HAY ¡ay amores! Mi corazón se eleva recordando amores Amores sagaces, pomposos, sencillos o llanos Amores cándidos, inocentes y divinos; Son amores que reposan en mi corazón Enalteciendo en mi gran regocijo, Estoy recordando amores, Amores idealistas que elevaron castillos de arena, Amores efímeros que fruncieron Desvelos interminables, Amores cortos que entristecieron mi juventud. ¡Ay amores que robaron mi sueño! Hay ¡ay amores no correspondidos! Hay amores no declarados Convertidos en vientos, Quizás amores más agudos, más tiernos Que amores formales e ideales. Hay, Amores románticos que atrapan tan solo Con sus miradas apasionadas Verdaderos torbellinos de la juventud., Amores caóticos, auténticas anarquías Tiranas y crueles que agrian insípidamente la vida. Hay ¡ay! Mejor, mucho mejor Amores sencillos que obsequian La gracia de la vida.
Entre los sueños más viejos temblaba el silencio estremecido hecho de cenizas qué rugieron al tren curvándose los circos los malabarismos entorpeciendo sin rumbo, deslizándose las escaleras que corrían entre la euforia asustadas intercambiando murmullos multicolores en el mismo patrimonio de las almohadas qué deambulan acompasadas comprando al día sus noches suspendidas del río entre destellos. Dur Mien Tes
Entre los sueños más nuevos van los suspiros turisteando infiltrando voluptuosas estaciones por la posesión de la entrada de los caballos dibujados en el mapa de los titanes en ruinas imberbes de las palmas inseparables absurdos de las excursiones muñecos de trapo en las sillas de portátiles licores en las palabras qué callan dramáticas el tiempo creyendo perdido encuentran las sábanas de nube y al reloj dormido.
Dur Mien Tes Entre los sueños balanceándose está la creación gestándose protagonista en los andamios que la oportunidad maldice escatimando al abanico al frente
de las nubes y los armarios inocentes en las contiguas cortinas acongojadas fracturando al aire fidedigno en la lucidez ¡Sin fin, rugosa!___En el suspiro estéril. Al esmeril de la obsesión por el verso. Indubitable albino bajando la ventana, el frío en las fórmulas honradas de la foto, de los años seis estridentes tragedias infames.
EL ANGEL DEL POBRE __Giuseppe Ungaretti ( Italia ) 1888-1970
Fué poeta, traductor y periodista, maestro univeristario algún tiempo en Brasil. Nació en Alejadría, Egipto. Esta es versión de Jesús López Pacheco.
El ángel del pobre
Ahora que invade las nubladas mentes más áspera piedad de la sangre y la tierra, ahora que nos mide a cada pálpito el silencio de tanta injusta muerte,
ahora que despierta el ángel del pobre, gentileza del alma, pervivida...
Con el gesto inextinguible de los siglos baje a la cabecera de su viejo pueblo en medio de las sombras..
La luna calla tras las nubes, las sombras danzan felices, los demonios cubren sus pechos, los ángeles destellan en la noche. Los fantasmas gritan desmedidamente, los duendes corren tras la brisa, los jinetes cabalgan en desiertos alegres. Los muertos hablan entre si, los gusanos bailan enamorados, las mariposas cubren el sol, los murciélagos cantan una canción, mi juicio conciente tu clamor…
Las hadas de los deseos, El guardián de la oscuridad, la fabula de tus sueños, el aura de tus cabellos. ¡Discuten! ¡Ejercen! ¡Sobresaltan al dolor! Las polillas bajo la sombrilla. Tu muerta al cajón, tu deseo de varón, tus pechos de valor, son violadas por el sol, mientras la luna calla tras las nubes, besando a los astros, y las estrellas duermen por ser hijas puras de cristalina paz…
Enamorada, vespertina, olor de humedad, olor de mi habitación, ¡mi amor! ¡Mi canción! ¡Que mi cajón se vista de clamor! A, por tu amor, para mi, duendes de trajes inocentes, brujos de matorrales, cultura de incienso roto. Dejad que los mitos cobren vida. Dejad que los acertijos tomen nota, pues anota esto: “todos esos seres conocen de mi amor, porque cada noche bajo los árboles, escondido de los burladores, les digo que te amo y te necesito, antes que la luz ciegue mis ojos y no te puedan ver.
