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O Primeiro Encontro
A cena se passa na África, no ano de 432 mil antes de Cristo. Cena Única Um lugar ermo e solitário nas selvas da África, mais precisamente no Congo. Vemos três figuras vestidas com trajes espaciais cor de prata, eles se chamam Enil, Enki e Ninhursag. Enki- Nossa, que clima quente e horroroso. Como é possível um planeta ter uma temperatura tão desagradável? Enlil- Mas tem uma beleza como poucos têm, aliás, muito melhor do que o nosso planeta, mas é claro que aqui também há muitas desvantagens. Ninhursag- E como vamos criar nosso Adama? Já pensaram nisso? Enki- Não, mas podemos achar algum animal por aqui e modificar sua estrutura genética. Ninhursag (ri)- É para isso que viemos aqui, caro Enki. Sério mesmo que é essa idéia que você tem? Enlil- Precisamos de um animal muito bom, que seja quase senciente e que não cause muitos problemas quando modificado por nós. Enki- Não seria melhor pegarmos um homem que existe em algum planeta que já existe e criar nosso Adama? Ninhursag- Isso também não é uma boa idéia. Ouvimos barulhos de animais. De repente um macaco entra em cena. Ele fica assustado ao ver os três. Ninhursag, Enki e Enlil se entreolham tendo uma ideia. Ninhursag- Salve! Nós achamos o animal que vamos criar o homem! Ninhursag vai até o macaco e consegue pegá-lo. A luz se apaga. Quando luz volta a acender, vemos os três em uma espécie de laboratório e um homem totalmente nu dentro de um grande frasco dormindo. Ninhursag- Que perfeição, olhe para esse corpo todo. Enki- Quanto mais de tempo teremos que esperar? Ninhursag- Ainda hoje ele estará totalmente consciente, mas teremos que ensinar a ele tudo que ele precisa aprender. Enlil- Você é um gênio da genética, Ninhursag. Foi o melhor espécime que já vi até agora. Os três se entreolham e sorriem com satisfação. O pano desce. Fim
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Poeta
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[i]3. Ele me ama, mas eu não.
A cena se passa no Brasil, em 1930.
Cena Única
Uma confeitaria fina. Há pessoas conversando distraidamente. Em uma mesa há duas moças. Uma é morena e usa um vestido azul, a outra é loira e usa um vestido preto. Elas se chamam Paula e Carolina.
Carolina(bebendo um gole de café)- Ah, amiga, não pode ser. Você realmente não o ama mais?
Paula- Nunca o amei, Carol. Foi um casamento feito às pressas, e tudo por causa dele.
Carolina- Mas e as cartas que vocês trocavam? Você dizia que elas eram românticas...
Paula- De fato, elas eram românticas, mas era começo de namoro.
Carolina- Mas vocês casaram rapidamente. Como pode dizer que não o ama mais?
Paula- Ele é chato, inconveniente, sempre reclama e quer sexo o tempo todo.
Carolina- A parte do sexo está te incomodando mais do que tudo, não?
Paula- Claro, minha amiga. Eu fico sempre cansada com tanto sexo.
Carolina- Imagino, mas ele tem um lado tão sensível e agradável...
Paula- Tudo isso apenas porque ele foge de conflitos. Ele prefere a paz a qualquer conflito. Parece medo, sabe?
Carolina- Homens assim geralmente não dão bons amantes.
Paula- Ah, Paula, nem me fale nisso.
Carolina- O que pretende fazer?
Paula- Terei uma conversa muitos séria e assertiva com ele sobre ele mesmo, se ele não gostar e não mudar, eu vou me separar.
Momento de tristeza em Carolina.
Carolina- Eu vou sofrer com vocês dois separados.
Paula- Não vamos separar, depois da conversa, ele realmente vai mudar.
Vemos um garçom se aproximar com um bilhete na mão. Ele se dirige a Paula, que pega o bilhete, agradece e o garçom se afasta.
Paula(lendo)- Ele aqui diz que precisa me ver agora. Não pode ser outro horário.
Carolina- Posso te levar lá?
Paula- Não, o escritório na Bolsa onde ele trabalha é perto daqui. Eu mesma vou até lá. Me espera aqui? Creio que vai ser conversa de meia hora.
Carolina- Não te prometo esperar, mas vou tentar.
Paula se levanta da cadeira, pega a bolsinha.
Paula- Deseje-me sorte, amiga.
Carolina- Tenha muita sorte, minha amiga.
Paula sai apressada da confeitaria. Ouvimos um barulho de construção ao longe. O pano desce com as conversas na confeitaria.
