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A esos de adulterado ‘amor oficial’ amén deshonrado por su insaciable avidez sexo-aventura, codificados a vivir de por vida en tal infinidad,
les digo que, falaces, han logrado la perfecta armonía del doblez de su pasión desinhibida de deber, devota sólo del deseo puro y franco.
A esos de extravagante realidad sentimental, que se unen eruditos en pasión, ‘ilegítimos’, redundo, leales sólo a promiscua actividad,
les digo que han ganado de mano al desamor que a tantos deja solitarios, defraudados y dolidos por fieles y triviales y confiados.
A esos ‘corazón calidoscopio’, asimismo les prevengo que al final tentará su mixtura de pasiones espinar sin flores cuando solos.
No obstante, su acopio primordial de sensaciones, superando su saga decadente, los deleitará mentidos hasta el último destello de su afán
por espejos también de lo genuino. Yo, por amar veraz o equivocado, en irónico filete porteño reproduje sobre el feroz umbral de mi vacío:
“A mí, ¡que me quiten lo bailado!”
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Poeta
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ARROGANTE PREGUNTA
Arrogante Pregunta El Paisaje alado de su pequeña muerte, siguiendo entrelazando espina y pétalo, de carne al viento que lo sueña, bajo la enorme noche de su almohada, con la paja presa del amarillo seco, como blanca la nieve dibujada por ahí, entre el fuego de aquél lugar extraño.
Nadie parece creerle a la semilla humilde, que cosecha el campo en la memoria, la piel del sol pasado por la tarde, que esconde los muslos de sus labios, en el rumor de la ventana.
Ni cuando las paredes visten de traje, al pasillo invisible con el gris, recuerdo de la silla en la botella, que filtra el alba sobre la mesa, donde la última libélula escapa.
Porque hasta ahora, esto así ha sido, y despacio sigue la pluma el vuelo, de una letra la palabra con ideas, en el verso que relata con las pupilas, del polen al caudal profundo.
El anhelo ha salido del volcán arrepentido, tan desnudo como entró el hielo. Allá en la calle vieja lámpara sin luz. Rosando una brecha sin rumbo, abajo se desvanece un arroyo, por eso del mirar al cielo con fiebre, con el ritmo sideral del escorpión.
Arrogante de la torpe turbamulta, arroja de la altura la esperanza, el valor que pierdo entre quimeras, meditando en las pupilas sombrío, el naranjo sorprendido en la manzana, ignora del dátil el fulgor tenue, encapsulando la falsa primavera.
La pregunta de vieja edad convulsa, bajo el manglar hecho de trapo, del ensueño al plenilunio temido, el camino viril, miserable y redondo, con la sed de la corteza gastada, del saber al instante el suspenso, de una sombra de acento y en calma.
Arrogante un juguete con melancolía, estremece la tarde que cae ciega, al correr de los años agitando el techo, con la luz de la envidia sin razón. ¡Pregunta, arrogante, a la ceguera, por donde espiga la obscuridad mínima!..
Autor: Joel Fortunato Reyes Përez
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[youtube=425,350]http://www.youtube.com/watch?v=LsUNnE3QHMc[/youtube] Mi amado muerte
Descanse en paz en mi cama mi amado muerte. . .
¿Quién duerme como un ángel. . . duerme el sueño de lo que es eterno e infinitamente hermoso el final de la vida. . . que los acabó para un renacimiento. . .
Descansa en paz, porque es temprano querido compañero Su cuna está hecho de la vida tallado a través de el tiempos para el renacimiento eterno nuevos días. . .
Déjame en paz. . . compañera de mi vida Su erotismo me engañas porque emana de sus senos mi deseo loco estar en tus brazos. . . Con usted.
Alexandre
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Alas de plomo
Alas de plomo que el vuelo ayer alzaron, tras del cristal donde el trigo madura, vientos de guerra en noche prematura, corren la tierra que ayer otros labraron.
La sangre riega la tierra que besaron, aun sus caras reflejan la ternura cuerpos yertos, que el sol ya no tortura ni el aire ardiente que un día respiraron,
hoy besarán sus frentes con dulzura quien alas lleve de blanco terciopelo, y traerá luz en esta noche oscura.
La dignidad que ha levantado el vuelo, vendrá hoy aquí por ver tal desventura, que la locura del hombre es desconsuelo.
26/7/14 j.ll.folch Licencia Creative Commons Alas de plomo por j.ll.folch se distribuye bajo una Licencia Creative Commons
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roxy amor amor de tus ojos y de tu piel porque sos deseo de amar porque eres ganas de besar te quiero en tu sed y la mia en tu deseo y el mio porque surcamos mesetas astrales porque somos una sola persona de cuerpo y mente de deseo en dos de tenerte a vos por eso sera que te quiero por tu fuego y tu misterio de mujer que es nuestro enigma del tiempo por eso te amo
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O amor ao dinheiro está levando o Mundo ao desespero.