Autor: José A. Monnin Limpio-Paraguay Derechos reservados. Del libro: Tu poema entre las sombras. [email protected]
Os are saber, aun sin vuestro aliento a mi lado, que vuestra presencia seguira en el mio corazon por que este el mio amor es mas fuerte que la mia razon...
nunca os olvidare amada mia y aunque mi viaje siga solo por el sendero de mis temores, la amiga mia, la soledad estara para recordarme a cada momento que nuestra llama sigue ferviente dentro de mi...
Por que es asi, este vuestro adios, no os sentis mal por esto, demos gracias a Dios mejor que os brindo tan bella oportunidad de estaros uno al lado del otro, y mas que nada, demos gracias por que el me ha dado estas sabias palabras para que este no sea un adios, si no un hasta pronto; llenando vuestros corazones de algo de alegria para comenzar este nuevo hermoso dia...
Os agradezco amada mia, me es triste este momento, pero os dire adios; vuestro dulce y triste adios...
siempre tuyo...siempre... Os extraniare hasta el mio fin... os amo, siempre os amare...
Parei, dei um estágio e descobri que quero é rimar, gritar, bailar, desarvorar... E depois, todo mundo grita e me bate, e bate palmas, traz pra frente, serelepe, pancadas e tchibum! Mergulho d'uma pedra n’água ou barrigada de quem não sabe dar caída. Caiu na avenida minha vida, meu passado emocionado, iluminado, falsificado como notas de “barão”, de “castelão”, de Sansão de tudo que termina em “ão” e que me abomina, que me ilumina. Os olhos dessa menina são que nem formigas no canteiro. Mas, que cheiro... Que deliciosa malícia... Até os peixes põem os olhos fora d’água. Enquanto espero essa avestruz, tento fazer algo produtivo. Quero ser ativo, embromador, enrolador de pseudos crânios. Quero “cranificar” as coisas com meus álibis, com meus astrais, com meus duendes que não me vendem, nem se vendem. Brigam e defendem a ecologia. Mas que mania de querer destruir tudo que é belo e elevar o mundo à zero! Zero é nada, pois não nada, nem sabe nadar... O cão é fiel ao dono porque é a sua imagem. Agora, imaginem quem é mais inteligente, minha gente: O dente ou a raiz? Que giz? Pra quê giz? Pra sujar o quadro ou minhas mãos? Tenho alergia, não sabia? Por isso não fui ser professor. Que dor, que demência. Perdi minha paciência e no fundo, não sou nada. Só um observador deste mundo em verso. Ou melhor: Deste universo, que não une nada nem se preocupa com o verso. E se converso, tem gente me espionando por trás do espelho... Me olhando com olhar de maluco, põe o dedo no meu nariz e diz: O que é que está olhando? Nunca me viu? Vai olhar a PQP (ato bonito, frase feia) que foi quem te pariu! Então eu vou e olho mesmo. Aí vejo uma rosa vermelha... Que asneira! Onde eu estava com o olho, que pisei na merda? Que merda! Não, não é merda, é bosta. Que bosta! Vou parar com este assunto que já está me dando nojo e parece-me que vai chover. Peguei em baixo... Fui sair sem escutar a meteorologia. E agora, minha tia? Vai cair meteoros sobre minha cabeça e eu tenho alergia... O meu maior vexame é que saí com sapatos para dia de sol. Eles têm furos nos solados, e os pobres dos meus pés vão morrer afogados, coitados. O que é que eu faço agora? Vou-me embora, ou espero a morte chegar? Ah, eu quero é amar... Amor, inoportuna fortuna que me desaba o peito. Touro feroz atacando o meu vermelho pano. Plano em debandada, desabalada. Desalento do meu canto. Não consigo ser eu depois de tantos “quais”, depois de tantos ‘quês” e “por quês”. Com ou sem til, o meu pavio é de