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UM AMOR DE DOIS VERÕES
Ele foi à esquina costumeira para fugir do Fantástico e ver se pintava algum amigo para bater papo, e nem imaginava o que iria lhe acontecer e que influenciaria toda a sua vida.
Ficou ali sentado no muro até umas dez horas, mas ninguém chegando ele se esgueirou do muro para ir embora e quando atravessava a rua uma mina da casa em frente perguntou se ele não queria fazer companhia para ela, e uma amiga, que estavam festejando o aniversário de outra que estava acompanhada.
A aniversariante e o companheiro ficaram separados e ele com as duas ficaram conversando e tomando umas Cubas e beliscando uns salgadinhos na sala contígua.
Elas estavam morando a pouco ali e era novidade que chamava atenção, pois naquela época mulheres morarem sozinhas era uma raridade.
Ele tinha sorte com as mulheres, mas ainda não sabia tirar proveito disso, pois sempre se engraçava pelas erradas e o sexo ainda não predominava na cabeça dele, pois ainda não o tinha descoberto por inteiro naquela época de muito amasso e pouco vamos ver.
No final ficou o convite para voltar durante a semana.
Foi uma, duas, três vezes e viu que a coisa não era tão simples por ali e que a mina que o tinha convidado tinha um caso complicado e após uma briga com o cara ela voltou para a sua cidade.
Mas ele continuou a ir lá, pois tinha a outra com quem ficava conversando, escutando música e tomando as biritas.
O que ele não esperava é que a aniversariante, que era a mais bonitona e bem mais reservada, chegou um dia mais cedo e ficou do seu quarto escutando a conversa daquele piá de quinze anos e resolveu se chegar no outro dia.
E na saída a companheira de Cuba pediu para ele convidar um amigo dele, que ela sempre via passar, para vir junto no dia seguinte.
E ai nesse dia ele ficou com a bonitona e rolou um clima, uma dança, e a coisa se acalorou.
Ele se deu bem com a aniversariante e terminaram se amassando na cozinha. O amigo já tinha ido embora, mas para ele a noite durou mais, mas o final, ou o inicio, ficou para um dos dias seguinte.
Ela deixou tudo preparado e depois das danças e novos amassos ela o convidou para ira para o quarto e foi tudo muito bom com direito a luz de vela que ela já tinha preparado.
E o cara da noite de aniversário? "Era só um amigo muito solitário e por quem ela tinha muito estima e gostavam muito de ir a cinemas".
Bom, para ele tudo bem, mas por um tempo começou a achar que era verdade, pois o cara nunca entrava, só a trazia quase todas as noites e nunca muito tarde, mas enquanto ela não chegava ele ficava conversando com a outra que já tinha dispensado o seu amigo.
Os dois se afinaram muito bem com direito a almoço nos domingos e até passeios na região de mãos dadas para a inveja da rapaziada e os olhares das meninas, mas eles estavam na deles e não ligavam para nada em redor.
E o lance rolou por muito tempo, apesar de às vezes, ele ter que se esconder no sótão quando o cara entrava, mas isto era raro.
O coroa bigodudo e meio manco devia ter uns quarenta anos, ela tinha vinte e três, uma idade já avançada para o inicio daqueles anos setenta, então tinha ali um triangulo amoroso com três faixas etárias.
Quando o cara chegava sempre dava uma buzinada até que um dia, em um domingo à tarde, totalmente fora do padrão, ele não buzinou, e se chegando á janela da sala, que estava entreaberta, o viu enlaçado com ela.
Ele voltou ao carro e deu a buzinada e ela saiu e ele, que nesta altura já estava com mais de 16 anos, foi para a cozinha, mas ela voltou logo dizendo que o fulano os tinha visto e que era melhor ele ir embora, mas nem deu tempo, pois o cara já estava do lado dele dizendo “que só não o matava porque ele era um piá” e ele peitudo de pronto respondeu “que ela não achava”.
Mas como o cara era manco não seria díficil dar um nó nele ou pelo menos ganhar na corrida.
O clima pesou, mas ele não arredou, mas ela o convenceu que era melhor ele ir e ele foi pela porta dos fundos, mas ficou na cerca espreitando alguma alteração, que não houve, e o seu sangue esfriando, caiu a ficha e ele vazou.
Foi para o outro lado da rua onde encontrou o amigo e falou “o cara nos pegou” e este, que era mais velho que ele, disse para ele se mandar, pois a coisa poderia ficar feia e ele foi e ficou lá em cima do morro da rua transversal até ver o carro conhecido rondando em sua busca e deu no pé.
O romance melou e ele não conseguiu mais ter acesso a ela, mas ficava na esquina esperando e o via traze-la, agora sempre tarde da noite, e ele não podia mais se chegar, pois ela se trancava, até que dias depois eles não voltaram mais, nem ela, nem a amiga, nem mais ninguém, e ele viu a noite se escurecer na vida dele.
