Textos :  Sketch 4- O Primeiro Encontro
Sketch 4- O  Primeiro Encontro
O Primeiro Encontro






A cena se passa na África, no ano de 432 mil antes de Cristo.



Cena Única



Um lugar ermo e solitário nas selvas da África, mais precisamente no Congo. Vemos três figuras vestidas com trajes espaciais cor de prata, eles se chamam Enil, Enki e Ninhursag.



Enki- Nossa, que clima quente e horroroso. Como é possível um planeta ter uma temperatura tão desagradável?


Enlil- Mas tem uma beleza como poucos têm, aliás, muito melhor do que o nosso planeta, mas é claro que aqui também há muitas desvantagens.


Ninhursag- E como vamos criar nosso Adama? Já pensaram nisso?



Enki- Não, mas podemos achar algum animal por aqui e modificar sua estrutura genética.


Ninhursag (ri)- É para isso que viemos aqui, caro Enki. Sério mesmo que é essa idéia que você tem?



Enlil- Precisamos de um animal muito bom, que seja quase senciente e que não cause muitos problemas quando modificado por nós.


Enki- Não seria melhor pegarmos um homem que existe em algum planeta que já existe e criar nosso Adama?



Ninhursag- Isso também não é uma boa idéia.



Ouvimos barulhos de animais. De repente um macaco entra em cena. Ele fica assustado ao ver os três. Ninhursag, Enki e Enlil se entreolham tendo uma ideia.



Ninhursag- Salve! Nós achamos o animal que vamos criar o homem!



Ninhursag vai até o macaco e consegue pegá-lo. A luz se apaga.
Quando luz volta a acender, vemos os três em uma espécie de laboratório e um homem totalmente nu dentro de um grande frasco dormindo.




Ninhursag- Que perfeição, olhe para esse corpo todo.


Enki- Quanto mais de tempo teremos que esperar?



Ninhursag- Ainda hoje ele estará totalmente consciente, mas teremos que ensinar a ele tudo que ele precisa aprender.



Enlil- Você é um gênio da genética, Ninhursag. Foi o melhor espécime que já vi até agora.



Os três se entreolham e sorriem com satisfação. O pano desce.





Fim
Poeta

Textos :  Ele me ama, mas eu não(Sketch 3)
Ele me ama, mas eu não(Sketch 3)
[i]3. Ele me ama, mas eu não.








A cena se passa no Brasil, em 1930.








Cena Única





Uma confeitaria fina. Há pessoas conversando distraidamente. Em uma mesa há duas moças. Uma é morena e usa um vestido azul, a outra é loira e usa um vestido preto. Elas se chamam Paula e Carolina.





Carolina(bebendo um gole de café)- Ah, amiga, não pode ser. Você realmente não o ama mais?





Paula- Nunca o amei, Carol. Foi um casamento feito às pressas, e tudo por causa dele.





Carolina- Mas e as cartas que vocês trocavam? Você dizia que elas eram românticas...





Paula- De fato, elas eram românticas, mas era começo de namoro.




Carolina- Mas vocês casaram rapidamente. Como pode dizer que não o ama mais?




Paula- Ele é chato, inconveniente, sempre reclama e quer sexo o tempo todo.





Carolina- A parte do sexo está te incomodando mais do que tudo, não?





Paula- Claro, minha amiga. Eu fico sempre cansada com tanto sexo.





Carolina- Imagino, mas ele tem um lado tão sensível e agradável...





Paula- Tudo isso apenas porque ele foge de conflitos. Ele prefere a paz a qualquer conflito. Parece medo, sabe?






Carolina- Homens assim geralmente não dão bons amantes.





Paula- Ah, Paula, nem me fale nisso.





Carolina- O que pretende fazer?






Paula- Terei uma conversa muitos séria e assertiva com ele sobre ele mesmo, se ele não gostar e não mudar, eu vou me separar.






Momento de tristeza em Carolina.





Carolina- Eu vou sofrer com vocês dois separados.





Paula- Não vamos separar, depois da conversa, ele realmente vai mudar.







Vemos um garçom se aproximar com um bilhete na mão. Ele se dirige a Paula, que pega o bilhete, agradece e o garçom se afasta.





Paula(lendo)- Ele aqui diz que precisa me ver agora. Não pode ser outro horário.





Carolina- Posso te levar lá?






Paula- Não, o escritório na Bolsa onde ele trabalha é perto daqui. Eu mesma vou até lá. Me espera aqui? Creio que vai ser conversa de meia hora.





Carolina- Não te prometo esperar, mas vou tentar.






Paula se levanta da cadeira, pega a bolsinha.






Paula- Deseje-me sorte, amiga.





Carolina- Tenha muita sorte, minha amiga.






Paula sai apressada da confeitaria. Ouvimos um barulho de construção ao longe. O pano desce com as conversas na confeitaria.






