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La recompensa de la sed de tus labios fue un beso de sabor excitante, su sensación provocó en ti cambios, y haces alarde de que yo soy tu amante.
Cuando en el prado sobre la hierba recostado dormitaba entre tus brazos rendido, sentía que estabas tan cerca de mi lado que nuestros labios se fueron juntando, y salió de mí ese beso desprevenido.
Ese beso vino a calmar las ansias, amada mía, y la sed de tus labios rebosantes, te di un beso sin pensar que tu corazón conquistaría.
Julio Medina 10 de febrero del 2012
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Poeta
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PAULO COELHO EM ALGUNS MINUTOS
“Seja como a fonte que transborda e não como o tanque, que sempre contém a mesma água.”
Esta fase é de um poeta inglês, mas que eu não teria conhecimento se não tivesse lido o excelente livro de Paulo Coelho “Veronika Decide Morrer”.
Eu li o primeiro livro do Paulo Coelho por impulso numa promoção e era um dos menos vendido por ele e que não me lembro o nome agora, pois não tenho o hábito de acumular livros em casa e faço-os caminhar, só guardo aqueles realmente especiais, como o segundo que eu li “Veronica Decide morrer” que eu achei ótimo e que já vendeu 10 milhões de exemplares.
Como o autor diz no livro os pais dele o internaram num manicômio, fato bem corriqueiro naqueles anos de ditadura, para que ele não freqüentasse mais o grupo de “desajustados” , do qual eu também fazia parte, que ele estava frequentando.
Grupo de desajustados eram os cabeludos da contracultura e seus hábitos, o que para época precisava ter alguma coragem, mas não faziam mal a ninguém, talvez só a eles mesmos pelos baseados que fumavam.
Aqui em Curitiba também conheci o caso de um pai, sargento do exercito, o que na época já era de relevo esta baixa hierarquia, que internou o seu filho, amigo próximo da nossa turma, num manicômio ou sanatório para alguns.
Está certo que todos se chamavam de malucos, mas daí aos pais levarem ao pé da letra, literalmente, não deixa de ser tragicômico.
Este nosso colega próximo chegou a escrever um livro que virou filme premiado “O Bicho de Sete Cabeças”, agora imagina se nós imaginávamos que aquele colega que parecia tão resolvido ia passar por uma dessa.
Só lembrei-me dele quando deu entrevista no Jô Soares.
Estou escrevendo esta e dando uma espiada na revista CULT e ali tem “n” resenhas de livros recém-lançados e que são merecedores de serem indicados pela revista, mas vão vender, com todo o respeito, independente da qualidade, talvez 10.000 exemplares, o que já seria um sucesso esplendoroso no mercado brasileiro, mas na média não devem passar de 03 mil e que, provavelmente nunca vão ser traduzidas para nenhuma outra língua.
Depois deste li “Onze Minutos” também com uma vendagem de 10 milhões; outro excelente livro.
Depois destes resolvi ler mais algum e ai encomendei junto “O Diário de Um Mago” e ai vi porque Paulo coelho, apesar deste livro ter chegado nos 50 milhões de livros vendidos, é tão escorraçado no Brasil e dei razão, não consegui passar das primeiras 40 páginas, achei o livro horroroso.
Eu acredito que os críticos de Paulo Coelho devem ter lido este primeiro livro dele e já o condenaram ao inferno literário sem ler mais nenhum livro posterior dele.
Como nunca fui de modismos levei 10 anos a ler alguma coisa dele e pelo motivo citado acima, mas provavelmente não teria lido mais nenhum se tivesse começado pelo “Diário de um Mago”, mas tive a sorte de não.
Larguei-o e comecei a ler “O ALQUIMISTA”, e a impressão sobre o detestado acima se desvaneceu, gostei do livro que vendeu outros tantos 50 milhões. Tem umas “viajadas”, para ser exato duas*, e o final é fantasioso, mas o desenroar do livro achei particularente interessante já que tenho uma história de negociante como o protagonista.
*(Enteais da natureza nunca podem ser considerados “demônios”, pois são servos do Criador e trabalham com os elementos da natureza conservando-a. vide "O livro do Juizo Final de Roselis von Sass que aprofunda o assunto)
Por estes três livros ele já merece a meu ver ter o sucesso que tem, embora ele procure pessoalmente passar uma imagem de mago que não tem nada a ver, mas temos que separar uma coisa das outras.
