Cuentos :  Os Mortos que Apontavam para Cima
Os Mortos que Apontavam para Cima
Os Mortos que Apontavam para Cima




Num vilarejo da Ucrânia havia um certo povo que quando morria tinha algumas peculiaridades. Primeiro, eles ficavam rosa quando morriam, depois foi explicado que isso tinha a ver com uma enzima que ainda ficava ativa por quase duas horas e que levava algum tempo a ser completamente desligada. Depois, eles não ficavam totalmente duros, mas um pouco moles e alguns corpos oscilavam. Depois, eles falavam algumas vezes durante o enterro, mas apenas palavras com, então era um diálogo totalmente estranho como: Amor, amora, anseio, amparo, etc. E por último, eles apontavam para cima, e uma mão deles ficava sempre para baixo. Ninguém conseguia colocar nenhuma explicação plausível, e não havia registros de pessoas que conseguiram precisar quando acontecera, o que era mais comum era que não acontecia com as crianças mortas, apenas com os adultos dos dois sexos. Eles então esperaram para que alguém pudesse explicar, mas isso não aconteceu, e continuou por mais vinte anos, até que esse costume foi trocado por um símbolo invertido que mostrava a face de um pequeno gato. Então eles decidiram cremar todos os mortos no momento que morriam, todos eles, e então nenhum sinal mais apareceu em nenhum morto.
Poeta

Cuentos :  Os Mortos que Apontavam para Cima(Miniconto)
Os Mortos que Apontavam para Cima(Miniconto)
Os mortos que apontavam para cima




Num vilarejo da Ucrânia havia um certo povo que quando morria tinha algumas peculiaridades. Primeiro, eles ficavam rosa quando morriam, depois foi explicado que isso tinha a ver com uma enzima que ainda ficava ativa por quase duas horas e que levava algum tempo a ser completamente desligada. Depois, eles não ficavam totalmente duros, mas um pouco moles e alguns corpos oscilavam. Depois, eles falavam algumas vezes durante o enterro, mas apenas palavras com, então era um diálogo totalmente estranho como: Amor, amora, anseio, amparo, etc. E por último, eles apontavam para cima, e uma mão deles ficava sempre para baixo. Ninguém conseguia colocar nenhuma explicação plausível, e não havia registros de pessoas que conseguiram precisar quando acontecera, o que era mais comum era que não acontecia com as crianças mortas, apenas com os adultos dos dois sexos. Eles então esperaram para que alguém pudesse explicar, mas isso não aconteceu, e continuou por mais vinte anos, até que esse costume foi trocado por um símbolo invertido que mostrava a face de um pequeno gato. Então eles decidiram cremar todos os mortos no momento que morriam, todos eles, e então nenhum sinal mais apareceu em nenhum morto.
Poeta

Cuentos :  Os Mortos que Apontavam para Cima(Miniconto)
Os Mortos que Apontavam para Cima(Miniconto)
Os Mortos que apontavam para Cima




Num vilarejo da Ucrânia havia um certo povo que quando morria tinha algumas peculiaridades. Primeiro, eles ficavam rosa quando morriam, depois foi explicado que isso tinha a ver com uma enzima que ainda ficava ativa por quase duas horas e que levava algum tempo a ser completamente desligada. Depois, eles não ficavam totalmente duros, mas um pouco moles e alguns corpos oscilavam. Depois, eles falavam algumas vezes durante o enterro, mas apenas palavras com, então era um diálogo totalmente estranho como: Amor, amora, anseio, amparo, etc. E por último, eles apontavam para cima, e uma mão deles ficava sempre para baixo. Ninguém conseguia colocar nenhuma explicação plausível, e não havia registros de pessoas que conseguiram precisar quando acontecera, o que era mais comum era que não acontecia com as crianças mortas, apenas com os adultos dos dois sexos. Eles então esperaram para que alguém pudesse explicar, mas isso não aconteceu, e continuou por mais vinte anos, até que esse costume foi trocado por um símbolo invertido que mostrava a face de um pequeno gato. Então eles decidiram cremar todos os mortos no momento que morriam, todos eles, e então nenhum sinal mais apareceu em nenhum morto.
Poeta

Poemas : 


Fuiste tú….
Quien llenó mis días de calor y sol
Fuiste tú…
Guardian de mi corazón
que arrancaste la tristeza de mis días sin sabor.

Imaginé maravillas cuando te vi marchar…
Te seguí con mis ojos
hasta que la distancia devoró tu espalda,
llevándose los últimos vestigios de este amor.