Fim[
/i]
Poeta

Textos :  Ele me Ama, mas eu não(Sketch 33)
Ele me Ama, mas eu não(Sketch 33)
3. Ele me ama, mas eu não.







A cena se passa no Brasil, em 1930.








Cena Única





Uma confeitaria fina. Há pessoas conversando distraidamente. Em uma mesa há duas moças. Uma é morena e usa um vestido azul, a outra é loira e usa um vestido preto. Elas se chamam Paula e Carolina.





Carolina(bebendo um gole de café)- Ah, amiga, não pode ser. Você realmente não o ama mais?





Paula- Nunca o amei, Carol. Foi um casamento feito às pressas, e tudo por causa dele.





Carolina- Mas e as cartas que vocês trocavam? Você dizia que elas eram românticas...





Paula- De fato, elas eram românticas, mas era começo de namoro.




Carolina- Mas vocês casaram rapidamente. Como pode dizer que não o ama mais?




Paula- Ele é chato, inconveniente, sempre reclama e quer sexo o tempo todo.





Carolina- A parte do sexo está te incomodando mais do que tudo, não?





Paula- Claro, minha amiga. Eu fico sempre cansada com tanto sexo.





Carolina- Imagino, mas ele tem um lado tão sensível e agradável...





Paula- Tudo isso apenas porque ele foge de conflitos. Ele prefere a paz a qualquer conflito. Parece medo, sabe?






Carolina- Homens assim geralmente não dão bons amantes.





Paula- Ah, Paula, nem me fale nisso.





Carolina- O que pretende fazer?






Paula- Terei uma conversa muitos séria e assertiva com ele sobre ele mesmo, se ele não gostar e não mudar, eu vou me separar.






Momento de tristeza em Carolina.





Carolina- Eu vou sofrer com vocês dois separados.





Paula- Não vamos separar, depois da conversa, ele realmente vai mudar.







Vemos um garçom se aproximar com um bilhete na mão. Ele se dirige a Paula, que pega o bilhete, agradece e o garçom se afasta.





Paula(lendo)- Ele aqui diz que precisa me ver agora. Não pode ser outro horário.





Carolina- Posso te levar lá?






Paula- Não, o escritório na Bolsa onde ele trabalha é perto daqui. Eu mesma vou até lá. Me espera aqui? Creio que vai ser conversa de meia hora.





Carolina- Não te prometo esperar, mas vou tentar.






Paula se levanta da cadeira, pega a bolsinha.






Paula- Deseje-me sorte, amiga.





Carolina- Tenha muita sorte, minha amiga.






Paula sai apressada da confeitaria. Ouvimos um barulho de construção ao longe. O pano desce com as conversas na confeitaria.






Fim
Poeta

Textos :  Sketch 3. Ele me Ama, Mas Eu Não
Sketch 3. Ele me Ama, Mas Eu Não
3. Ele me ama, mas eu não.







A cena se passa no Brasil, em 1930.








Cena Única





Uma confeitaria fina. Há pessoas conversando distraidamente. Em uma mesa há duas moças. Uma é morena e usa um vestido azul, a outra é loira e usa um vestido preto. Elas se chamam Paula e Carolina.





Carolina(bebendo um gole de café)- Ah, amiga, não pode ser. Você realmente não o ama mais?





Paula- Nunca o amei, Carol. Foi um casamento feito às pressas, e tudo por causa dele.





Carolina- Mas e as cartas que vocês trocavam? Você dizia que elas eram românticas...





Paula- De fato, elas eram românticas, mas era começo de namoro.




Carolina- Mas vocês casaram rapidamente. Como pode dizer que não o ama mais?




Paula- Ele é chato, inconveniente, sempre reclama e quer sexo o tempo todo.





Carolina- A parte do sexo está te incomodando mais do que tudo, não?





Paula- Claro, minha amiga. Eu fico sempre cansada com tanto sexo.





Carolina- Imagino, mas ele tem um lado tão sensível e agradável...





Paula- Tudo isso apenas porque ele foge de conflitos. Ele prefere a paz a qualquer conflito. Parece medo, sabe?






Carolina- Homens assim geralmente não dão bons amantes.





Paula- Ah, Paula, nem me fale nisso.





Carolina- O que pretende fazer?






Paula- Terei uma conversa muitos séria e assertiva com ele sobre ele mesmo, se ele não gostar e não mudar, eu vou me separar.






Momento de tristeza em Carolina.





Carolina- Eu vou sofrer com vocês dois separados.





Paula- Não vamos separar, depois da conversa, ele realmente vai mudar.







Vemos um garçom se aproximar com um bilhete na mão. Ele se dirige a Paula, que pega o bilhete, agradece e o garçom se afasta.





Paula(lendo)- Ele aqui diz que precisa me ver agora. Não pode ser outro horário.