A.J. Cardiais 05/10/2012 imagem: google
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SIMPLICIDADES PARA ESPANTAR A ANSIEDADE
Existem muitas, como as seguintes que constam no nº 2 da Revista Segredos da Mente, mas sem mudança de hábitos a ansiedade só tende a crescer. Parecem atitudes muito simples para algo tão premente, mas os estudos não param de evoluir, embora quem sofra de ansiedade, e por isso mesmo, parece que não tem tempo para esperar.
CHOCOLATE AMARGO, FRUTAS E VERDURAS, CHÁ DE CAMONILA, MEL E LEITE, SEMENTES DE ABOBORA E GIRASOL, NOZES E OUTRAS OLEAGIONOSAS, E ATÉ PIMENTA.
E EXERCICIOS, mas quem teve ou tem ansiedade de forma aguda sabe que os pensamentos nos acompanham durante os exercícios, então vejo que tudo somado pode ajudar, mas o caminho mais rápido é praticar exercícios de relaxamento.
Hoje eu acho que não existe tempo perdido, sei que a teoria do ócio criativo tem muito de procedente, então como exercícios só pratico alongamentos que mantem a nossa mobilidade, mas o grande mal causador da ansiedade são os hábitos errados da vida moderna.
As pessoas estão vivendo muito no mundo virtual, que só aparentemente é real e muito mental. além de ser um mundo "faz de contas", onde todos parecem perfeitos, e não há evolução da personalidade ou da maturidade que só o contato pessoal, por mais difícil que seja para muitos, traz.
Nos últimos cinco anos aumentou em 50% a venda de remédios para as doenças da cunho psicológico e a tendência é dobrar nos próximos cinco.
Na minha experiência pessoal, o parar de tomar café (agora só descafeinado), melhorou muito a minha qualidade de sono e, consequentemente, a qualidade de vida. Antes eu ficava com insônia e ai fazia café para ajudar a passar as horas. A vida inteira foi assim, então não imaginava que ele fizesse tanta diferença.
No primeiro dia que tomei só café descafeinado fui dormir desmaiado às 20:00, e às 20:30 ia ter um jogo do meu time que eu queria assistir.
Álcool também é outro problema que só agrava, embora pareça que relaxe.
Com relação à técnicas de relaxamento eu aprendi com um psiquiatra, e paguei um monte para isso. A minha mente era um cavalo de rodeio, eu não conseguia segurar, mas ele me ajudou a domá-la.
A revista Mente e Cérebro, nº 258, também traz uma matéria muito aprofundada sobre técnicas de concentração, que são ao mesmo tempo técnicas de relaxamento.
Simplesmente eu deitava numa espécie de maca, com baixa luz, e ele ficava repetindo “estou calmo”, “estou calmo”, e estes instantes, em uma fase da minha vida, se tornaram os melhores momentos do meu dia.
Ele me ensinou também a, em toda hora do almoço, ir até o carro e ficar por uns 15 minutos procurando relaxar e praticando o exercício e repetindo o “estou calmo”, “estou calmo”.
E você não imagina como isso com o tempo começou a fazer a diferença.
Experimente!
Dizem que na hora certa temos ajudas inesperadas e a dica do café veio da esposa de um amigo, que se hospedaram em uma casa que tenho no meio do mato, e eles prepararam um café para quando fui buscar a chave da casa e, depois do lanche feito, ela perguntou se eu tinha notado algo diferente no café, e eu disse que não, e ai ela falou que era descafeinado e eu passei a usar.
E eu que já tinha mais de 50 anos sofrendo de insônia e que emprestei a casa para eles descansarem, fui o maior presenteado.
Parece que eles vieram ali só para me ajudarem.
Mas ninguém precisa ter que ir em psiquiatra, pois o fundamental pode-se fazer em casa, no quintal, na área coletiva de um prédio, não importa, mas temos que acreditar no resultado, pois o nosso grande mal é ficarmos pensando que só indo na academia, na yoga, no psiquiatra, em um clube, etc é que vamos ter proveito, mas não, a solução está em coisas bem simples, ao alcance de todas as mãos e bolsos.
Desligar a televisão e o computador e ir até a portaria do prédio jogar uma conversa fora com o nosso porteiro, ou com quem estiver por ali, ou dar uma volta pelo pátio, sentar no play ground, não custa nada, e olhar para a noite, fugindo da luz artificial, outro grande mal dos tempos atuais.
