Sigo el compás de tus huellas pero mi sonrisa se ahogó en una de mis lágrimas, en cada esquina del silencio de la noche naufrago muriendo por arrullarme en tus labios.
Muero por beber de tu respiración agitada más solo queda perfumar la flor de tu ausencia, tus recuerdos es mi única oración, olvidamos la promesa sin palabras de nunca rasgarnos el corazón pero tú duermes en otros brazos.
Entre tantos besos tus ojos presumidos, únicos, irrepetibles me hacen encender la llama del futuro corazón que es inundado por tus dedos deslizas locura penetras mis sentidos me quedo contigo y que la vida siga.
Sera tu piel tu aroma a libertad todo el conjunto de tu cuerpo que me lleva al exceso de no querer dejarte.
Uma sala bem mobiliada com duas portas laterais e uma na frente. A porta da frente leva a um quarto. Em cena há dois homens. Um chamado Florian e outro Frederik. Eles estão impaciente e olham para os próprios relógios.
Florian- Estamos aqui há quase meia hora. Minha irmã, mãe e sua esposa simplesmente não conseguem se decidir o que vestir para o baile.
Frederik- Não preciso nem dizer que isto é a mania mais feminina de todas, não?
Florian- Mesmo assim, deste jeito chegaremos atrasados ao baile.
Frederik- Não vejo problema nisso. Seria até bom para nós.
Florian- Para horários sou como os ingleses, detesto atrasos. Mas creio que daqui a cinco minutos elas saem do quarto.
Frederik- Ou não. Mas me diga, Florian, você está mesmo empolgado para ir a este baile?
Florian- Nenhum pouco, meu caro. Estou indo por causa de minhas irmãs e mãe. Mas gostaria de ficar em casa esta noite.
Frederik- E tem mais um baile semana que vem que teremos que ir.
Florian- Farei de tudo para escapar desse. Nem que eu comece a jogar e fumar com os amigos.
Frederik- Já faço isso, mas se eu não ir, sabe o que acontece, não?
Florian- Você poderia realmente escapulir por algumas horas, mas acho que por causa dessa ansiedade delas será muito difícil.
Frederik- Há dias estou ouvindo de minha mulher sobre este baile. Sabe como detesto ouvir a mesma coisa mais de uma vez, não sabe?
Florian- Oh, sei, e nisso sou igual a ti. Mas elas estão empolgadas e elas idealizam os bailes. Você deveria saber disso.
Frederik- Sei, e já fui a dezenas de bailes sabendo disso, e parece que não consigo pensar em nada para me livrar deles.
Florian- Ainda bem que são apenas os bailes. Um amigo meu tem uma mãe que tem... Bom, digamos que ela tem o que eu chamo de doença social. Ele tem que acompanhá-la a casamentos, velórios, batismos, piqueniques, óperas, etc. Ele muitas vezes está até mais contrariado do que estamos aqui.
Frederik(decepcionado)- Pobre coitado, mas eu ainda hei de arranjar um jeito de me livrar de ir a lugares que não quero com minha esposa.
Florian- Se me permite ser sincero, poderá arranjar conflitos com tua mulher. Com minha mãe estou acostumado a ter certas rusgas, mas eu te aconselho a ir a esses lugares, ou então, torcer para que sua mulher se torne mais introspectiva e caseira.
Frederik- Impossível, meu caro Florian. Minha mulher também tem a tal da doença social. Ela não consegue passar uma semana sem ir a algum lugar.
Florian- Isso prova que ela mesmo com os conflitos da vida consegue superá-los na companhia das pessoas.
Frederik- Sim, é o que parece. Mas me diga, você realmente sai sempre com sua mãe e irmã? Porque parece que elas são vistas algumas vezes desacompanhadas.
Florian- Consigo fugir algumas vezes, mas é raro agora, principalmente porque minha mãe agora está mais empolgada com todo tipo de eventos.
Frederik- Imagino. Minha esposa também está assim.
