Poemas :  Noturno
Noturno
Noturno





Terna e melodiosa música encanta minha alma,
Música de tons claros, melódicos, suaves e afáveis...
Noturno que é tocado por uma alma debussiana...
Notas que plangem como gotas de chuva-orvalho.

Pequenas escalas que sobem em inúmeros crescendos
E descem como pequenas e suaves mariposas.
Som que desperta uma alma tão encantada, terna.
Boa e eterna música que este noturno revigora meus sentidos...

Ah, notas que buscam os mais angelicais sentimentos,
Música de coração e e alma desencobertos, música
De altas sacralidades, música a qual nenhuma tola,
Presunçosa e banal teoria pode aproximar-se...

Noturno de alma livre de corporalidades,
Noturnos de longas e inestimáveis horas
Que fazem doces ecos do espírito aclamar
Vozes nunca ouvidas por seres de nenhuma espécie.
Melodias de anjos que cantam em uníssono a
Eternidade de uma alma de além- Mundo.
Poeta

Poemas de reflexíon :  Morelia Señorial
“La de corte imperial . . .”

Dominando el Valle de Guayangareo,
el gigante bello Cerro del Quinceo
vigila tu estampa de figura fina
que Dios, sempiterno, guarda en su retina.

Morelia señorial casta, castiza,
de esencia clerical, sangre mestiza,
que adornas construcciones con cantera
dando a tu vida identidad certera.

Subyugas con el rosa los colores,
se ensalzan los motivos redentores,
tienes en las paredes la ceniza
de sacra Catedral que invita a misa.

Aroman tu ambiente delicadas flores
sembradas en los parques de clamores,
conservas limpia la traza de tus suelos
de renacentistas límpidos anhelos.

Cual rimbombante tablero de ajedrez,
bien deberíamos libar rico jerez
porque suelo pasearme en tu Acueducto,
vertiente de la historia, buen reducto.

Me envuelves en sus arcos y me enfrascas
en la divina Fuente “Las Tarascas”;
te añora el gran Morelos en sus cielos,
él ve, de noche, límpidos destellos.

Del sobrio Valladolid harto ilustrado
por la cultura, el arte, avasallado,
que, en su nobleza natural invita
a la docta Universidad Nicolaita.

A decenas de antiguas escuelas y colegios,
a sus amplias casonas, edificios regios,
iglesias, añejos espaciosos conventos
de estilo construidos en tiempos irredentos.

Con tu eminente belleza me desarmas,
la del Jardín de las Rosas, Plaza de Armas,
excelsos museos, yendo al Teatro Ocampo,
hermosos mercados, me extiendes un manto.

Tienes el aspecto, sin que quepa duda,
de ciudad española linajuda
muy distinguida de abolengo recio,
de eso deviene mi infinito aprecio.

Soy un no nacido en tus rancias entrañas,
más, me han sustentado siempre tus hazañas,
le debo a tal grandeza mi entereza,
al altísimo, mi alma, que endereza.

Así, me enamoraron tan vastos encantos,
mil dones, leyendas, atributos, tantos,
sigo la senda insigne de tu trecho,
te brindo el corazón, mi abierto pecho.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Morelia, Michoacán de Ocampo, México, a 18 de mayo del 2021
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Poemas de reflexíon :  De López y su prima "indígena" Manuela
“Del nepotismo que desconsuela . . .”

Esto no lo hago a diario,
mas, hoy les daré un breviario
para poner en contexto
el triste tema del texto.

Pues, López tiene una prima
y “a la prima se le arrima”,
ella se llama Manuela
y para nada es tontuela.

Porque le hace al nepotismo,
así, con mucho cinismo
en un Distrito de Chiapas,
¡ay, que cosas tan ingratas!

Resulta que la señora
con todo y sangre española,
de casta Santanderina,
nos salió “indígena” fina.

Pero, de rasgos carece
y nativa no parece,
se mira que es muy blanquita
de piel, digamos “güerita”.

Maja, Manuela Obrador,
de ojos claros de color
verde como es el follaje
de la selva del ultraje.

Agárrense, allá, en Palenque,
manque se crispen, no le aunque,
Andrés, su ayuda le arrima
a Manuela, que es su prima.

De manera nada grata,
ya la hizo candidata
de morena, en forma real,
a una Diputación Federal.

Palencano, así te enojes,
toda “bendición” de López
le abre política puerta
a su parentela cierta.