Não adianta ficar conversando só com quem é de nosso relacionamento ou de nosso nível social ou cultural; a beleza e a sabedoria das relações humanas está em sabermos nos comunicar com qualquer pessoa, e saber tirar prazer nisso, e não só em lugares pré determinados, como barzinhos, restaurantes, academias ou saunas de clubes.
Temos que voltar a sermos seres humanos desapegados das aparências e dos lugares, e saber que a felicidade já está aqui bem do nosso lado, nada de precisar projetar coisas futuras para ai sermos felizes, o caminho não é esse, muito pelo contrário.
O melhor papo está muitas vezes onde menos esperamos, está no comerciante, na feira, enfim onde estivermos sempre existe a possiblidade de estarmos aprendendo algo, trocando uma ideia, e viver o presente, é isto que nos faz ficar bem.
Como nos diz o mestre Abdruschin em sua Mensagem do Graal "Na Luz da Verdade" (www.graal.org.br), dissertação Vivei o presente:
"Deve-se, sim, também pensar no passado, a fim de extrair dele ensinamentos, bem como sonhar com o futuro, a fim de receber estímulo, mas viver plenamente consciente deve-se apenas no presente!"
Ser feliz é ter momentos para viver o aqui e agora e embora pareça algo tão simples, não é mais para quem se acostumou tanto a ficar em frente de um computador, e que vai dormir esgotado e ansioso sem se dar conta do hábito errado.
É que nem o café, pensamos que está nos fazendo bem, mas está fazendo muito mal.
Os pescadores acham que é a pescaria que os deixam relaxados, quando na verdade é o ficar concentrado olhando para aquela boinha que não os deixam pensar em mais nada.
Eles nem precisariam ficar matando entes vivos, que muitas vezes nem vão comer, para relaxarem, pois ficar de olhos fechados escutanto o silêncio no meio dos barulhos, escutando o nosso íntimo, reparando na nossa respiração, dar umas respiradas fundas, e prestar atenção para neutralizar os pensamentos que surgem para nos desestabilizar, trariam o mesmo resultado.
E não precisamos ficar em posição de lótus da (o) yoga, e em um lugar e horário determinado para relaxarmos, pois a pratica da concentração, e com isso o relaxamento, você pode executar onde estiver, ou em um grande engarrafamento, ou na fila do banco, ou no próprio ambiente de trabalho, ou no seu quarto.
A cada hora se dê alguns minutos para a prática, mesmo continuando a trabalhar, o importante é criar o hábito.
Você sabe porque as mesas de jogos de cassino são todas com pano verde?
Porque a cor verde é a cor que mais nos acalma e fazem os jogadores ficarem jogando dia e noite, sem sentirem vontade de parar. Por exemplo, na cor vermelha, poucos aguentariam ficar jogando por horas.
Então imagine um contato com a natureza de vez em quando, heim?
E não precisa ir para longe da cidade, nem para nenhum bosque ou parque onde, normalmente, está a cidade toda, pois qualquer praça serve, ou então aprecie aquela simples árvore que ninguém mais dá bola, ponha a mão nela, sinta-a, isto já vai fazer muito bem a você e inclusive à ela, pois isto é dar amor.
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Deixe que o Poema o escolha como porta voz... Não lance os anzóis para pescar qualquer traço... Não faça um mundo falso.
Procure, medite, estude... Construa seu espaço. Depois, parta pra luta. E aquele abraço.
A.J. Cardiais imagem: google
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Mi atardecer mañana
Mi atardecer mañana llorará por tu espera, cuando al caer la noche vendrán ello a contarte, aquellos que un buen día vinieron a buscarte, y me dejaste solo en mi joven primavera.
Muy pronto en la mañana tendré que abandonarte, como esa espuma blanca se aleja de la vera burbuja tras burbuja, cual hace blanca cera, al ver llorar a un cirio fundiendo al no encontrarte.
Se vestirá la tierra de un ocre envejecido, y en donde el ruiseñor vas hallar solo vacío y buscará el espacio todo el aire dormido,
como busca el placer el que no lo ha concebido. El mar se vestirá con espumas de rocío, con ellas partiré donde se encuentra el olvido.
24/7/14 j.ll.folch Licencia Creative Commons Mi atardecer mañana por j.ll.folch se distribuye bajo una Licencia Creative Commons
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Si esta noche no puedo tenerte aturdiré mis frágiles sueños; en mi fatalidad por tu viaje la tristeza penetra mi alma al no elevarme desde tus pies al centro de tu excelso secreto en donde mi pasión se conforta y se renueva nuestro éxtasis.
Si esta noche no estás a mi lado mi corazón gimiendo delirios aceptará morir por tu amor.
Managua, Nicaragua, Julio 24 de 2014
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