Carolina- Posso te levar lá?






Paula- Não, o escritório na Bolsa onde ele trabalha é perto daqui. Eu mesma vou até lá. Me espera aqui? Creio que vai ser conversa de meia hora.





Carolina- Não te prometo esperar, mas vou tentar.






Paula se levanta da cadeira, pega a bolsinha.






Paula- Deseje-me sorte, amiga.





Carolina- Tenha muita sorte, minha amiga.






Paula sai apressada da confeitaria. Ouvimos um barulho de construção ao longe. O pano desce com as conversas na confeitaria.






Fim
Poeta

Textos :  Trova 19(Países Conquistados)
Trova 19(Países Conquistados)
Países conquistados
Feridas abertas
Oh, Deus, como
O homem é vil
.
Poeta

Textos :  Trova 18(Espiritismo)
Trova 18(Espiritismo)
[i]18.





Espiritismo criado
Para vivificar a fé
Pura do Cristo que
Ama a humanidade.
[/i]
Poeta

Textos :  Trova 18(Espiritismo)
Trova 18(Espiritismo)
18.





Espiritismo criado
Para vivificar a fé
Pura do Cristo que
Ama a humanidade
.
Poeta

Textos :  Sketch 2. A Boneca Maldita
Sketch 2. A Boneca Maldita
2. A Boneca Maldita








A cena se passa na Holanda, no ano de 2017.







Cena Única





Um quarto de menino decorado com brinquedos, mas ao fundo há uma boneca bonita e agradável de se ver. A boneca é loira e tem olhos azuis. Um homem chamado Aert está vendo seu filho de 7 anos Alard brincar.





Aert- Alard, o que a sua mãe falou de mim para você?




Alard- Ela está nervosa com você, papai.




Aert- Mas por que?




Alard- Ela diz que o senhor sai todas as noites e volta muito tarde, e que também bebe.



Aert- Sim, mas eu bebo com os amigos.




Alard- Mamãe diz que você não tem responsabilidade, que o senhor só quer saber de festas.





Aert- Ah, meu filho, essa vida é tão dura e difícil que a única maneira de conviver com ela é com um pouco de festas.





Alard- Ela também diz que você namora outra mulher.




Aert(alto)- Em absoluto! Eu não tenho outra namorada além da sua mãe.





Alard- É o que a mamãe sempre diz...




Aert- Sua mãe é muito ciumenta, meu filho. Desde que começamos a namorar, ela sempre foi muito ciumenta. Ela nunca conseguiu se livrar desse ciúmes.




Alard- Entendo, papai, por isso vocês sempre brigam.





Aert- Sim, por isso estamos sempre brigando. Você está com fome?





Alard- Sim, papai, muita.





Aert- Farei algo para você. Fique aqui.






Aert sai do quarto. Alard vai até seus brinquedos e pega a boneca de olhos azuis. De repente ouvimos ela falar. Alard fica assustado.





Alard- Como assim essa boneca está falando comigo?





A boneca continua falando calmamente.






Alard- Eu vou jogar essa boneca fora. Vou tacar fogo nela.






A boneca começa a rir.





Alard- Boneca maldita! Eu vou te ensinar a me respeitar!






Aert entra no quarto com um prato de sanduíche e um copo de leite frio.





Aert- Meu filho, aqui está o seu lanche.






Alard- Papai, a boneca falou de novo... Ela...





Aert- Meu filho, eu já disse que essas coisas não existem. É apenas a sua imaginação abrindo as asas.





Alard- Mas, papai...




Aert deixa o prato com sanduíche e o copo de leite em uma mesinha.




Aert- Coma e depois faça seus deveres de casa. Eu vou ter que sair.





Aert dá um beijo no rosto do filho e sai.





Alard- Eu vou acabar com essa boneca. Mas não agora.






Ouvimos o barulho sutil de uma risada da boneca. Ela diz que colocará fogo na casa. Alard volta a brincar no quarto despreocupadamente. O pano desce rapidamente.





Fim
Poeta

Textos :  A Boneca Maldita(Sketch 32)
A Boneca Maldita(Sketch 32)
[i]2. A Boneca Maldita








A cena se passa na Holanda, no ano de 2017.







Cena Única





Um quarto de menino decorado com brinquedos, mas ao fundo há uma boneca bonita e agradável de se ver. A boneca é loira e tem olhos azuis. Um homem chamado Aert está vendo seu filho de 7 anos Alard brincar.





Aert- Alard, o que a sua mãe falou de mim para você?




Alard- Ela está nervosa com você, papai.




Aert- Mas por que?




Alard- Ela diz que o senhor sai todas as noites e volta muito tarde, e que também bebe.



Aert- Sim, mas eu bebo com os amigos.




Alard- Mamãe diz que você não tem responsabilidade, que o senhor só quer saber de festas.