El peje ya ni la amuela,
se la jala con Manuela
al son del influyentismo
su “gobierno” marca el ritmo.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Ciudad de México, a 14 de mayo del 2021
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Poemas de tristeza :  Édipo
Édipo
[size=x-large]Édipo de olhos vazados, amargando um triste destino,
Corroendo-se a cada dia por seu infeliz erro,
Assim Tebas lamenta a tragédia em seu próprio solo.
Tebas cuja cidade prosperava grandemente, agora
Amaldiçoa o momento que Édipo pisou em seu solo.
Amargurados habitantes, vossa sina é apenas
A presença de mais um humano que consideram orgulhoso?
Acaso um deus achaste tua cidade Insignificante para
continuar existindo?


Édipo vaga, sua prole ainda
Permanece em augusto palácio,
Ismene, doce e compreensiva Ismene,
Antígona, oh, moça de nobre e sincero coração,
Teu coração morará eternamente em fria laje!
Quantas desventuras, um viandante
Cego que não encontra nada além
Da fria e ignota incompreensão, quantos
Não o condenam sem reconhecer que já
É um condenado? Quantas línguas malditas
Não culpam teu vagar?

Cruel e indesejada sorte, Tebas sofre e
Lamenta, a cidade não produz mais
Artefatos que tenham élan, o desânimo
Parente de toda imobilidade toma conta
De todo o ser rompido e esmigalhado.

Ah, Tebas, outrora cidade,
Hoje fantasma de arquitetura.
Teu destino aos deuses foi deixado,
Nada além de desgraças é o que tuas gerações
verão!
[/size]
Poeta

Cuentos :  O Dia Sossegado(Miniconto)
O Dia Sossegado(Miniconto)
O Dia Sossegado




Lucas era um homem que gostava de descansar. Ele sempre descansava todos os finais de semana. Em um final de semana, do ano de 1920, ele decidiu descansar o dia todo e a noite toda. Ele descansou quase dois dias, no domingo de noite, ele decidiu então ir para a cama, pois estava dormindo em sua rede, e quando dormiu, teve um sonho em que descansava por toda a vida.
Poeta

Textos :  A Morte do Velho Jardineiro(Sketch XVI)
A Morte do Velho Jardineiro(Sketch XVI)


A Morte do Velho Jardineiro




A cena se passa na Inglaterra, em 1942.



Cena Única



Uma casa velha com uma escada que vai levar a um corredor um pouco longo, e que também leva a um quarto que está com a porta ligeiramente aberta. Nela vemos uma luz saindo. Nela há três pessoas. Uma é um rapaz de aproximadamente vinte e dois anos, de cabelos negros e olhos verdes. Outro é um senhor de aproximadamente sessenta anos, e outro é um homem de quase quarenta anos, alto, loiro e de olhos castanhos. Os três bebem vinho.



Victor- Anton, já te dissemos que realmente precisamos daquela relíquia. Sem ela realmente não podemos continuar nossos planos.


Anton- Mas conseguí-la nos campos da Sociedade realmente não será fácil. Precisaremos usar outra pessoa.


Victor- Não usaremos outra pessoa, você irá lá e pegará a relíquia.


Anton- Você sabe que tenho outros trabalhos a fazer dentro da nossa organização.


O homem mais velho fala numa voz calma, mas fria.


Theodor- Se não achares uma pessoa adequada, você mesmo roubará a relíquia, meu caro Anton. Você sabe que estou muito fraco e não posso fazer isso.

Victor- Eu não vejo como prosseguir nesse estilo. Temos que nos esconder sempre, e não há muitas casas abandonadas hoje em dia que podemos usar.


Anton- Mas ainda há milhares de oportunidades, e as pessoas não são muito curiosas nesse estado. Ou seja, podemos ficar em cada casa quase um mês, até.


Victor- Precisamos realmente dessa relíquia logo. Nossos amigos de outros planos não estão muito pacientes para esperar, e eles precisam vir para esse plano logo, vocês sabem, a guerra continua nos dois planos, e o que acontece aqui...


Anton- Influencia no outro plano. Já sabemos disso, Victor. Mas a relíquia está fortemente guardada dentro da Sociedade. Você sabe, há mais de quatro camadas que conhecemos que protegem aquela relíquia.


Theodor- Mas iremos com certeza conseguir. Não vamos desanimar agora. Já estamos há quase dois anos mudando de um lado para outro, o sucesso realmente será nosso.


Anton- Precisamos contatar os outros. Como faremos?


Theodor- Como sempre fizemos, Anton. Você anda se esquecendo demais dos velhos modos. Mas só vamos fazer isso daqui a uma semana. Por ora teremos que tomar cuidado com esse lugar.


Victor- Tem certeza que aqui não havia nenhuma pessoa?


Anton- Pelo que andei vendo, não, mas aqui é uma área onde as casas estão sempre fechadas. Os vizinhos nesta região são mais caseiros, então é impossível saber de tudo.


Victor- Então ficaremos aqui uns quinze dias, apenas.


Theodor- Ou menos. Já que não sabemos se realmente há alguém aqui que pode ouvir nossos planos.