“Amanhã talvez” era a música que ela gostava de dançar com ele e muito tempo depois ele assistiu a um filme "Houve uma vez um Verão" e ele viu que a música era a trilha sonora, e o enredo era o de uma mulher madura que num verão teve um amor com um adolescente.
Ela tinha trazido para a vida aquilo que tinha visto no cinema e deixou, depois, a vida dele feito um filme preto e branco "Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo." Roselis von Sass – www.graal.org.br
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El fuego, oyes, se empieza a apagar... Autor : Joseph Brodsky Ruso-USA ( 1940-1996 ) Premio Nobel de Literatura 1987. De : ¨No vendrá el diluvio tras nosotros ¨ Antología 1960-1996. Este es versión de Ricardo San Vicente.
El fuego, oyes, se empieza a apagar...
El fuego, oyes, se empieza a apagar. En los ángulos las sombras se agitan. Y ya no hay modo de poderlas señalar, gritarles que se queden quietas. Cerrando filas, se han puesto a formar. No, esta hueste no atiende a palabras. Silenciosa avanza de cualquier rincón y yo de pronto he ocupado el centro. Más altas cada vez, signos de exclamación, las explosiones de tinieblas se elevan. La noche arruga el papel hasta el mentón de lo alto, cada vez más densa. Se han esfumado las agujas del reloj. Y éste no se ve, ni se oye siquiera. Y aquí no ha quedado más que el brillo ocular, inmóvil, detenido. Detenido. El fuego se apagó. Lo oyes: se apagó. El humo ardiente vuela por el techo. Mas no huye de la vista este fulgor. O, mejor dicho, no deja las tinieblas.
1962
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Poeta
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MEMORABLE ATARDECER
En todas las esquinas de la infancia aguardaban los recuerdos del invierno en primavera almacenados en un trozo de pan con mermelada y una ardilla en el bolsillo estaba administrando unas bellotas en la última lluvia de piedras verdes en el campo del maizal rebosante el corazón de elotes.
En la casa de adobes a la izquierda del entusiasmado álamo próximo a actuar en el teatro libremente movido por el viento ofreciendo una función sin protesta de los caballo azules cuándo alguno de ellos echando en olivos la situación inesperada de los arados lanzaba alado un relincho causando la impresión del arroyo más enfrascado en contemplar.
En los peñascos y la sedante quietud de los sapos y las tortugas en presencia del terrible aspecto y la negrura de unas cuevas ignoradas por el herrero en la satisfacción del alfarero con las botas de macetas junto a la puerta de los póstigos también azulado gris castigando las jaulas con las aves en el último escalón de la esquina de los pájaros aferrados dónde se podría ver una ventana.
Por el opaco vidrio lábil al apagarse la luz del sol al renacer interminable sobre las camas pausado lauro en la voz luz diligente tarde.
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
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Poeta
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ME ENCANTARÍA QUE UN CHAVAL DE VEINTE AÑOS GUAPO Y DELGADO ME CHUPARA LA POLLA Y GRATIS. ................................... Francisco Antonio Ruiz Caballero.
QUIERO QUE DIOS SE MUERA DE UN INFARTO PERO MIS ENEMIGOS SON TAN HIJOS DE PUTA QUE SERÍAN CAPACES DE NOMBRARME DIOS PARA QUE EL INFARTO ME ENTRARA A MI.
Francisco Antonio Ruiz Caballero.
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Poeta
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CIRCUNSPECCIÓN DE PAQUIDERMO (Texto Neosurrealista)
Y el ruego de fuego moja lágrimas secas del viento en el hielo del sol dormido Por Esperar Cambiar El azul El rojo.
El amarillo. En celeste sangre solar...
Por aquella noche que patea el perfume, de una bicicleta adolorida de niñez, en la reunión del pastel, y camiseta de la risa, separada del otoño amarillo hecho, hojas tradicionales con la laca, y la satisfacción de saber que sus cuotas cantan después de trabajar de sol a sol, a todo color, y durante todo el año, dónde las puertas sin llaves son cosa del pasado, en la pared con tres mapas que ayudan a mantener la desorientación que se observa con los detergentes, y la piel de las risas de las bacterias más cercanas, cuando toman su dieta balanceada o seca, al no esclarecer los ojos de los conflictos, en la forma de expresarse, tan prudente como un foco fundido, con la calma de un plátano macho sin exaltarse por la papaya.
¡Vaya con ésta circunspección de paquidermo!. La anchura y profundidad de los cimientos, es la prueba evidente de la salida del abrevadero... Porque la tarde se adentra en el bosque, bordada con hilos de oro en el rubor de los caballos, y las hazañas del pensar con claridad son aves extrañas a los cazadores de cheques, y trabajos adoptivos de los huevos dueños, de los héroes de la tradición oral de los asnos más comprensivos, enseñando a los conejos a tapar la boca a una flota de buques.
Pero no... ¡Circunspección ante todo!. El trabajo debe ser hecho entre parejas, con la sopa de letras que no digieren, y acariciando las encías de un cocodrilo diseñador de alas a los pájaros. Pues, mire usted, que posee unas extraordinarias dotes de interpretación, y que reconoce que es incapaz de ponerse frente a una cámara sin tacones, y saludando de mano a todo el techo. ¡Vea!.
