|
|
ININTELIGIBLE ACATAMIENTO (Neohermético)
Estuve anublando duramente, reciclado isóceles empequeñecido, lunar plantado en esquirlas, menos temprano incólume, queriendo estertores débil.
Y tarde llegó, el desmañanado primero, aglutinándose lábil escabroso, insalubre espaldar afrontado, aniquilado precoz añejo, destemplando esfenoides, en bemoles almendrados raudos.
No embargante, en venta, fusiones frígidas atestan, infectos mamarrachos cohibidos, urdimbre abigarrada grácil.
Veo al ecóico desgajado, y en árboles rugir amasijos, expiatorios comulgando crueles. ¡Perversidad fasotímica indemne!. Aunque, valiente, endulza lúgubre, coqueteo del gritar, agrietado grave, patibulario empecinarse pueril, enigmático autómata fétido, tan siempre ulótrico en creámica, melindrosa estertorosa fiambre.
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
|
Poeta
|
|
|
|
O meu passatempo é o tempo... Com o passar do tempo eu invento um novo momento para me divertir.
O que há de vir virá com o tempo enquanto eu existir.
O meu passatempo no momento é querer rir...
Rir da vida que passa: às vezes engraçada, às vezes sem graça;
Às vezes sem nada: sem pão, sem ação, sem prazer, sem, nem mesmo, viver.
A.J. Cardiais 13.07.2007
|
Poeta
|
|
|
|
É domingo de manhã... O sol, para agradar, dá seu sinal de vida. A noite foi divertida, para quem soube aproveitar... Pessoas com cara de festa, arrotam um "bom dia" azedo... Cara feia não mete medo, mas não dá para confiar...
Eu ando devagar, tentando saborear o domingo, que acho um dia lindo. Mas só ao começar. Porque depois do meio dia...
A.J. Cardiais 30.01.2010
|
Poeta
|
|
|
|
A dor que nos vem, e que achamos que é do nada, às vezes é do além. Então temos que seguir a nossa estrada, vivendo o agora e o outrora. Porque haverá uma hora em que tudo nos será cobrado.
Nesse caminho enlameado da vida, tudo rima... Tudo está entrelaçado: o passado não passa, fica ao lado...
Cobrando sua falta de atenção, sua falta de educação e de sentimento... Toda dor espera um momento de reflexão.
A.J. Cardiais 13.07.2007
|
Poeta
|
|
|
|
Pensei que separação fosse fácil... Que fosse só deixar o seu amor, e seguir em frente. Agora vejo que essa dor não sai do caminho da gente.
Estou vendo que separação às vezes dói, mas é necessário. Então mudei o meu itinerário, não quero nada de recordação.
Quero acordar de vez para um novo amor, e entregar-me sem pensar em saída. Estou partindo para uma nova vida. Não quero mágoas no meu coração.
Quero trilhar caminhos diferentes. Usar os erros como aprendizado. E quando olhar para o passado, talvez chorar, mas só de alegria.
A.J. Cardiais 06.11.2006
|
Poeta
|
|
|
|
Estou tentando consertar a minha vida... Mas para alguns erros, não existem consertos.
Fui negligente com o tempo. Não observei os sinais. Segui apenas o instinto: viver! Então vivi, e nada mais.
Vivi, vivi, vivi... Agora estou aqui, procurando os velhos sinais. O tempo é bom, mas não volta... Jamais!
Não adianta alguém tentar voltar atrás... Tudo será apenas um recomeço. O que foi, foi... Não volta mais.
A.J. Cardiais 31.07.2004
|
Poeta
|
|
|
|
É um mar de amor, este verde... Você pode enxergar o que quiser. No mar, o sal, as vistas arde. Como pode o mar azul dessa mulher, invadir meu horizonte sexual?
Eu sou um cara normal, eu acho... Só não me encaixo nos perfis traçados pelos "fabricantes de modelos". Eles só querem o dinheiro, eu quero a felicidade.
Mas, por que me invade o mar azul dessa mulher, e me convida a mergulha-lo? Não resisto... Fecho os olhos e pulo. Atiro-me no desconhecido mar.
A.J. Cardiais 13.08.2009
|
Poeta
|
|
|
|
De tudo já devem ter escrito... Mas não acredito que escreveram da mesma forma.
Poema tem uma norma... Ou não tem? Não acredito que o poema seja "terra de ninguém", para irem invadindo e se apossando, sem ao menos saberem onde estão pisando...
Eu acho que, para escrever, é preciso ter coragem, e trazer alguma bagagem.
A.J. Cardiais 24.02.2010
|
Poeta
|
|
|
Entre escribir y leer, siempre preferiré leer, pero leerte a ti, cielo mío, con música ligera y sábanas tibias, bajo la luz de tus hermosos ojos y pequeños sorbos de los manjares, que desde tu boca disfruto anhelante…
Es que al leerte, todo mi ser se agita, se inquieta, mis pensamientos se turban y ya nada importan las formas, que me debo forzar a sostenerlas, para dominar algo la flama instintiva, que no cesa de atizar, para amarte más, para fundirte a mi piel y a mi boca...
Quiero leer tus ansias y salvarlas todas, quiero abrazar desde adentro mi alma, la esperanza y atesorarla como la vida, quiero seguir leyendo en tus ojos y sonrisas, que podemos multiplicar las ilusiones y que esperando, hay muchas auroras que recibiremos unidos… muy juntos.
Y quiero releer, cada línea que te describe y me dice… de todo cuanto sabe a ti, de aquello que desborda desde ti, para conocerte siempre más, sobre cómo se vienen sueños, sensaciones, delirios sin fin, volcados como avalancha, con cada línea tuya... con leerte más…
|
Poeta
|
|
|
|
Eu escrevo... Não pertenço a nenhuma Escola, nem me acho o "bom de bola". Escrevo, e simplesmente isso.
Se eu não disser nada, no que escrevo, posso ser do Movimento Dada...
Eu escrevo... (isso já foi dito) Não me considero um "maldito", nem espero ser um bendito. Para mim o que vale, é o que está escrito...
Entendeu? Se não entendeu, o problema não é meu. Rimei.
A.J. Cardiais 02.03.2009
|
Poeta
|
|