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A Família ao Lado
Curta Metragem VII
Fade in:
Créditos Iniciais
Os Créditos deverão mostrar imagens de famílias em todas as situações possíveis: Alegria, luta, conflito, amor, etc.
1. Casa de Miguel/Sala. Int. Noite
Miguel, um homem de 23 anos está assistindo televisão com seus dois irmãos: Clara(7) e Henrique(12). Eles assistem um desenho animado.
Miguel- Vocês veem o quanto há de violência nos desenhos?
A CAM mostra o detalhe de um desenho batendo em outro.
Clara- Mas os desenhos são assim mesmo. Você não vai ficar implicando igual a mamãe, vai?
Miguel- Não, mas eu me preocupo com o que vocês vêem.
Vemos na tv os desenhos batendo um no outro.
Miguel- O que vocês querem comer?
Henrique- Eu quero Sucrilhos com iogurte!
Miguel- E você, Clara?
Clara- O mesmo!
Miguel levanta do sofá. Ele vai até a cozinha.
2. Cozinha na casa de Miguel.Int. Noite
Miguel pega o sucrilhos no armário. Ele então pega duas tigelas limpas na pia. Ele pega o iogurte na geladeira. Ele coloca o sucrilhos da caixa nas tigelas e mistura com o iogurte. Ele pega as tigelas e leva até a sala.
3. Sala na Casa de Miguel. Int. Noite
Miguel entra na sala. Os seus dois irmãos continuam assistindo televisão hipnotizados por ela.
Miguel- Aqui está o que pediram.
Ele coloca as duas tigelas na frente de Henrique e Clara. Eles comem o sucrilhos.
Clara- Miguel, vem assistir desenho conosco.
Henrique- É Miguel. Você não gosta mais de desenhos?
Miguel- Gosto, mas agora vou ali e já volto.
Corta para:
4. Jardim na Casa de Miguel. Ext. Noite
Miguel vai até o jardim. No jardim há uma espécie de mureta que vai para a casa do vizinho.
Corta para:
5. Sala da casa ao lado.Int. Noite
Um homem chamado Cláudio está lendo o jornal. Uma menina chamada Amanda desce as escadas.
Amanda- Papai, eu gostaria tanto de conversar hoje com o Miguel.
Cláudio- Você já fez seus deveres hoje?
Amanda- Todos. Um por um, eu fiz. Posso falar com ele?
Cláudio- Ah, Amanda, você poderia ficar aqui. Ele está lá com os irmãos cuidando de cada um deles.
Amanda- E você sabe o quanto eu gosto de estar perto dos irmãos dele.
Cláudio- Deixo ir se me prometer que não vai voltar tarde.
Amanda- Não voltarei, papai. Fique tranquilo que estarei aqui antes das onze.
Cláudio- Pode ir então.
Amanda se aproxima de Cláudio e o beija na face. Ele fica todo vermelho.
Corta para:
6. Jardim da casa de Miguel. Ext. Noite
Amanda acaba pulando a mureta que separar as duas casas.
Miguel- Achei que ia passar a noite toda cuidando de meus irmãos e vendo desenhos.
Amanda- Não se depender de mim.(Ela vai até ele e o beija no rosto).
Miguel- Quer entrar ou deseja ficar um pouco aqui no jardim?
Amanda(Esfrega as mãos)- Desejo entrar. Estou morrendo de frio.
Miguel- Vamos, então.
Miguel e Amanda vão para dentro da casa.
7. Casa de Miguel/Sala. Int.Noite
Amanda e Miguel entram na sala. Os irmãos de Miguel ainda assistem TV e comem sucrilhos.
Miguel- Viu, Amanda? É isso que tenho que ver quase todos os dias. Os meus dois irmãos na TV direto.
Amanda-Ah, Miguel, não reclama. Eles são crianças. É natural que aconteça isso.
Clara se volta para Miguel.
Clara- Miguel, onde você estava, meu irmão?
Miguel- Estava conversando com a Amanda. Não vão dizer oi a ela?