Aert- Ah, meu filho, essa vida é tão dura e difícil que a única maneira de conviver com ela é com um pouco de festas.





Alard- Ela também diz que você namora outra mulher.




Aert(alto)- Em absoluto! Eu não tenho outra namorada além da sua mãe.





Alard- É o que a mamãe sempre diz...




Aert- Sua mãe é muito ciumenta, meu filho. Desde que começamos a namorar, ela sempre foi muito ciumenta. Ela nunca conseguiu se livrar desse ciúmes.




Alard- Entendo, papai, por isso vocês sempre brigam.





Aert- Sim, por isso estamos sempre brigando. Você está com fome?





Alard- Sim, papai, muita.





Aert- Farei algo para você. Fique aqui.






Aert sai do quarto. Alard vai até seus brinquedos e pega a boneca de olhos azuis. De repente ouvimos ela falar. Alard fica assustado.





Alard- Como assim essa boneca está falando comigo?





A boneca continua falando calmamente.






Alard- Eu vou jogar essa boneca fora. Vou tacar fogo nela.






A boneca começa a rir.





Alard- Boneca maldita! Eu vou te ensinar a me respeitar!






Aert entra no quarto com um prato de sanduíche e um copo de leite frio.





Aert- Meu filho, aqui está o seu lanche.






Alard- Papai, a boneca falou de novo... Ela...





Aert- Meu filho, eu já disse que essas coisas não existem. É apenas a sua imaginação abrindo as asas.





Alard- Mas, papai...




Aert deixa o prato com sanduíche e o copo de leite em uma mesinha.




Aert- Coma e depois faça seus deveres de casa. Eu vou ter que sair.





Aert dá um beijo no rosto do filho e sai.





Alard- Eu vou acabar com essa boneca. Mas não agora.






Ouvimos o barulho sutil de uma risada da boneca. Ela diz que colocará fogo na casa. Alard volta a brincar no quarto despreocupadamente. O pano desce rapidamente.





Fim[/i]
Poeta

Textos :  Sketch 2. A Boneca Maldita
Sketch 2. A Boneca Maldita
2. A Boneca Maldita







A cena se passa na Holanda, no ano de 2017.







Cena Única





Um quarto de menino decorado com brinquedos, mas ao fundo há uma boneca bonita e agradável de se ver. A boneca é loira e tem olhos azuis. Um homem chamado Aert está vendo seu filho de 7 anos Alard brincar.





Aert- Alard, o que a sua mãe falou de mim para você?




Alard- Ela está nervosa com você, papai.




Aert- Mas por que?




Alard- Ela diz que o senhor sai todas as noites e volta muito tarde, e que também bebe.



Aert- Sim, mas eu bebo com os amigos.




Alard- Mamãe diz que você não tem responsabilidade, que o senhor só quer saber de festas.





Aert- Ah, meu filho, essa vida é tão dura e difícil que a única maneira de conviver com ela é com um pouco de festas.





Alard- Ela também diz que você namora outra mulher.




Aert(alto)- Em absoluto! Eu não tenho outra namorada além da sua mãe.





Alard- É o que a mamãe sempre diz...




Aert- Sua mãe é muito ciumenta, meu filho. Desde que começamos a namorar, ela sempre foi muito ciumenta. Ela nunca conseguiu se livrar desse ciúmes.




Alard- Entendo, papai, por isso vocês sempre brigam.





Aert- Sim, por isso estamos sempre brigando. Você está com fome?





Alard- Sim, papai, muita.





Aert- Farei algo para você. Fique aqui.






Aert sai do quarto. Alard vai até seus brinquedos e pega a boneca de olhos azuis. De repente ouvimos ela falar. Alard fica assustado.





Alard- Como assim essa boneca está falando comigo?





A boneca continua falando calmamente.






Alard- Eu vou jogar essa boneca fora. Vou tacar fogo nela.






A boneca começa a rir.





Alard- Boneca maldita! Eu vou te ensinar a me respeitar!






Aert entra no quarto com um prato de sanduíche e um copo de leite frio.





Aert- Meu filho, aqui está o seu lanche.






Alard- Papai, a boneca falou de novo... Ela...





Aert- Meu filho, eu já disse que essas coisas não existem. É apenas a sua imaginação abrindo as asas.





Alard- Mas, papai...




Aert deixa o prato com sanduíche e o copo de leite em uma mesinha.




Aert- Coma e depois faça seus deveres de casa. Eu vou ter que sair.





Aert dá um beijo no rosto do filho e sai.





Alard- Eu vou acabar com essa boneca. Mas não agora.






Ouvimos o barulho sutil de uma risada da boneca. Ela diz que colocará fogo na casa. Alard volta a brincar no quarto despreocupadamente. O pano desce rapidamente.





Fim
Poeta