Este “Veronica Decide Viver” achei um libelo prazeroso de ler, pois começa com um ato tão pesado como a tentativa de suicídio de alguém e depois mostra como esta tentativa frustrada leva a protagonista a ser internada num manicômio para aguardar a morte, pois os traumas físicos causados pela tentativa a teriam debilitado tanto o seu organismo que teria só mais algumas semanas de vida.
E lá neste manicômio ela começa a se descobrir como pessoa e a se gostar, e os poucos dias de vida da “moça tão bonita e simpática”, começa a influenciar questionamentos em outros internados que estão ali por depressão e outros males e acaba trazendo todo um rebuliço no meio. O final é muito interessante e com final feliz e novos caminhos para muitos dos envolvidos.
Traz um questionamento social do que é normal e do que não é, e do que são sentimentos nossos, realmente, e dos que são impingidos pela “normalidade fajuta da sociedade”.
Outro que li em seguida foi “Onze minutos”, com + de 10 milhões vendidos também, e também achei muito bom. Também se passa num mundo estigmatizado, o da prostituição de luxo, mas vemos que a protagonista que se vê envolvida no meio, vai ao fundo e depois vai saindo dele com tantos conhecimentos que vemos que depende de cada um o caminho que faz para a sua vida, embora às vezes o meio de campo de muitos é tortuoso.
Nestes não tem nenhuma “viajada”.
Tenho outros diversos títulos dele ainda a ser lido, mas passou a minha fase de ler livros, por um tempo, até uma nova recaída.
Na década de setenta dizia-se: “Quem viver, verá!” eu acho que Paulo Coelho viveu e escreve sobre isto, tirando uma ressalva aqui e outra ali, mas ninguém é perfeito, nem os considerados autores clássicos, de cujos livros ruins não se fala e que muitos, também, não conseguem terminar de ler, mas que ficam ali na estante para dar um ar de intelectualidade, mas isto é de cada um.
www.hserpa.prosaeverso.net
"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo' Roselis von Sass – www.graal.org.br
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Poeta
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Escrevo o que brota... Sou o mal educado que, quando arrota, tenta transformar em poema.
Sou o tecido que amarrota, e precisa ser passado para comparecer bem comportado.
Tenho o pecado das letras, o olho nas gretas, e a língua solta...
Sou o soneto caído, o poema perdido, a poesia torta.
A.J. Cardiais 31.08.2011 imagem: google
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Para lograr un mundo mejor, primero hay que sacudir las conciencias, atreverse a confrontar con las pautas establecidas y entender que no puede lograrse cambios sin dolor. Hay que atreverse a pagar el precio Por eso...
Quiero robarme el mundo, montar un relámpago y comerme al sol. Tocar el cielo volando dragones, para cazar cosmonautas con manos sucias de sangre y carbón. Quiero ser el tábano que a Satán, picando sus cuernos le hable de Dios. Ser la molestia de todos los hombres que creen en milagros, e ignoran su voz
Quiero la sal y la espuma de todos los mares, nadar con narvales, arponeando marinos mientras me miran las blancas barrigas de muertas ballenas secándose al sol Ser el arma que mata con ira, que toma venganza haciendo justicia, con la ley del talión. Quiero viajar en el tiempo ser la mecha encendida, el tic-tac del reloj.
Ser el chasquido del látigo que lacera las carnes del esclavo que inclina la cerviz ante su opresor, ¿o Espartaco fue la historia, de un cuento que nunca existió?
Ser de la espada la punta, los denarios de Judas los clavos de Cristo, de María el dolor Quiero ser invisible, actuar sin conciencia para ser impune ...a los ojos de Dios
Quiero gritar en el viento, que tiemble la tierra, sangrar mi garganta por tanto furor, despertar las dormidas conciencias de todos los hombres proclamando ¡El día llego!
Creado 26/03/2013 Catriel Cuestas Acosta
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Cada movimiento de tu mirada me conquista en un segundo, cada mirada de tus ojos verdes pardos, con la barbilla gacha, como si no quisieras mostrarte al mundo, pero sin saber que tus pupilas me despiertan del letargo que asoló mi vida durante años en el oscurantismo donde busqué el amor por los lares equivocados. Pero te miro y veo en ti ese halo, esa hoz de mi martillo. Tu gesto tímido, tan sensual que me impulsa a luchar por la voz de los oprimidos. A batirme por ti, por verte sonreir. Esa sonrisa llena de luz, que todo lo perfuma. Esa sonrisa de esos labios que a una la hacen sentir como un zar frente a Lenin.