Henrique e Clara(olhando a TV)- Olá, Amanda.
Miguel(a Amanda)- Não quer ir para o meu quarto?
Amanda- Seria melhor. Eles não vão nos dar nenhum pouco de atenção com a TV ligada.
Miguel- Vamos. Eles estão hipnotizados demais para nos dar algum tipo de atenção.
Miguel e Amanda saem da sala. Close na televisão mostrando um desenho do Picapau. Clara e Henrique continuam assistindo televisão. Ouvimos um toque de telefone, mas Clara e Henrique não percebem.
Créditos Finais
Fim
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Poeta
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A Família ao Lado
Curta Metragem VII
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Créditos Iniciais
Os Créditos deverão mostrar imagens de famílias em todas as situações possíveis: Alegria, luta, conflito, amor, etc.
1. Casa de Miguel/Sala. Int. Noite
Miguel, um homem de 23 anos está assistindo televisão com seus dois irmãos: Clara(7) e Henrique(12). Eles assistem um desenho animado.
Miguel- Vocês veem o quanto há de violência nos desenhos?
A CAM mostra o detalhe de um desenho batendo em outro.
Clara- Mas os desenhos são assim mesmo. Você não vai ficar implicando igual a mamãe, vai?
Miguel- Não, mas eu me preocupo com o que vocês vêem.
Vemos na tv os desenhos batendo um no outro.
Miguel- O que vocês querem comer?
Henrique- Eu quero Sucrilhos com iogurte!
Miguel- E você, Clara?
Clara- O mesmo!
Miguel levanta do sofá. Ele vai até a cozinha.
2. Cozinha na casa de Miguel.Int. Noite
Miguel pega o sucrilhos no armário. Ele então pega duas tigelas limpas na pia. Ele pega o iogurte na geladeira. Ele coloca o sucrilhos da caixa nas tigelas e mistura com o iogurte. Ele pega as tigelas e leva até a sala.
3. Sala na Casa de Miguel. Int. Noite
Miguel entra na sala. Os seus dois irmãos continuam assistindo televisão hipnotizados por ela.
Miguel- Aqui está o que pediram.
Ele coloca as duas tigelas na frente de Henrique e Clara. Eles comem o sucrilhos.
Clara- Miguel, vem assistir desenho conosco.
Henrique- É Miguel. Você não gosta mais de desenhos?
Miguel- Gosto, mas agora vou ali e já volto.
Corta para:
4. Jardim na Casa de Miguel. Ext. Noite
Miguel vai até o jardim. No jardim há uma espécie de mureta que vai para a casa do vizinho.
Corta para:
5. Sala da casa ao lado.Int. Noite
Um homem chamado Cláudio está lendo o jornal. Uma menina chamada Amanda desce as escadas.
Amanda- Papai, eu gostaria tanto de conversar hoje com o Miguel.
Cláudio- Você já fez seus deveres hoje?
Amanda- Todos. Um por um, eu fiz. Posso falar com ele?
Cláudio- Ah, Amanda, você poderia ficar aqui. Ele está lá com os irmãos cuidando de cada um deles.
Amanda- E você sabe o quanto eu gosto de estar perto dos irmãos dele.
Cláudio- Deixo ir se me prometer que não vai voltar tarde.
Amanda- Não voltarei, papai. Fique tranquilo que estarei aqui antes das onze.
Cláudio- Pode ir então.
Amanda se aproxima de Cláudio e o beija na face. Ele fica todo vermelho.
Corta para:
6. Jardim da casa de Miguel. Ext. Noite
Amanda acaba pulando a mureta que separar as duas casas.
Miguel- Achei que ia passar a noite toda cuidando de meus irmãos e vendo desenhos.
Amanda- Não se depender de mim.(Ela vai até ele e o beija no rosto).
Miguel- Quer entrar ou deseja ficar um pouco aqui no jardim?
Amanda(Esfrega as mãos)- Desejo entrar. Estou morrendo de frio.
Miguel- Vamos, então.
Miguel e Amanda vão para dentro da casa.