Fim[/i]
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Poeta
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3. Ele me ama, mas eu não.
A cena se passa no Brasil, em 1930.
Cena Única
Uma confeitaria fina. Há pessoas conversando distraidamente. Em uma mesa há duas moças. Uma é morena e usa um vestido azul, a outra é loira e usa um vestido preto. Elas se chamam Paula e Carolina.
Carolina(bebendo um gole de café)- Ah, amiga, não pode ser. Você realmente não o ama mais?
Paula- Nunca o amei, Carol. Foi um casamento feito às pressas, e tudo por causa dele.
Carolina- Mas e as cartas que vocês trocavam? Você dizia que elas eram românticas...
Paula- De fato, elas eram românticas, mas era começo de namoro.
Carolina- Mas vocês casaram rapidamente. Como pode dizer que não o ama mais?
Paula- Ele é chato, inconveniente, sempre reclama e quer sexo o tempo todo.
Carolina- A parte do sexo está te incomodando mais do que tudo, não?
Paula- Claro, minha amiga. Eu fico sempre cansada com tanto sexo.
Carolina- Imagino, mas ele tem um lado tão sensível e agradável...
Paula- Tudo isso apenas porque ele foge de conflitos. Ele prefere a paz a qualquer conflito. Parece medo, sabe?
Carolina- Homens assim geralmente não dão bons amantes.
Paula- Ah, Paula, nem me fale nisso.
Carolina- O que pretende fazer?
Paula- Terei uma conversa muitos séria e assertiva com ele sobre ele mesmo, se ele não gostar e não mudar, eu vou me separar.
Momento de tristeza em Carolina.
Carolina- Eu vou sofrer com vocês dois separados.
Paula- Não vamos separar, depois da conversa, ele realmente vai mudar.
Vemos um garçom se aproximar com um bilhete na mão. Ele se dirige a Paula, que pega o bilhete, agradece e o garçom se afasta.
Paula(lendo)- Ele aqui diz que precisa me ver agora. Não pode ser outro horário.
Carolina- Posso te levar lá?
Paula- Não, o escritório na Bolsa onde ele trabalha é perto daqui. Eu mesma vou até lá. Me espera aqui? Creio que vai ser conversa de meia hora.
Carolina- Não te prometo esperar, mas vou tentar.
Paula se levanta da cadeira, pega a bolsinha.
Paula- Deseje-me sorte, amiga.
Carolina- Tenha muita sorte, minha amiga.
Paula sai apressada da confeitaria. Ouvimos um barulho de construção ao longe. O pano desce com as conversas na confeitaria.
Fim
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Poeta
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3. Ele me ama, mas eu não.
A cena se passa no Brasil, em 1930.
Cena Única
Uma confeitaria fina. Há pessoas conversando distraidamente. Em uma mesa há duas moças. Uma é morena e usa um vestido azul, a outra é loira e usa um vestido preto. Elas se chamam Paula e Carolina.
Carolina(bebendo um gole de café)- Ah, amiga, não pode ser. Você realmente não o ama mais?
Paula- Nunca o amei, Carol. Foi um casamento feito às pressas, e tudo por causa dele.
Carolina- Mas e as cartas que vocês trocavam? Você dizia que elas eram românticas...
Paula- De fato, elas eram românticas, mas era começo de namoro.
Carolina- Mas vocês casaram rapidamente. Como pode dizer que não o ama mais?
Paula- Ele é chato, inconveniente, sempre reclama e quer sexo o tempo todo.
Carolina- A parte do sexo está te incomodando mais do que tudo, não?
Paula- Claro, minha amiga. Eu fico sempre cansada com tanto sexo.
Carolina- Imagino, mas ele tem um lado tão sensível e agradável...
Paula- Tudo isso apenas porque ele foge de conflitos. Ele prefere a paz a qualquer conflito. Parece medo, sabe?
Carolina- Homens assim geralmente não dão bons amantes.
Paula- Ah, Paula, nem me fale nisso.
Carolina- O que pretende fazer?
Paula- Terei uma conversa muitos séria e assertiva com ele sobre ele mesmo, se ele não gostar e não mudar, eu vou me separar.
Momento de tristeza em Carolina.
Carolina- Eu vou sofrer com vocês dois separados.
Paula- Não vamos separar, depois da conversa, ele realmente vai mudar.
Vemos um garçom se aproximar com um bilhete na mão. Ele se dirige a Paula, que pega o bilhete, agradece e o garçom se afasta.