Victor- Mas creio que podemos cuidar de algo agora mesmo.( Victor pega em um canto um frasco de veneno, uma taça e uma garrafa de vinho. Ele coloca veneno na taça junto ao vinho e coloca a taça em cima de uma mesinha).


Theodor- Então, como nós iremos...


Ouvimos de fora os passos de um homem. É o velho jardineiro que cuida da casa. Ele é um senhor de uns setenta anos, e vai se aproximando do corredor. Ele ouviu uma parte da conversa pois já estava na casa.


Victor- Temo que fiz bem em colocar vinho na taça. Um homem está lá fora. Terei que...


Theodor( autoritário)- Faça logo.


Victor sai do quarto com o copo de vinho com veneno nas mãos. Ele encontra o jardineiro perto dele.


Jardineiro- Ouvi grande parte de vossa conversa. Saiba que estou pronto para chamar a polícia por você estarem planejando roubar uma relíquia.


Victor( sorridente)- Que isso, meu senhor. Somos atores. Estamos apenas ensaiando uma peça.


Jardineiro- Não me venha com essa, eu sei muito bem que são bandidos e pretendo pará-los.


Victor- Não somos bandidos, veja, fizemos mal em invadir a casa, realmente, mas estamos sem dinheiro para nos acomodarmos. Estamos ensaiando e vamos embora. Prometemos nunca mais voltar.


Jardineiro- Então realmente não são bandidos?


Victor- Claro que não, senhor, e para provar. Vou te ofertar um belo copo de vinho. Que bandido faria isso?


Jardineiro- Está bem( Inocentemente estica a mão para pegar o copo de vinho, Victor o entrega com um olhar inocente. Ele bebe todo o vinho na taça, sorri, e dentro de dois ou três minutos começa a passar mal e se joga no chão e morre rapidamente).


Victor vai até o corpo, leva-o até o quarto.


Victor- Ainda bem que ele foi deixando as defesas logo de lado.


Theodor- Enterre-o no quintal. Ficarei aqui vigiando se vem mais alguém.


Victor- Sim, meu senhor.


Victor pega o corpo de jardineiro, sai do quarto e atravessa todo o palco com o corpo na mão e sai pela esquerda. Ouvimos corvos lá fora. Uma porta bate.


Theodor- E assim mais um acaba morrendo por se intrometer em negócios alheios.


Ele olha para Anton que sorri. O pano desce.



FIM



Poeta

Poemas de reflexíon :  Fiel Maestro
“En la enseñanza, . . . el más diestro.”

Al fiel Maestro que la educación profesa,
honesto mentor que a la sociedad interesa,
al que acude al aula lleno de emoción,
para el que la docencia es su religión.

Al que se prepara, leal a su libro de texto,
persiguiendo conocimiento sin pretexto,
al ser humano lleno de ética, valores,
que hace del saber, la ciencia, sus primores.

Al que orienta sin cortapisa o componenda,
al que sin represión a colegiales enmienda
porque con la disciplina bien se hermana,
para el que no hay ningún fin de semana.

Al que no comprende marchas ni plantones,
ya que piensa que existen otras soluciones
para los peores problemas, mayúsculos,
negándose a abandonar a sus discípulos.

Al comprometido con las juventudes,
a las que transmite todas sus virtudes
sin envidia alguna, en pos del futuro,
presagio divino de un mundo seguro.

A ese Profesor rindo tributo, pleitesía,
porque su labor, plena de sabiduría,
colma las necesidades de una patria
a la que, digna y culturalmente, idolatra.

Señor Profesor, de alumnos aliado,
a la formación, a la instrucción, afiliado,
adalid, prócer de amor, sentimiento,
que abreva de la vida entendimiento.

De verdadera vocación, apostolado,
ideal misión que deja todo de lado
por la enseñanza ilustre, honrado Maestro,
los estudiantes lo adoptamos . . . nuestro.

Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda
Ciudad de México, a 15 de mayo del 2018
Dedicado a mi más admirado Profesor, Don José Agustín Antú Cantú (QEPD)
Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
Poeta

Poemas de desilusión :  RAMIR NATERA TANIA
Por gran tiempo mis labios pronunciaron la jaculatoria, que anidabas en mi pecho y en mi espalda; que eras el frenesí que encendía luces en el alma.

Jaculatoria, monólogo o padre nuestro, fue lo único que podía pronunciar mi boca mientras a la distancia esperaba ser callada por tus besos.

Te habrás dado cuenta, que he preferido guardar silencio? que ante tus acciones, tus palabras, risas y hasta burlas, he decidido guardar el más sepulcral silencio.

Mis omisiones, son la antesala de lo que podría ser el sepelio, a la devoción que por ti siento.

