Crónicas :  Esfriando na Gaveta
Esfriando na Gaveta
Não sou muito chegado a ficar redigitando meus textos, porque toda vez eu tiro, acrescento ou modifico alguma coisa. Eu gosto mais é de copiar e colar. Se bem que às vezes que eu faço isto, acabo alterando o texto também. Por este motivo que os mestres Drummond e Mario Quintana diziam que era para guardar o texto na gaveta, e depois ir "aparando", moldando... Com calma.

Mas na era da internet os textos urgem. Ninguém mais espera esfriar. Tem uns até que vão para a prateleira saindo fumaça. Aí o leitor acaba se engasgando com os erros gramaticais etc. Para falar a verdade, eu bem que tento deixar na gaveta para esfriar. Mas a maioria das vezes, o que acaba esfriando é minha empolgação. Tem texto que eu escrevo e fico empolgado, achando uma maravilha. Depois que passa a "empolgação", eu acho uma droga. Aí já não estou mais com aquela expectativa. Já não estou mais sonhando com ele fazendo sucesso, pois já perdi a embriaguez. Mas eu posto assim mesmo. Vou fazer o quê, se este foi o meu momento? É como um filho "fracassado": você nunca vai renegá-lo, por ele ser um fracassado, vai?

A.J. Cardiais
imagem: google
Poeta

Frases y pensamientos :  Dor na consciência
Dor na consciência
Tem coisa que a gente faz,
que não deixa a gente
viver em paz.

A.J. Cardiais
imagem: google
Poeta

Poemas :  Rei mídias
A mídia impõe
o que você deve comprar,
e você obedece...

A mídia impõe
como você deve falar,
e você nunca esquece...

A mídia impõe
como você deve sonhar,
e você agradece...

A mídia impõe
um “biotipo” de pessoa,
e você “come tudo"...
Numa boa.

A.J. Cardiais
07.08.2010
Poeta

Poemas :  Assaltos
Assaltos
Caminho sozinho...
Meus passos
as luzes
os carros
o medo...

A cada pessoa
que passo,
(tenso)
e me pergunta a hora,
penso:

É agora!

A.J. Cardiais
04.08.1984
imagem: google
Poeta

Sonetos :  Soneto de amor a arte
Um soneto me bate à porta
numa hora imprópria, errada.
Tentando não perdê-lo por nada,
jogo-o numa rima torta.

Tanta coisa assim me invade
sem “se tocar”. Quem se importa?
Para ele uma hora imprópria, morta,
tanto pode ser cedo como tarde.

De que reclamo
se este é o prêmio
por dizer que o amo?

Tanto faz: hora, dia, ano...
Quando morto: um gênio!
Quando vivo: um insano!

A.J. Cardiais
06.02.1990
Poeta

Poemas :  Más que amigos
Te amo
y no se como decirlo
tu actitud me confunde
por eso de mi boca no sale ni un sonido.

Confesarte lo que siento
es lo que quiero hacer
más pienso en el futuro
me da miedo como pudiera ser.

La respuesta que me dieras
es lo que más me aterra
no quiero perderte
por creerme a tu altura.

Te miro
y me llenas de alegría
me despido
y mi corazón por ti grita.

Pidiendo ayuda me dice
que no te deje ir
que te diga lo que siento
si no voy a morir.

Quiero que sepas
que en verdad te amo
lo digo con sinceridad
ahora tu nombre clamo.

Dame la oportunidad
de demostrarte mi cariño
veras que es puro y limpio
quisiera que fuésemos más que amigos.
Poeta

Poemas :  Amorfa morada
Amorfa morada

La nueva pobreza el diseñador ha terminado
de acertar en él, último círculo,
¡qué lo mira compartir en el bolsillo!
respirando, humillada, lástima,
la madrugada nomás de verlo,
ortiga, en un manojo de murciélagos,
certificados, en un clarín de burdel,
domesticado, en un fraude de sospecha,
inmóvil, en un bastón de maletín,
¡terminado a mano, en la orilla!
de un relámpago cicatrizado
de un ladrón canino
¡al final balín felino!

Entre
Los rompecabezas, chicles despistados,
Pellizcos de radares equivocados,
Boletos de fantasmas apiñonados,
Públicos de recámaras silbando...

¡Adarom afroma!

Escuchó, vestido de puntitas a las ranas
incalculablemente cayendo burocráticas
las faldas milenarias y volcánicas
¡trompos perplejos y baleros incluso!...

Goteando, los techos, los suelos... ¡Gotosos!

Más el ungüento reprimía saciado
muy suavemente envenenando
metido en la perfumada puerta
menos píldoras en la naríz....

¡Adarom afroma!

Un nimbo de voces en el borboteo
se amontonaban subterráneas,
escrespadas, desmadejadas,
paradas, intermitentes,
con la cara triangular de las esquirlas
con la visión silencia de las uñas
¡en la mesa del sinfondo!...

¡Adarom afroma!

La casa admiraban familiares agrietados,
los cabellos arrugados en la ceniza
los esqueletos en la cocina
los curiosos en la calle...

¡Siendo, siendo infintos los asfálticos latidos!

Sin forma
En la medianoche
En la esquina
De los instantes descalzos
De los panteones adornados.
Al final
Sin forma... (Formales muy formalmente deformados)
¡Violeta... De pared al techo!
Al fondo
Del mismo
¡Pecho!.

Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
Poeta

Poemas de desamor :  De aquel amor (rondel)
De aquel amor (rondel)
De aquel amor de ocasión
nació y se murió un error,
la postura del temor
terminaba en confusión.

No tuvo suerte mayor
el dolido corazón.
De aquel amor de ocasión
nació y se murió un error.

Fue tentadora ilusión
me dominaba su amor,
por culpa del desamor
sentí llegar la traición.
¡De aquel amor de ocasión!

Julio Medina
29 de abril de 2012
Poeta

Poemas :  MI ETERNA PREGUNTA
MI ETERNA PREGUNTA.
por kin

¿Como pude vivir sin conocerte?
a mi razón,turbado pregunté,
hoy que mi corazón este amor siente,
¿ dí,como sobrevivo sin tenerte?
Poeta

Poemas infantiles :  Plantinha coitadinha
Plantinha coitadinha
Uma plantinha,
coitadinha,
nasceu numa lata
de sardinha.

Não tinha muito espaço
para a pobrezinha
se desenvolver.

Estava miudinha...
Muito mirradinha.
Não tinha como crescer.

A planta, para crescer,
precisa de terra.
É da terra que ela tira
o que comer.

Ela tira
seu alimento da terra,
e nós nos alimentamos
dela.

Coitadinha...

A.J. Cardiais
Imagem: Google
Poeta