Paula(lendo)- Ele aqui diz que precisa me ver agora. Não pode ser outro horário.
Carolina- Posso te levar lá?
Paula- Não, o escritório na Bolsa onde ele trabalha é perto daqui. Eu mesma vou até lá. Me espera aqui? Creio que vai ser conversa de meia hora.
Carolina- Não te prometo esperar, mas vou tentar.
Paula se levanta da cadeira, pega a bolsinha.
Paula- Deseje-me sorte, amiga.
Carolina- Tenha muita sorte, minha amiga.
Paula sai apressada da confeitaria. Ouvimos um barulho de construção ao longe. O pano desce com as conversas na confeitaria.
Fim
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Poeta
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Países conquistados Feridas abertas Oh, Deus, como O homem é vil.
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Poeta
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[i]18.
Espiritismo criado Para vivificar a fé Pura do Cristo que Ama a humanidade.[/i]
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18.
Espiritismo criado Para vivificar a fé Pura do Cristo que Ama a humanidade.
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Poeta
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2. A Boneca Maldita
A cena se passa na Holanda, no ano de 2017.
Cena Única
Um quarto de menino decorado com brinquedos, mas ao fundo há uma boneca bonita e agradável de se ver. A boneca é loira e tem olhos azuis. Um homem chamado Aert está vendo seu filho de 7 anos Alard brincar.
Aert- Alard, o que a sua mãe falou de mim para você?
Alard- Ela está nervosa com você, papai.
Aert- Mas por que?
Alard- Ela diz que o senhor sai todas as noites e volta muito tarde, e que também bebe.
Aert- Sim, mas eu bebo com os amigos.
Alard- Mamãe diz que você não tem responsabilidade, que o senhor só quer saber de festas.
Aert- Ah, meu filho, essa vida é tão dura e difícil que a única maneira de conviver com ela é com um pouco de festas.
Alard- Ela também diz que você namora outra mulher.
Aert(alto)- Em absoluto! Eu não tenho outra namorada além da sua mãe.
Alard- É o que a mamãe sempre diz...
Aert- Sua mãe é muito ciumenta, meu filho. Desde que começamos a namorar, ela sempre foi muito ciumenta. Ela nunca conseguiu se livrar desse ciúmes.
Alard- Entendo, papai, por isso vocês sempre brigam.
Aert- Sim, por isso estamos sempre brigando. Você está com fome?
Alard- Sim, papai, muita.
Aert- Farei algo para você. Fique aqui.
Aert sai do quarto. Alard vai até seus brinquedos e pega a boneca de olhos azuis. De repente ouvimos ela falar. Alard fica assustado.
Alard- Como assim essa boneca está falando comigo?
A boneca continua falando calmamente.
Alard- Eu vou jogar essa boneca fora. Vou tacar fogo nela.
A boneca começa a rir.
Alard- Boneca maldita! Eu vou te ensinar a me respeitar!
Aert entra no quarto com um prato de sanduíche e um copo de leite frio.
Aert- Meu filho, aqui está o seu lanche.
Alard- Papai, a boneca falou de novo... Ela...
Aert- Meu filho, eu já disse que essas coisas não existem. É apenas a sua imaginação abrindo as asas.
Alard- Mas, papai...
Aert deixa o prato com sanduíche e o copo de leite em uma mesinha.
Aert- Coma e depois faça seus deveres de casa. Eu vou ter que sair.
Aert dá um beijo no rosto do filho e sai.
Alard- Eu vou acabar com essa boneca. Mas não agora.
Ouvimos o barulho sutil de uma risada da boneca. Ela diz que colocará fogo na casa. Alard volta a brincar no quarto despreocupadamente. O pano desce rapidamente.
Fim
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Poeta
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[i]2. A Boneca Maldita
A cena se passa na Holanda, no ano de 2017.
Cena Única
Um quarto de menino decorado com brinquedos, mas ao fundo há uma boneca bonita e agradável de se ver. A boneca é loira e tem olhos azuis. Um homem chamado Aert está vendo seu filho de 7 anos Alard brincar.
Aert- Alard, o que a sua mãe falou de mim para você?
Alard- Ela está nervosa com você, papai.
Aert- Mas por que?
Alard- Ela diz que o senhor sai todas as noites e volta muito tarde, e que também bebe.
Aert- Sim, mas eu bebo com os amigos.
Alard- Mamãe diz que você não tem responsabilidade, que o senhor só quer saber de festas.
Aert- Ah, meu filho, essa vida é tão dura e difícil que a única maneira de conviver com ela é com um pouco de festas.