Hoy, al escucharte y leerte, confirmo que expuesto en capilla ardiente está mi amor prohibido, escondido, silente y quejumbroso; pero fiel, como lo ha sido desde el primer día.

Mi cuerpo mi amor, mi alma, y la posibilidad de acercarnos al umbral del cementerio donde nos espera la tumba, allí donde ha de descansar, éste corazón herido, ten por seguro que ya no ponen resistencia;

Si a partir de esta hora, al igual que yo, decidieras hacer silencio, estará consensuado que en aquel sepulcro blanqueado, al que todos llamamos olvido, han de ser sepultados todos mis sentimientos.

Entonces, en nueve días, mi boca jamás invocara tu nombre, porque el frenesí de hacerlo, dormirá en el descanso eterno que le ofrece una tumba fría.

Mientras nuestros momentos, me hacen compañía, hasta el final de éste sepelio, dama y perversa en ataúd, esperan extasiadas, que seas tú, quien ahora digas, lo que verdaderamente sientes.

Autor: Ramir (Tania Natera ©)
San Pedro de Macoris, 14/05/2021
Poeta

Poemas :  Remendando el final
Los muertos cierran filas
sobre lo vivo no consumado

Círculos concentricos
sobre si mismos
por los desatinos y desaciertos cometidos

Si no fuera asumido
el fuego del infierno
les devoraria por dentro
y a los vivos nos despellegarian vivos

Difícil via crucis
se nos presenta cada mañana
Ayudar a los muertos
en el cometido de los vivos
para que remendando el error
El perdón adorne el corazón

Quién siente a sus muertos
vive en el puente del desconsuelo
hasta que cada uno sigue su vuelo

Atronador sentido del deber
viene parejo a consumir el vaso de vino
A la lumbre del fuego escindido
y escondido en su torre de marfil

En el punto de partida siempre andamos
recomenzando la partida

Nada en la vida es más importante
que conseguir una muerte tranquila

Para no temer el desconcierto
de la oscuridad hiriente
en un desconsuelo fantasmal
que no cesa de tirar de los estribos al caballo
que pisotea tu alma
para que no consten tus restos

Orar para no llorar
intentando borrar este final


15/05/2021
©Dikia
Poeta

Textos :  Jogos Estranhos(Sketch XV)
Jogos Estranhos(Sketch XV)
Jogos Estranhos





A cena se passa na Áustria, 1899.


Cena Única




Uma sala contendo muitos objetos, de quase todos os tipos, mas alguns arrumados, e outros desarrumados. Um homem chamado Gerwin Ziegler está em cena. Ele está diante de três manequins e tem nas mãos alguns morangos. Ele vai morder um, mas muda de ideia e joga nos manequins. Ele fica pouco satisfeito, suspira. Ele pega uma espingarda. Ele fica mexendo nela de cima a baixo e depois lança-a dando um pulo. A espingarda cai quase do outro lado da sala. Ele pega uns dois livros e coloca-os em cima de uma mesa em pé. Ele começa a tentar acertá-los com um copo de água, e coloca o copo de lado. Depois ele pega duas bolinhas de gude. Ele coloca as bolinhas no chão e começa a jogá-la perto de um manequim bonito. Depois ele pega dois copos de plástico, ele coloca um no outro e coloca na cabeça e começa a andar com eles tentando se equilibrar como se faz com um livro na cabeça. Ele joga os copos de lado, e senta-se numa poltrona e fica mexendo os pés para cima com certa velocidade e força. Ele se levanta e fica a rodopiar e falar aaaaaa e eeeeeeee umas quinze vezes. Depois ele se cansa e pega um álbum de fotos e fica folheando- o com força e joga-o de lado. Ele depois vai até um prato de biscoitos e começa a lambê-los, pára de lamber e coloca o prato debaixo de um livro. Ele suspira, dá três pulos grandes e duas cambalhotas. Ele então pega duas cartas de baralho e fica passando o dedo nelas, e depois ele grita com elas. Depois de dois minutos, ele se cansa. Ele então pega um colar e fica fazendo dele um ioiô, ele coloca o colar numa caixa de madeira e fica segurando a caixa, coloca no chão, coloca-a de volta e a mesma coisa umas sete vezes. Depois de tudo isso, ele simplesmente para de mexer nas coisas e volta a poltrona. Ele então fecha os olhos. Ouvimos uma voz em off:


Voz- Jogos estranhos! Jogos estranhos sendo jogados na casa 22. Vamos ver os jogos estranhos!


O homem se levanta rapidamente. Ele sai de cena.



Voz- Mostre-nos os jogos estranhos! Mostre-nos os jogos estranhos.



Um barulho de porta ouve-se bater. O pano desce.


FIM



Poeta