En las manadas pequeñas la nieve es de los venados, un parásito que ataca a los lobos, cuando se dispersa por el aire el grito del propio sistema territorial de las iguanas, propuestas para la temporada de calor sobre todo, cuando los hielos entristecen, teniendo un barniz de ideas en las rodillas, y una pasión de copiar a las escopetas el sonido, en su candor notable. De tal manera que dejan una ingente obra en prosa, rosa, violeta, piedra y madera, relacionada con la misma esterilidad de los híbridos y a la cual derrotan, demostrando la atracción de la fuerza de gravedad en la pérdida vegetal de los últimos cabellos.
El resultado es el color del sol, la humedad del agua, el principio al inicio, la historia del pasado, y más al inventar el agua tibia, por la agudeza del pensar con cada dedo, y de combinar la sal con el vinagre malgastado por la ansiedad de las ventanas, y las rueditas de los calzones sospechosos del cepillo. Considerando seriamente, que nunca haya sido expulsado por los renglones de algún cuaderno, indignado por el más fuerte deseo de comprenderlo, y mandarlo a recorrer el fondo de cinco kilómetros de la fosa séptica más cercana, en particular por los desbordamientos periódicos de felicidad, dónde las mismas funerarias lloran por la producción ilimitada de las palmeras datileras en el corazón del cedro sensato.
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
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La escritura semi-rupestre de mis poemas, no está sujeta a musa determinada, horario, día, fecha ni año, y sí, relacionada a motivos o historias reales o ficticias de mi gusto. Escribo en desagote de mi río íntimo, porque si no, su torrente me anega o me arrastra.
El cuerpo intangible de mis poemas, está formado con huesos de sinceridad, carne de amistad, sangre de buena fe, corazón de justicia, ojos de pueblo, mente de bien, y simplemente transcurren como mi vida misma: apáticos o férvidos.
Esporádicamente, un poco más tarde, un poco más temprano, en autodidacta afición de entrecasa, aparecen simplemente. Van del presente al pasado, y al futuro, aventurando algunas filosofías personales, pero con imperiosa libertad de vagabundos. Por ello, mis poemas no están sujetos a leyes cronológicas y menos, literarias.
Desígnenle, amigos, el ‘pelaje’ que quieran. Son humildes, carecen de métrica, retórica y qué sé yo de cuánta norma, pero nunca de fidelidad, como los buenos amigos ni de gran pasión como los buenos amores, o ingenuidad, como las buenas intenciones.
Sugiero entonces, a quienes prefieran algún riguroso estilo clásico y bien original, no perder su tiempo leyendo mis poemas y/o descalificándolos, se les puede hacer tarde.
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lety,mi corazon esta en tu piel mi deseo de tenerte es reaL TE QUIERO MUCHO TE SIENTO MUCHO por tus ojos y tus manos por tu boca que me lleva a otro mundo que es de sed,deseo y amor te quiero siempre te deseo siempre porque ers mi pareja astral de tu deseo y nuestra realidad te siento a qui en mi corazon por siempre vos
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Se detiene en mi sombra y atisba el tiempo cuando viene, se viene insistente, coagulada a paso lento.
Rasga la herida con su vaivén acumulando sensaciones alteradas, reteniendo en sus piernas vida que se olvida. Humedad en territorios clandestinos. Suspiros incendiados. Viendo amanecer el mal de tenerte así, con tu risa desquiciada.
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Poeta
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Enmohecido será
Porqué... Del fuego el cubo sale, recto al agua: Tibio, laberinto circulando burbujeante, debajo del rectángulo indispuesto, arriba del sol vidrioso, vieja estrella triangular, geometría, humana chispa humana.
El aliento en el barro, divino, de vida plena, divinizada, la más pequeña nube, nodriza de la gota, del vivirse, en la tierra transitoria.
Lo acaricia el viento, lo cultivan, ríos, lagos y lagunas, y la brisa teje, de sol a sol como relámpagos.
Atormentado estaba, como diciendo, así callado, gestos y pasos lentos, que aún no acaba de ser, ligera lluvia, entre alfombras sedientas, arenas, cadenas, casas y cementerios, húmedos, anchos hierros. ¡Enmohecidos!.
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
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BASTA YA.
Hoy ahogo el llanto, del penoso he implacable silencio, porque me encuentro sola, en el irremediable juicio aterrador, ya no hago falta, a la desinteresada, sombra del engaño, cuando oteo, sigilosa al enemigo, o al descuido vengador de conveniencia, que prefiero, el cubil de mi acecho escondido, cuando la flama perdida del sol se inclina, basta ya, de afligimientos traidores, basta ya de compasiones farsantes, basta ya de mendigar su atención, hoy ahogo mi llanto, ese llanto que lastimoso me arrulla, y de cansancio me duerme, basta ya si no vienen, porque ya, han edificado su vida.
Mónica Lourdes Avilés Sánchez. Derechos Reservados.
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