Alard- Ela também diz que você namora outra mulher.
Aert(alto)- Em absoluto! Eu não tenho outra namorada além da sua mãe.
Alard- É o que a mamãe sempre diz...
Aert- Sua mãe é muito ciumenta, meu filho. Desde que começamos a namorar, ela sempre foi muito ciumenta. Ela nunca conseguiu se livrar desse ciúmes.
Alard- Entendo, papai, por isso vocês sempre brigam.
Aert- Sim, por isso estamos sempre brigando. Você está com fome?
Alard- Sim, papai, muita.
Aert- Farei algo para você. Fique aqui.
Aert sai do quarto. Alard vai até seus brinquedos e pega a boneca de olhos azuis. De repente ouvimos ela falar. Alard fica assustado.
Alard- Como assim essa boneca está falando comigo?
A boneca continua falando calmamente.
Alard- Eu vou jogar essa boneca fora. Vou tacar fogo nela.
A boneca começa a rir.
Alard- Boneca maldita! Eu vou te ensinar a me respeitar!
Aert entra no quarto com um prato de sanduíche e um copo de leite frio.
Aert- Meu filho, aqui está o seu lanche.
Alard- Papai, a boneca falou de novo... Ela...
Aert- Meu filho, eu já disse que essas coisas não existem. É apenas a sua imaginação abrindo as asas.
Alard- Mas, papai...
Aert deixa o prato com sanduíche e o copo de leite em uma mesinha.
Aert- Coma e depois faça seus deveres de casa. Eu vou ter que sair.
Aert dá um beijo no rosto do filho e sai.
Alard- Eu vou acabar com essa boneca. Mas não agora.
Ouvimos o barulho sutil de uma risada da boneca. Ela diz que colocará fogo na casa. Alard volta a brincar no quarto despreocupadamente. O pano desce rapidamente.
Fim[/i]
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2. A Boneca Maldita
A cena se passa na Holanda, no ano de 2017.
Cena Única
Um quarto de menino decorado com brinquedos, mas ao fundo há uma boneca bonita e agradável de se ver. A boneca é loira e tem olhos azuis. Um homem chamado Aert está vendo seu filho de 7 anos Alard brincar.
Aert- Alard, o que a sua mãe falou de mim para você?
Alard- Ela está nervosa com você, papai.
Aert- Mas por que?
Alard- Ela diz que o senhor sai todas as noites e volta muito tarde, e que também bebe.
Aert- Sim, mas eu bebo com os amigos.
Alard- Mamãe diz que você não tem responsabilidade, que o senhor só quer saber de festas.
Aert- Ah, meu filho, essa vida é tão dura e difícil que a única maneira de conviver com ela é com um pouco de festas.
Alard- Ela também diz que você namora outra mulher.
Aert(alto)- Em absoluto! Eu não tenho outra namorada além da sua mãe.
Alard- É o que a mamãe sempre diz...
Aert- Sua mãe é muito ciumenta, meu filho. Desde que começamos a namorar, ela sempre foi muito ciumenta. Ela nunca conseguiu se livrar desse ciúmes.
Alard- Entendo, papai, por isso vocês sempre brigam.
Aert- Sim, por isso estamos sempre brigando. Você está com fome?
Alard- Sim, papai, muita.
Aert- Farei algo para você. Fique aqui.
Aert sai do quarto. Alard vai até seus brinquedos e pega a boneca de olhos azuis. De repente ouvimos ela falar. Alard fica assustado.
Alard- Como assim essa boneca está falando comigo?
A boneca continua falando calmamente.
Alard- Eu vou jogar essa boneca fora. Vou tacar fogo nela.
A boneca começa a rir.
Alard- Boneca maldita! Eu vou te ensinar a me respeitar!
Aert entra no quarto com um prato de sanduíche e um copo de leite frio.
Aert- Meu filho, aqui está o seu lanche.
Alard- Papai, a boneca falou de novo... Ela...
Aert- Meu filho, eu já disse que essas coisas não existem. É apenas a sua imaginação abrindo as asas.
Alard- Mas, papai...
Aert deixa o prato com sanduíche e o copo de leite em uma mesinha.
Aert- Coma e depois faça seus deveres de casa. Eu vou ter que sair.
Aert dá um beijo no rosto do filho e sai.
Alard- Eu vou acabar com essa boneca. Mas não agora.
Ouvimos o barulho sutil de uma risada da boneca. Ela diz que colocará fogo na casa. Alard volta a brincar no quarto despreocupadamente. O pano desce rapidamente.
Fim
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