El alba trajo nuevos renaceres,
ilusiones transformadas.
Hundí la mirada
en el mar agitado de mis ansias
y un tenue resplandor,
acarició mi rostro.
Deshice… poco a poco
tu ausencia en pétalos de algarabía.

Fuiste tú…
quien levantó mis alas y me hizo volar…
Fuiste tú…
ángel de mi alma, quien alzo vuelo
y yo aquí…
¡Esperándote!
Poeta

Poemas de reflexíon :  Crónica rimada Antilópez (06-XII-2018)
Con colores de Morena
va iconografía y emblema
de Morelos, Hidalgo, Juárez,
benditos hombres cabales.

Pancho Madero y el “Tata”
Lázaro, pues de ellos trata
el logo pegado al lema
que, institucional, se estrena.

En él no caben mujeres
nuestros más queridos seres,
no a las damas en la imagen
en el repudio subyacen:

Sor Juana, Doña Josefa,
gran motivo de mi queja,
Gertrudis, Leona Vicario,
solo en el anecdotario.

“Gobierno” no las castigues,
faltan la “Güera” Rodríguez,
Carmen Serdán, Altagracia,
Ana María, que desgracia.

Por citar tan solo algunas,
en distintivo lagunas,
rechazo en la nueva era
la misoginia así impera.

Olvido, desdén genuino,
palidece el tono vino,
pobre mandato “incluyente”
que deja un género ausente.

Nuevo gobierno “machista”,
no hay féminas en su lista
de símbolos nacionales
desprecios subliminales.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Ciudad de México, a 06 de diciembre del 2018
Réquiem a las grandes mujeres mexicanas y forjadoras de la patria: Sor Juana Inés de la Cruz, Josefa Ortiz de Domínguez, Leona Vicario, María Ignacia Rodríguez de Velasco, Gertrudis Bocanegra de Lazo de la Vega, Carmen Serdán, Altagracia Mercado y Ana María de Soto “La Marina”, por citar tan solo a algunas.
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Poemas de reflexíon :  A mis pies
Pies que vagan en la sombra,
pies que merecen alfombra,
pies que al pisar bien aroman
flores, piedras, que se asoman.

Pies que han andado el suelo
buscando, a veces, consuelo,
pies de empeines, dedos, uñas,
que han transitado entre brumas.

Pies de tendones muy sanos
metatarsos cortesanos,
pies que me cargan sin queja,
pies de un alma que se aleja.

Pies que dentro del calzado
siguen el rumbo trazado,
pies de tobillos, tropiezos,
de falanges, de regresos.

Pies que fríos sienten que arden
¡caminantes no se tarden!,
pies de articulaciones
que ameritan oraciones.

Pies de plantas de un atleta
que corre cual fiel saeta,
pies que tan encallecidos
son por Dios más bendecidos.

Pies que me han dolido tanto,
pies por los que brota el llanto,
brindo a Ustedes un descanso,
agua tibia, sal, . . . remanso.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
México, D. F, 05 de diciembre del 2012.
Dedicado al Sr. Rafael Carlos Castrejón Salgado (Huarachín Huarachón)
Registro SEP Indautor No. 03-2013-051712171201-14
Poeta

Poemas de amistad :  Es Martín Urieta
Ayer se murió un poeta
ya nos quedan solo algunos,
entre ellos Martín Urieta
¡como sus versos ningunos!

Del bien forjado en Huetamo
de su amado Michoacán,
quien del bolero es el amo
grato musical sultán.

Ya que pone sentimiento
con su martillo es Dios Marte
lanzando su estilo al viento
cual artístico estandarte.

Martín de padre es Urieta
por su madre es Solano,
anda con el alma inquieta
en el “feeling” busca hermano.

De pequeño, a los quince años,
compuso primeras odas,
coplas, tonos aledaños,
febril imponiendo modas.

Surgió el especial talento
que incrementó con el tiempo
llegando sutil con tiento
y sin algún contratiempo.

A ser gran Señor que escribe al amor
al ritmo de su corazón,
todo un Maestro en fiel clamor
que al crear nos da la razón.

Así, le inspira la vida
con alegría o triste llanto,
en repertorio va herida
o anécdota vuelta canto.

Como en “Mujeres divinas”,
por mucho su mejor creación,
todas musas adivinas
de su genial devoción.

Convirtió “Paso a la reina”
en pautado monumento,
tal pieza tornó en virreina
de melodioso ornamento.