7. Casa de Miguel/Sala. Int.Noite
Amanda e Miguel entram na sala. Os irmãos de Miguel ainda assistem TV e comem sucrilhos.
Miguel- Viu, Amanda? É isso que tenho que ver quase todos os dias. Os meus dois irmãos na TV direto.
Amanda-Ah, Miguel, não reclama. Eles são crianças. É natural que aconteça isso.
Clara se volta para Miguel.
Clara- Miguel, onde você estava, meu irmão?
Miguel- Estava conversando com a Amanda. Não vão dizer oi a ela?
Henrique e Clara(olhando a TV)- Olá, Amanda.
Miguel(a Amanda)- Não quer ir para o meu quarto?
Amanda- Seria melhor. Eles não vão nos dar nenhum pouco de atenção com a TV ligada.
Miguel- Vamos. Eles estão hipnotizados demais para nos dar algum tipo de atenção.
Miguel e Amanda saem da sala. Close na televisão mostrando um desenho do Picapau. Clara e Henrique continuam assistindo televisão. Ouvimos um toque de telefone, mas Clara e Henrique não percebem.
Créditos Finais
Fim
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Poeta
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1 Tanto tiempo y hoy siento Que las verdaderas huellas de tu hallazgo Fueron mis propias pisadas Ciego en el hecho de encontrarte. ******************
2 Recuerda que tienes la vida La única que comprende tus dolores Y se alegra en tus aciertos Que grita, reza y bebe Bajo un mismo techo Y se alía a tu conciencia Comprendiendo tu demencia.
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Poeta
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Ya tomada la protesta vámonos para la fiesta al centro de la Ciudad con su majestuosidad.
Cielo limpio despejado gran banquete preparado, “Amlofest” felicidad, alegre show, variedad.
La plaza completa llena emotiva tal verbena, Andrés Manuel, Presidente, fue dichoso entre su gente.
Los pueblos originarios se reunieron, muy gregarios, en el Zócalo escenario del culto al neo-mandatario.
A los dioses consagrado después de que fue sahumado con bastón de mando en mano, inmerso en su ser humano.
Dando al pueblo fiel discurso repetitivo sin curso López altivo, encumbrado, dijo orgulloso, extasiado.
En paroxismo grotesco: “yo ya no me pertenezco . . . soy de Ustedes, soy del pueblo . . .”, ¿qué ocurrirá en su cerebro?
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 03 de diciembre del 2018 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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“De la canción . . . lustre, brillo.”
Jamiltepec, sentimientos, centuria mil novecientos diecinueve, por cierto año, día caliente sol de antaño.
Dos de diciembre la fecha de la poesía, de la endecha, armónicas melodiosas como lo exigen las Diosas.
Trinaron aves canoras muy rítmicas bien sonoras, silbó bello esa mañana una calandria castaña.
Hace un siglo, aquí les digo con el Creador por testigo y también Santa Cecilia, los músicos, su familia.
Álvaro Carrillo nace virtuosísimo con clase para brindarnos canciones, las “chilenas”, sus pasiones.
“El Camalote” lo mece, tal ranchería se estremece “Cacahuatepec”, Oaxaca, coplas de oro, son de laca.
En “La Negra Cortijana” polifonía para dama, afroamericano reto “La Amuzgueña”, “El Amuleto”.
Que hoy se trove en Costa Chica con tonada excelsa rica en matices musicales de inspirados manantiales.
Recordemos al autor, al genial compositor de trescientas melodías de tristezas, alegrías.
Al que pautó el “Charco Choco”, “lingo, lingo”, poco a poco, que engrandeció a “Pinotepa” pieza regional de cepa.
Recordemos al cantor, al bardo, al Gran Señor de la pista, el escenario, al “Andariego” del radio.
Al humilde “Cancionero” del bolero misionero, al “Negro de Costa Chica”, “Sabor a mí” así lo indica.
Recordemos al bohemio que nació con Don, con premio, “Sabrá Dios” romanticismo convertido en misticismo.