Florian- Primavera também, você sabe como elas ficam alvoroçadas nesta estação.
Frederik- Sim, eu sei, elas...
Neste momento a porta se abre e três belas mulheres saem.
Saskia- E então meu caro filho Florian, como estou? (Ela dá duas voltas exibindo o vestido).
Florian- Belíssima mamãe. Nunca a vi tão bela como hoje.
Veerle- E quanto a mim, meu irmão? (Faz o mesmo que a mãe).
Florian- Tão bela quanto as flores de nosso país na mais dileta primavera.
Veerle sorri encantada.
Wilhelmina- Veja querido Frederik como estou bela também.
Frederik (sorri encantado) - Sim, minha linda. Nunca te vi tão bela. Estou muito orgulhoso de ti.
Saskia- Vamos logo, creio que estamos atrasadas. O carro já está pronto, Florian?
Florian- Sim, mamãe.
Veerle- Vamos, estou ansiosa por este baile. Creio que haverá boas surpresas.
Florian dá os dois braços. Sua mãe do lado direito segura o braço, e o mesmo faz sua irmã no esquerdo. Frederik acompanha sua mulher segurando-a pela cintura. Todos saem. Ouve-se um pequeno barulho de ventania pela casa, mas nada muito preocupante. O pano desce.
Llegaste a mí. Tu silencio atronador, rompió nuestros espíritus. Sin promesas, ni pactos que nos comprometieran. Besé tus manos, tu frente, tu boca. Hielo profundo eran tus labios, Sonrisa de hiel ante tu farsa Mi piel trémula suplicaba un momento más. Tu abrazo cerró mis párpados. Contuvieron mis lágrimas pero en torrente desbocado brotaban sin parar Resignada mis manos abrí. No quise verte marchar ni escuchar tu última palabra tu figura se perdió en la bruma de mis olvidos
Tantas cosas que tenemos, y no las ves Tantas cosas que perdemos Por miedo a perder Tantas barreras nos ponemos Y luego intentamos caer de pie ¿De qué te sirve soñar Sí luego no quieres crecer? Las pérdidas a la larga te dan poder Aprendes a ser fuerte y a creer La gente que se ha ido ya no va a volver Pero todavía hay algunas que te pueden remover Así que no creas que el amor es ajedrez Donde siempre muere el peón por un rey Porque el amor no se rige por ninguna ley Y hasta el más fuerte cae en otros pies Sólo tienes que dejar volar esa cometa Que algunos la llaman "confiar" Sólo piensa que el que te sostenga No quiere que el viento te arrastre a otro lugar Y es que a veces no hay más razón Que desprenderse de la razón Y escuchar el susurro de los latidos Dejar que emanen tus sentidos Y mandar al miedo por donde ha venido Y apostar por este As a ser feliz Que la vida sólo va en un sentido Y el tren no esperará por ti...
Estudiar te dignifica, tu ser, tu templo, edifica, aprender es el camino que te guía por leal destino.
El prepararse en la vida, en sociedad, es medida, cultivarse hay que querer porque el saber es poder.
Buen conocimiento llega al que a los libros se apega, sapiencia de una persona brinda intelectual aroma.
Educarte es observar, investigar, razonar, usar internet, la ciencia, con ahínco, con conciencia.
Elementos esenciales brindan las humanidades, hacen que lo oscuro afrontes ampliando tus horizontes.
No asistir bien a la escuela deja insalvable secuela, la ignorancia solo cura la instrucción y la cultura.
Sigue pauta del Maestro en la enseñanza el más diestro, progresa en mente también por el camino del bien.
Pinta tu alma de estudiante ser humano, ser radiante, agiliza el fiel cerebro, tu inteligencia celebro.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 17 de noviembre del 2018 Dedicado a mis nietos, Marijose y Mayté, ambas de apellidos Rodríguez Ramos, e Ian Santiago Mora Ramos . . . Reg. SEP Indautor No. (en trámite)