grafite e não emite nenhum cheque sem fundo, pois o meu mundo é que nem eu: Pequeno demais para tanta pessoa e não é à toa que me isolo, me enamoro e viro um verdadeiro narcisista. Não é a vista, é à vista, de olhar as prestações do ano: primavera, verão, outono... Todo mês se paga uma quantia, mas nunca alivia a tensão... E atenção para este produto, porque ele foi proibido pelos próprios fabricantes. Não sem antes dar uma dose ao pobre do rato. Coitado do cobaia... Estava de tocaia, dando um “I Love you” num queijo, mas recebeu foi um beijo de um cientista louco que, por pouco, não acabou comigo. E depois de tanta invenção, eu quero mais é voar no horizonte, quero me sentir menino, quero viver passarinho que de anos, não agüento mais. Os erros se foram, passaram. As horas passaram, se foram. O tempo brinca comigo e arrelia-me envelhecendo-me... O sonho é um pesadelo, a nuvem é uma fumaça, o riso é um disfarce. Um século, custam dez dias e os dias são minhas agonias. Amor, distração, refeição alma, calma, solução... Não, não, não... Enlouquecer? Salvação? Praia, mar, onda verde... Ver-te, rever-te, reveste este, oeste, meu pensamento, horizonte aberto, amplo templo longo e espesso. Mas ninguém me vê ou me entende. Estão com preguiça de lutar... Vocês têm mais é que pensar, porque eu sou um verdadeiro fato. Tai o meu retrato: Um inhame debaixo do braço, um siri à tiracolo... Penso muito, por isso me enrolo. Sou uma verdadeira muqueca. Muqueca? Mudei de beca e tirei meu cavalo da chuva, pois não gosto de judiar do bichinho; Botei uma cobertura num ninho, abri uma gaiola para salvar um passarinho e tive que ser salvo pelos vizinhos, porque o dono era um bruta monstro e queria me matar. Veja se dá... Sai dessa, sô! Faço que vou, não vou... Ficar em duvida é igual a amar: A gente nunca sabe se conhece este maldito prazer. E prazer para mim é amar uma coisa chamada Natureza, você veja... A gente fica assim... bem de mansinho, molhado pelo sereno que cai devagarzinho, namorando uma musa chamada lua e a vida continua... Porém, quem não vai continuar mais sou eu com esta CERRAÇÃO ou no meio desta cerração porque o que eu queria, já consegui: Chamar a atenção. E atenção para o toque de oito segundos para descortinar esta neblina: 8-7-6-5-4-3-2-1-0... Fogo! Fogo? Fogo onde? Ah, desculpem. Isto são os resquícios da guerra. Mas é assim mesmo que CERRAÇÃO encerra. E ponto final.
Porque ya no estás Ahora rasgo las cuerdas de mi corazón fibrilado Esperando escuchar nuevas notas… ¡Pero él, no sabe decir otra cosa…. Más que tu nombre!
Y por eso ya... le he peleado algunas veces Pero me vence, sin más argumentos… que nombrarte Dejándome el alma al aire, haciendo más grande la herida con el hechizo de la espera, porque tú, jamás volverás…
¡Hoy tu amor me está costando la vida, pero antes Un millón de lágrimas vertidas!... Y creo que no fueron tantas alegrías las que me diste Como pa’ devolverte en cada lágrima, cada una de ellas.
Y ni siquiera he tenido tiempo de odiarte… como pa’ maldecirte Y no creo que algún día lo tenga… Porque sigues llenando el espacio que, en tu caso por ejemplo, Por mí, ya con otro… lo llenaste.
Y mis rezos son que… cada suspiro que doy Llegue al fondo de tu corazón, para que nunca me olvides… ¡Mira lo que has hecho de mí, voy pidiendo migajas… Cuando tuve el trigal, a punto de siega, en mis manos!
Delalma 11/02/2013 11:46 a.m.
Algunos poemas en verdad me cuestan lágrimas el escribirlos, como este por ejemplo. Por los recuerdos... no?... en fin.