Poemas surrealistas :  Soñares inquietantes
SOÑARES INQUIETANTES

Son
En
La Horrible
Tempestad
Por donde
El gusano
Invisible
Vuela.


En medio de la noche que gira y flota.

Arrastrando
Remolinos
Por las
Orillas
Inquietantes.


___Soñares, soñares, soñares___
Por el mármol muerto de cansancio.
_____Soporoso____
Por los pobres bosques desamparados.
_____Somnolientos____
Por las risas de las piedras.
____Sonámbulas____
Por el agotamiento del viento.


¡Inquietantes, soñares, inquietantes!.

Al
Sentir
Que se
Agarran
Rocas que se desmoronan
Arrastrado
Por
La
Corriente.


¡Cuándo todo se aleja!.
De la mano
Del tiempo
Del punto
Del apoyo
Esfumado
Arrastrado
¡Por la corriente!.


Soñares, soñares, soñares.
En el miedo sumergido.
Inquietantes.
En una esponja espinosa.
Inquietantes.
En una lenta sorpresa.
Inquietantes.
En el medio sugerido.


Soñar.
Es
La ventana buscando su libertad.
Soñar
Es
La puerta encontrando su esclavitud.
Soñar
Es
El techo perdiendo su cielo.
Soñar
Es
El piso recibiendo su filo.


In
Quietantes
Cuando el miedo
Se entierra en las
Nubes de soñares inquie
tantes. ¡Dónde el mundo!.
Solitario vive. Por el fantasma.
Nunca engendrado de las pesadillas reales.


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
Poeta

Sonetos :  MINHA IMENSA CALVA - (piroca)
MINHA IMENSA CALVA - (piroca)


A vida foi roubando meus cabelos,
Restando tão somente imensa calva,
Problemas, repetidos, ao contê-los
Minha alma em plena luta já se salva

O dia me trazendo a estrela d’alva
Promete desfazer estes novelos;
Porém a vida traz como ressalva
O lacre que me impede; velhos selos...

Assim minha calvície se prolonga
Quem dera cabeleira vasta e longa,
Das dores que passei, cruéis Galés,

Restando a proteção contra os solares
Raios que recebendo em mil lugares
Apenas a defesa dos bonés...



MARCOS LOURES
Poeta

Sonetos :  PILÃO DE SOCAR ALHO
PILÃO DE SOCAR ALHO


Revendo a minha mãe neste quintal
As tardes de domingo, as preferidas,
As roupas se quarando no varal,
As velhas alegrias esquecidas.

O almoço temperado, amor e sal,
As sortes no presente divididas
O bem andando ao longe, vence o mal
Por mais que enfrente ainda tais ermidas

Que o tempo nos demonstra e o mesmo nada...
Outrora bem Al dente o macarrão,
Socado com carinho no pilão

A bela fantasia bem tratada
Crianças vão correndo no jardim
Volvendo o que melhor existe em mim...

MARCOS LOURES
Poeta

Sonetos :  AINDA VEJO EM TI...
AINDA VEJO EM TI...

Ainda vejo em ti tais opulências
Figuras estrambóticas, cenários
Momentos tão diversos são falsários
Mostrando desta vida uma excrescência

Aonde havia há tempos, florescência
Apenas os retalhos de um fadário
Do velho batistério, um relicário
O medo destruiu logo a inocência...

As farpas entre dentes, olhos, garras
Enquanto me devoras já desgarras
E deixas a carcaça como herança

Hienas e chacais, abutres; vermes,
Os restos devastados vãos inermes
Do que fizeste crer ser esperança...



MARCOS LOURES
Poeta

Sonetos :  HÁ TEMPOS
HÁ TEMPOS



Pudesse transformar água no vinho
Que tanto necessitas, doce alento
No quarto de dormir, eu me atormento,
Estando quase sempre tão sozinho.

Quem dera se esta espera num carinho
Pudesse transformar o próprio vento,
Distante de teus braços mal agüento
Saber que não terei jamais teu ninho.

Outrora fui até um pouco audaz
Agora esta figura vã, mordaz
Que a noite em silêncios sempre traz

Dizendo do vazio amor sem paz
O quanto desejei já se desfaz
O mundo se perdeu tempos atrás...



MARCOS LOURES
Poeta

Sonetos :  É PRECISO NAVEGAR
É PRECISO NAVEGAR



As águas beijam praias; clara areia
Do sal de tantas lágrimas passadas,
No canto sedutor de uma sereia,
As almas pelos deuses são tocadas...

Netuno doma as ondas e as procelas,
Nas límpidas baías eu me aporto,
Em meio a mil saveiros, caravelas,
As dores das saudades, eu suporto...

Eu sei quanto é preciso navegar,
Vencer os nossos medos, ir em frente.
Adentro destemido o imenso mar,
Enfrento em alto mar cada serpente...

Buscando esta Penélope moderna,
Jamais meu barco tomba nem aderna...



MARCOS LOURES
Poeta

Poemas de nostalgia :  El viaje de la nubes
[img width=400]http://i1339.photobucket.com/albums/o703/Misa_De_la_Nieve/sea_of_cloud_by_ebineyland-d30am0o_zps128a4e89.jpg[/img]

Nubes melodiosas
que sobre el mar pasan en silencio
recorren las aguas verdes
en el suspiro del viento

Son castillos de vapor
que envueltos en luz dorada
van surcando los mares
hacia tierras misteriosas y lejanas

Un día de cielo triste
cogeré una escalera plateada,
subiré a las nubes y me perderé
por aquellas tierras lejanas

Me llevarán por campos de lirios,
verdes montañas abandonadas
por acantilados rotos por el mar
por arboledas olvidadas
Poeta

Poemas :  Joias raras
Fujo
e deixo nos meus rastros
as mágoas
o desamor
o engano...

Fico tentando enganar-me
com o nascimento de um poema,
que abane o sofrimento
e transforme-o em felicidade...

Sinto o desejo de igualdade
caber em meu bolso,
que apesar de roto,
não vaza com os sofrimentos.

Os momentos
serão meus orgulhos
no centro desta estrada
empoeirada...

Alheio à poeira
que veste o meu corpo,
torno-me mais um vagabundo,
um andarilho,
um João sem mundo.

A.J. Cardiais
02.06.1982
Poeta

Poemas :  Me tome un trago de amor.
Me tomé un trago de ti.
Me tomé un trago de amor.

Ese trago,
hizo saltar,
de los poros de mi piel,
por todos lados,
la alegría.

Me Tomé un trago de besos y abrazos
que desterró para siempre
de mi corazón la agonía.

Me tomé un trago de ti,
y recibí todos tus abrazos,
y exploto el amor en mi corazón.

Sentí tu cuerpo con el mío
pedazo a pedazo.

Y siempre sueño con volver
a ti y a tus brazos.

Me tomé un vaso de amor en la brisa
y me llevo a tu regazo.


Me tomé un trago de ti.
Me tome un trago de amor.




©Rafael Pérez
Derechos Reservados
Poeta

Poemas :  Fuga Poética
Fuga Poética
A poesia é minha fuga
é minha ruga,
é meu labirinto.
Através dela falo verdades,
através dela minto
ou falo loucuras.

Através dela sonho,
proponho,
medito...

Grito
sofro
choro...

Através dela eu devoro
um prazer infinito.

A.J. Cardiais
imagem: google
Poeta