En “Urge” pulió su brillo,
perpetuo será baluarte
aunque por siempre sencillo
del fino ranchero arte.

Dicen que no canta . . . encanta
expresando su canción
de lo íntimo, en su garganta,
compungida adoración.

Su voz es letra dolida
que sufre frágil, pausada,
vibra tenue redimida
le sale queda, quebrada.

Así que por eso y también por Dios,
como en cántico se diría
con rúbrica de “Aquí entre nos”
les transmito mi osadía.

Pues, “Qué de raro tiene”
si cual “Bohemio de afición”
brota leal, no se contiene,
esta mi composición.

Ya que, gracias al Creador,
en fin, para nuestra suerte
el virtuoso sensible autor
aquí se encuentra presente.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
México, Distrito Federal, a 03 de diciembre del 2007
Reg. SEP Indautor No. 03-2008-071113112400-14
Poeta

Cuentos :  A Solidão no Claustro
A Solidão no Claustro
A Solidão no Claustro








Todas as vidas parecem ser iguais no claustro, mas não são. Elas variam de sensibilidade, gosto, ações e outras coisas. Carlos logo viria a descobrir isso. Ele pensava que todos viviam igualmente em um mosteiro, mas não era esse o caso. Carlos havia sido uma pessoa que tivera uma vida social agitada, brilhante, extrovertida. Ele era um verdadeiro homem gregário e não se permitia nunca a solidão, mas nos últimos dois anos, mudara completamente. E então decidiu ir a um mosteiro onde foi bem aceito. Logo, aprendeu todas as tarefas e o que mais gostava realmente depois de copiar livros, era ficar em sua cela o máximo de tempo possível. Todos admiravam que ele realmente estava conseguindo viver uma vida totalmente diferente da que tivera. Muitos achavam que ele iria embora em uma semana, ou um mês. Mas não foi este o caso. Passados dois anos, Carlos foi subindo no que se pode chamar de hierarquia dos solitários. Muitas tarefas lhe eram dadas, e ele sempre se regozijava em cumpri-las. Porém no ano seguinte ficara cada vez mais recluso, e os irmãos se preocuparam muito, mas sabiam que ele viera para ter uma vida pacífica e calma, e não uma vida atarefada como tinha no passado. Carlos adoeceu, ficou tísico e não saía mais de sua clausura. Os irmãos sempre o alimentavam e o ajudavam. Ele relembrou em seu último dia de vida todos os lugares que havia estado, e contava aos irmãos que adoravam ouvir as histórias. Carlos morreu em um dia frio de inverno, e todos lamentaram sua morte. Enterraram-no no mosteiro mesmo, e depois de dois meses um quadro foi pintado em sua homenagem.
Poeta

Poemas de reflexíon :  Crónica rimada Antilópez (04-XII-2018)
Ya no hay “mafia del poder”,
López ya no va a poder
echarle la culpa a nadie,
ni a corrupto, ni a “innombrable”.

De sus fallas, sus errores,
tendrá que acallar clamores
que acostumbraba decir,
también de aquel maldecir.

Sobre de sus adversarios
en los eventos gregarios
deberá guardar guadaña,
porque ya no está en campaña.

Tampoco en la transición,
tendrá que usar la razón,
convencer con sus acciones
a cerca de cien millones.

De mexicanos valiosos,
de ciudadanos ansiosos
de que su mente despeje,
de que se olvide del “peje”.

Ya no es Presidente Electo
deberá ser hombre recto
tomó formal posesión,
que empiece a guiar la nación.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Ciudad de México, a 04 de diciembre del 2018
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Poemas :  La niebla
Marcas indelebles de secretos
que devuelven los muertos
para dirimir sus penas
y poder transformarse
con sus cenizas al viento

El perdón a los ancestros
que hicieron lo que pudieron
reclaman por el perdón
para que llegue a nuestros huesos
Y no ponernos a merced del paredón
ni en espera del cadalso

Repartición del pastel envenenado
por no poder con lo importante
y embrollar la madeja
para proclamar lo deseado
Luego toca desenredar lo mancillado

Las sombras se juntan con su figura
ya no la asustan como fantasmas lejanos
Sino que acuerdan vivir como hermanos
reclamando su lugar, forma y fuente
Lo receptivo se arodilla a lo creativo y el agua alimenta la tierra

Cruces como axpas de un molino
trituran las cosechas de trigo
El mundo sigue su curso
El aprendiz aprende su oficio
El pastor alimenta su rebaño
para que siga su rumbo

04/12/2021
©Dikia
Poeta