Cada movimiento de tus ojos, a veces miel, a veces verdes, a veces tan inseguros de su entorno, a veces tan fuertes. No quiero pensar en todo lo que habrás sufrido cuando los veo esquivos a los míos cuando solo trato de quererte. No quiero pensar en pretérito. Te abrazo, pensando en protegerte del Diablo. Ellos te acosan. Pero resistes. Y eso tiene mérito. Eres una guerrera preciosa ante la cual me faltan hasta vocablos. Tu cuerpo frágil como una ninfa tiene la energía de la bruma de Stalingrado. Tu alma que siempre ebulle, me insta a decir: Ven conmigo y que le jodan al patriarcado.
Adriana Míguez
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Tenho os olhos vagos no tempo... Minha mente ainda está nublada, da noite passada.
Rimo a passo do automóvel, que invade a paisagem, e sambo na minha miragem, em busca de uma ideia qualquer...
Tento prender o tempo, que se espalha sobre mim, mas ele é que me prende em sua teia de interrogações.
A.J. Cardiais imagem: google
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Se trata de decirle al caracol que me encanta. Que su tiempo abre instancias, que edifica y destruye, Se trata de verdes y sonrisas a distancia, de incienso seco colgado en la cortina. Se trata de su pelo que me pierde, me incinera; de su recuerdo navegando entre mis venas.
Se trata de mil sabores en dos o tres besos robados, Se trata de ella, ahora si de ella que le llamo y sonríe que me llama y me quebro.
Se trata de joderme y de querer decirle “mía” Pero ella no es nadie, no quiere pertenecer a ninguna piel. Pero ya vive aquí .
Se trata del fin de mis palabras en su boca, de mi sueño en su cadera, del rumbo de mis pisadas en sus piernas.
Se trata de entre su vida y la mía un mundo nuevo.
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Poeta
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No podía imaginar más exquisito instante, habíamos tenido un plácido día, en el que nuestras miradas se perdieron tantas veces, cuantas aquellas hermosas y traviesas gaviotas rompieron el tenue azul del infinito, con su impredecible y libre vuelo… mientras las olas a su manera las aplaudían y nuestros latidos se acentuaban alborozados, inquietos…
La brisa también presente, nos acariciaba y acercaba desordenando cabellos, aromas y el silencio, el resto, lo hizo tu contagiante alegría y tu sonrisa, para conjugar esto de ser felices, sin más que tú y yo, el entorno propicio y tu coqueta risa con todo su torrente escandalizando hasta el alma…
Fue además el espacio de aquel singular galanteo, del sol, despidiendo rutilante a su amante luna, naciendo azucena, plena, en una bóveda límpida, luminosa, en el exacto instante, de veras exquisito, en que tu quisiste compartir aquel manjar de chocolate, colocado en medio de tu frugal boca, para un beso…
Beso de chocolate, jugueteando en tus carnosos labios, frutilla delirante cubierta de gloria, de delicias… Beso de chocolate, carnada de cordura y más deseos estallando en la jugosa unión del deleite presuroso, que se va con la intensidad que provocante llega, cópula exquisita que ensueña y más… provoca.
Beso de chocolate, uno más de tus deliciosos besos.
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Poeta
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No cúmulo, o destino jogou-te num inferno de mundo... E tua beleza assanhou-se com o desespero de vida.
A tua face lisa, tornou-se pedra e em prantos derramou o teu sorriso de asco...
Lutar... Lutar é tua vingança.
Brigas, fome, misérias... Enfrentastes tudo, numa guerra desumana de quem ama a vida pela vida.
E a tua vida é a mais importante.
A.J. Cardiais 07.05.1982 imagem: google
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Poeta
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Se me va la juventud, sin darme cuenta se fue, se está apagando mi luz con soplos de la vejez.
Se retira la tersura y con ella la pasión, poco a poco la amargura se adueña del corazón.
La piel se me está surcando, el pelo se torna nieve, mi espalda se va encorvando.
¿Dime vida qué más quieres? Tu peso me está aplastando. ¿Si no eres cruel, qué eres?
Mel
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Poeta
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