A “San” Álvaro Carrillo que le diera lustre, brillo, a la canción mexicana con la nota más lozana.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 02 de diciembre del 2019 Salvo las expresiones: “De la canción, lustre, . . . brillo”, “chilenas”, “El Camalote” y “San”, todas las demás palabras y frases entrecomilladas, son de la inspiración de Don Alvaro Carrillo . . . Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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Me voy pues he entendido que tú no eres para mí, lo comprendi y lo acepte, me despido de ti pues ya no tiene caso seguir a si, a veces es bueno empezar de nuevo, ilusionarse otra vez.
Me despido, pero no me quejo, al contrario te agradezco porque gracias a ti descubrí un hermoso mundo el cual es la escritura, gracias a ti conocí a grandes personas que comparten la pasión de escribir, cada quien a su estilo, pero son escritores únicos .
Me voy para empezar de nuevo, me voy lejos, no sé adónde, emprenderé este nuevo viaje solo, como cuando llegue, será mi aventura nueva, empezar de nuevo nunca fue tan malo.
Me despido de ti, pero no te olvidaré, serás parte de mis pensamientos, pero hasta ahí, ya no te escribiré pues sería malo para los dos, me despediré de ti, para ya no escribirte, solo te recordare como algo único y hermoso.
Me voy de tí, para ya no sufrir, para que tú también seas libre y puedas volar lo más alto posible, me voy con el corazón destrozado pero no importa pues fui feliz y eso es lo que importa.
Me despido de tí, espero que tú vuelves y encuentres tu verdadero camino, me despido agradeciéndote, por conocerte, por esos momentos breves pero llenos de felicidad, me despido por qué es necesario.
Me voy para seguir soñando, para seguir evolucionando y sobre todo seguir escribiendo, me voy en busca de inspiración para seguir escribiendo hermosas historias.
Me despido de ti, sin antes decirte que fuiste en algún punto de mi vida, lo más importante en mi vida, fuiste mi inspiración y te lo agradezco mucho, pero con el dolor de mi corazón me despido de ti, para que tú continúes con tu camino.
Me voy con la frente en alto, se que serás muy feliz y eso me tranquiliza, me voy muy lejos y espero que un día me olvides para que nunca dudes y puedas ser feliz.
Me despido de ti, aunque nunca te olvidaré, siempre te recordare, hasta pronto, me voy de ti.
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Poeta
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En Congreso de la Unión tuvo lugar la reunión, López careció de altura pa’ tan alta investidura.
Sí, fue toma de protesta de adversidad manifiesta contra el neoliberalismo, mismo al que mandó al abismo.
Con su perorata de odio bien ubicado en el podio, mas, exhortó a perdonar, a reiniciar sin olvidar.
El discurso fue un resumen que condensa, que subsume, todas aquellas promesas de sus campañas aviesas.
Cuando escuché al Presidente en forma más que elocuente decir el “me canso ganso” claro como en un remanso.
Me ubiqué en lo más soñado, en el momento deseado se acabó la corrupción, cualquier crisis y la inflación.
Adiós a toda la inseguridad con solo la honestidad de Amlo, con su presencia, México será potencia.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 02 de diciembre del 2018 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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Era uma tempestade terrível, Forte e totalmente catártica, Era também uma tempestade feia.
Os sonhos e pesadelos terríveis Desfaziam-se em sigilosas preces Que eram entoadas por monges.
Mas a tempestade era uma benção.
Pois tinha tudo que precisava e ainda mais!
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Poeta
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Era uma tempestade terrível, Forte e totalmente catártica, Era também uma tempestade feia.
Os sonhos e pesadelos terríveis Desfaziam-se em sigilosas preces Que eram entoadas por monges.
Mas a tempestade era uma benção.
Pois tinha tudo que precisava e ainda mais!
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Poeta
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Era uma tempestade terrível, Forte e totalmente catártica, Era também uma tempestade feia.
Os sonhos e pesadelos terríveis Desfaziam-se em sigilosas preces Que eram entoadas por monges.
Mas a tempestade era uma benção.
Pois tinha tudo que precisava e ainda mais!
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Poeta
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